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POR QUE INSTRUMENTAR A INOVAÇÃO?

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Número de sites brasileiros aprovados em todos os testes de acessibilidade tem queda em relação ao ano passado e é ainda menor que 1%

O papel das ferramentas inovativas em trilhas de Ideação, Incubação, Aceleração, Tração e Internacionalização.

A instrumentalização inovativa nada mais é do que um tipo de fomento para a criação e desenvolvimento de soluções inovadoras, faseadas por seu momento de negócio, ou seja, por sua maturidade.

Em estágio inicial, existem os programas de ideação, que consistem em um debruçar profundo de problemas para que sejam conceitualizadas soluções com base em desafios reais e seus respectivos dados; e de incubação, que consiste no amadurecimento dos conceituais aplicados em uma prototipação – que possui formatos diferentes, a partir da natureza do problema e da solução desempenhada.



Em maturidade média, são operadas as pré-acelerações e acelerações, onde a ação prévia depende da validação da solução e sua modelagem, que corresponde aos testes de interesse na solução dentro de seus ecossistemas e com seus públicos de interesse, para além de seu impacto direto no problema foco. A aceleração em si representa ferramenta de aprimoramento da solução validada, para que ela seja o mais efetiva e eficaz possível.

Em estágio avançado, estão a tração de mercado, que representa esforços de escala da solução desempenhada para alcance de novos públicos e localidade, com expansão de sua capilaridade, podendo chegar à internacionalização, com operação em mercados externos.

Uma vez que a instrumentalização de soluções possui tempos de desenvolvimento diferentes, o que elas têm em comum? O uso de templates, ou seja, de modelos de fomento à cocriação colaborativa – em sua maioria visuais, que trazem em si perguntas- chave sobre o problema foco, a solução desempenhada e o que os rodeiam, de atores de interesse e ecossistema temático.

Estes modelos são repartidos entre ideias de aplicação a partir do momento de cada solução e do nível de sua maturidade, e apesar da vasta disponibilidade de formatos, os mesmos objetivos são observados, assim como o preenchimento de campos e perguntas análogas, perpassando contextos do problema, objetivos da solução e impacto gerado; seguindo pela proposta de valor da solução e sua análise de mercado com atores de interesse, como usuários, clientes, possíveis parceiros e concorrentes de mercado, incluindo fontes de receita; e operacionalização da solução, com custos de investimento e detalhamento de execução.

O acesso aos templates não é, na maioria dos casos o suficiente, para a instrumentalização das soluções, tendo as formações, facilitações e mentorias papéis centrais nessa realização. Sem saber a melhor forma de usar tais modelos, sua utilidade é questionável.

Os olhares externos, de especialistas temáticos ou em desenvolvimento de negócio, somam às soluções com a percepção adiantada de inconsistências, indicativos de ações de mitigação de riscos ou até mesmo de aprimoramento e ampliação do valor agregado das soluções em seus propósitos. Essas construções colaborativas são experimentadas a partir da exposição a contrapontos de perfis diversos.

Outro fator relevante é o tempo de ação dentro de uma agenda de acompanhamento externa: se os idealizadores e realizadores das soluções são acompanhados por organizações e parceiros externos, tendem a se comprometer com tempos de desenvolvimento mais dinâmicos e de forma planejada, segundo a orientação de prioridades mapeadas.

Por fim, mas não menos essencial, temos a visibilidade e as conexões de ecossistema, que podem ser armadilhas ou oportunidades, a depender de como são ativadas. Então uma boa estratégia de prospecção se faz muito necessária, no sentido de chegar às pessoas certas e ofertar algo que de fato faça sentido para elas naquele momento, e isso vai além da própria solução em bom nível de entregáveis e impacto, mas também como conteúdos e trocas temáticas relevantes.

Com isso, podemos constatar que a construção de jornadas inovativas passa por processos de aprendizagem, orientação, experimentação e relacionamento, cuja base essencial são as trocas desempenhadas, que são facilitadas por intermédio de metodologias instrumentadas e orientativas.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

CONFIRA 5 TENDÊNCIAS PARA A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL EM 2022

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Especialista Carlos Baptista destaca 5 pontos que devem ganhar protagonismo na área de inovação- como novos modelos de trabalho, investimentos em segurança da informação e iniciativas em ESG

O pensamento ágil e a digitalização, que até pouco tempo impulsionaram a transformação digital – acelerada pela pandemia durante os dois últimos anos – não são mais suficientes para que as empresas mantenham-se competitivas no mercado de trabalho. A otimização de processos passou a fazer parte de um modelo de gestão cada vez mais afinado com a realidade atual. Nunca a inovação colocada em prática foi tão valorizada.

Pesquisa recente elaborada pela International Data Corporation (IDC), com base nos Estados Unidos, indica que a economia global segue seu rumo digital. “De acordo com o levantamento, 65% do PIB global deve estar digitalizado até o final de 2022, e a expectativa é que gere mais de US$ 6,8 trilhões [R$ 36 trilhões] em investimentos diretos até 2023.



Outro estudo, conduzido pelo Instituto FSB Pesquisa para a consultoria F5 Business Growth, indica que apesar de 70% dos líderes empresariais entenderem que a transformação digital é um tema relevante para 2022, apenas 37% se consideram aptos a executá-la. A pesquisa foi realizada com mais de 400 empresários e CEOs de todos os setores econômicos e regiões do Brasil, em amostra representativa das empresas de médio e grande porte. O mapeamento teve como objetivo avaliar a maturidade das empresas em relação à TD e usar como indicador a adoção de práticas para este ano.

Para Carlos Baptista, especialista em transformação digital, os levantamentos comprovam que, embora as organizações entendam a importância de seguir em frente com a transformação, acabam resistindo ao processo, muitas vezes por não saber por onde começar. “Ser assertivo nas apostas para evitar custos desnecessários e, paralelamente, manter a execução das operações já existentes tornou-se uma equação complexa de resolver. É por isso que torna-se imprescindível que os líderes foquem nas frentes que podem acelerar o resultado da transformação”, analisa Batista.

Para ajudar a buscar tais soluções, Carlos listou 5 tendências para este ano:

Novos modelos de trabalho

O trabalho em ambiente híbrido já é uma realidade. A obrigatoriedade de permanecer constantemente dentro de um escritório virou “coisa do passado”. Um estudo elaborado pelo Gartner com empresas de médio e grande porte na Ásia, Europa e Estados Unidos, mostra que 80% dos profissionais usaram algum tipo de ferramenta digital ao longo de 2021, principalmente para videoconferência.

“Ou seja, estes modelos funcionam e vieram para ficar, possibilitando que as organizações minimizem os impactos da falta de profissionais por intermédio da internacionalização das suas vagas”, diz o especialista.

Outras vantagens, na visão de Baptista, estão relacionadas ao aumento da produtividade e à qualidade de vida dos profissionais. “Ao evitar deslocamentos improdutivos, permitindo que esse tempo seja aproveitado com atividades prazerosas. Esta internacionalização dos profissionais possibilitará também que novos conhecimentos e experiências sejam somadas à organização possibilitando entregas de valor diferenciadas, ressalta ele.

Segurança da informação

A velocidade de entrega de novas funcionalidades e a adoção de prototipação nos modelos de negócio está crescendo exponencialmente. A transformação digital está essencialmente relacionada com a experiência do usuário, e como tal, precisa estar em constante evolução. Essa velocidade nos negócios, juntamente com a adoção de novas tecnologias, gera potenciais falhas de segurança. Isso significa que os investimentos em transformação digital também precisam ser direcionados para a utilização de novas técnicas e tecnologias de cyber segurança, bem como a criação ou reforço das equipes focadas neste tema.

“A utilização de plataformas de inteligência artificial será cada vez mais importante para que os ataques ou problemas de segurança possam ser antecipados. A segurança da informação precisará ser mais pró-ativa e menos reativa, de modo a reduzir as perdas causadas pelos problemas de segurança”, alerta Batista.

Futuro da internet

Temas como o metaverso e a evolução do 5G já começaram a ser amplamente discutidos, mas talvez não sejam ainda uma realidade para a grande maioria dos negócios. No curto prazo, teremos a realidade da implementação do 5G no Brasil, possibilitando mais e melhor acesso à internet. Tópicos como indústria 4.0 e ampliação da utilização de tecnologia no agronegócio serão potencializados, abrindo um leque de oportunidades para automação e ganhos de produtividade.

Por outro lado, na visão de Baptista, “a democratização do acesso à internet de alta velocidade também possibilitará aos profissionais mais acesso à informação e à educação, que permitam reposicionamento no mercado de trabalho.”

ESG

Conforme citado anteriormente, a transformação digital está essencialmente relacionada à experiência do usuário. E essa experiência também passa pelo posicionamento e pela responsabilidade social e ambiental da organização. “Isso significa que a empresa precisa implementar novos modelos de governança, que demonstrem o quanto ela é responsável e contribui para a criação de um planeta melhor. Estes fatores também entrarão na avaliação que os clientes fazem do serviço prestado pelo grupo- tanto os clientes externos como os ‘clientes internos’” explica o especialista.

Dados, dados, dados

Conforme descrito pelo estudioso americano Edward Deming, “não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia”. A análise do comportamento humano e dos resultados da organização são cruciais para a transformação constante. Desse modo, o tratamento de dados continuará a ser uma premissa para o sucesso futuro da organização.

“Esse tratamento vai desde a coleta, passando pelo tratamento e geração de insights para o negócio. Plataformas de big data, inteligência artificial, etc, serão amplamente utilizadas. A governança correta das novas plataformas de inteligência artificial, em conjunto com o empoderamento das equipes de engenharia de dados, possibilitará implementar mudanças nos modelos de negócio com maior assertividade e menor risco para a liderança”, comenta Batista.

Para o especialista, estas são algumas das apostas que devem ser feitas no curto prazo pelas organizações. Junto com elas, os profissionais irão se deparar com novos desafios. “O modelo de trabalho e a internacionalização poderá gerar choques culturais. Mais do que nunca, é importante que os líderes se transformem e compartilhem os obstáculos com os seus liderados, de modo que as ideias e soluções surjam a partir das equipes”, analisa ele.

Além disso, na visão de Baptista, as diferenças precisam ser incentivadas, para que novas ideias surjam. “Assim como, para atender a constante necessidade de mudança, novos métodos de gerenciamento devem ser adotados. Não apenas a questão metodológica mas principalmente o mindsetBusiness agillity e cultura devops precisam ser realidades, e não apenas métodos teóricos”, resume ele.

Baptista ressalta ainda que, em meio a este “turbilhão” de oportunidades, desafios e alternativas, o principal ponto é manter o ser humano no foco de toda a transformação. “A transformação digital precisa ser posicionada onde impacta qualquer ser humano envolvido – seja ele cliente ou profissional da organização”.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ortolani Comunicação & Marketing

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NEC DESTACA NO MOBILE WORLD CONGRESS 2022 AS REDES ABERTAS DE PONTA A PONTA NA ERA 5G

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Itaipu Binacional

No dia 28 de fevereiro, às 16h, o presidente e CEO da empresa, Takayuki Morita, falará sobre o tema “Empoderar vidas por meio da conectividade”

NEC anunciou sua participação no Mobile World Congress 2022, que acontece em Barcelona, de 28 de fevereiro a 3 de março. Na ocasião, a companhia destacará seu portfólio baseado em rede aberta de ponta a ponta e sua expertise na integração de sistemas de classe mundial. Essa combinação de ofertas de produtos e serviços simplifica a transição de operadoras para a tecnologia 5G, ajudando-as a colher os benefícios da RAN aberta e das novas oportunidades de negócios que essa arquitetura trará.

No primeiro dia do evento, 28 de fevereiro, a partir das 16h, o presidente e CEO da NEC, Takayuki Morita, falará sobre o tema “Empoderar vidas por meio da conectividade” como parte do programa de parceria da GSMA. Durante a apresentação, Morita destacará como a abertura e a inteligência são os principais impulsionadores das redes de próxima geração e os motivos que fazem com que o conceito do OpenRAN já esteja colhendo frutos, com redes abertas seguras sendo implantadas em todo o mundo nas principais operadoras móveis.



Ao longo do evento, a NEC demonstrará como seu ecossistema de rede aberta, composto por seus próprios produtos e de parceiros, está criando novo valor e ajudando os provedores de serviços a enfrentarem os desafios, como o de evitar o lock-in de fornecedores de forma econômica, operacionalizando suas redes e preparando-os para desafios tecnológicos e de mercado adicionais.

A NEC está envolvida em todos os domínios e camadas de rede de telecomunicações, desde o front-haul ao back-haul, redes físicas e virtuais, até gerenciamento e orquestração de serviços, monetização e camadas de engajamento do cliente, usando soluções BSS/OSS digitais de sua subsidiária, Netcracker. Capitalizando sua profunda experiência no domínio, experiências de rede aberta, bem como o fatiamento de rede e recursos de automação orientados por IA/ML, a NEC está comprometida em fornecer redes 5G abertas, seguras e eficientes com qualidade a operadoras, de ponta a ponta, desde o núcleo até a borda, em todo o mundo.

O estande da NEC no MWC, que será realizado no espaço Fira Gran Via, estará localizado no Hall 2 2F10 . A localização do estande da Netcracker, por sua vez, é Hall 2 2G20.

Para mais detalhes sobre a participação da NEC no MWC Barcelona 2022, clique aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa A4&Holofote Comunicação

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CONHEÇA OS 10 MAIORES MITOS E VERDADES SOBRE A ENERGIA SOLAR

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Projeto deixa a construção feia? Custo da instalação é muito alto? SolarVolt desvenda as principais inverdades espalhadas sobre a fonte fotovoltaica

A energia solar é uma das fontes renováveis que mais tem crescido muito nos últimos anos, principalmente por ser uma alternativa sustentável e de baixo custo. No entanto, ainda existem algumas inverdades sobre o setor que acabam gerando dúvida nos consumidores.

Diante disso, a SolarVolt Energia, maior integradora de energia solar de Minas Gerais e uma das principais do país, elencou os 10 principais mitos e verdades sobre a fonte para que as pessoas conheçam melhor essa alternativa.



1 – Placas solares não funcionam em dias frios ou nublados

Mito. Essa é uma das maiores inverdades espalhadas sobre a fonte. De fato, a eficiência energética de sistemas solares é reduzida em dias nublados, no entanto, isso não significa que as placas irão parar totalmente de produzir energia, haja vista que, embora o sol esteja encoberto, ainda há luminosidade.

2 – Precisam de manutenções constantes

Mito. A estrutura dos painéis solares é muito simples e não conta com partes móveis ou encaixes flexíveis que exijam uma manutenção com regularidade. Quanto à sujeira, a própria inclinação da instalação e a água da chuva costumam garantir que estejam limpos. Caso isso não aconteça, a limpeza pode ser feita pelo próprio proprietário.

3 – Projeto solar deixa a construção feia

Mito. Atualmente, a tecnologia dos painéis solares está muito evoluída, assim como as técnicas construtivas. Assim, basta o arquiteto estruturar um projeto que alcance um resultado esteticamente bonito e ao mesmo tempo funcional.

4 – Podem durar mais de 25 anos

Verdade. Após a instalação dos painéis fotovoltaicos, os equipamentos podem durar mais de 25 anos e provavelmente com 80% de seu desempenho.

5 – O investimento em energia solar é muito alto e não compensa o retorno

Mito. O custo para a instalação de projetos solares caiu muito nos últimos anos. Além disso, o retorno do investimento leva, em média, cerca de cinco anos.

6 – O acesso a linhas de financiamento para instalação de projetos solares é muito difícil

Mito. Hoje, o Brasil conta com diversas linhas de financiamento destinadas à implementação de sistemas solares, com baixas taxas de juros e com um longo prazo para pagamento do crédito. Basta procurar um banco de confiança e fazer uma avaliação.

7 – Energia solar deixa conta de luz mais barata

Verdade. Em meio a maior crise hídrica enfrentada pelo país e ao aumento constante nas tarifas de energia, o sistema solar fotovoltaico pode trazer grandes economias na conta de luz, reduzindo as tarifas em até 95%.

8 – É preciso baterias para armazenar a energia solar

Mito. Nem sempre esse método de armazenamento por meio de baterias é necessário. No Brasil, a maioria dos consumidores que optam pela geração solar participam de um sistema de compensação que é interligado à rede elétrica convencional da concessionária, dessa forma, a energia gerada que não é consumida será injetada automaticamente na rede, gerando créditos para o cliente.

9 – É preciso solicitar autorização para instalar o sistema fotovoltaico?

Verdade. Para fazer a ligação para o uso de energia solar em um imóvel é preciso solicitar a autorização junto à concessionária de energia da sua região para que profissionais capacitados façam essa avaliação.

10 – A energia solar não é segura

Mito. Os sistemas de energia solar são seguros e muito confiáveis, sendo projetados para suportar climas extremos, incluindo, chuva de granizo e até mesmo queda de galhos.

Em geral, existem muitas especulações sobre energia solar que muitas pessoas acreditam ser verdade, gerando desconhecimento sobre os reais benefícios da fonte. “Em casos de dúvida, a melhor opção é buscar respostas em fontes seguras, como veículos de notícias e empresas especializadas em energia solar, que tem propriedade para falar do assunto”, afirma Gabriel Guimarães, sócio fundador e diretor Comercial da SolarVolt Energia.

Com informações da Assessoria de Imprensa Seven PR

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SUDESTE TEM ALTA DE 97% EM FUSÕES E AQUISIÇÕES EM 2021

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Veja quais são as cidades com as maiores economias do Brasil
Foto: istockphoto/divulgação

O Sudeste do Brasil registrou 1472 fusões e aquisições em 2021, um aumento de 96,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram registradas 748 transações. O número das operações na região corresponde a 76,2% das 1931 transações envolvendo Unidades Federativas do Brasil realizadas em 2021. São Paulo lidera nacionalmente, com 1160 transações, atingindo 78,8 % do total regional.

Os dados constam na pesquisa da KPMG realizada trimestralmente sobre fusões e aquisições. Segundo o conteúdo, de janeiro a dezembro de 2021, foram realizadas os seguintes totais de fusões e aquisições nos seguintes Estados do Sudeste: São Paulo (1160), Rio de Janeiro (167), Minas Gerais (132) e Espírito Santo (13).



“A região Sudeste quase dobrou o total de fusões e aquisições de 2020 para 2021. Além disso, São Paulo continua liderando o número dessas operações e acumula a maioria das transações. Os demais Estados da região também demonstram força, uma vez que toda a região Sudeste apresentou aumento de fusões e aquisições. A expectativa é que esse forte aumento também contribua para a melhoria do ambiente de negócios e a retomada da economia”, afirma Fernando Aguirre, sócio de Mercados Regionais da KPMG no Brasil.

Região Sudeste 2021 2020
São Paulo 1160 601
Rio de Janeiro 167 74
Minas Gerais 132 67
Espírito Santo 13 6
Total Sudeste 1472 748

A pesquisa da KPMG destacou ainda que as operações de fusões e aquisições no Brasil encerraram 2021 com desempenho recorde, registrando ao todo 1963 transações nos últimos doze meses. Essa marca supera em 59% o total verificado ao longo de 2019 que era, até então, o melhor ano da série histórica, concluído com 1231 negociações. Dessa maneira, os resultados de 2021 consolidam o ano passado como o melhor período desde 1996, ano em que a pesquisa foi iniciada pela KPMG.

“Estes resultados consolidam a tendência de investimento em transformação digital e inovação protagonizados pelas companhias brasileiras e multinacionais, que têm feito aportes estratégicos em diversos segmentos de negócios. Isso indica ainda que a confiança em negócios relacionados com inovação permanece em uma rota crescente junto a investidores estratégicos e financeiros desde o início da pandemia, em 2020”, ressalta o sócio-líder de fusões e aquisições da KPMG no Brasil, Luis Motta.

O estudo indicou ainda que o último trimestre do ano passado também registrou recordes, com 602 negócios concluídos. Mantendo a tendência de alta observada nos últimos meses, este foi o melhor trimestre da história em qualquer tipo de comparação e ainda apresentou um forte crescimento em comparação aos trimestres anteriores de 2021 (respectivamente, do primeiro ao penúltimo, 375, 429 e 557).

Com informações da Assessoria de Imprensa Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação (RV&A)

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GOVERNO EM GOIÁS APRESENTA ÔNIBUS ARTICULADO 100% ELÉTRICO EM GOIÂNIA E REGIÃO METROPOLITANA

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ônibus elétricos

O veículo elétrico, produzido pela chinesa BYD, foi apresentado no estacionamento do Estádio Serra Dourada e vai rodar em caráter experimental no Eixo Anhanguera e extensões.

O Governo de Goiás, por meio da Metrobus e da Enel X, empresa de soluções em energia do Grupo Enel, apresentou nesta segunda-feira no Estacionamento do Estádio Serra Dourada, um ônibus articulado 100% elétrico. O veículo, que será produzido pela montadora chinesa BYD (Build Your Dreams), será testado durante um mês em Goiânia e Região Metropolitana para avaliação da viabilidade técnica e econômica de sua utilização nas linhas do Eixo Anhanguera. O evento contou com a participação do presidente da Enel Distribuição Goiás, José Nunes, o Head da Enel X no Brasil, Francisco Scroffa, o Governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado, do secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, além de outras autoridades.

Serão 30 dias de testes, onde serão analisados os indicadores operacionais de manutenção desse tipo de veículo e como funciona o sistema eletrônico dentro das características do trajeto na linha do Eixo Anhanguera e das suas extensões. O período de avaliação também será uma oportunidade para verificar a autonomia do veículo, tempo de carregamento, custo da operação, fazer treinamentos internos e conhecer os eventuais desafios de uma frota elétrica. No primeiro momento, o ônibus articulado não será testado com passageiros.



Os ônibus articulados elétricos foram desenvolvidos pela engenharia da BYD no Brasil e são totalmente adaptados para o mercado nacional. O Diretor da Enel X, Carlos Eduardo Cardoso, explica que a eletrificação do setor de mobilidade urbana é uma tendência crescente e irreversível. “Este é o primeiro ônibus elétrico que trazemos para Goiás, e para Enel X é um grande privilégio participar deste marco histórico do Estado. Reforça o compromisso que o Grupo Enel tem com Goiás. A mobilidade elétrica urbana é fundamental para o desenvolvimento das cidades inteligentes, que integram sustentabilidade e conectividade a serviço do bem-estar e da qualidade de vida da população”, ressalta Carlos Eduardo.

A Enel X apresentou um procedimento de manifestação de interesse ao Governo do Estado, por meio da Metrobus, para modernização da frota de ônibus com a transformação em veículos elétricos. Fazem parte deste estudo as parceiras estratégicas: Marcopolo e Urbi Mobilidade Urbana com os consultores Tauil Chequer e Radar PPP, liderados pela Enel X. O piloto contribuirá para avaliação da qualidade e benefícios do ônibus elétrico para os cidadãos.

As informações técnicas vão ajudar no planejamento do futuro da mobilidade em Goiás. Para o presidente da Metrobus, Francisco Caldas, o teste é um esforço do Governo de Goiás para aprimorar o transporte público na região metropolitana de Goiânia com mais qualidade e eficiência e na busca de uma cidade mais sustentável. “É um modelo que traz melhoria na qualidade do ar, redução de doenças respiratórias e uma modernização para o transporte público. O usuário vai perceber que é um veículo mais confortável, a começar pela redução de emissão de ruídos, com ar-condicionado, entre tantos outros benefícios”, comenta.

O período de testes com o ônibus elétrico será fundamental para a decisão do Governo de Goiás sobre os investimentos nesta tecnologia. Ao final do período de 30 dias, será possível comparar o ônibus elétrico com o veículo tradicional, movido a óleo diesel para uma percepção mais clara sobre os benefícios econômicos e de sustentabilidade ambiental. Com a aprovação, a expectativa é que seja efetuado um processo para que toda a frota da Metrobus possa ser substituída pelos veículos elétricos, com a chegada das primeiras unidades ainda em 2022.

O caminho natural em todas as grandes cidades do mundo é a busca por um transporte utilizando zero emissão de gases na atmosfera. Nesse contexto de sustentabilidade, uma frota

que use energia limpa e renovável é um importante passo para a redução de poluentes. De acordo com a fabricante, cada veículo elétrico deixa de emitir 110 toneladas por ano de CO2.

Especificações

O veículo elétrico em teste é do modelo D9W da fabricante BYD com carroceria Marcopolo. A autonomia é de no mínimo 250 quilômetros, com até 5 horas para recarga da bateria feita de fosfato de ferro, considerada a mais limpa e segura, já que é reciclável e à prova de fogo. O dispositivo de carregamento do ônibus, tecnologia Enel X, foi instalado na garagem da Metrobus. O modelo possui ar-condicionado, carregadores de celular e foi desenvolvido com suspensão pneumática em todos os eixos, o que proporciona mais conforto para os usuários.

O ônibus-teste é um articulado de 23 metros de comprimento com capacidade para transportar 170 passageiros, sendo 59 sentados, com espaço reservado para cadeirantes. Seu consumo energético, segundo a empresa fabricante, é equivalente a 1,2KWh/Km, com menor custo operacional e de manutenção que um veículo convencional. Os motores elétricos ficam embutidos nas rodas do eixo traseiro, são silenciosos e não emitem poluentes.

O modelo que entrará em testes em Goiânia tem vários recursos. Por exemplo, cada veículo está equipado com seis câmeras de alta definição, duas delas com infravermelho, em substituição aos retrovisores externos e internos. As câmeras permitem que os motoristas vejam pontos cegos e tenham facilidade de manobra, aumentando a segurança e garantindo mais conforto na viagem.

A coluna de direção é regulável, o que permite a regulagem de acordo com as características de cada motorista, melhorando a ergonomia. Já as portas seguem rigorosos padrões de segurança e são equipadas com sensores, o que evita que se fechem quando é identificado qualquer movimento próximo, o que deve melhorar o momento de embarque e desembarque.

A Montadora

A BYD chegou no Brasil em 2013 e instalou uma fábrica em Campinas (SP). A empresa tem 60 ônibus em circulação pelo Brasil, como em São José dos Campos (SP). No País, estão rodando 350 ônibus movidos a eletricidade, sendo a maioria deles trólebus – que são alimentados por meio de uma rede de fios instalada no trajeto percorrido pelo veículo. Além de Goiânia, várias cidades estão fazendo testes com os modelos elétricos da montadora, caso do Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Em 2020, a companhia chinesa inaugurou uma fábrica de baterias no Brasil na zona franca de Manaus.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Enel X

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COMITÊ DE DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS VAI ESTIMULAR PARCERIAS E A RENOVAÇÃO ESTRATÉGICA

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Revoluções Industriais e a Sustentabilidade Humana
Foto: Banco de imagem/istockphoto

Criado para fomentar negócios, dinamizar parcerias e articular ações que valorizem as empresas do setor de TIC. Este é o Comitê de Desenvolvimento de Negócios que desde setembro de 2020 é um espaço para que C-Levels e profissionais das áreas Comercial, de Marketing e Vendas das empresas associadas possam trocar experiências, falar sobre seus produtos e serviços e dialogar com especialistas convidados.

Liderado por André Elias Gonçalves, da IN – Inteligência de Negócios, o comitê teve vários temas relevantes na pauta das reuniões de 2020, tais como: tendências no mercado de TI, gestão de marketing digital, estratégias de vendas, planejamento estratégico, entre outros assuntos de interesse.



O comitê também participou da organização de uma mesa redonda internacional, aberta ao público em geral sobre Alfabetização de Dados, cujo vídeo completo está disponível no canal da ABES no YouTube.

“Em 2022, nosso objetivo é o de intensificar a integração entre os empresários e seus colaboradores, sempre tratando de assuntos e estratégias que alavanquem os negócios, valorizando as sinergias e as melhores práticas para este mundo em transformação. Em um mercado dinâmico, empreendedores e profissionais precisam se renovar. Este é um grupo no qual valorizamos as sugestões trazidas pelos participantes”, destaca André Elias.

A primeira reunião on-line do ano, agendada para 17/02, das 15 horas às 17 horas, terá a presença do estrategista e consultor Dagoberto Hajjar, da ADVANCE Consulting, que falará sobre as ‘Tendências de Mercado no segmento de TI para 2022 – Entendendo nosso Mercado para obter melhores Resultados”. As inscrições podem ser realizadas com Carolina Marzano, Assessora dos Comitês, pelo e-mail carol.marzano@abes.org.br.

Com informações da Assessoria de Imprensa da ABES

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FARMTANK: INVESTIDORES AVALIAM STARTUPS QUE PODEM RECEBER INVESTIMENTOS DE ATÉ R$ 1 MILHÃO

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O Parque Tecnológico Itaipu – Brasil (PTI-BR) encerrou, juntamente com a Itaipu Binacional, a sua participação na Expo Dubai 2020, um dos maiores eventos do mundo

As 8 startups do setor do agro trouxeram soluções tecnológicas para demandas do campo. O resultado das selecionadas será divulgado até o final de fevereiro. 

O primeiro FarmTank, promovido pelo PTI-BR, Coopavel e Exohub, aconteceu na última sexta-feira, 11 de fevereiro, no Show Rural Coopavel, e contou com a apresentação de oito startups que buscam investimento para seus empreendimentos. Em apresentação de sete minutos, seguido de oito minutos de interação entre a banca e jurados, as startups poderão receber até R$1 milhão em investimento monetário, além de maior retorno através de ativos não financeiros, acesso à aquisições estratégicas, descontos em potenciais fusões e aquisições futuras, menor custo e maior velocidade na criação de novas linhas de receita, e maior proveito da escala e do balanço patrimonial. 

Além disso, os selecionados terão acesso a novos mercados, criação conjunta de novos produtos, capacitação em inteligência de mercado avançada, consolidação e fortalecimento no mercado principal da empresa, diversificação, aceleração, experimentação e inovação. Este é um primeiro evento de seleção de startups do fundo de investimento Transforma Agro Ventures, um fundo criado para receber aportes de empresas e pessoas físicas que queiram investir nas melhores mais inovadoras empresas de tecnologia do agronegócio. O fundo esta aberto a captações e investimentos durante o ano todo. 



A banca avaliadora do FarmTank foi composta por Michel Costa, diretor de expansão do Exohub; Andre Sih, Managing Partner da Fu2re Smart Solutions; Rodrigo Regis, diretor de negócios e inovação do PTI; e Guilherme Kudies, sócio da Ventiur Aceleradora. 

Para Sih, que atua em uma empresa que já atende instituições renomadas como Petrobrás e Microsoft, é importante que os empreendedores que estão entrando no mercado agora, tenham posicionamento assertivo. “Tenham um nicho, uma oferta de valor e arrisquem”. Essa foi a dica do investidor que hoje tem um capital de mais de R$100 milhões de reais. 

 partir de agora, as startups passarão pela etapa de diligência, e as melhores classificadas receberão investimento de até R$ 1 milhão (após processo de avaliação de seus dados operacionais, contábeis, societários e de governança para garantir que estejam aptas a receber investimento). E este é um passo para a conexão entre investidores e startups, conforme afirma o diretor de negócios e inovação do Parque, Rodrigo Regis. “Vimos aqui, na prática, que ao falar com investidores, as empresas precisam deixar claro o que estão buscando”. Regis comenta que a partir de agora a banca se reunirá para dar feedbacks às apresentações. 

A nota das startups será divulgada até o final de fevereiro, e as classificadas serão convocadas para iniciar o processo de due diligence. A divulgação você confere no site exohub.com.br. 

A dica de um R$1 milhão! 

O head de agtech, Guilherme Kudiess,  sócio da Ventiur Aceleradora, traz resposta ao questionamento de qualquer empreendedor: como conseguir dinheiro para crescer meu negócio? Kudiess afirma que investimento financeiro ofertado é apenas um impulso. “Dinheiro é a gasolina… Para ser usado, o carro (empresa, no caso) já deve estar pronto, e em funcionamento, senão, não há o que fazer com esse impulsionamento”.  

Para o sócio da Ventiur, a inovação no agronegócio brasileiro já é referência mundial, “e está na hora dessas tecnologias chegaram efetivamente até os produtores rurais que estão lá no campo”. Kudiess lembra que os produtores seguem fazendo “mais do mesmo” porque assim aprenderam, mas que este é o tipo de movimento, a exemplo do FarmTank que faz com que o agro seja cada vez mais tech. 

Com informações da Assessoria de Imprensa do PTI

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ÍNDICE DE PERDAS DE ÁGUA EM SUMARÉ É O MENOR DESDE 2015

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Startups usam tecnologia para economizar e purificar água

O trabalho para redução do índice de perdas em Sumaré é realizado de forma contínua pela BRK, empresa responsável pelos serviços de água e esgoto da cidade. O indicador fechou 2021 em 34,91% – menor média anual desde o início da concessão em 2015, quando esse índice era de 60%. Em 2020, o valor foi de 36,56%.

O índice vem caindo ano a ano graças ao trabalho realizado pela BRK no município. Com a redução para 34,91% em 2021, mais de 491,8 milhões de litros de água foram preservados. Com esse volume é possível abastecer cerca de 6 mil pessoas por um ano. Ao comparar 2015 com 2021, o volume preservado é de mais de 6,7 bilhões de litros, suficientes para abastecer cerca de 92 mil pessoas por um ano.



Essa redução é resultado do trabalho contínuo que a concessionária realiza na cidade. Entre as principais ações executadas em 2021 estão: 1936 ligações de água substituídas, 8,4 quilômetros de redes substituídas, cinco macromedidores instalados, 21 descargas preventivas hidrometradas, quatro hidrantes hidrometrados, duas novas válvulas reguladoras de pressão e equipes trabalhando em horários especiais, possibilitando a redução no tempo de atendimento de vazamentos.

A empresa também executa um trabalho importante para localizar vazamentos não-visíveis, com equipe noturna, por meio do hasteamento das redes. Em 2021, foram 1.127,62 quilômetros de redes hasteadas, além de 843 vazamentos não visíveis identificados e reparados. Outra ação importante é a setorização do abastecimento de água que consiste em designar redes especificas para abastecer cada região da cidade, permitindo a gestão e controle na distribuição. Com isso, a identificação dos vazamentos de água se torna mais ágil. Em 2021, foram criados quatro novos setores na cidade.

“O principal objetivo dessas ações é termos maior disponibilidade de água para a população de Sumaré e permitir o crescimento ordenado do município, diminuindo o impacto ambiental na captação e prestando assim um serviço de qualidade para a cidade. Ações que reduzam as perdas distribuídas de água vão ocorrer durante toda a concessão, uma vez que essa é uma atividade rotineira e contínua”, explica Rodrigo Zangirolami, gerente de operações da BRK em Sumaré.

O trabalho realizado pela empresa foi reconhecido no Prêmio Nacional de Sustentabilidade, realizado pela ABCON/SINDCON. A BRK ficou entre os cincos melhores projetos na categoria Proteção e Restauração de Ecossistemas com o projeto “Redução de Perdas de Água no município de Sumaré”.

“Em um ano em que vivemos uma grave crise hídrica em muitas regiões do país, é de extrema importância que ações que contribuam para a redução das perdas sejam valorizadas, reconhecidas e disseminadas”, comenta o gerente.

Em 2022, a concessionária vai prosseguir com o trabalho para redução do índice de perdas no município. Entre as principais ações para este ano estão a substituição de 12,9 quilômetros de redes e de cerca de 3870 ligações, instalação de dois macromedidores, hidrometração de cinco descargas preventivas e quatro hidrantes, além da criação de quatro novos setores de abastecimento.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Abcon Sindcon

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NEGÓCIOS DE IMPACTO COLABORAM PARA A CONSTRUÇÃO DE CIDADES INTELIGENTES

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Cidades mais inteligentes e humanas estimulam o desenvolvimento de negócios de impacto nos seus territórios, pois tem clareza que eles são muito importantes para a modernização destas cidades.

Você certamente já ouviu falar na sigla ESG (em inglês, Environmental, Social and Governance), conceito em voga que reúne práticas de boa governança social e ambiental. A adoção do ESG representa uma verdadeira mudança de paradigma, já que práticas tradicionalmente associadas à sustentabilidade passaram a ser consideradas como parte da estratégia financeira de empresas, sobretudo nos negócios de impacto. No horizonte de um futuro sustentável, despontam cada vez mais iniciativas que buscam solucionar problemas urbanos e melhorar a qualidade de vida das pessoas, gerando transformações sociais, ambientais e econômicas. Por isso, incentivar o empreendedorismo de impacto é cada vez mais essencial quando se fala em construir cidades inteligentes.   

Conciliar um modelo de negócio sustentável, capaz de gerar receitas próprias, com a missão de gerar impacto social ou ambiental positivo na sociedade são as características principais dos negócios de impacto. Como o objetivo principal, ou exclusivo, não é gerar lucro, os negócios de impacto se diferenciam dos negócios privados como os conhecemos. Por outro lado, eles também não se encaixam na definição clássica de terceiro setor (embora possam assumir a forma jurídica de organizações não governamentais), já que utilizam mecanismos de mercado para garantir a própria sustentabilidade econômica. Por causa desse caráter híbrido, o setor dos negócios de impacto vem sendo chamado de setor 2.5 (dois e meio). A importância deste setor fica ainda mais evidente neste contexto de pandemia em que estamos vivendo.



Esses negócios também medem periodicamente o impacto que geram e levam em conta os interesses de investidores, clientes e a comunidade. Essas duas características estão conectadas à importância da transparência e do contínuo diálogo com todas as pessoas que são afetadas pelo negócio, garantindo que haja responsabilidade social na sua condução. 

A consolidação do conceito de negócios de impacto é um passo importante para estimular o desenvolvimento de iniciativas deste tipo, já que auxilia no processo de criação de um ambiente favorável. Outro passo fundamental, já dado por diversos países, é a criação de políticas públicas para fomentar o crescimento desse ecossistema. Portugal, por exemplo, criou a iniciativa “Portugal Inovação Social”, que “visa promover a inovação social e dinamizar o mercado de investimento social em Portugal”. Aqui no Brasil, em âmbito federal, temos a Estratégia Nacional de Investimentos e Negócios de Impacto (ENIMPACTO).

Cidades mais inteligentes e humanas estimulam o desenvolvimento de negócios de impacto nos seus territórios por avaliar que eles colaboram com a concretização de objetivos de interesse público, essencialmente o de tornar o espaço urbano (ou rural) menos desigual e mais inclusivo e sustentável. Os governos municipais podem assumir um papel estratégico no desenvolvimento econômico em nível local, especialmente no que se refere à potencialização e ao apoio à criatividade, à visão empreendedora e aos propósitos de impacto social que já existem nas periferias das cidades. Esse fomento também contribui com a redução de desigualdades e com a inclusão produtiva e econômica.

A cidade de São Paulo tem enorme potencial criativo e empreendedor. Nos últimos anos, surgiram e se desenvolveram diversos negócios de impacto no município. São empreendimentos e iniciativas com o objetivo de gerar valor econômico e social, ou seja, que unem um modelo de negócio sustentável com a geração de transformações sociais positivas. Os negócios de impacto são importantes porque são capazes de gerar dinamismo econômico e inclusão produtiva e econômica das populações em situação de vulnerabilidade social. 

Em 2020, lançamos uma consulta pública para a elaboração do PL 437/20, projeto de lei do meu primeiro mandato como vereador, que tem como objetivo criar a Política Municipal de Fomento a Investimentos e Negócios de Impacto. O PL 437/20, construído em conjunto com a sociedade, foi aprovado em primeira votação e agora aguarda segunda votação na Câmara Municipal de São Paulo. O objetivo do projeto de lei é apoiar empreendedores sociais, sobretudo aqueles cujos negócios estejam relacionados à redução de desigualdades e ao desenvolvimento sustentável. O potencial econômico e social dos negócios de impacto devem ser reconhecidos, apoiados e aproveitados, já que colaboram para a construção de uma cidade mais humana e inteligente e com foco na qualidade de vida, nas necessidades sociais e na proteção aos direitos humanos de cidadãs e cidadãos que a habitam.

O projeto foi elaborado para apoiar o desenvolvimento de todo o ecossistema de impacto social de São Paulo, mas dá ênfase a estratégias que conferem maior atenção ao desenvolvimento de empreendedores, organizações intermediárias e negócios sociais das periferias da cidade, tendo em vista o objetivo de apoiar a construção de uma cidade inteligente e humana que utiliza tecnologia e inovação como habilitadores para a redução de desigualdades. É importante incentivar a participação e o protagonismo da população periférica na criação e gestão de negócios que propõem soluções para problemas sociais experimentados no cotidiano. 

Não por acaso, o fomento aos negócios de impacto social se alinha a uma série de objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas, como, por exemplo, promover o crescimento econômico inclusivo e sustentável; fomentar a inovação; reduzir a desigualdade e tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. É fácil perceber que os negócios de impacto social podem nos auxiliar a concretizar esses objetivos de desenvolvimento que pressupõem não deixar ninguém para trás. A atual crise nos mostra que, mais do que nunca, precisamos construir, para nossas cidades, futuros inteligentes, inclusivos e humanistas.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities