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5G, O TEMA DE 2022 NAS CIDADES

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Para obter uma cobertura ideal, municípios e estados precisarão trabalhar em conjunto com as empresas, modernizando as leis que regulamentam a instalação de antenas de telefonia e permitindo a instalação de mais antenas em locais públicos. 

Em 2021, Jeff Bezos despediu-se do cargo de CEO da Amazon. Em uma carta aos 1,3  milhão de funcionários contou que, no início, há cerca de 27 anos, a pergunta que respondia com mais frequência era: “O que é a internet?”. Lembrou que há pouco mais de 15 anos respondia sobre “O que é esse tal de Orkut?” E hoje, “O que é Smart City?”, “Como funciona o 5G?” se repetem com a mesma frequência. 

Quando fazemos uma retrospectiva percebemos que o avanço da infraestrutura para telefonia móvel foi determinante para a adoção de novas tecnologias pela população. O consumidor experimentou ao longo dos anos diferentes tecnologias de acesso à internet desde a discada, as redes Banda Larga e a Internet Móvel com o CDMA (2G), GSM (3G) e WCDMA (4G). Hoje, o mundo experimenta a tecnologia 5G. 



A quinta geração da rede de internet móvel tem velocidade que chega a ser até 100 vezes maior do que o restante dos sinais. Um teste realizado pelo The Wall Street Journal mostrou que baixar uma playlist de 1 hora no Spotify demorava cerca de 7 minutos com o 3G e 20 segundos com o 4G. Com o 5G, esse tempo chega a 0,6 segundos.

Mas a grande revolução que o 5G traz vai além da alta velocidade. A baixa latência garante comunicação em tempo real: a rede 5G também possibilita comunicações sem atraso. Por exemplo, um neurocirurgião que está em Curitiba poderá realizar uma operação em tempo real em um paciente nos Estados Unidos. Novos mercados estão se abrindo por causa da tecnologia 5G, novos empregos e muitas mudanças tecnológicas em todos os segmentos. Saúde, educação, agronegócio… os equipamentos conectados na Internet das Coisas (IoT), carros autônomos e drones serão mais acessíveis e terão escala.

No entanto, a implementação da rede 5G exige uma infraestrutura complementar e/ou diferenciada da usada para o 4G. A internet 5G utiliza ondas milimétricas de alta frequência, que não alcançarão a distância das ondas de baixa frequência do 4G. Além disso, sofrerão impacto de obstáculos como paredes, prédios e torres nas cidades.  As operadoras precisarão instalar uma quantidade maior de antenas para a cobertura geográfica e, muitas vezes, precisarão de novas bases de conexão. 

Em dezembro último, estive em Natal no lançamento do Conecta 5G, projeto do Ministério das Comunicações e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial para testar antenas acopladas dentro de luminárias públicas de última geração nas cidades de Jaraguá do Sul, Ceará-Mirim, Petrolina, Araguaína e Curitiba.

É um começo para enfrentar os novos desafios para as cidades. Para obter uma cobertura ideal, municípios e estados precisarão trabalhar em conjunto com as empresas, modernizando as leis que regulamentam a instalação de antenas de telefonia e permitindo a instalação de mais antenas em locais públicos. Fabricantes e operadoras precisarão buscar opções tecnológicas para resolver questões locais para alcançar o máximo de qualidade e disponibilidade.

No leilão de 5G do Brasil, os principais lotes foram ligados às frequências de 700 MHz, 2,3 GHz e 3,5 GHz (a mais usada no mundo). Agora, todas as empresas precisam investir na implementação do 5G a partir das faixas de frequência que obtiveram, com concessão de 20 anos. As faixas de 27.5 e 27.9 GHz também estão disponíveis e serão mais usadas pelo setor produtivo e beneficiam em especial a indústria 4.0.

Apenas algumas cidades brasileiras estão aptas para a tecnologia 5G. A exigência do leilão é que as operadoras iniciem a oferta da tecnologia em todas as capitais brasileiras até o dia 31 de julho de 2022, mas depende de adequação de legislação, infraestrutura e potencial de mercado. Já para os outros municípios, a realidade do 5G deve levar mais alguns anos, o prazo para implantação em todos os municípios é 2029. Mais um desafio para as smart cities: o abismo social se agrava com o abismo digital. O ecossistema de inovação nacional precisa se unir e encontrar maneiras de promover, incentivar e investir em conectividade de última geração para todas as regiões, com atenção a privacidade, interconexão, inclusão e alfabetização digital – além da própria tecnologia. 

Então, quando nos perguntarem sobre Blockchain, Inteligência Artificial, Metaverso teremos, além de uma resposta teórica, uma resposta prática com ações e prazos para implementação em nossos municípios.

E por mais que sejam temas complexos, os países ocidentais estão um passo atrás nessa discussão. Em novembro de 2020 a China enviou ao espaço um satélite de testes para internet 6G. A expectativa é que a conexão possa estar disponível em 2030 e que a internet 6G seja até 100 vezes mais veloz do que o 5G.

Uma equipe de um laboratório na cidade de Nanjing uniu a tríplice hélice (indústria, academia e governo) para construir o primeiro sistema experimental de comunicação de transmissão 6G em tempo real a uma taxa de 360-430GHz a 3 THz, considerado o mais rápido do mundo. A tecnologia 6G vislumbra a comunicação sem fio de alta velocidade entre conjuntos de satélites, entre o céu e a Terra e veículos aéreos não tripulados.

E assim caminhamos nesses tempos – tudo acontece rápido, muda rápido e exige respostas assertivas e rápidas. Estejamos preparados.

¹ Internet ligava a linha telefônica diretamente no computador e acessava via um provedor de internet.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

PRESIDENTE DA FENINFRA DEFENDE REORGANIZAÇÃO DOS POSTES, MAS SEM CUSTOS ADICIONAIS PARA TELES

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Foto: Getty Images

Vivien Suruagy alerta para os impactos negativos da proposta da consulta pública, que passou pela Aneel e está na Anatel

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu na última semana a consulta pública sobre a regulamentação sobre o uso de postes. O tema já entrou em consulta anteriormente na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra), Vivien Mello Suruagy, defende a reorganização dos postes, mas alerta para os impactos negativos da proposta de regulamentação da Aneel. Os termos da consulta pública editada pela Aneel sugerem que as empresas de telecomunicações paguem a conta do reordenamento dos postes, com a alegação de que as redes estão desorganizadas.

“Querem atribuir a culpa desta situação de confusão nos postes ao setor de telecomunicações, numa inversão de responsabilidades. O resultado disso pode ser um grande aumento dos custos para as empresas que são regularizadas e atuam de forma correta”, diz a presidente da Feninfra.



A Feninfra, ao lado de outras entidades do setor de telecomunicações, (Abramulti, Abrint, Associação Neo, Brasil Digital, Conexis Brasil, InternetSul, Redetelsul e TelComp), lançou um documento conjunto sobre a consulta pública de regulamentação dos postes. Para Vivien Suruagy, os termos da proposta de regularização da Aneel, agra em discussão na Anatel, pode prejudicar os investimentos das empresas do setor, justamente no momento em que necessitam de recursos para investimentos, como o 5G, por exemplo.

” Evidente que é preciso um reordenamento de postes, mas os recursos devem sair do que já é pago atualmente pela ocupação de infraestrutura, sem custos adicionais. Caso contrário, os grandes investimentos que estão sendo feitos na infraestrutura podem ser impactados, afetando inclusive a conectividade”, pontua a dirigente.

Uma das questões demandadas pelo setor de telecomunicações era a figura de um operador neutro para os postes, responsável por fazer esta gestão de uso da infraestrutura. Mas da forma como está sendo proposto pela Aneel, os riscos são grandes porque não há garantia de um operador independente. Além disso, os custos de reorganização das redes recaem todos sobre o setor de telecom, enquanto para as empresas de energia cabe o papel de limpar as redes eventualmente irregulares, o que significa o poder de interromper os serviços.

A presidente da Feninfra, alerta ainda para a discussão da qualidade dos serviços no País. “A questão da ocupação dos postes está diretamente ligada com a precarização da qualidade dos serviços de implantação de infraestrutura. Afinal, há muitas empresas clandestinas atuando sem nenhum contrato formal e supervisão das companhias de energia, responsabilidade das elétricas. São empresas que não possuem mão-de-obra qualificada e regularizada e não adotam práticas corretas de engenharia e construção. A proliferação dessas empresas deve ser coibida”, ressalta Vivien Suruagy.

“A ocupação adequada dos postes é uma grande oportunidade para assegurar ao consumidor serviços de qualidade. Mas esse trabalho de planejamento e reorganização precisa ser feito sob a liderança das empresas de telecomunicações e sem subsídio cruzado entre setores”, complementa.

Ao mesmo tempo em que criticam esse modelo proposto pela Aneel, as empresas de telecom trabalham em um modelo alternativo de fiscalização dos postes, de autoregulação setorial.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ricardo Viveiros & Associados

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LELLO PRORROGA INSCRIÇÕES PARA 2ª CHAMADA DE SUA ACELERADORA DE PROJETOS

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Empreendedores, pesquisadores e startups com soluções em áreas como sustentabilidade, convívio comunitário e Fintechs, agora podem se inscrever até 28 de fevereiro

O LelloLab, o laboratório de inovação da vida em comum criado pela Lello, prorrogou até 28 de fevereiro o período de inscrições da segunda chamada de sua aceleradora de projetos e ideias inovadoras. A iniciativa vai impulsionar empreendedores, pesquisadores e startups por meio de mentorias, aproximação com investidores e a oportunidade de implementar os projetos no ecossistema de mais de três mil condomínios e milhares de imóveis administrados pela Lello.

Na primeira edição do programa, entre os 128 inscritos, o LelloLab selecionou e acelerou 12 projetos durante um período de 3 a 6 meses — 83% deles já desdobraram suas iniciativas no ecossistema do Grupo Lello, tanto nos condomínios e nos imóveis, como na própria empresa.



“Ficamos muito felizes com os resultados da primeira edição. Tivemos números expressivos e pudemos contribuir de forma efetiva com o crescimento dos projetos que aceleramos. Para a segunda rodada, queremos dar novas oportunidades a todos aqueles com boas ideias inovadoras, aprimorando o processo que já conta com mais de 70 mentores e mantendo o alto nível de implementação das soluções”, diz Filipe Cassapo, diretor do LelloLab.

O processo de inscrição é simples, sem burocracia, e aberto a todos, independentemente da maturidade da sua ideia. Interessados podem se inscrever por meio do site do LelloLab, até 28/02: link para inscrição.

Com informações da Assessoria de Imprensa Loures

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INSCRIÇÕES PARA O 1º PRÊMIO SERPRO DE PRIVACIDADE E PROTEÇÃO DE DADOS SÃO PRORROGADAS

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Interessados têm até o dia 13 de março para se inscrever e concorrer a um valor total de R$ 60 mil em premiação

A 1ª edição do Prêmio Serpro de Privacidade e Proteção de Dados está com as inscrições abertas agora até o dia 13 de março deste ano. A iniciativa que tem como objetivo fortalecer a proteção e privacidade de dados pessoais teve o prazo inicial do dia 16 de fevereiro prorrogado e vai premiar os participantes com um total de R$ 60 mil. A participação no evento é gratuita e aberta para todo o público, a partir de 18 anos de idade.

Além de concorrer a prêmios em dinheiro, os participantes poderão escolher em qual das quatro categorias disponíveis participar com seu trabalho. As categorias oferecidas são: solução digital, setor público, setor privado e iniciativa individual. Os três melhores trabalhos, de cada categoria, serão premiados com R$ 7, R$ 5 e R$ 3 mil. Os vencedores serão anunciados no dia 12 de abril e os prêmios serão entregues no dia 28 de abril.



Categorias disponíveis

O Prêmio Serpro de Privacidade e Proteção de Dados disponibiliza quatro categorias e os trabalhos serão analisados por uma comissão especializada em privacidade e proteção de dados.

As categorias disponíveis são: Solução Digital, que agrega trabalhos voltados a soluções digitais, softwares, aplicações web ou mobile.

Setor Público, que é voltado à implementação de estratégias de liderança relacionadas à proteção e privacidade de dados no campo de entidades públicas brasileiras. Já a categoria Setor Privado tem como finalidade atuar na estratégia de governança em relação à proteção e privacidade de dados de entidades privadas, com sede no Brasil.

A categoria iniciativa individual, que também está na lista dos trabalhos esperados, foca na implementação de liderança do indivíduo, que tenha demonstrado a capacidade de promover mudanças organizacionais voltadas à conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Trabalhos selecionados

A Comissão Julgadora do Prêmio Serpro de Privacidade e Proteção de Dados alerta para a necessidade de seguir todas as orientações do edital. Para concorrer aos prêmios, os trabalhos devem ser iniciativas já realizadas e enviadas nos formatos solicitados, além de serem relacionados ao tema proteção de dados.

Leia a íntegra do edital 

Com informações da Assessoria de Imprensa Serpro

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PREFEITURA DE CARUARU (PE) REALIZA LEILÃO PARA PPP DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA NA B3

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Rede 5G

Consórcio Luz de Caruaru venceu o leilão com um deságio de 66,21%, um recorde em leilões de iluminação pública na B3

Foi realizado hoje, na B3, o leilão promovido pela Prefeitura de Caruaru (PE), com apoio do Banco Nacional de Desenvolvido Econômico e Social (BNDES), para a PPP na modalidade concessão administrativa de serviços de iluminação pública do município.

A oferta vencedora de R$ 388 mil foi feita pelo Consórcio Luz de Caruaru, representado pela corretora Itaú, o que significa um deságio de 66,21% do valor proposto no edital. Esse deságio representa um recorde nos leilões de iluminação pública realizados na B3. O recorde anterior era de 64,16%, deságio alcançado no leilão da cidade de Santa Luzia (MG), em julho do ano passado.



O leilão teve como objetivo a seleção da proposta mais vantajosa, com critério de menor valor da contraprestação mensal, para a celebração de contrato de concessão dos serviços de iluminação pública, incluindo a implantação, instalação, recuperação, modernização, melhoramento, eficientização, expansão, operação e a manutenção da rede de iluminação municipal.

A concessão, que terá duração de 20 anos, também irá implantar LED em 100% dos pontos de iluminação do município. Os investimentos previstos chegam a aproximadamente R$ 270 milhões.

“Vamos promover modernização, inteligência, eficiência e tecnologias para nosso parque de iluminação, tanto para a zona urbana quanto para a zona rural de Caruaru. Conseguiremos reduzir custos, gerar economia significativa para os cofres públicos e impactar positivamente em diversas áreas, como de segurança pública, melhorando a qualidade de vida da população”, afirmou a prefeita Raquel Lyra.

“A sessão pública é um importante marco para o projeto não apenas porque irá definir a proposta vencedora, mas, principalmente, porque irá definir o futuro responsável pela realização de investimentos para a modernização do parque de iluminação municipal. Iluminação pública de qualidade é fundamental para a o bem-estar tanto da população local como das demais pessoas que circulam nas áreas comuns do município”, disse Guilherme Peixoto, superintendente de Processos Licitatórios da B3.

Clique aqui e assista ao vídeo do leilão.

Com informações da Assessoria de Imprensa da B3

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GOOGLE FOR STARTUPS BRASIL ANUNCIA R$8,5 MILHÕES PARA NOVOS INVESTIMENTOS EM STARTUPS FUNDADAS E LIDERADAS POR PESSOAS NEGRAS

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O Black Founders Fund já investiu R$5 milhões em 33 startups; novo recurso será destinado a empresas em estágio pre-seed e seed ao longo de cerca de 18 meses

O Google for Startups Brasil anuncia nesta quinta-feira (17) R$8,5 milhões para o Black Founders Fund, iniciativa que investe recursos financeiros, sem qualquer participação societária, em startups fundadas e lideradas por negros no Brasil. Lançado em setembro de 2020, o fundo já investiu R$5 milhões em 33 startups, e agora, durante cerca de 18 meses, irá investir o novo valor adicional em empresas que estejam buscando investimentos em estágio pre-seed e seed.

“O ecossistema de inovação brasileiro evoluiu em diversos aspectos nos últimos anos, inclusive quando o assunto é diversidade. Desde 2020, vimos as startups investidas pelo Black Founders Fund darem passos firmes em direção ao crescimento. Exemplo disso é que 85% das startups do fundo cresceram suas equipes após entrada no programa, gerando 170 novos empregos. É gratificante poder investir em novas startups e colaborar com mais empreendedores nos próximos anos”, celebra André Barrence, Diretor do Google for Startups na América Latina.



O Google for Startups também divulgou outras quatro startups investidas como parte da  iniciativa: Octa, Unmaze, UX Para Minas Pretas, Yoobe. “As startups nos mostraram que estão prontas para dar o seu próximo passo de crescimento e queremos apoiá-las nesta trajetória”, explica Barrence.

Para se candidatarem para os novos aportes do Black Founders Fund, as startups devem, além de buscar uma rodada de investimento pre-seed ou seed para financiar o próximo estágio de desenvolvimento, oferecer uma solução criada com base em tecnologia e já ter um negócio em operação, ou seja, já ter um produto lançado com alguns usuários e possíveis clientes. Os empreendedores também precisam indicar como planejam usar o recurso. As inscrições permanecem abertas por meio do formulário no site da iniciativa.

As empresas ainda receberão créditos em produtos do Google e terão à disposição uma rede de mentores para ajudar a endereçar seus desafios. Além disso, poderão ser selecionadas para participar dos outros programas realizados pelo Google for Startups no Brasil, como Growth Academy e Google for Startups Accelerator.

A iniciativa conta ainda com duas instituições colaboradoras, o Vale do Dendê e a Preta Hub, que seguem indicando empresas que acreditam terem potencial e preparo para receber o capital. Essas instituições também têm atuado ao lado do Google for Startups para oferecer sessões de treinamento para mentores e realizar fóruns sobre diversidade racial para engajar líderes e players importantes da indústria de tecnologia. Mais informações sobre o fundo podem ser encontradas aqui.

Conheça as novas empresas selecionadas:

Octa: Empresa que transforma a cadeia automotiva em economia circular, por meio de soluções digitais que visam profissionalizar o setor de desmontagem veicular facilitando a reciclagem e o acesso a peças usadas de pessoas e empresas.

UnmazePlataforma online de ensino de inglês que conecta alunos e professores.

UX Para Minas Pretas: Iniciativa para facilitar o acesso de mulheres negras em UX Design, estimular a empregabilidade e promover o compartilhamento de conhecimento e articulação em rede.

Yoobe: A Yoobe é uma plataforma que automatiza todo o processo de criação, produção, logística e entrega de produtos que promovem a cultura corporativa, engajando e conectando times, parceiros e clientes.

“Essas foram as últimas startups selecionadas durante os primeiros 18 meses do Black Founders Fund. Com os novos investimentos seguimos firmes no nosso compromisso de colaborar para ampliar a diversidade racial entre as startups brasileiras.”, completa André Barrence.

Para mais informações sobre a iniciativa, acesse http://goo.gle/blackfoundersfundbrasil

Com informações da Assessoria de Imprensa Google for Startups 2022

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AWS EXPANDE INFRAESTRUTURA DE NUVEM NO BRASIL COM NOVA LOCAL ZONE NO RIO DE JANEIRO

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A nova AWS Local Zone fornecerá latência de menos de 10 milissegundos no edge da nuvem

A AWS Local Zone no Brasil se junta a 16 Local Zones existentes nos Estados Unidos e a mais 30 planejadas para serem lançadas em 26 países ao redor do mundo, atingindo centenas de milhões de usuários finais

A Amazon Web Services, Inc. (AWS), uma empresa Amazom . com, anunciou hoje planos para lançar uma nova Local Zone no Rio de Janeiro. Esta Local Zone irá complementar a infraestrutura existente no Brasil, incluindo a Região AWS de São Paulo e pontos de presença (edge locations) no Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza, no Ceará.

AWS Local Zone é um tipo de implementação de infraestrutura que coloca a computação, o armazenamento, a base de dados e outros serviços na borda da nuvem, perto de grandes centros populacionais, industriais e de tecnologia da informação (TI), permitindo aos clientes implementar aplicações que requerem uma latência de menos de 10 milissegundos em um local mais próximo dos usuários finais ou dos data centers locais. A AWS Local Zone permite aos clientes utilizar localmente alguns dos principais serviços AWS enquanto se conectam sem problemas ao resto das suas cargas de trabalho em execução na Região AWS, com a mesma elasticidade, modelo pay-as-you-go, interfaces de programação de aplicações (APIs) e conjuntos de ferramentas. Para saber mais sobre as AWS Local Zones, visite o site.



A maioria dos clientes obtém a latência necessária para o desempenho das suas aplicações executando-as na Região AWS. No entanto, para aplicações que requerem uma latência ultrabaixa, os clientes necessitam infraestrutura mais próxima dos seus usuários finais ou data centers locais para suportar uma experiência ininterrupta. O novo AWS Local Zone do Rio de Janeiro dará aos clientes a capacidade de oferecer aos usuários finais um desempenho de milissegundo de um dígito concebido para se adequar a aplicações tais como jogos remotos em tempo real, criação de conteúdos multimídia e de entretenimento, streaming de vídeo ao vivo, simulações de engenharia, realidade aumentada e virtual, inferência de machine learning no edge, e muito mais.

A AWS gerencia as Local Zones, o que significa que os clientes não precisam ter despesas e esforços de aquisição, operação e manutenção de infraestruturas no Rio de Janeiro para executar aplicações de baixa latência. Os clientes podem se conectar à Local Zone através da Internet ou utilizar o AWS Direct Connect – um serviço de nuvem que liga a rede de uma organização diretamente à AWS para proporcionar um desempenho consistente, seguro e de baixa latência – para rotear o tráfego por meio de uma conexão de rede privada da AWS.

A nova Local Zone da AWS no Brasil se junta às 16 existentes nos Estados Unidos e a mais 30 planejadas para serem lançadas em 26 países em todo o mundo a partir de 2022, fornecendo um desempenho de um dígito de milissegundo de latência a centenas de milhões de pessoas.

“Sabemos que a velocidade de entrega de aplicativos com latência ultrabaixa e uma experiência de usuário perfeita são importantes em todos os negócios e setores, por isso estamos empolgados em trazer a nuvem para mais clientes no Brasil e ajudar a atender a essa demanda. As AWS Local Zones capacitarão mais organizações públicas e privadas, startups inovadoras e parceiros da AWS a fornecer uma nova geração de aplicativos de ponta e baixa latência aos usuários finais, aproveitando a economia de custos, escalabilidade e alta disponibilidade que a AWS oferece”, afirma Cléber Morais, diretor geral para o Setor Corporativo da AWS no Brasil.

“A instalação da AWS Local Zones no Rio de Janeiro é uma continuação de nosso investimento para oferecer suporte a clientes de todos os tipos e do compromisso de acelerar a inovação, levando a infraestrutura de nuvem para mais locais no Brasil”, completa Paulo Cunha, diretor de Vendas para o Setor Público da AWS no Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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TELEMEDICINA SE CONSOLIDA NA REDE PÚBLICA DE SAÚDE E BENEFICIA MORADORES DE COTIA

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Cidade implementou o sistema no início da pandemia e viabilizou mais de 55 mil atendimentos 

O município de Cotia entrou para a vanguarda ao implementar um sistema de Telemedicina em abril de 2020, logo após a sanção da Lei Nº 13.989/20, que autorizou a prática da Telemedicina no país durante a pandemia. Desde então, os mais de 249 mil moradores da cidade podem contar com o serviço para realização de consultas, diagnósticos e monitoramentos à distância. Até dezembro de 2021, foram realizados 55.841 teleatendimentos.

Além de reduzir a exposição aos vírus da Covid-19, a tecnologia ajuda a desafogar a rotina do Sistema Único de Saúde (SUS), pois permite que o tempo de espera por atendimentos de especialistas seja menor. Isso porque a estrutura mantém 5 profissionais no backoffice, que são responsáveis pela triagem, otimizando o tempo dos 18 médicos especialistas, que têm a atenção totalmente voltada ao atendimento.



Atualmente, Cotia utiliza o sistema Saúde Simples, que inclui o serviço de Telesaúde para as seguintes especialidades: oftalmologista, cirurgião vascular, otorrinolaringologista, neurologista, endocrinologista e metabologista, dermatologista, reumatologista e pneumologista.

Durante a pandemia, a solução foi essencial para garantir o necessário atendimento médico mesmo em meio ao isolamento, e evitar aglomerações e contato entre médicos e pacientes. Agora, passado o período mais crítico de isolamento, os números mostram que a ferramenta já está consolidada para além da pandemia. Nos últimos 6 meses de 2021, foram cerca de 8.070 atendimentos realizados, número que indica uma continuidade na procura pelas consultas remotas. Além disso, houve uma significativa redução nos níveis de consultas desmarcadas ou canceladas por não comparecimento. Nos primeiros meses da implantação – abril e maio de 2020 – 1.333 consultas foram desmarcadas. Já em novembro e dezembro de 2021, foram apenas 524 desmarcações, uma redução de 155%.

“O futuro da saúde aponta para um modelo híbrido de atendimento ao munícipe, possibilitando a sinergia do atendimento na forma presencial e/ou on-line, conforme a possibilidade do tipo de atendimento, ampliando a eficácia, reduzindo custos, facilitando a tomada de decisões, a melhoria na gestão e a viabilidade de mais investimentos na saúde”, diz Amaury Cunha Carvalho, diretor da OM30, empresa especializada em desenvolvimento de sistemas para atender as necessidades das prefeituras.

Ainda segundo Amaury, o avanço da tecnologia na saúde pública clama pelo olhar estratégico dos gestores municipais — secretários de saúde e prefeitos — que deve ser direcionado para a possibilidade de ajudar a salvar vidas através da ampliação de modernas formas de atendimento e inovação.

“Os recursos tecnológicos, se usados como aliados à saúde, permitem reduzir custos operacionais das prefeituras e ainda garantem um maior controle gerencial, sendo assim extremamente vantajosos. As funcionalidades disponíveis ultrapassam o agendamento, confirmação, cancelamento e a realização de atendimentos via videochamada ou chat, mas tornam possível gerir equipes, estoques e farmácias; possibilitam a redução do tempo de espera do paciente; otimizam e ampliam retorno em processos de faturamento; centralizam informações como o prontuário eletrônico; possibilitam a prescrição de receitas com a segurança da certificação digital; armazenar dados; entre outras funções”, finaliza.

Para o prefeito de Cotia, Rogério Franco, a parceria com a OM30 consolidou um novo modelo de atendimento que se mostrou uma alternativa viável para o serviço público. “A pandemia obrigou o poder público a lançar mão de tecnologias e ferramentas que, até então, estavam à frente do serviço público. Em Cotia, a telemedicina é uma feliz realidade que se mostrou viável e que foi um divisor de águas, especialmente por garantir a continuidade do atendimento médico em segurança durante a pandemia”, disse Franco. “E o impacto na redução do absenteísmo foi fantástico”, comemorou o prefeito.

Com informações da Assessoria de Imprensa Approach Comunicação

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COLEÇÃO EXPLICA COMO PREFEITURAS PODEM FORTALECER AGROECOLOGIA

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Mapa mostra que Brasil tem boas ideias para enfrentar a crise climática
Foto: istockphoto/divulgação

Poder público e população podem contar com publicações que explicam processo de elaboração, implementação e monitoramento de políticas para apoio à produção agroecológica de alimentos pela agricultura familiar

O fortalecimento da produção agroecológica nos municípios brasileiros ganhou um aliado com a publicação da coleção de cadernos da iniciativa ‘Agroecologia nos Municípios’, lançada esta semana em formato impresso e digital pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA).

Organizada em quatro volumes, a coleção reúne informações e orientações para que agentes do poder público e da sociedade civil promovam, em conjunto, a adoção e ampliação de políticas públicas de apoio à agricultura familiar local, produtora de alimentos agroecológicos.



Clique para acessar a coleção completa.

“Existem muitas soluções agroecológicas, políticas de futuro, nas cidades brasileiras que devem ser ampliadas e multiplicadas para que possamos fortalecer a agricultura familiar e contribuir para a redução da insegurança alimentar e nutricional, especialmente de populações em situação de vulnerabilidade”, explica Flavia Londres, secretária executiva da ANA.

Realizada pela ANA em parceria com redes estaduais e territoriais de agroecologia, a iniciativa ‘Agroecologia nos Municípios’ atua em 38 cidades dos 26 estados, estimulando a mobilização das organizações locais e fortalecendo suas ações em defesa da implementação e ampliação de políticas públicas de apoio à agricultura familiar de base agroecológica.

Entre as formas de atuação ao alcance das prefeituras municipais estão a compra pública de produtos da agricultura familiar para programas de assistência social e alimentação escolar, o suporte à comercialização e o desenvolvimento de políticas, programas, projetos e leis municipais de promoção da segurança alimentar e nutricional e de fortalecimento da agroecologia.

Organizados com informações, facilitações gráficas e orientações detalhadas para garantir a implantação de mais ‘políticas de futuro’ nos municípios, os cadernos abordam os seguintes temas: Estado e Políticas Públicas, Incidência política e participação social e popular, Orçamento público e sua relação com as políticas públicas e Acesso à informação e direito à comunicação.

“Nós acreditamos que a participação popular é fundamental para a construção de políticas públicas com perspectivas agroecológicas, pois muitas vezes elas partem tanto de experiências e práticas dos movimentos populares e da sociedade civil organizada quanto de suas necessidades e demandas. Mais do que nunca, afirmamos que, sem democracia, não há agroecologia”, diz Sarah Luiza Moreira, integrante do GT Mulheres da ANA e da equipe nacional da iniciativa Agroecologia nos Municípios.

Mapeamento inédito

A iniciativa Agroecologia nos Municípios é um desdobramento da ação desenvolvida pela ANA em 2020, com foco na identificação e mapeamento de políticas públicas municipais com potencial de fortalecimento da agroecologia nas cinco regiões brasileiras. Como resultado desse levantamento, foi desenvolvido um mapa virtual de localização e descrição das iniciativas identificadas.

O mapa online ‘Municípios Agroecológicos’ reúne mais de 700 políticas públicas municipais de incentivo à agroecologia, agricultura familiar e segurança alimentar e nutricional da população brasileira. O mapa é resultado de levantamento inédito que busca dar visibilidade às soluções encontradas nos municípios onde foram implantadas políticas públicas, ações, programas e legislações que estimulam e promovem a produção e distribuição de alimentos saudáveis, em nível local e regional.

Distribuídas em 520 municípios de todos os estados e biomas, as iniciativas mostram que gestores e legisladores municipais podem realizar ações concretas para promover a segurança alimentar de seus cidadãos, reduzindo o impacto da alta dos preços dos alimentos e combatendo a escalada da fome, em nível local.

Saiba mais em www.agroecologia.org.br

Com informações da Assessoria de Imprensa Articulação Nacional de Agroecologia (ANA)

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O PARALELO ENTRE A MOBILIDADE URBANA E O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS

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No que se refere à mobilidade urbana, qual teria sido o impacto dessa variação nos preços da gasolina no fluxo de veículos nas cidades brasileiras?

O alto preço dos combustíveis ganhou espaço nos noticiários nos últimos meses e virou uma questão de disputa política. As trocas de acusações entre o governo federal e os estaduais sobre a “culpa” dos seguidos aumentos fizeram com que o legislativo buscasse alternativas para a chamada crise dos combustíveis. Não é por acaso que existem duas PECs (Proposta de Emenda à Constituição) com sugestões para reduzir o preço dos combustíveis em curto prazo. Desconsiderando que o valor do barril de petróleo no mercado internacional esteja quase chegando aos patamares de cem dólares novamente e o real tenha se desvalorizado em relação ao dólar.

No que se refere à mobilidade urbana, qual teria sido o impacto dessa variação nos preços da gasolina no fluxo de veículos nas cidades brasileiras? Não se pretende com essa reflexão estabelecer uma relação direta de causa e efeito, o que demandaria um estudo com rigor científico que não foi observado nesse caso. A reflexão aqui apresentada foi feita com base na observação do comportamento do fluxo de veículos em relação ao preço da gasolina para Belo Horizonte. Para isso, foi feita uma avaliação dos dados de circulação veicular, gentilmente cedidos pela BHTrans, e as pesquisas de preço de gasolina da ANP.



Como marco temporal e parâmetro de comparação, adotou-se a média diária do fluxo de veículos registrada na semana que é considerada como o início da pandemia no Brasil, ou seja, entre os dias 8 e 14 de março de 2020.  Nessa época, o litro da gasolina comum em Belo Horizonte custava em média R$ 3,89.

O final de março e todo o mês de abril de 2020 foi o período em que ocorreram as medidas sanitárias mais restritivas em todo o país. Foi nesse período, entre os dias 22 e 26 de março de 2020, que se registrou a maior queda de circulação de veículos. As medições indicaram que o fluxo apresentou uma redução de 55%, com relação ao período anterior à pandemia. Nesse mesmo período, o litro da gasolina chegou a custar em média R$ 4,60 representando um aumento de 18% com relação ao início do mês de março daquele ano. Entretanto, a redução no fluxo de veículos está mais associada às medidas restritivas de circulação do que ao preço dos combustíveis.

Entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro de 2020 o fluxo médio de veículos em Belo Horizonte atingiria o mesmo patamar verificado no período pré-pandemia. Nessa época, a gasolina custava em média R$ 4,50, preço 15% maior do que o registrado no início de março de 2020.

Durante o segundo semestre de 2021, o fluxo de veículos esteve na casa dos 80% da média pré-pandemia. Ainda que tenha ocorrido uma redução de atividades econômicas por causa da pandemia, a circulação de veículos se manteve estável. Nessa época, o litro da gasolina que era comercializado a R$ 4,68 em janeiro atingiu R$ 5,77. Além de um aumento de 23% de janeiro a junho, verificou-se um crescimento de 48% com relação a março de 2020. Ou seja, mesmo com quase 50% de aumento e com restrições de circulação similares às do início da pandemia, a circulação de veículos já mostrava fôlego de recuperação dos níveis de março de 2020.

Se o preço do combustível já era considerado elevado no primeiro semestre de 2021, durante os meses de julho a dezembro uma sequência de altas colocou o litro da gasolina na casa dos sete reais pela primeira vez. E foi durante esses meses, em que os preços acumularam um reajuste da ordem de 80% com relação aos preços de março de 2020, que a circulação praticamente voltou aos níveis pré-pandemia atingindo picos de 107% em dezembro passado.

Assim, tem-se um indicativo de que os usuários de veículos em Belo Horizonte, e talvez por todo o Brasil, estariam dispostos a pagar mais caro para continuar circulando. O esperado efeito de redução de circulação por aumento de custos do combustível não se concretizou. Portanto, ao invés de propor uma simples redução de impostos para conter o preço dos combustíveis de forma artificial, o legislativo poderia propor uma política pública de investimento e custeio dos serviços de transporte coletivos. Dessa forma a renúncia de receita poderia resultar em mais benefícios para os menos favorecidos que dependem do transporte público e sofrem grandes impactos da inflação dos combustíveis.

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