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TELEMEDICINA É SUCESSO À ESPERA DE REGULAMENTAÇÃO

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Ferramenta facilitou o acesso e será fundamental para melhorar a gestão da saúde, dizem especialistas em webinar da Anahp

A telemedicina é um instrumento bem-sucedido e consolidado, na opinião dos especialistas que participaram do webinar “O papel da telemedicina na expansão do acesso à saúde”, promovido pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), na última quinta-feira (10). No evento, Camila Botti, gerente de Tecnologias e Informações Clínicas da Amil, revelou que a operadora realizou mais de 1,5 milhão de atendimentos remotos em 2021 e que, atualmente, 15% do total das consultas acontece on-line “com alto índice de satisfação dos clientes e dos médicos”. Diante dessas e outras evidências semelhantes, Caio Soares, presidente da Saúde Digital Brasil (SDB), está convencido de que não faz mais sentido discutir se o modelo veio ou não para ficar. “Assim como não discutimos se o smartphone veio para ficar”.

Apesar disso, a telemedicina continua funcionando em caráter provisório no Brasil, associada à pandemia. “Corremos o risco de não ter uma regulamentação permanente quando a emergência passar”, alertou o presidente da SDB. A deputada federal Soraya Manato, que também é médica, afirmou estar empenhada na aprovação do Projeto de Lei que vai regulamentar o modelo. “A telemedicina é urgente e precisamos garantir a segurança jurídica e tecnológica para a atividade, para os pacientes e médicos”, explicou.



Marcelo Chaves Aragão, auditor federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União — Secretário de Controle Externo da Saúde, reforçou a importância da regulamentação sob o risco de “uma grande judicialização que pode impactar todo o sistema”. Além disso, acrescentou que regras claras são fundamentais para a adoção do modelo em larga escala no serviço público, que exige parâmetros e protocolos definidos para viabilizar concorrências e contratos.

De acordo com a deputada, no momento a tramitação está focada em esclarecer detalhes práticos, como o formato da primeira consulta, remuneração dos profissionais e alcance geográfico, pautas promovidas pelas entidades médicas. “Estamos trabalhando para que a telemedicina seja uma realidade à luz da lei”, afirmou.

Médicos e pacientes

Os médicos que adotaram o modelo estão satisfeitos, de acordo com a gerente de Tecnologias e Informações Clínicas da Amil, e mais de 2 mil credenciados já se ofereceram para prestar o serviço dentro da operadora. Botti explicou que a empresa destacou os médicos de família e generalistas para o pronto atendimento, “pela abordagem mais ampla, com atenção para a prevenção e os fatores de risco”, e selecionou os profissionais com melhor performance para as consultas eletivas. A Amil já oferece atendimento remoto para 50 especialidades.

Carlos Pedrotti, gerente Médico do Centro de Telemedicina do Hospital Israelita Albert Einstein, lembrou que os médicos são naturalmente preparados para examinar e tomar decisões sobre o tratamento, mesmo que seja por meio de uma tela. Por isso, a adaptação foi rápida. “Isso faz parte do dia a dia dele, que tem a sensibilidade de compreender rapidamente quando é o caso de indicar uma intervenção presencial”, explicou.

Do lado dos pacientes, a aprovação e a aderência foram imediatas. “Tanto que hoje monitoramos o risco de a telemedicina ser utilizada desnecessariamente por causa da comodidade”, revelou Botti, da Amil. Pedrotti garantiu que “a satisfação das pessoas é imensa. Estão muito felizes por poderem falar com um médico sem enfrentar fila ou pegar transporte público”.

Ainda assim, o médico do Einstein destacou que é fundamental melhorar a experiência do usuário, com plataformas mais acessíveis e recursos que tornem todo o processo mais simples e resolutivo.

Antônio Marttos, cirurgião da Universidade de Miami, sugeriu que é preciso consolidar a cultura de telemedicina. “A população e os médicos devem se sentir completamente seguros, entender que telemedicina não é Big Brother, que é feita por profissionais com práticas, ferramentas e tecnologia adequadas. E que não vai tirar o emprego de ninguém”.

Gestão

A redução de custos com a telemedicina é indiscutível. “89% dos pacientes que afirmaram ter optado por uma teleconsulta antes de ir ao pronto-socorro realmente não utilizaram uma unidade física nos dias seguintes”, contou a gerente de Tecnologias e Informações Clínicas da Amil. De acordo com Marttos, cada paciente que a telemedicina afasta do pronto-socorro significa uma economia de US$ 15 mil. Mas a “jornada digital do paciente”, como classificou Pedrotti, vai além disso.

A jornada digital ainda vai permitir acompanhamento mais eficiente do paciente e da evolução dos tratamentos, principalmente nos casos crônicos. “Com o 5G vamos monitorar e georreferenciar, por exemplo”, disse Caio Soares, presidente da SDB. “A digitalização da prática médica torna a medicina mais resolutiva e segura”, resumiu Pedrotti.

O executivo destacou, ainda, que o primeiro atendimento por telemedicina combate um gargalo enorme do sistema. “Esse contato traz informações antecipadas. Assim temos mais tempo e direcionamento para tomar decisões”, explicou. Marttos também chamou a atenção para a capacidade do modelo “produzir dados para a construção de políticas públicas”.

Felipe Cabral, coordenador do GT de Inovação e Saúde Digital da Anahp e gerente médico de Saúde Digital do Hospital Moinhos de Vento, acrescentou que essa jornada pode começar “antes do paciente ser paciente”, com a verificação permanente de indicadores, como peso e pressão, por meio da tecnologia. “Minha Alexa sabia que eu engordei 10 quilos na pandemia e poderia ter me avisado”, exemplificou.

E Pedrotti antecipou um futuro com equipamentos avançados de telepropedêutica, como câmeras de filtro infravermelho, inteligência artificial, dispositivos que auxiliam a ausculta a distância, entre outros, para aprimorar o atendimento. “Também espero a disseminação da infraestrutura, com internet mais rápida, por exemplo”. Para isso, acrescentou, “é fundamental uma regulamentação para estimular investimentos”.

Impacto social

Além da saúde, a telemedicina tem uma “repercussão social”, segundo Pedrotti. Ele aponta ganhos em economia de tempo, qualidade de vida, produtividade e impactos para o meio ambiente. E Aragão, do TCU, garantiu que o tribunal considera a ferramenta totalmente alinhada com as diretrizes do órgão de “promover a equidade e levar políticas pública para regiões menos favorecidas”.

Cabral, do Moinhos de Vento, fechou o encontro lembrando a necessidade de colaboração entre todos os agentes. Instituições, médicos e profissionais de áreas técnicas juntos para acelerar ainda mais o desenvolvimento da telemedicina e permitir “a cada dia mais acesso aos nossos pacientes”.

Com informações da Assessoria de Imprensa LLYC

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ABES E ANJOS DO BRASIL FECHAM ACORDO MIRANDO O SEGMENTO DE STARTUPS

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INOVATIVA DAY PROMOVERÁ CONEXÕES E TROCAS DE EXPERIÊNCIAS ENTRE OS AGENTES DO ECOSSISTEMA DE EMPREENDEDORISMO

Empreendedores apoiados pela organização terão acesso ao programa ABES Startup Internship Program e a diversos benefícios para impulsionar o crescimento de seus negócios

A ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software firma colaboração com a Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos com fins educacionais e que tem como missão fomentar o empreendedorismo brasileiro por meio da disseminação de conhecimento, conexão de apoiadores (os investidores anjos) a novos empreendedores e promoção de políticas públicas para incentivo e estimulo ao desenvolvimento econômico e social do Brasil. A parceria prevê a divulgação de iniciativas e ações de disseminação de conhecimento relacionadas a empreendedorismo e investimento em startups, como formações, cursos, capacitações e eventos, além de possibilitar o acesso das startups ligadas à Anjos do Brasil ao ABES Startup Internship Program, durante seis meses, sem custos.

O ABES Intership Program foi criado para fortalecer as startups, gerar sinergia entre fundos de investimentos, incubadoras e aceleradoras e contribuir para que os negócios possam superar as dificuldades presentes no mercado, colocando à disposição os mais de 35 anos de experiência da ABES nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica. A iniciativa disponibiliza todos os serviços oferecidos pelas entidades a seus associados, como plantão jurídico-tributário, orientadores, guias, completa infraestrutura de compliance, diagnóstico LGPD, dados de mercado, e grupos de discussão sobre relevantes temas do setor, como IA, segurança cibernética, LGPD, tributário, entre outros. Detalhes do ABES Startup Internship Program estão disponíveis neste link e não há custos ou taxas para participar.



“Acreditamos que esta parceria será muito frutífera, pois considerando que a maioria das startups utilizam intensivamente plataformas de software para seus negócios, os serviços da ABES irão apoiar o seu desenvolvimento e crescimento, bem como gerar conexões relevantes com os seus associados. Ao mesmo tempo, a Anjos do Brasil irá compartilhar seus programas de capacitação para os associados da ABES para que estes possam se relacionar de forma mais efetiva com o ecossistema de startups”, declara Cassio Spina, fundador e presidente da Anjos do Brasil.

A Anjos do Brasil, pioneira no Brasil em incentivar e fomentar o investimento anjo para startups, oferece cursos no modelo EAD para que empreendedores e também investidores se sintam mais seguros em suas iniciativas inovadoras. Há ainda o Master Class de Investimento Anjo para Investidores, curso estruturado para uma experiência dinâmica e prática com oito aulas e o máximo de 30 alunos, que promove uma imersão completa nos fundamentos de investimento anjo para quem quer tornar-se um investidor baseado na experiência da própria Anjos. A conclusão dele dá acesso ao Alumni Educação Anjos do Brasil, um programa que oferece uma série de eventos e benefícios, como participações em webinars, palestras e workshops. “Estamos felizes por anunciar esta importante colaboração com a Anjos do Brasil no sentido de contribuir com o sucesso do empreendedor brasileiro, oferecendo conteúdos relevantes. Nada melhor que aprender com os erros dos outros. O nosso principal objetivo é colocar à disposição dos empreendedores, as melhores ferramentas e conhecimentos, para enfrentarem os desafios do mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick Brasil

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2° PRÊMIO CAPES TALENTO UNIVERSITÁRIO ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS

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Tecnologias redução de desigualdade
Foto: istockphoto/divulgação

Os estudantes com melhores notas ganharão R$5.000

Estão abertas as inscrições para a 2ª edição do Prêmio Capes Talento Universitário, que tem como objetivo reconhecer o desempenho dos estudantes e o desenvolvimento de suas habilidades cognitivas e acadêmicas com prêmios de R$5.000. As inscrições vão até o dia 13 de fevereiro e podem ser feitas aqui. A premiação é organizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Candidatos de todo Brasil realizarão uma prova com 80 questões de múltipla escolha sobre conhecimentos gerais. Os mil alunos com as melhores notas receberão o prêmio em dinheiro e, para participar, o aluno deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019 ou 2020, além de estar matriculado em um curso de graduação em 2021. Todas as informações estão disponíveis no edital que você pode conferir aqui.



De acordo com a Pró-reitora de Graduação (PRGA) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Janette Brunstein, a premiação é um reconhecimento público aos estudantes com melhor desempenho no Brasil. O prêmio dá destaque nacional aos jovens talentos acadêmicos a partir de uma prova de conhecimentos gerais, além de contribuir com o desenvolvimento de pesquisas do Ministério da Educação (MEC).

“Tal reconhecimento certamente impactará positivamente a vida dos estudantes, não somente lhes dando autoconfiança para, com seus talentos, irem ainda mais longe nas suas carreiras profissionais e nos estudos, mas também trará visibilidade no mercado de trabalho, abrindo portas”, destaca Brustein.

A coordenadora de Desenvolvimento Discente da PRGA, Paola Biselli, explica se tratar de uma oportunidade do estudante se testar, ao mesmo tempo em que procura entender a forma de avaliação externa à da Universidade e de que forma será seu desempenho. Com a análise, os estudantes podem procurar se desenvolver nos quesitos que tiveram mais dificuldade, reconhecer quais conhecimentos já internalizaram e tiveram facilidade para responder.

“A relevância desta premiação se dá pela própria entidade promotora, que tem uma atuação fundamental na Educação Superior Nacional. Ter a possibilidade de receber uma premiação de uma entidade nacional de tamanha importância para o avanço da ciência pode ser um marco no currículo do aluno”, indica a coordenadora.

Serviço

2º Prêmio Capes Talento Universitário

Data das inscrições: até 13 de fevereiro

Data da prova: 20 de março

Inscrições: Faça aqui

Edital: Acesse aqui

Com informações da Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie

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DELL TECHNOLOGIES RENOVA PROGRAMA DE CANAIS AMPLIANDO BENEFÍCIOS PARA OS PARCEIROS

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Novidades no Programa de Canais têm como principais objetivos apoiar o crescimento dos parceiros e simplificar a experiência nas múltiplas áreas do programa;

Parceiros passam a ter uma experiência de ponta a ponta otimizada e personalizada, além de mais oportunidades para atrair novos clientes e fazer vendas cruzadas.

A Dell Technologies (NYSE:DELL) anunciou recentemente uma série de atualizações e melhorias em seu Programa de Canais para 2022, ampliando os benefícios para os parceiros em todos os níveis e setores de negócios.

Durante um evento de lançamento global, realizado nesta semana, foram enfatizados os três novos objetivos que a Dell Technologies tem para com seus parceiros, que são:



  1. Aprofundar a confiança, fortalecendo os laços com parceiros e distribuidores para fomentar um ambiente de forte colaboração;
  2. Maximizar o crescimento, com foco no alcance de usuários finais, impulsionando a venda cruzada e acelerando o data center do futuro;
  3. Acelerar a Transformação Digital, trazendo novos e melhores modelos de consumo para o canal, acelerando a adoção da plataforma Dell Technologies, transformando o Programa de Canais e abordando proativamente as principais tendências dos parceiros.

O Programa de Canais da Dell Technologies tem dado ótimos resultados para a empresa, tanto globalmente quanto regionalmente. Tanto que, na América Latina, mais de 60% das vendas totais da empresa no terceiro trimestre foram geradas por meio de canais.

Durante o evento global de lançamento do programa, Cheryl Cook, Vice-presidente sênior de Marketing de Canais da Dell Technologies, comentou que a Dell Technologies está em uma posição única na era dos dados e multi-cloud, com vantagens sólidas, liderança no mercado e flexibilidade financeira para impulsionar e sustentar um crescimento lucrativo. “Estamos construindo a tecnologia e o ecossistema dos parceiros para o futuro. Com nossa força de vendas diretas e um ótimo ecossistema de canais, temos uma vantagem competitiva duradoura que é inigualável. Nossas parcerias são fundamentais para nosso crescimento e sucesso contínuos”, afirmou o executivo.

Rola Dagher, líder global de Canais da Dell Technologies, reconheceu que os parceiros do Programa de Canais estão trabalhando duro para adaptar seus modelos de negócios às novas ofertas de modelos como serviço, uma exigência recente dos clientes. “É por isso que renovamos nosso programa de parceiros tendo essas novas demandas de mercado em mente e, assim, ficando cada vez mais alinhados com as necessidades dos clientes.”

Os aprimoramentos do Programa de Canais fazem parte dos principais objetivos da Dell para simplificar a experiência dos parceiros nas diversas áreas do programa. “As atualizações do programa consideram que se um parceiro é um provedor de soluções, de serviços em nuvem ou têm qualquer combinação de linhas de negócios, ele terá uma experiência mais simplificada. Haverá uma estrutura de incentivo, com boas taxas de desconto e um conjunto de requisitos para cada nível, que agora combinará receita e treinamento de parceiros”, explicou Dagher. A executiva também ressaltou que as atualizações do Programa de Canais desbloquearão grandes oportunidades para o futuro, pois permitem que os parceiros sejam consultivos e indiquem a melhor solução para seu cliente, ao mesmo tempo em que recebem incentivos lucrativos e consistentes, independentemente de seu modelo de negócio.

Álvaro Camarena, Vice-Presidente sênior de Vendas de Canais para a América Latina da Dell Technologies, enfatizou que a posição de liderança de mercado da Dell Technologies, aliada à estratégia diferenciada e às vantagens competitivas, levaram a empresa a um crescimento constante. “Nossa estratégia está focada em continuar crescendo mais rápido do que o mercado em todas as vias de comercialização e em todo o nosso portfólio de produtos. Impulsionados pelo foco inabalável em nossos clientes, continuamos fortemente comprometidos com nossos Canais. Globalmente, nossos parceiros tiveram aproximadamente 34% mais descontos no terceiro trimestre do ano. Nossos canais estão ganhando junto com a gente”, concluiu o executivo.

Como parte das atualizações que otimizarão a experiência dos parceiros para impulsionar seu crescimento, melhorias na solidez do Programa serão implementadas entre os modelos de vendas, permitindo que o parceiro:

  • Concentre-se em oferecer a melhor solução para seus clientes, ao mesmo tempo em que tem mais e melhores incentivos, não importa qual o modelo de negócio;
  • Aumente significativamente os benefícios financeiros para os parceiros do provedor de serviços em nuvem.

Além disso, haverá melhorias em outras áreas críticas para simplificar ainda mais o modelo de engajamento e acelerar o crescimento dos parceiros. Para revenda, a Dell Technologies se concentrará em:

  • Mais oportunidades para atrair novos clientes e linhas de negócios, simplificando incentivos para novos negócios;
  • Mais oportunidades para eles venderem e comprarem produtos e soluções em toda a família de marcas da Dell Technologies;
  • Crescimento acelerado e potencial de ganhos com acesso ao nosso portfólio abrangente, incluindo a VMware.
  • Uma experiência de ponta a ponta mais otimizada e personalizada, incluindo acesso ao Centro de Incentivo, que dá aos associados uma visão abrangente de todo o programa em um só lugar.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ideal H+K Strategies

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LELLOLAB LANÇA A SEGUNDA RODADA DO PROGRAMA DE ACELERAÇÃO

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A aceleradora do Lellolab busca projetos de garagem, startups e scale-ups ligadas à logística reversa, resíduos, geracão energética, agricultura urbana e agroecologia, mobilidade sustentável, consumo consciente, cleantech, greentech, proptech, construtech, edutech, foodtech e afins! As inscrições estão abertas de 7 a 18 de fevereiro de 2022.

A Lellolab inicia mais uma etapa do processo de inovação aberta com foco no desenvolvimento de uma cidade mais inclusiva por meio de uma aceleradora de projetos para agrupar iniciativas em três estágios:

scale-ups: empresas prontas para escalar, que precisam de um vento forte para irem mais longe



startups: empresas em fase inicial e com potencial, que precisam de mapas para avançar

projetos de garagem: iniciativas que precisam de um barco para começar a navegar.

A Lellolab navega pela cidade e pela vida em comum, em temas como:

  • agricultura sustentável e plantio urbano
  • bem-estar na cidade
  • comunidades sustentáveis
  • convívio comunitário
  • educação urbana
  • energia limpa
  • equidade de gênero no desenvolvimento local
  • fomento à economia local
  • mobilidade e logística urbana
  • saneamento

Se a sua iniciativa tem sinergia com algum desses temas, nós queremos conhecê-la. Venha fazer parte do nosso processo de aceleração. Veja a seguir como vai funcionar.

1. etapa de chamamento

Conte para a Lellolab qual o propósito da sua iniciativa para melhorar a vida em comum. Para isso, preencha nosso formulário de inscrição para que possamos conhecer mais sobre seu projeto. O formulário é rápido e simples pois o mais importante neste momento é conhecermos sua motivação, portanto, não se preocupe com números expressivos ou coisas do tipo. Este é o momento de contar a sua história.

2. vídeo-pitch

As iniciativas selecionadas na etapa anterior serão convidadas a gravar um vídeo-pitch de até dois minutos contando um pouco mais sobre o projeto. E aqui, vale falar mais sobre a composição do time, modelo de negócio, além de impacto e perspectivas futuras.

3. entrevista

Esta é a última etapa e aqui, a ideia é uma conversa mais de perto, onde vamos observar os seguintes critérios:

  • alinhamento com o propósito do Lellolab e Grupo Lello
  • alinhamento com demandas sócio-ambientais
  • alinhamento com demandas sócio-culturais e educacionais
  • inovação com responsabilidade
  • estabilidade e capacidade de crescimento
  • solidez financeira (para scale-ups e startups)
  • abertura para interagir com outros projetos, iniciativas e ecossistemas de inovação

por que participar?

As iniciativas selecionadas em nosso processo de aceleração receberão mentoria especializada e espaço para prototipação de seus projetos, contemplando:

abertura dos espaços Lello para pilotar e implementar soluções preparação e apresentação para investidores (Crowdfunding, Investimento Anjo e Seed Serie A) oportunidades de venda da solução colaboração e Open Innovation em projetos Lello programa de aceleração 2022 Confira o cronograma do processo de seleção da aceleradora Lellolab para o primeiro semestre de 2022:

Etapa 01: Preenchimento do formulário on-line de 07/02 a 18/02. Devolutiva da etapa até o 25/02.

Etapa 02: Envio dos vídeo-pitches de 28/02 a 04/03. Devolutiva da etapa até o dia 11/03.

Etapa 03: Realização de picthes para Diretoria Lello de 14/03 a 18/03.

Resultado do processo de seleção: devolutiva final até dia 21/03.

Conheça o programa e inscreva-se!

Com informações da Assessoria de Imprensa da Lellolab

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INTELBRAS LEVA TECNOLOGIA À STOCK CAR E ANUNCIA PATROCÍNIO PARA A TEMPORADA 2022

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Soluções inovadoras possibilitam fiscalizar cada detalhe da competição e controlar o acesso do público

Intelbras (INTB3), empresa brasileira desenvolvedora de tecnologias com mais de 45 anos de história, anuncia o patrocínio da Stock Car Pro Series temporada 2022. A ação vem para consolidar uma parceria muito positiva, que teve início no ano passado. Sendo assim, soluções tecnológicas da empresa, como os switches gerenciáveis, as catracas para o controle de entrada e saída do público e o sistema de CFTV, estarão presentes em todas as corridas da temporada, levando inteligência artificial (IA), reconhecimento facial, mais eficiência e segurança à competição.

Um dos desafios que se apresentam este ano para a categoria automobilística é avançar também no quesito tecnologia. Sob essa ótica, ter uma empresa especialista como a Intelbras, que nos apoia não apenas como patrocinadora, mas também aplicando a tecnologia presente em produtos líderes em seus mercados de atuação, é de grande importância. E é esse pacote que temos com a Intelbras que nos ajuda a dar mais visibilidade ao evento, mais transparência aos processos e maior precisão às diversas etapas que compõem evento complexo que é a Stock Car — reconhecida como um dos campeonatos mais sofisticados do mundo”, comenta Fernando Julianelli, CEO da Vicar, promotora da Stock Car Pro Series.



A parceria tecnológica com a Stock Car Pro Series, que teve início em 2021, foi ampliada para esta temporada. Além do Stock Smart Track*, o controle de acesso do público (colaboradores, pilotos ou equipe de apoio) será realizado através de catracas com reconhecimento facial da Intelbras, o que vai proporcionar mais agilidade e segurança às provas.

As soluções tecnológicas da Intelbras se adaptam a diferentes cenários, atendendo às necessidades de cada projeto. No caso da Stock Car Pro Series, a inteligência artificial que estamos levando ao evento proporcionará que o público acompanhe a competição de ponta a ponta. Não é apenas uma ação de patrocínio, mas também de inovação”, afirma Susana Brockveld, diretora de marketing da Intelbras. “É com muita alegria que anunciamos o sponsor da temporada 2022; ações como essa são exemplos claros de nosso comprometimento com o esporte brasileiro e da preocupação da empresa em oferecer o que há de mais tecnológico ao país”complementa a executiva.

As soluções inovadoras reconhecem rostos mesmo que as pessoas estejam utilizando máscaras, bem como sinalizam quando EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) estão sendo usadas de forma incorreta. A Viptech, empresa dedicada à prestação de serviços para o mercado corporativo — também parceira no projeto –, é a responsável pela instalação dos produtos Intelbras durante todas as corridas da temporada.

“Ser parceira da Intelbras nesse importante projeto mostra que a Viptech, especialista na implementação de soluções inovadoras, está comprometida em levar mais tecnologia para as pistas da Stock Car”, explica André Santana, CEO da Viptech. “A etapa de instalação é essencial para o bom desempenho de todos os equipamentos, além de garantir a eficiência das operações”, complementa o executivo.

Tradição de apoio ao esporte brasileiro

“Temos a certeza de que nossa parceria com a Stock Car Pro Series continuará sendo um sucesso, assim como foi com a Copa Intelbras do Brasil. A competição vai além das pistas de corrida: ela chega à casa dos brasileiros pela TV e pelas plataformas online, possibilitando a interação digital entre os fãs do automobilismo. Isso fortalece a presença da marca Intelbras na mídia e dá mais visibilidade a nossas soluções tecnológicas, que protegem, conectam, aproximam e transformam a vida das pessoas, assim como o esporte”, finaliza Susana.

*O Stock Smart Track (SST) foi desenvolvido com exclusividade pela Intelbras e colocado à disposição da Confederação Brasileira de Automobilismo, que prestou consultoria ao longo do processo. Ele consiste em um sistema de monitoramento dotado de inteligência artificial e controlado por uma central de última geração. Com câmeras de alta tecnologia e equipamentos robustos de redes, como switches gerenciáveis com alto poder de processamento para transmissão e priorização de dados, vídeo, voz e imagem, vem sendo usado desde 2021 em todas as corridas da Stock Car Pro Series.

Com informações da Assessoria de Imprensa Trama – Comunicação

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MONETIZAR NO METAVERSO: ESPECIALISTA ELENCA 6 MERCADOS PROMISSORES E EMPRESAS QUE JÁ ESTÃO SE BENEFICIANDO DA TECNOLOGIA

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Por que estas tecnologias vão mudar o mundo em 5 anos?

A definição atual é que o metaverso é um tipo de mundo virtual que tenta replicar a realidade através de dispositivos digitais. A palavra tornou-se mundialmente conhecida recentemente, após a criação do Meta Platforms, Inc – grupo que inclui 8 empresas, entre elas o Facebook, Instagram e WhatsApp. Enquanto muitos ainda estão tentando decifrar este universo paralelo e como ele funciona na prática, outros já estão lucrando com isso. O Banco Itaú, por exemplo, acabou de lançar seu primeiro produto de investimento focado no metaverso.

O especialista em tecnologias emergentes, Thiago Lima, que é CTO da Semantix – empresa focada em Data Integration, Big Data e A.I -, compartilhou seis formas de monetizar através do metaverso e elencou quais são algumas empresas que já estão lucrando em cima da tecnologia. Confira:



  • Mercado de Moda / Empresa Valorant: o sexto jogo mais popular na Coreia, de acordo com o site Game Mecca, lançou em uma data comemorativa duas skins (layout do jogador) e em um dia conseguiram faturar US$ 7.5 milhões. De acordo com o especialista, tudo que é relacionado a moda e status tem uma grande possibilidade de monetização. A Nike também se posicionou recentemente e comprou uma empresa que produz NFTs e tênis virtuais. Isso gerou um investimento em novas contratações para a área.
  • Mercado de Educação / Empresa Byju’s: esta empresa que tem uma valoração atual de US$ 21 bi, de acordo com o portal TechCrunch, é uma plataforma de ensino com animações. Um estudante de medicina poderá interagir com pacientes de forma remota, pelo metaverso. Thiago afirma que existem possibilidades infinitas em utilizar a tecnologia aplicada ao segmento da educação para gerar mais interação.
  • Mercado de Entretenimento / Cantora Ariana Grande: a cantora americana realizou um show ao vivo dentro do jogo Fortnite (um jogo que utiliza os conceitos de metaverso) no ano passado. O cantor brasileiro Emicida também foi escalado para realizar um show virtual, ainda sem data para acontecer”Este é um setor que já vinha com uma tendência muito forte de conexão entre vida real e virtual e que tem muito a evoluir e monetizar com o metaverso”, afirma Lima.
  • Mercado Imobiliário / Empresa Carrefour: em novembro, um total de US$ 106 milhões foi gasto em propriedades virtuais, principalmente com compras de terrenos digitais, iates de luxo e outros ativos NFTs, de acordo com dados da plataforma DappRadar. A empresa que está liderando este mercado é a The Sandbox, que inclusive, o Carrefour comprou um terreno virtual.
  • E-commerce / Empresa Gucci: Recentemente, a Gucci lançou a coleção Gucci Virtual 25, que está disponível somente na forma de um filtro em aplicativos em Realidade Aumentada, com tênis que custam a partir de R$50. Segundo pesquisas da INVESP, a realidade aumentada pode ser um fator decisivo para o e-commerce atrair novos usuários e aumentar a taxa de conversão. Segundo o especialista, o e-commerce dentro dos jogos também tende a ter um aumento na taxa de vendas.
  • Jogos / Decentraland (MANA) · Axie Infinity (AXS) · The Sandbox (SAND) · Enjin Coin (ENJ) · WAX (WAXP): O segmento de games, segundo Thiago, é o mais promissor e que já vem desenvolvendo este universo há anos. A visão do especialista é de que a união do metaverso e gamificação vai gerar uma receita na casa dos trilhões.

Com informações da Assessoria de Imprensa Fala You

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GOVERNO DE SÃO PAULO ABRE INSCRIÇÕES PARA A PRIMEIRA DAS 10 MISSÕES DO CREATIVESP

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O SXSW 2022 será em Austin, Texas (EUA), entre 11/3 e 20/3. A Ação conjunta entre as secretarias de Cultura e Economia Criativa, Relações Internacionais e InvestSP tem como objetivo incentivar a internacionalização da economia criativa do Estado e é voltada para empresas e instituições culturais

As inscrições para a primeira missão do CreativeSP/Programa de Internacionalização da Economia Criativa de São Paulo, uma ação conjunta entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa, a InvestSP e a Secretaria de Relações Internacionais, estão abertas e poderão ser feitas até o dia 11/2. Será para o SXSW 2022, em Austin, Texas (EUA), entre 11/3 e 20/3, evento de entretenimento, tecnologia e inovação. A iniciativa visa a internacionalização de empresas e instituições da economia criativa e vai destinar R$ 5,5 milhões para um total de dez missões para 11 eventos setoriais estratégicos internacionais ao longo de 2022, com 10 empresas e instituições cada uma.

“Faremos dez missões empresariais para onze eventos e ressalto que nós estamos abrindo a participação tanto para empresas, pessoas jurídicas com fins lucrativos, quanto para instituições sem fins lucrativos, mas que também têm atuação internacional, atraem eventos e projetos e contribuem para o desenvolvimento da economia criativa do Estado”, afirmou o secretário de Cultura e Economia Criativa Sérgio Sá Leitão.



O foco das viagens está baseado em três pilares fundamentais. Garantir oportunidade para a expansão da atuação das empresas para o mercado externo, com possibilidade de importar e exportar produtos e serviços; catalisar investimentos para os diversos segmentos culturais e criativos de São Paulo e contribuir para a consolidação internacional da imagem do Estado como polo de excelência e diversidade no setor.

Os participantes poderão ter um reembolso de até US$ 4 mil em despesas elegíveis e acesso a ações de capacitação e consultoria. De acordo com o programa, as empresas e instituições participantes arcarão com 50% dos custos das viagens e poderão contar com assessoria e monitoramento de resultados, além de acompanhamento pós-eventos.

A agenda internacional contará com eventos culturais, ações de capacitação, palestras, seminários e encontros de networking empresarial qualificados, entre outras atividades. Os inscritos devem assumir o compromisso de que seu representante participe de todos os compromissos oficiais da missão.

As missões já selecionados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa envolvem eventos de entretenimento, tecnologia, cinema, games, artes cênicas, música, literatura, artes visuais e design nos Estados Unidos e países da Europa. Estão programadas as viagens para o Cannes Film Festival (Cannes, França), o AR and VR World Summit (Londres, Inglaterra), o IEG Sponsorship (Chicago, EUA), o Fringe (Edimburgo, Escócia), o Gamescom (Colônia, Alemanha), os Festivais de Cinema de Miami e Nova York, a Feira do Livro de Frankfurt (Alemanha), o Websummit (Lisboa, Portugal) e o Miami Basel (Miami, EUA).

“São Paulo é uma potência e trabalhamos para dar os mecanismos para que essa cultura, inovação e economia criativa possam ser conhecidas pelo mundo todo”, disse Gustavo Junqueira, presidente da InvestSP. “O governador João Doria inovou e abriu escritórios comerciais na China (Xangai), nos Emirados Árabes (Dubai), na Alemanha (Munique) e nos Estados Unidos (Nova York).”

Com informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – FBS Comunicação

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OPEN DELIVERY: UM ALERTA À MOBILIDADE

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O Open Delivery facilitará o relacionamento do restaurante com os softwares de gestão, fluxo e produção de pedidos, e acionará automaticamente o entregador para que o cliente receba a sua refeição na hora combinada e sem complicações.

Vem aí uma padronização sistêmica que reduzirá substancialmente a burocracia e a complexidade das integrações entre os players do ecossistema de delivery, que facilitará a entrada de milhões de novos restaurantes no mundo do e-commerce e que exigirá um novo olhar sobre a mobilidade.

Assim como o Open Banking facilita o acesso da população a diferentes produtos de múltiplos bancos, o Open Delivery segue a mesma linha facilitando a vida dos donos dos restaurantes.



De forma resumida, o Open Delivery facilitará o relacionamento do restaurante com os softwares de gestão, fluxo e produção de pedidos, e acionará automaticamente o entregador para que o cliente receba a sua refeição na hora combinada e sem complicações.

A pandemia evidenciou algo muito sensível e que você, que simplesmente escolhe um prato em um APP conhecido, talvez nem faça ideia do que acontece do pedido à entrega. Recentemente a Bdoo Smart Mobility, startup de tecnologia que também participa do Open Delivery, conectando serviços de logística, conduziu uma centena de entrevistas com donos de restaurantes, dos pequenos de bairro até os grandes localizados em nos centros urbanos e duas palavras se repetiram sobre o tema delivery: difícil e caro.

Difícil porque as mais diversas tecnologias disponíveis para restaurantes não se conversam (marketplaces, APPs, sistemas de PDV e operação logística) e caro porque para cada um dos sistemas há taxas ou mensalidades, “e pior, para coordenar a entrega final eu preciso ter alguém só para ficar buscando entregadores de forma manual”, disse dono de um restaurante.

É exatamente neste último item que a ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) aponta um dos maiores desafios: a perna de integração logística. Embora existam muitas empresas de entregas expressas, ou mesmo entregadores MEI disponíveis no mercado, os desafios da integração ainda são bastante significativos em um ambiente ainda pouco digitalizado. 

Outro ponto importante a ser verificado é a busca pelo equilíbrio entre a quantidade de pedidos e a quantidade de entregadores disponíveis para atender essa demanda.  Se em regiões como os grandes centros já encontramos um certo desequilíbrio, imagine agora o que acontece em um bairro mais afastado ou mesmo em uma cidade menor.  Não é raro ver o próprio dono do restaurante fazendo entregas, enquanto deveria estar preocupado com a preparação do pedido na cozinha.

Temos a certeza de que a demanda por delivery não vai faltar, mas como garantir que os pilares de geração de pedidos e entregadores disponíveis cresçam na mesma velocidade? Como proporcionar dignidade aos entregadores para que não fiquem parados nas calçadas? Como garantir que a batata frita chegue crocante na sua casa? Como reduzir o impacto no custo de uma pizza delivery para que o consumidor consuma ainda mais?

Todas essas questões têm a ver com a mobilidade, de coisas e de pessoas, e felizmente já há Startups focadas em iniciativas para a inclusão e a propulsão deste universo chamado logística urbana, para que o Open Delivery revolucione todas as frentes simultaneamente de forma sustentável.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

A FORÇA DO EXEMPLO: ENTENDA A RELAÇÃO ENTRE OS HÁBITOS DIGITAIS DE PAIS E FILHOS

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Sustentabilidade e economia circular chegam aos smartphones
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Pesquisa da Kaspersky explorou o papel dos hábitos digitais saudáveis nas famílias, assim como o efeito do comportamento dos pais sobre as crianças e vice-versa

Um estudo realizado pela Kaspersky mostra a relação direta entre o tempo que pais e filhos usam os dispositivos digitais. Ao serem questionados quanto tempo os adultos e as crianças usam os gadgets por dia, 91% dos brasileiros afirmaram três horas ou mais — sendo que 86% dos filhos também passam o mesmo tempo conectados. Esses dados apontam propensão dos menores a reproduzir os hábitos dos pais.

As crianças sempre observam e copiam o que os pais fazem e não deveria ser surpresa que o mesmo acontece com os hábitos digitais. Quando as crianças veem seus pais usando dispositivos constantemente, consideram esse comportamento como regra e acabam passando muito tempo on-line. Embora às vezes possa ser difícil assumir o papel de exemplo, os pais devem ter consciência de que suas ações afetam o comportamento das crianças e tentar ser um modelo para elas.



Um dos principais resultados do estudo demonstra a correlação entre a quantidade de tempo de tela de pais e filhos. Entre os respondentes que falaram usar dispositivos online mais de três horas por dia, a maioria no Brasil (45%) o faz entre três e cinco horas (pais — 45%, crianças: 52%). Além disso, os adultos estão convencidos que tanto eles (59%) quanto as crianças (53%) passam tempo suficiente online.

Os reflexos dos hábitos digitais paternos também acompanham os filhos em outras atividades diárias. Por exemplo, crianças cujos pais costumam usar gadgets durante refeições, passam 39 minutos adicionais on-line diários. No que diz respeito a troca de mensagens durante conversas presenciais, a prática acrescenta em média 41 minutos de exposição dos pequenos às telas.

“Nossa pesquisa mostrou anteriormente que os pais brasileiros têm dificuldade em seguir as regras estabelecidas com seus filhos e agora mostramos que as crianças são um reflexo dos hábitos digitais dos adultos. Espero que esteja claro para todos que a educação infantil deve começar com uma autoavaliação e uma reflexão sobre que tipo de ser humano nós, como pais, queremos formar e o que nós mesmos fazemos para sermos desta forma. E este conceito não se limita à internet, se falamos palavrões, nossos filhos também falarão, se fomos desrespeitosos com alguém, estamos dando o exemplo para as crianças. Recomendo que todos os adultos passem a ver o ambiente digital apenas como uma extensão de nossas vidas, e não como um espaço à parte”, afirma Fabiano Tricarico, diretor de consumo da Kaspersky na América Latina.

“As crianças se beneficiam muito mais da interação tangível com o mundo real do que do consumo de informações digitais. Por exemplo, as que têm menos de 12 anos de idade ainda têm um longo caminho até atingir uma capacidade de abstração comparável à de adultos. Primeiro, elas precisam aprender a sentir, ouvir, ver, cheirar e degustar o mundo. Em nossa experiência, o uso de mídias digitais por pais e famílias sempre é um tópico importante. Muitos pais estão convencidos de que é suficiente regulamentar claramente o tempo que as crianças usam essas mídias e controlar o tipo de conteúdo a que elas têm acesso. Mas, em vez de se preocupar com punições efetivas, primeiro os deveriam reduzir seu próprio consumo”, comentam os terapeutas Birgitt Hölzel e Stefan Ruzas, da clínica de Munique Liebling + Schatz.

Para ajudar suas crianças e garantir que estejam usando os dispositivos de maneira segura:

  • Invista mais tempo na comunicação com as crianças sobre medidas de cibersegurança. Tente prestar atenção a seus próprios hábitos: você usa seu smartphone ao comer ou conversar? Observe se há um padrão em que as crianças fazem o mesmo ou se elas reagem de maneira diferente quando você deixa o celular de lado.
  • Pense na possibilidade de baixar aplicativos de controle para pais e conversar sobre o assunto com as crianças, explicando como esses aplicativos funcionam e por que eles são necessários para garantir a segurança digital.
  • Peça às crianças para não concordar com nenhuma configuração de privacidade por conta própria e solicitar a ajuda dos pais. Os adultos também devem adquirir o hábito de ler todos os acordos de privacidade.

O relatório completo está disponível neste link.

Com informações da Assessoria de Imprensa JeffreyGroup Brasil

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