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A FORÇA DO EXEMPLO: ENTENDA A RELAÇÃO ENTRE OS HÁBITOS DIGITAIS DE PAIS E FILHOS

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Sustentabilidade e economia circular chegam aos smartphones
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Pesquisa da Kaspersky explorou o papel dos hábitos digitais saudáveis nas famílias, assim como o efeito do comportamento dos pais sobre as crianças e vice-versa

Um estudo realizado pela Kaspersky mostra a relação direta entre o tempo que pais e filhos usam os dispositivos digitais. Ao serem questionados quanto tempo os adultos e as crianças usam os gadgets por dia, 91% dos brasileiros afirmaram três horas ou mais — sendo que 86% dos filhos também passam o mesmo tempo conectados. Esses dados apontam propensão dos menores a reproduzir os hábitos dos pais.

As crianças sempre observam e copiam o que os pais fazem e não deveria ser surpresa que o mesmo acontece com os hábitos digitais. Quando as crianças veem seus pais usando dispositivos constantemente, consideram esse comportamento como regra e acabam passando muito tempo on-line. Embora às vezes possa ser difícil assumir o papel de exemplo, os pais devem ter consciência de que suas ações afetam o comportamento das crianças e tentar ser um modelo para elas.



Um dos principais resultados do estudo demonstra a correlação entre a quantidade de tempo de tela de pais e filhos. Entre os respondentes que falaram usar dispositivos online mais de três horas por dia, a maioria no Brasil (45%) o faz entre três e cinco horas (pais — 45%, crianças: 52%). Além disso, os adultos estão convencidos que tanto eles (59%) quanto as crianças (53%) passam tempo suficiente online.

Os reflexos dos hábitos digitais paternos também acompanham os filhos em outras atividades diárias. Por exemplo, crianças cujos pais costumam usar gadgets durante refeições, passam 39 minutos adicionais on-line diários. No que diz respeito a troca de mensagens durante conversas presenciais, a prática acrescenta em média 41 minutos de exposição dos pequenos às telas.

“Nossa pesquisa mostrou anteriormente que os pais brasileiros têm dificuldade em seguir as regras estabelecidas com seus filhos e agora mostramos que as crianças são um reflexo dos hábitos digitais dos adultos. Espero que esteja claro para todos que a educação infantil deve começar com uma autoavaliação e uma reflexão sobre que tipo de ser humano nós, como pais, queremos formar e o que nós mesmos fazemos para sermos desta forma. E este conceito não se limita à internet, se falamos palavrões, nossos filhos também falarão, se fomos desrespeitosos com alguém, estamos dando o exemplo para as crianças. Recomendo que todos os adultos passem a ver o ambiente digital apenas como uma extensão de nossas vidas, e não como um espaço à parte”, afirma Fabiano Tricarico, diretor de consumo da Kaspersky na América Latina.

“As crianças se beneficiam muito mais da interação tangível com o mundo real do que do consumo de informações digitais. Por exemplo, as que têm menos de 12 anos de idade ainda têm um longo caminho até atingir uma capacidade de abstração comparável à de adultos. Primeiro, elas precisam aprender a sentir, ouvir, ver, cheirar e degustar o mundo. Em nossa experiência, o uso de mídias digitais por pais e famílias sempre é um tópico importante. Muitos pais estão convencidos de que é suficiente regulamentar claramente o tempo que as crianças usam essas mídias e controlar o tipo de conteúdo a que elas têm acesso. Mas, em vez de se preocupar com punições efetivas, primeiro os deveriam reduzir seu próprio consumo”, comentam os terapeutas Birgitt Hölzel e Stefan Ruzas, da clínica de Munique Liebling + Schatz.

Para ajudar suas crianças e garantir que estejam usando os dispositivos de maneira segura:

  • Invista mais tempo na comunicação com as crianças sobre medidas de cibersegurança. Tente prestar atenção a seus próprios hábitos: você usa seu smartphone ao comer ou conversar? Observe se há um padrão em que as crianças fazem o mesmo ou se elas reagem de maneira diferente quando você deixa o celular de lado.
  • Pense na possibilidade de baixar aplicativos de controle para pais e conversar sobre o assunto com as crianças, explicando como esses aplicativos funcionam e por que eles são necessários para garantir a segurança digital.
  • Peça às crianças para não concordar com nenhuma configuração de privacidade por conta própria e solicitar a ajuda dos pais. Os adultos também devem adquirir o hábito de ler todos os acordos de privacidade.

O relatório completo está disponível neste link.

Com informações da Assessoria de Imprensa JeffreyGroup Brasil

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HUAWEI BRASIL ABRE INSCRIÇÕES PARA PROGRAMA DE ESTÁGIO 2022 DESTINADO A ESTUDANTES DE TODO BRASIL

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No momento, há cerca de 50 vagas disponíveis para candidatos com graduação prevista para junho de 2023 e janeiro de 2024 

A Huawei Brasil, multinacional líder global em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), anuncia a abertura das inscrições para o Programa de Estágio 2022, que está com cerca de 50 vagas abertas para estudantes de todo o Brasil que desejam participar do treinamento na empresa, com possibilidades de efetivação e plano de carreira para o futuro. É importante destacar que novas posições para estágio são abertas todo mês.

Os candidatos devem ter graduação prevista para junho de 2023 e janeiro de 2024, disponibilidade para estagiar presencialmente na cidade da vaga e jornada de trabalho de seis horas no horário comercial, além de boa comunicação em inglês. Como diferencial, o Programa de Estágio da Huawei oferece acesso à Universidade Corporativa, que disponibiliza todos os treinamentos necessários, e constante intercâmbio cultural global, principalmente com países da América Latina e a China.



Há vagas abertas para São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Recife e Sorocaba (SP), que estão disponíveis preferencialmente para estudantes de Engenharia de Telecomunicação, Engenharia Elétrica ou Engenharia de Produção, e também para graduandos em Direito, Jornalismo, Marketing, Relações Públicas e Administração.

“Entendemos que o Programa de Estágio é o degrau inicial para uma carreira sólida e fértil. Abrimos espaços para novos talentos ampliarem seus conhecimentos e absorverem experiência e expertise em diversos setores da companhia, com foco na evolução pessoal e profissional, networking e aprendizado prático aos futuros profissionais que possam vir a fazer parte do quadro fixo de colaboradores Huawei”, pontua Fernanda Coimbra, gerente de RH da Huawei. “Os projetos de capacitação da Huawei têm como objetivo desenvolver e qualificar talentos que estão ingressando no setor, buscando eliminar as lacunas de desenvolvimento econômico no país”, completa Coimbra.

Para inscrições e mais informações, acesse o Programa de Estágio Huawei Brasil 2022.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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NOVA SÉRIE TWITCH: MANTENHA SUAS HABILIDADES DE SEGURANÇA AFIADAS

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Thales assina acordo para adquirir empresas líderes em cibersegurança na Europa

Você é responsável por gerenciar os riscos de segurança associados aos softwares e sistemas da sua organização ou deseja iniciar uma nova jornada e aprender sobre resposta a incidentes? Convidamos você a participar de nossa nova série gratuita da Twitch: The Safe Room, que vai ao ar nesta quarta-feira, 9 de fevereiro. Projetada para a Twitch com especialistas em cibersegurança em mente, esta nova série de treinamento é transmitida ao vivo na segunda e na quarta quartas-feiras de cada mês a partir das 8h (horário de Brasília).

Liderada por membros da equipe de resposta a incidentes de clientes da Amazon Web Services (AWS) que apoiam os clientes em eventos de segurança, esta série de formação de nível intermédio ajuda os profissionais de segurança a continuarem a ampliar suas capacidades na área. Os episódios são estruturados em torno de cenários de segurança específicos e ocasionalmente aprofundam tópicos de resposta de segurança imediatos. Os participantes irão obter informação valiosa para o trabalho quotidiano em sistemas seguros, conformidade regulamentar, testes de vulnerabilidade e invasão, resposta a incidentes, e muito mais. Semanalmente, publicaremos links para recursos adicionais para ajudar na aprendizagem, e encorajamos a participação por meio do campo de Perguntas e Respostas ao longo das transmissões.



Há uma escassez contínua de profissionais formados em segurança equipados para ajudar as organizações a proteger as suas operações na nuvem. “A segurança é tarefa de todos”, diz Scott Barneson, diretor de produtos de aprendizagem da AWS Training and Certification. “Não é algo que se aprende uma vez e está feito. Foi por isso que estabelecemos uma parceria com a equipe de Resposta a Incidentes de Clientes da AWS nesta série. Criamos os episódios para abordar os cenários do mundo real, destacando conteúdos que abordam as tendências de segurança atuais e futuras”.

Robert Saul, gestor de prática da equipe de Detecção de Ameaças e Resposta a Incidentes de Clientes da AWS, está entusiasmado por chegar a clientes em todo o mundo na Twitch. “Estamos animados por ter acesso direto a um serviço que nos permite envolver os clientes nas melhores práticas de segurança e nas lições que aprendemos ao apoiar os clientes em incidentes de segurança”.

Próximos episódios

O principal apresentador da série, Kyle Dickinson, especializado em detecção de ameaças e resposta a incidentes e membro equipe de Resposta a Incidentes de Clientes da AWS, irá guiar os participantes à medida que adquirem conhecimentos sobre os serviços de segurança AWS, como responder quando ocorrem incidentes, e os recursos disponíveis. Começaremos com os seguintes episódios:

  • 9 de fevereiro: No primeiro episódio, Safe Room is Back! And IAM Excited, falaremos sobre o futuro do Safe Room, as novas descobertas do Identify Access Management (IAM) do Amazon GuardDuty e o suporte estendido ao Amazon Elastic Kubernetes Service (Amazon EKS). Também discutiremos uma maneira eficiente de responder às credenciais expostas do IAM.
  • 23 de fevereiro: No segundo episódio, Pardon Me, Your Web App is Showing, os anfitriões explicarão como detectar comportamentos suspeitos de aplicativos web vulneráveis ​​e compartilhar recursos para uso dos serviços de segurança da AWS.

Que recursos serão fornecidos?

Os participantes podem esperar desenvolver habilidades de segurança e sair com orientação especializada para aplicar a futuros projetos e incidentes de segurança. Os recursos semanais incluirão links, whitepapers, cursos e laboratórios.

A quem se destina?

Trabalhamos para tornar nosso conteúdo acessível a qualquer pessoa, mas esta série destina-se especialmente a qualquer pessoa que gerencie riscos de segurança associados ao software e aos sistemas da organização, como segurança proativa, AppSec e equipes de resposta a incidentes de clientes. Se você criar projetos de alto nível de conformidade regulatória e sistemas de segurança, construir e implementar esses sistemas e/ou avaliar (ou seja, varredura de vulnerabilidades, testes de invasão) e aplicar protocolos de segurança, você achará esta série particularmente interessante. Uma compreensão básica do funcionamento da nuvem é útil, mas independentemente do nível de experiência, recomendamos que você se divirta.

Como posso começar?

Esta série da Twitch é gratuita e está disponível para qualquer pessoa como parte de nosso compromisso de treinar 29 milhões de alunos em todo o mundo com treinamento gratuito em habilidades em nuvem até 2025. Para saber mais sobre essas ofertas de treinamento e receber lembretes de sessões, replays gravados e recursos úteis diretamente em seu inbox, junte-se à lista de e-mail de cada série na Twitch.

Esta série se baseia em uma biblioteca mais ampla de treinamento em habilidades de segurança oferecidos pela AWS, incluindo o treinamento gratuito de conscientização de segurança lançado recentemente pela Amazon, disponível para indivíduos e empresas que desejam ajudar na proteção contra ataques cibernéticos.

Com informações da Assessoria de Imprensa In Press Porter Novelli

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CIDADE DE SÃO FRANCISCO EXPANDE ELETRIFICAÇÃO DE ÔNIBUS

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Os desafios para preservação ambiental e eliminação dos gases de efeito estufa têm feito com que, em todo o mundo, mais e mais cidades busquem por um futuro com zero emissões, com frotas de ônibus mais limpas para reduzir as emissões de carbono, melhorar a qualidade do ar e criar uma viagem mais silenciosa para os passageiros. Em São Francisco, na Costa Oeste dos Estados Unidos, a San Francisco Municipal Transportation Agency (SFMTA) encomendou três novos ônibus totalmente elétricos Nova Bus LFSe+ com sistema de transmissão elétrica a bateria Série-EV da BAE Systems para teste na cidade. A metrópole norte-americana possui uma frota significativa de mais de 300 veículos operando com powertrain da BAE Systems, sendo líder na adoção de ônibus híbridos elétricos, desde 2001, e agora está se preparando para uma operação totalmente elétrica.

Os três novos veículos são equipados com sistema de propulsão BAE Systems totalmente elétrico que produz 200kW de potência e 5.200Nm de torque. O projeto e a fabricação do motor e da eletrônica do powertrain da BAE Systems foram realizados em Endicott, Nova York.



Este teste vem na sequência de um número crescente de veículos vendidos pela Nova Bus, todos equipados com os sistemas elétricos da BAE Systems. Além das unidades para São Francisco, em 2021, 15 veículos Nova Bus LFSe+ foram adquiridos pela autoridade de transporte público de Vancouver, TransLink, que foi seguido por pedidos adicionais na América do Norte, incluindo Milwaukee, Wisconsin, e Broome County, N.Y.

A transição de São Francisco para a bateria elétrica

Em 2001, a cidade de São Francisco recebeu seu primeiro ônibus híbridos elétricos, com sistema de acionamento elétrico da BAE Systems. Em 2019, a SFMTA implementou novos ônibus híbridos elétricos com capacidade de emissão zero e sistemas de bateria a bordo de maior capacidade. Hoje, a metrópole já possui uma frota de mais de 300 veículos com powertrain da BAE Systems. Os mais recentes estão equipados com a motorização híbrida diesel-elétrica Series-ER, uma solução que permite desligar o motor a diesel em áreas designadas e pode funcionar com a mistura de biodiesel B20.

Com a introdução de “zonas verdes” no centro da cidade de São Francisco em 2019 — regiões consideradas com níveis particularmente altos de poluição do ar — nove áreas devem ser percorridas apenas no modo elétrico. Usando a tecnologia de geofencing (utilização do GPS ou RFID para criar um limite geográfico virtual, permitindo que o software acione automaticamente o modo totalmente elétrico), os ônibus trafegam somente com a energia das baterias dentro das zonas verdes e voltam para a motorização a diesel quando saem da área de geofencing. Os veículos Series-ER podem operar em modo totalmente elétrico por até cinco quilômetros de cada vez.

No projeto do trem de força não há ligação mecânica entre o motor diesel e o eixo, com a potência fluindo em série do motor para o gerador, para as baterias e, finalmente, para o motor elétrico. Consequentemente, toda a potência que aciona o eixo vem do motor elétrico. Além disso, o sistema recarrega a bateria por meio de frenagem regenerativa.

A combinação desses recursos permite que o SFMTA reduza as emissões nas áreas mais críticas da cidade sem qualquer infraestrutura de carregamento adicional ou alteração de rota para atender às necessidades de carregamento.

Com informações da Assessoria de Imprensa Secco Consultoria de Comunicação

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AUTORIZADA PELA ANATEL, STARLINK, EMPRESA DE ELON MUSK, PODERÁ OFERECER INTERNET VIA SATÉLITE NO BRASIL ATÉ 2027

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Reprodução de imagem/ilustração de cidade inteligente, com várias conexões de tecnologias interligadas à tela de um celular em referência a cidade

Professor Marcio Mathias, especialista em telecomunicações da FEI, explica tecnologia de banda-larga da SpaceX e seu potencial impacto no mercado

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou na semana passada o uso de internet banda larga via satélite da Starlink pelos consumidores brasileiros. Com licença válida até 2027, a subsidiária da SpaceX, companhia espacial do bilionário Elon Musk, poderá utilizar seus atuais 4.408 satélites não-geoestacionários de baixa órbita para ofertar mais uma opção de conexão no território nacional.

“Desde outubro de 2021 com operação comercial nos EUA, a Starlink tem como proposta possibilitar o acesso à internet em qualquer local do planeta apenas com uma antena. Esse serviço já é ofertado por outras operadoras globais, mas resta saber se será mais rápido e estável como anunciado pela empresa uma vez que sua rede estiver completa”, conta o professor de Engenharia Elétrica da FEI, Marcio Mathias, especialista na indústria de sistemas de telecomunicações e no desenvolvimento de serviços de rede inteligente e sistemas multiplex.



De acordo com a companhia, enquanto seus atuais concorrentes com serviços de internet semelhantes utilizam satélites geoestacionários simples, orbitando a Terra a cerca de 35 mil quilômetros de altitude, sua conexão teria a vantagem de ser mais rápido e estável por ser prestada por meio de vários pequenos satélites que orbitam o planeta a uma distância menor, de cerca de 550 quilômetros. Na prática, por estarem em baixa órbita, a latência, ou o tempo de envio e recepção de dados entre o consumidor e o satélite, também seria menor.

Atualmente, a Starlink oferece uma conexão com velocidade máxima de 97 Mbps (Megabits por segundo), segundo levantamento feito pela Speedtest no mercado norte-americano. Contudo, no futuro, a Starlink pretende oferecer internet de até 1 Gbps (Gigabit por segundo), inclusive no Brasil, quando sua rede espacial estiver completa, com mais de 7 mil satélites.

Até o momento, os pacotes de consumo da Starlink custam a partir de US$ 99 por mês (R$ 532) e o kit de instalação, com antena e roteador, está disponível por US$ 499 (R$ 2.689). “É possível, no entanto, que os preços venham a abaixar, conforme a rede aumente e alcance uma escala sustentável no número de usuários. Além disso, a disponibilidade de um serviço de conexão por satélites não-geoestacionários no mercado é bem-vinda, pois traz mais uma opção de banda larga aos consumidores em países de grandes dimensões territoriais, a exemplo do Brasil”, explica o professor Marcio Mathias da FEI.

Com informações da Assessoria de Imprensa CDI Comunicação

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DIA DA INTERNET SEGURA 2022: GOOGLE LANÇA PESQUISA SOBRE CRIANÇAS E SEGURANÇA ONLINE

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digitalização

Pesquisa do Google mostra que Brasil é o país Latino em que as crianças ganham celular para acessar a internet mais cedo

Mais de 70% dos pais confiam que filhos estão informados sobre problemas relacionados a segurança online

Ajudar a oferecer uma experiência mais segura para as pessoas que usam a internet para o seu dia a dia é um compromisso do Google. No Dia da Internet Segura, lançamos dados de uma nova pesquisa sobre o nível de familiaridade de pais e responsáveis com o tema segurança online e sua confiança sobre o uso da internet pelas crianças. Anunciamos também uma nova parceria para ajudar a ampliar o conhecimento a respeito de segurança online e reforçamos a importância de estar em dia com a sua segurança na internet — incluindo recursos e algumas dicas para ajudar você a se manter mais seguro na web.

Mais confiança e conhecimento sobre segurança online

Passados ​​dois anos em meio a uma pandemia e em isolamento social, o tema da segurança online ganhou mais popularidade e se tornou assunto mais comum entre as crianças e seus pais ou responsáveis. É o que aponta um estudo realizado em países da América Latina, incluindo Argentina, Colômbia, México, Peru, Chile e Brasil, com 3.023 pais e responsáveis de crianças de 5 a 17 anos.



Entre os resultados, vimos que 67% dos pais e responsáveis na América Latina se sentem mais confortáveis hoje em ter seus filhos usando um dispositivo conectado à internet para uso educacional do que antes da pandemia.

Entre os assuntos que causam maior preocupação entre os pais e responsáveis estão aliciamento infantil (17%), privacidade e segurança (16,5%) e acesso a conteúdo inapropriado (16%). A atenção deve ser ainda maior com crianças de menor idade. De acordo com o estudo, o Brasil é o país da região em que as crianças ganham um dispositivo celular para acessar a internet mais cedo: em média, com 8,9 anos, seguido de Chile (9,2 anos) e México (9,5). No país, 88% confiam que seus filhos os informariam caso estivessem enfrentando algum problema de segurança digital.

O estudo aponta que mais de 70% dos pais acreditam que suas crianças estão bem informadas sobre os problemas relacionados à segurança online. Nesse período, 74% dos entrevistados pesquisaram mais sobre o assunto na internet (sendo vídeo o formato predileto), 82% disseram terem tido uma conversa significativa com seus filhos sobre o tema. Por fim, na região, a grande maioria dos pais e responsáveis (95%, em média) diz acompanhar as atividades dos filhos por meio dos seus dispositivos.

Para ajudar na tarefa, o Google desenvolveu o Family Link, ferramenta que permite que você estabeleça regras digitais e oriente seus filhos enquanto eles aprendem, brincam ou jogam, sejam eles crianças ou adolescentes. Outro recurso útil para os pais e responsáveis é o Safesearch, recurso que ajuda a filtrar qualquer tipo de conteúdo explícito na Busca, evitando o risco de nossos filhos e filhas encontrarem resultados indesejados.

Além disso, com o objetivo de contribuir com a construção de diálogos positivos sobre o tema em casa e nas escolas, criamos em 2019 o Seja Incrível na Internet (g.co/SejaIncrivelnaInternet), um programa educativo desenhado para preparar crianças e adolescentes para usar a Internet de modo consciente e seguro, ensinando fundamentos sobre como compartilhar conteúdo de modo responsável, como não cair em armadilhas, como proteger suas informações, como denunciar práticas negativas e sobre como serem, eles mesmos, uma presença positiva na Internet.

Atualmente, o programa dispõe de materiais como o Currículo para Professores, com diversas atividades que podem ser usadas livremente em salas de aula; bem como um Guia para a Família, com dicas de como garantir o bem-estar digital e incorporar bons hábitos na vida cotidiana, incluindo formas de identificar sites confiáveis, ou informações intencionalmente falsas. Há ainda o Interland, um jogo interativo para aprender lições de segurança brincando.

Ajudando você a aprender como se manter seguro online

Só no ano passado, as pesquisas por “como impedir o roubo de identidade” aumentaram mais de 110%. Para contribuir por uma comunidade online mais informada e preparada para lidar com os desafios da segurança digital, anunciamos hoje uma parceria com a Khan Academy, uma organização educacional sem fins lucrativos, para o desenvolvimento de aulas online gratuitas que ajudarão a ensinar as pessoas a se manterem mais protegidas na internet.

Estamos contribuindo com US$ 5 milhões para que a Khan Academy possa criar conteúdo de segurança online acessível e fácil de entender para seus 18 milhões de usuários mensais em todo o mundo. Nosso trabalho anterior com o Seja Incrível na Internet na educação das pessoas sobre segurança online nos mostrou o impacto positivo que isso pode ter. No Primer, aplicativo do Google (Android e iOS) com lições gratuitas de marketing digital, você também encontra uma série com três aulas para aprender como melhor proteger seus dados, senhas e evitar spams no e-mail.

No Brasil, com apoio do Google.org, braço filantrópico do Google, a SaferNet desenvolveu o curso “Educando para boas escolhas on-line“, voltado a educadores e professores prioritariamente da Educação Básica, com módulos sobre direitos e deveres na web, cyberbullying, sexualidade online, segurança digital e, por fim, bem-estar e saúde mental na internet.

Mantendo suas informações mais seguras

Ao longo das últimas décadas, trabalhamos continuamente para ajudar a manter as pessoas mais protegidas com produtos que são mais seguros por padrão, desenvolvidos com foco na privacidade e que colocam o usuário no controle dos seus próprios dados. Desenvolvemos soluções abertas que contribuem para oferecer mais segurança em toda a web.

Um exemplo disso é a Navegação segura, que funciona identificando sites não seguros na web e notificando usuários e proprietários dos sites sobre riscos, como de ataques phishing. A tecnologia está presente em diversos navegadores e beneficia aproximadamente 2 bilhões de dispositivos em todo o mundo. Hoje anunciamos que, a partir do próximo mês, usuários poderão habilitar a “Proteção reforçada” (em Chrome > Configurações > Segurança e Privacidade > Navegação segura > Proteção reforçada) para adotar o conjunto mais amplo contra ameaças na web e à sua Conta do Google.

O Dia da Internet Segura nos oferece a oportunidade de buscarmos mais informações e maneiras de estarmos mais seguros online. Por que não aproveitar a data para ficar em dia com a sua segurança online? Com a sua Conta do Google, comece pela Verificação de Segurança e o Check-up de Privacidade. Visite a nossa Central de Segurança e aproveite para conferir recursos para toda família e a nossa série de dicas de segurança no YouTube, ou ainda para conhecer o Gerenciador de senhas do Google. O Dia da Internet Segura pode acontecer uma vez por ano, mas aqui no Google queremos que você fique seguro online todos os dias.

Acompanhe mais novidades no blog do Google Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa CDI Comunicação

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OMEGA REÚNE PARQUES EÓLICOS MAIS EFICIENTES DO BRASIL

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O estado nordestino que é o maior gerador de energia eólica do Brasil, com capacidade para abastecer milhões de lares
Foto: istockphoto/divulgação

Empresa tem 7 dos 10 parques eólicos com as melhores performances do país; com destaque para unidade localizada no Piauí, que liderou o ranking

De acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica analisados pela consultoria ePowerBay no final de 2021, dos dez parques eólicos com as melhores performances em novembro, sete pertencem à Omega Energia, maior geradora brasileira de energia renovável. Em primeiro lugar ficou o Testa Branca I, com Fator de Capacidade (FC) de 81,3%, situado no Piauí e garantia física de 12,9 MW. No total, foram avaliados 776 parques em operação, com um FC de 41,7% na média geral.

Os outros parques da Omega a integrarem o ranking são Porto do Delta (77,63%), Testa Branca III (73,45%), também no Piauí; e Delta 3 VII (72,23%), Delta 3 IV (70,44%), Delta 6 I (66,94%) e Delta 5 II (65,88%), todos no Maranhão. O estudo mostra ainda que nos 12 meses anteriores houve um aumento de 18,6% na Evolução da Capacidade Instalada de todos os parques do país, o equivalente a 3,3 GW.



Para garantir a alta eficiência dos parques, a empresa investe em equipamentos de alta tecnologia associada a uma abordagem “data driven”, para aproveitar o máximo recurso energético disponível nos sites. A energia gerada nos ativos é dirigida tanto ao mercado regulado quanto ao mercado livre, auxiliando no processo de transição energética das empresas e futuramente da população em geral.

“Atualmente a única alternativa à compra de energia das distribuidoras é a instalação de geração distribuída através da instalação de painéis solares em casas e empresas. A regulação não permite que a população compare os custos da geração distribuída com fontes de geração centralizada, que são mais baratas por terem mais eficiência no aproveitamento e enormes ganhos de escala, mas já estamos nos preparando para essa mudança que virá com a abertura do mercado livre de energia”, destaca Antonio Bastos, CEO da Omega Energia.

Os investimentos da eficiência dos ativos também reforçam o compromisso da Omega com a sustentabilidade por meio da geração de energia limpa, barata e simples, além de valorizar as comunidades nas quais está inserida com projetos sociais voltados à educação e fomento da economia local, com geração de postos de trabalho.

Com informações da Assessoria de Imprensa Máquina Cohn&Wolfe

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TRANSPARÊNCIA E COLABORAÇÃO NOS INDICADORES DO RANKING CSC

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Desde sua concepção o Ranking Connected Smart Cities auxilia gestores públicos a avaliar o nível de desenvolvimento das suas cidades. É chegada a hora de expandirmos essa participação para a construção de novos indicadores.

Recapitulando rapidamente, o Ranking Connected Smart Cities foi concebido pela Necta e a Urban Systems em 2014 para ser lançado em sua primeira edição em 2015, trazendo dados e indicadores que refletissem o nível de desenvolvimento inteligente das cidades brasileiras, partindo da adaptação de pesquisas e estudos internacionais para a realidade das cidades brasileiras.

De lá para cá foram definidos os 11 eixos temáticos de análise, a relação e conexão entre os indicadores, definidas as formas de coleta dos dados, escolhida a metodologia de ponderação e análise a ser utilizada, mapeada as fontes de informações disponíveis e segmentada a forma de disposição dos resultados, neste caso, por regiões geográficas, porte de cidade e eixos temáticos.



Desenvolver um estudo, para quem envereda pelo campo acadêmico, não é tarefa fácil. Ainda mais quando este se propõe a avaliar e comparar uma amostra significativa das cidades brasileiras, 677 cidades na última edição, todas aquelas com população superior a 50 mil habitantes, que representam, é verdade, apenas 12,1% das 5.575 cidades brasileiras, mas abrangem 70% da população nacional e mais de 80% do PIB brasileiro.

Assim, de partida, o estudo se propõe a uma investigação ampla dos municípios brasileiros, diferente dos nossos estudos quando na academia, que buscam um aprofundamento em uma praça ou região específica, geralmente aquela cidade que nos acolhe ou de onde somos originários. Ainda assim, o Ranking Connected Smart Cities se propõe a avaliar um espectro amplo de indicadores e segmentos que compõem as cidades brasileiras, da mobilidade ao urbanismo, da educação à saúde, da energia à tecnologia, do empreendedorismo à economia, do meio ambiente à governança, e claro a segurança. 

A Carta Brasileira de Cidades Inteligentes pressupõe que uma das diretrizes norteadoras das cidades inteligentes é decidir com base em evidências, utilizando-se de dados e sistemas de forma responsável, transparente e compartilhada. E estes são pressupostos e valores internos ao Ranking Connected Smart Cities e aos seus correalizadores: Urban Systems e Necta. 

Em sua concepção, a responsabilidade foi fator decisivo para compreender e definir indicadores utilizados na pesquisa, assim como definir as metodologias de análise e formas de coleta. Isto porque uma vez publicados os resultados, sabíamos que o tema sensibilizaria gestores, entidade civil e claro, a imprensa, que não é somente responsável por pulverizar a divulgação, como também opinar e criticar, resultados, governos e governantes.

Com publicações anuais, o Ranking Connected Smart Cities sofreu adequações e adaptações a cada edição, oriundos das mais diversas formas de colaboração: da academia, do setor público, dos especialistas setoriais, das empresas privadas, autarquias e sociedade civil em espaços criados para esta dinâmica participativa, como os encontros regionais realizados de 2016, ou por meio de contato direto com os realizadores e a troca de experiências e informações. Fizeram parte das discussões de indicadores, diferentes organismos ao longo do tempo, dentre eles a Rede de Cidades Inteligentes e Humanas e a Spin, além do impacto positivo causado pela publicação da ISO 37.122 de indicadores para cidades inteligentes (publicada em 2019) e da sua tradução pela ABNT, a NBR 37.122 (publicada em julho de 2020).

Outro fator importante, percebido desde o início do desenvolvimento do projeto, foi a importância de expor a origem dos dados e informações coletadas, compreendendo que a transparência é a chave para o entendimento do conteúdo e mensagem disponibilizado pelo Ranking Connected Smart Cities, compartilhando a responsabilidade com gestores públicos e entidades nacionais, quanto a qualidade e veracidade dos dados disponibilizados, a partir do relatório consolidado do estudo que traz desde seu início as fontes de coleta, datas de coleta ou referência da informação e a partir dos últimos anos também o link direto para acessar estas informações.

Aliás, desde 2020 também foram criadas formas digitais de consultar o banco de dados do estudo, em 2020 em plataforma html e em 2021 em formato PowerBi, universalizando o acesso aos dados e posições no Ranking.

Então, traçado esse panorama, como ser mais colaborativo e transparente, e continuar perseguindo os objetivos traçados para o Ranking Connected Smart Cities: servir como um primeiro diagnóstico para as cidades brasileiras e auxiliá-las a galgar degraus em seu nível de desenvolvimento inteligente?

Simples. Colocando abertamente a discussão de indicadores em uma série de eventos estruturados junto a cidades, especialistas e academia, para que possamos pensar outros indicadores que possam ser incorporados no estudo e discutir fontes, formas de coleta e validação destes indicadores, sem perder o caráter responsável que carregamos por sete anos.

Assim, o evento contará com cidades, estudiosos e especialistas que compartilharão como estão lidando com o planejamento e desenvolvimento de ações no âmbito das cidades inteligentes, em cada um dos eixos apresentados. Entretanto, é imprescindível que estas ações e acompanhamento tragam a discussão de dados e indicadores utilizados para mensuração de fenômenos ou acompanhamento do sucesso das soluções implantadas, pois mais do que discussão e apresentação, precisamos ser propositivos quanto a sugestão de novos indicadores que reflitam as ações e análises já implantadas pelas diversas cidades brasileiras.

O calendário de divulgação do evento você acessa clicando aqui e você pode se inscrever para participar como debatedor preenchendo o formulário ou ser notificado dos eventos se inscrevendo no newsletter. Mas importante: ao preencher o formulário deixe um descritivo do eixo de interesse e de como você pode contribuir na discussão, para que possamos selecionar participantes que irão de forma responsável, colaborar na construção da edição 2022 do Ranking Connected Smart Cities.

Vamos nessa? Corram, porque já vai começar.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

VIAQUATRO APRESENTA IDEIAS DAS NOVAS GERAÇÕES PARA O FUTURO DA MOBILIDADE URBANA

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Em ilustrações, jovens, adolescentes e crianças revelam o que imaginam para um cenário do qual farão parte após o período pandêmico

Você já parou para pensar em como as novas gerações imaginam o futuro da mobilidade urbana após o período pandêmico? A ViaQuatro, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela, em parceria com o Mobilize Brasil, revela isso em exposição na Estação Oscar Freire.

Realizado pelo portal Mobilize Brasil em comemoração aos seus 10 anos de atividades, o II Concurso Mobilize de Ilustrações convidou jovens, adolescentes e crianças de todo o país a desenharem o que passa por suas mentes quando pensam nesse futuro. Um júri escolheu os trabalhos mais criativos, que ganharam espaço nas 17 pranchas que colorem a estação durante este mês.



“Como uma empresa de mobilidade humana, a ViaQuatro tem o compromisso de pensar o futuro da mobilidade e o papel dos mais jovens para construí-lo”, afirma Juliana Alcides, gerente de Comunicação e Sustentabilidade da concessionária. Entre as projeções, os passageiros poderão ver o protagonismo das bicicletas, das áreas verdes e do transporte público coletivo. São convites para vislumbrar o futuro ao lado das novas gerações.

Serviço

II Concurso de Ilustrações – Linha 4-Amarela

Estação Oscar Freire: até 28 de fevereiro.

Com informações da Assessoria de Imprensa LLYC

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CONECTIVIDADE NAS RODOVIAS É TEMA DO PRIMEIRO FÓRUM ITL DE INOVAÇÃO DO TRANSPORTE EM PARCERIA COM HUAWEI

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Nova tecnologia de monitoramento de estradas em Minas Gerais garante mais segurança aos usuários e qualidade das vias concessionadas do estado

Evento será realizado nesta quarta-feira, dia 9, em formato híbrido; inscrições são gratuitas

A Huawei, líder em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), e a Confederação Nacional do Transporte (CNT) se unem para debater sobre a tecnologia e o seu papel decisivo para o desenvolvimento econômico e social do país no Fórum ITL de Inovação do Transporte. “Novas tecnologias e conectividade nas rodovias brasileiras” é o tema da primeira edição do evento, que será realizado na próxima quarta, 9, em formato híbrido, com transmissão online a partir das 14h.

A Huawei participará de dois painéis no evento, que serão conduzidos por João Felipe Palma, gerente de contas para o setor de Transportes da Huawei Brasil. O primeiro, “Modernização das rodovias a serviço do setor de transporte — Caminhos para o transporte conectado”, terá a participação do secretário nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Marcello da Costa. Já o segundo, “Estrutura regulatória para adoção de novas tecnologias no setor de transporte — Oportunidades e desafios”, contará com a participação do diretor-geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres, Rafael Vitale.



Entre outras presenças confirmadas, estão: Vander Costa, presidente do Sistema CNT; Marcelo Sampaio, secretário executivo do Ministério da Infraestrutura; Natália Marcassa, secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura; Artur Coimbra, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações; Marco Aurélio Barcelos, diretor-presidente da ABCR (Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias); além dos diretores da CNT, do ITL e do SEST SENAT.

No Brasil desde 1998, a Huawei participa da modernização das rodovias brasileiras desde 2017. Para isso, desenvolveu uma solução wi-fi, denominada Hi-Waas, que vem sendo implementada com sucesso desde então. A primeira a receber a tecnologia foi a Rodovia dos Tamoios, estrada de 80 quilômetros que liga São José dos Campos, no interior de SP, ao litoral norte do Estado, em 2018.

Outras parcerias também já permitiram a implantação do Hi-Waas em rodovias, principalmente em SP. “Além de reutilizar parte da estrutura já existente, o ponto alto do Hi-Waas é que ele permite conectividade em todos os pontos de uma rodovia, inclusive quando o veículo está em movimento e alta velocidade (120km/h), proporcionado segurança ao usuário ao longo do percurso”, explica Eduardo Bueno, diretor de Transportes da Huawei Brasil. “Com esta solução sem fio, basta ter um celular conectado ao wi-fi da estrada para que o usuário possa acionar o socorro sem sair do carro e sem perder a conectividade”, completa Bueno.

Segundo Vander Costa, presidente do Sistema CNT, o objetivo do evento é apresentar questões e potenciais soluções que possam auxiliar empresas, governos e a sociedade na construção de caminhos para a implantação de rodovias inteligentes no Brasil.

“As transformações estão acontecendo, de maneira muita rápida e intensa, em todos os setores da economia. E, no transporte, isso não tem sido diferente. No Brasil, já há tecnologia para acabar com os pontos sem internet das rodovias. Hoje, você consegue colocar rede wi-fi desvinculada da telefonia pública a um custo baixíssimo. Queremos contribuir, cada vez mais, com o desenvolvimento e o crescimento da atividade transportadora no Brasil, por isso, é tão fundamental debater um tema relevante como a conectividade nas rodovias”, destaca Vander Costa, presidente do Sistema CNT.

Serviço

Fórum ITL de Inovação do Transporte – “Novas tecnologias e conectividade nas rodovias brasileiras”

Data: 9 de fevereiro, das 14h às 18h

Inscrições: Fórum ITL de Inovação do Transporte

Confira os temas dos debates:

  • 14h30 às 15h10 – Painel I: Modernização das rodovias a serviço do setor de transporte — Caminhos para o transporte conectado.
  • 15h20 às 16h00 – Painel II: Estrutura regulatória para adoção de novas tecnologias no setor de transporte — Oportunidades e desafios.
  • 16h10 às 17h00 – Painel III: Inovações nas rodovias brasileiras — O sistema de livre passagem (free flow) e a segurança nas rodovias.
  • 17h10 às 17h40 – Painel IV: Conectividade nas rodovias e o desenvolvimento humano e social.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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