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CIDADES INTELIGENTES USAM RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA O BEM-ESTAR DOS CIDADÃOS

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A tecnologia tem sido cada vez mais usada para melhorar a qualidade de vida das pessoas, seja nas empresas, nas residências ou em grandes metrópoles, o que contribui para o crescimento das chamadas “cidades inteligentes”. Esses espaços precisam lidar com o aumento populacional e ao mesmo tempo garantir maior conectividade para os cidadãos, otimizar a circulação de veículos, usar o tráfego de dados para entendimento das tendências da população, interligar sistemas em diversas áreas como na saúde, aprimorar sistemas de iluminação pública e de segurança.

Entre as cidades brasileiras mais tecnológicas se destaca São Paulo, com mais de 12 milhões de habitantes, que no ano passado foi eleita pela segunda vez consecutiva a cidade mais inteligente do país pelo Ranking Geral do Connected Smart Cities, seguida de Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Brasília (DF) e Vitória (ES). A pesquisa também revelou que a banda larga da capital paulista tem velocidade média de 93,7 Mbps e 99,8% da população tem cobertura 4G. A densidade da banda larga é de 88,6 para cada 100 domicílios.



No interior de São Paulo está Tarumã, que recentemente instalou 120 Access Point da Zyxel, empresa especializada em soluções de conectividade e redes corporativas, com o objetivo de facilitar o compartilhamento de dados entre as instituições municipais.

“A estrutura de rede é pilar fundamental para que as grandes cidades se desenvolvam e as soluções usadas em Tarumã têm um dos melhores custos-benefícios do mercado e trouxeram inúmeras facilidades para a gestão pública”, afirma Giovani Pacifico, diretor de produtos e vendas da Zyxel Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa InLov

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CONHEÇA 5 BENEFÍCIOS DE INVESTIR EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

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É cada vez mais importante saber como desenvolver um negócio de maneira eficiente sem que isso afete produção, rendimento e dinâmica de espaço

A busca por otimizar o consumo de energia e minimizar os impactos ambientais está crescendo no Brasil e alcançando todos os setores, inclusive os de bens e serviços. Diante desse cenário, os gestores têm buscado maneiras de potencializar a eficiência energética em diversos setores.

Viviane Cabral, CEO da Zinng, primeira fintech de energia do Brasil, explica que eficiência energética é considerar o uso racional pensando em uma distribuição eficaz. “Uma boa relação entre a quantidade de energia disponível para o desempenho e o que de fato é utilizado para a realização do trabalho reflete diretamente na gestão de qualquer negócio. Faz parte desse processo potencializar de forma consciente o uso dos recursos naturais, pesquisar por fontes de energia limpa e adequar seu espaço com ferramentas eficientes”, explica.



Na prática, a eficiência energética tem como objetivo principal maximizar o desempenho da operação ao mesmo tempo que reduz custos. Com isso, é possível alcançar os melhores resultados de maneira mais inteligente, aproveitando corretamente os recursos disponíveis.

Falando, especificamente, das indústrias, de acordo com do CNI, a indústria brasileira responde por cerca de 41% de consumo de energia elétrica do Brasil. Por sua vez, aspectos como motores elétricos, sistemas de refrigeração, ar comprimido e de iluminação são responsáveis por mais de 50% dos custos em energia no setor. Além disso, 67% das indústrias que utilizam eletricidade acabam tendo prejuízos com falhas no fornecimento e 57% das empresas estão buscando maneiras de otimizar os gastos com energia.

“Investir no desenvolvimento das indústrias inclui pensar em maneiras de controlar os gastos e alcançar as metas, sem diminuir a produção ou o bem-estar dos trabalhadores. Distribuindo de maneira inteligente a energia que chega até a fábrica, por exemplo, com bons equipamentos, modernos, regulados e que façam parte do grupo de produtos eficientes pelo selo do Inmetro, a empresa estará no caminho certo para se tornar uma companhia energeticamente eficiente. Nesse caso, toda a rede de eletrônicos ligados à uma fonte, executará o trabalho consumindo menos energia, não sobrecarregando o sistema e sem causar desperdícios. Adotar um plano de eficiência energética pode garantir, ainda, um bom controle das despesas e, com ele, é possível enxergar onde se concentra o maior consumo da sua empresa”, relata Viviane Cabral.

Além dos benefícios citados pela CEO da Zinng, outras vantagens que a eficiência energética nas indústrias pode trazer para as fábricas são:

Minimiza o impacto ambiental

Como citado, um dos principais objetivos da eficiência energética é tornar o consumo de eletricidade mais consciente, desse modo, minimizando o uso desses recursos.

Com isso, reduz os impactos ao meio ambiente, visto que a produção de energia no país ocorre, majoritariamente, por meio de hidrelétricas. Por sua vez, essas fontes de geração de energia necessitam de áreas extensas e vasta utilização de recursos naturais.

Valoriza a imagem do negócio

Elencando o tópico anterior, ao se atentar a assuntos que possuem alta preocupação da sociedade atual, as indústrias passam a corresponder às expectativas do público. Com isso, a imagem do negócio é ainda mais valorizada e o relacionamento com fornecedores, clientes, possíveis consumidores e outros negociadores é fortalecido.

Diminui perdas nas instalações elétricas

Outro ganho da eficiência energética nas indústrias é a diminuição de perdas nas instalações elétricas, equipamentos e sistemas atrelados. Isso ocorre porque todo o gerenciamento desses aspectos é mais assertivo, assim as manutenções são empregadas da maneira correta, respeitando processos e periodicidade. Desse modo, minimizam-se os riscos de paradas abruptas que prejudiquem a operação ou erros que afetem o funcionamento desses ativos.

Reduz despesas operacionais

As indústrias conseguem alcançar redução significativa das despesas operacionais, tanto com a conta de energia em si, quanto com a manutenção de todo o espaço. Além disso, os custos que envolvem a mão de obra também são otimizados, isso porque os colaboradores estão mais preparados para lidarem com essas iniciativas e todo o espaço é mais seguro, diminuindo os riscos de acidentes ou desperdícios.

Ao mesmo tempo que é possível diminuir o valor da sua fatura, essas mudanças interferem de maneira positiva na geração de energia, diminuindo o intenso uso dos recursos naturais, além de auxiliar na diminuição da emissão de CO2, por exemplo.

É um caminho que estimula mudanças ainda mais efetivas, como a procura por fontes de energia limpa e menos agressivas, que já é um movimento comum.

“Colocar em prática essas medidas, tornou a busca por eficiência energética mais um recurso em prol do desenvolvimento sustentável”, finaliza Viviane Cabral.

Com informações da Assessoria de Imprensa MGAPress

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BRASILEIROS ESTÃO DISPOSTOS A PAGAR MAIS POR IMÓVEIS SUSTENTÁVEIS, REVELA PESQUISA ABRAINC-BRAIN

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cidades sustentável
Foto: Green4T

Levantamento mostra interesses por itens como energia solar e reaproveitamento de água de chuva

A sustentabilidade é um tema que entrou de vez na vida das pessoas que estão em busca de um imóvel para morar ou investir. Um levantamento inédito da ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) e da Brain Inteligência Estratégica revelou que 66% dos entrevistados consideram como importante e estariam dispostos a pagar mais pela energia solar no imóvel. Além disso, outro ponto destacado por 57% das pessoas é o fato de preferirem espaços arejados e integrados com a natureza. Dos respondentes, 56% relataram, ainda, que estariam dispostos a pagar mais por um imóvel com tecnologia para reutilização de água de chuva. O levantamento ouviu 14 mil brasileiros em 2021, dentre eles, 850 pessoas que compraram imóveis no último ano. Os dados foram apresentados nesta terça-feira, 22/2, durante o webinar Preferência do Cliente na Jornada de Compra do Imóvel.

Luiz França, presidente da ABRAINC, avalia que o consumidor está mais atento com as boas práticas voltadas à redução do impacto ambiental em todos os setores e valorizará cada vez mais esse tipo de opção no momento de escolher a moradia. “O uso de novas tecnologias na construção — que incorporam o uso de itens com maior eficiência e menor uso de recursos naturais -, e práticas voltadas à sustentabilidade, como utilização da energia solar e reaproveitamento da água, já fazem parte da realidade das incorporadoras, que buscam oferecer produtos para atender os mais variados tipos de demandas dos clientes”, ressalta o executivo.



O estudo revelou outros critérios importantes para o consumidor, que impactam na decisão de compra do imóvel. Dos respondentes, 71% disseram que estariam dispostos a pagar mais para morar perto do trabalho, assim como a proximidade de supermercados (83%) e farmácias (59%) também foi apontada como opção considerada no momento da escolha. Do total de entrevistados, 80% também acham que a compra influencia na qualidade de vida.

Os dados também mostram que o preço médio das propriedades compradas por brasileiros é de pouco mais de R$ 240 mil e que apenas 31% dos entrevistados conseguem adquirir sua moradia com preços superiores a R$ 250 mil, e, quando o fazem, são, na maioria, compradores com renda salarial acima de R$ 16,5 mil.

Experiência digital

A pesquisa aponta, ainda, que 50% das pessoas compram imóveis diretamente por imobiliárias e apenas 16% adquirem com proprietários. E, nas capitais, 51% dos compradores optam por apartamentos, mas esse número cai para 34% quando quem efetua a compra está em cidades no interior. Além disso, 70% dos brasileiros compraram um imóvel para sua própria moradia e apenas 29% como investimentos, enquanto 1% adquirem para seus filhos ou parentes.

O levantamento mostra, ainda, que 73% dos compradores levam, em média, 6 meses para finalizar o negócio com o vendedor. “Esse senso comum parece cada vez mais equivocado, e a pesquisa demonstrou que esse período está diminuindo cada vez mais graças às tecnologias usadas por incorporadoras e imobiliárias. O cliente busca mais agilidade, praticidade e novas experiências no processo de compra”, ressaltou Fábio Tadeu Araújo, sócio-diretor da Brain.

Com informações da Assessoria de Imprensa FBS Comunicação

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EXPO FAVELA: EVENTO QUE CONECTA EMPREENDEDORES DA FAVELA E ASFALTO ACONTECE NO WTC EM SÃO PAULO

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Crédito Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva

O encontro será realizado entre os dias 15, 16 e 17 de abril com mais de 30h de duração prometendo promover muitas oportunidades de negócios

Celso Athayde, CEO da Favela Holding – conjunto de empresas que tem como objetivo central o desenvolvimento de favelas e de seus moradores; lança a primeira edição da Expo Favela – evento que será a ponte de oportunidades entre empreendedores das favelas e investidores. O encontro acontece nos dias 15, 16 e 17 de abril, no World Trade Center – mais conhecido como WTC, com palestras, workshops, exposições, rodadas de negócios, apresentação de startups, mentorias, debates, cursos, shows, filmes, desfiles e muito mais.

O evento será aberto com a divulgação da pesquisa inédita realizada pelo Data Favela sobre o cenário do empreendedorismo na favela. Os dados serão apresentados por Celso Athayde e Renato Meireles.



“Quando eu falo que a favela não é carência, mas uma grande potência é uma forma de corrigir o olhar recheado de compaixão equivocada e preconceito contra para uma região que produz e consome 120 bi por ano. Por tanto é importante olhar a potência dessas pessoas, não apenas olhar para o que falta para elas. Para colocar na agenda a favela e sua movimentação escolhemos o WTC, espaço que está no epicentro econômico de São Paulo, onde circula boa parte do PIB brasileiro, os empreendedores da favela terão a oportunidade de se conectarem com os empreendedores do asfalto e fecharem grandes negócios”, explica Celso Athayde.

“O WTC Events Center, sente honrado em receber o Expo Favela. Certamente um marco nesta integração social, empresarial e cultural. Venham todos, estamos de coração e braços abertos”, complementa Fernando Guinato Filho, Diretor Geral WTC Events Center.

O principal objetivo do evento é promover uma grande feira de negócios, em que os empreendedores e startups tenham visibilidade e oportunidades de parcerias com empreendedores e entusiastas como: captação de investimento, expansão e novas oportunidades para seus empreendimentos.

Trilhas de conteúdo

Com programação dividida por trilhas, o evento conta com palestrantes de todo o Brasil especializados em: educação, saúde, sustentabilidade e meio ambiente, cultura, economia criativa, diversidade, mobilidade e logística, gastronomia, comunicação, redes, moda, beleza e finanças. Os palestrantes que vêm da favela e do asfalto, empreendedores já confirmados: Maria Cândida (empreendedora de salgados em Sergipe), Ana Maria (empreendedora de bolos em Minas Gerais), Glória (empreendedora da beleza), DJ Alok, Kondizzila, Ana Karla Pereira, Luiza Helena Trajano, Preto Zezé, Christian Gebara (presidente da Vivo).

Curadoria de Empreendedores e Startups 

A curadoria oficial tem início no dia 22 de fevereiro pelo site do evento. A seleção será realizada por três módulos empreendedores da favela, CEO’s de empresas do grupo Favela Holding, grupo de empresários especializados em startups e administradores do fundo de investimento Favelas Fundos liderado por Evanildo Barros que foi relançado recentemente.

Parceiros

A Expo Favela é uma oportunidade para empresas e marcas se conectarem de uma forma mais próxima à favela. A captação de patrocinadores se inicia em 22 de fevereiro até 06 de março, para mais informações acesse o site do evento.

“Muitas empresas já têm nos procurado antes mesmo do evento ser lançado oficialmente com interesse em adquirir a cota de patrocínio, nós preferimos colocar à disposição no mesmo período em que será realizada a curadoria para fazer a seleção em conjunto. Vamos ter mais de 10 dias para que os interessados entrem em contato e participem dessa grande potência que é a Expo Favela”, comenta Thales Pereira de Athayde – diretor do prêmio da área de patrocínio.

“Hoje fico feliz quando vejo esse movimento positivo entre a favela e o asfalto, algo que persigo há mais de 20 anos. A Favela tem potencial de descobrir o próximo unicórnio, acredito que a Expo Favela será a ponte para que isso venha acontecer de fato”, afirma Celso.

Serviço 

O que: Expo Favela

Quando: 15, 16 e 17 de abril

Onde: WTC Av. das Nações Unidas, 12551 – Cidade Monções, São Paulo – SP, 04578-903, mais informações no site do evento

Com informações da Assessoria de Imprensa FBS Comunicação

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UNICAMP ABRE INSCRIÇÕES PARA CURSO SOBRE MOBILIDADE ELÉTRICA COM FOCO EM ESTRATÉGIAS E NOVOS NEGÓCIOS

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Carros elétricos estimulam busca por fontes de energia renovável

Aulas online serão ministradas via plataforma Extecamp Unicamp e serão direcionadas a gestores públicos, startups, empreendedores, pesquisadores e demais interessados no tema.

A eletrificação da mobilidade não é mais um plano para o futuro. Está acontecendo aqui e agora. De olho nessa tecnologia de vanguarda, a Unicamp, por meio da Extecamp, Escola de Extensão, abriu as inscrições da terceira turma do curso “Mobilidade Elétrica: Políticas, Planejamento e Oportunidade de Negócio”.

Com carga horária de 60 horas online, os encontros contarão com discussões sobre a dinâmica da tecnologia, das tendências de mercado, do posicionamento dos atores e dos vários modelos de negócio, assim como do papel das Políticas Públicas que estão promovendo esta transição.



“Este é um curso pensado com muito cuidado para acompanhar os avanços em ritmo acelerado que a mobilidade elétrica vivência, fora e dentro do Brasil. Trata-se de uma oportunidade de formação e capacitação de alto nível no tema e de inserção no mercado”, afirma Flávia Consoni, professora responsável pelo projeto.

Com especialistas de renome no segmento de eletromobilidade, Dr. Fernando Campagnoli, Dr. Edgar Barassa, Dra. Tatiana Bermúdez e Engenheiro especialista Robson Ferreira da Cruz, o curso é indicado para profissionais que tenham envolvimento com o tema da mobilidade elétrica ou interesse em conhecer e empreender nesta área.

Serviço:

Sigla: GEO-0125

Pré-requisito: nível médio completo

Certificação: certificado UNICAMP

Período de inscrições: 03/02/2022 à 02/05/2022.

Período de oferecimento: 10/05/2022 à 14/07/2022

Horário das aulas: terças e quintas das 19h às 22h

Link para inscrição

Com informações da Assessoria de Imprensa Ju Cabrini Comunicação

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BLUE SOL ENERGIA SOLAR ESTREIA NO AMAPÁ

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Macapá abrigará a 1ª franquia da rede pioneira em energia solar fotovoltaica no estado; Objetivo principal é proporcionar, aos moradores e comerciantes da região, a produção da própria energia e uma economia de até 95% na conta de luz  

Blue Sol Energia Solar – empresa pioneira e referência no país, com 12 anos no segmento de energia solar fotovoltaica – inicia 2022 tirando seus planos de crescimento do papel. A marca trabalha para ocupar todo o território brasileiro com sua rede franquias e continua disseminando o uso da energia limpa pelo país, oferecendo à população a chance de ter autonomia na geração da própria energia através da luz do sol.

O corretor de imóveis Cleidivam Nazareno de Almeida, 49 anos, enxergou o potencial desse mercado e acredita que a energia solar será a principal fonte na matriz energética do Brasil e do mundo. Tanto, que resolveu investir em uma franquia da rede Blue Sol Energia Solar. O novo franqueado investiu em uma unidade com o conceito Next, cuja operação é totalmente home based. O objetivo de Almeira é levar os sistemas de energia solar fotovoltaica para residências e comércios de Macapá, capital do estado do Amapá, na região Norte do país.



Fascinado por por tecnologia e inovação, Almeida conta que foi fácil decidir empreender no segmento. “O mercado de energia solar combina todos os atributos e benefícios em que acredito. Por meio da franquia, poderei contribuir para que a população se torne geradora da própria energia. Assim, eles utilizarão uma fonte limpa e vão economizar até 95% do valor da conta de luz”, conta o novo franqueado da Blue Sol, que espera recuperar o valor investido na abertura da franquia ainda nos primeiros meses de operação e planeja abrir novas unidades da marca no futuro.

Com a abertura da 1ª unidade franqueada no estado do Amapá, a Blue Sol Energia Solar contabiliza 12 franquias na Região Norte do país e 210 em todo o Brasil. A marca estima finalizar 2022 com 500 unidades, entre abertas e contratadas em todo o país.

Detalhes sobre o modelo de franquias Next

De acordo com Marcio Santin, gestor de franquias da Blue Sol Energia Solar, com a franquia Next não é necessário contratar colaboradores ou ter um ponto comercial para o desenvolvimento das atividades. O franqueado deve se dedicar exclusivamente ao relacionamento com os clientes e à venda de sistemas de energia solar fotovoltaica. A franqueadora, por sua vez, fica responsável pela engenharia, desenvolvimento de projeto, instalação dos sistemas de energia solar, homologação e conexão à rede elétrica. O negócio foi criado para dinamizar ainda mais o processo de expansão da marca, dando à rede a possibilidade de ter mais capilaridade em cidades a partir de 20 mil habitantes. “Temos interesse em levar o modelo de negócios a todas as regiões do Brasil. A expectativa é de que ao final de 2022 a Blue Sol contabilize cerca de 500 franquias”, detalha o executivo.

O franqueado Next, da Blue Sol Energia Solar, recebe treinamento – presencial ou online, diretamente da Universidade Blue Sol – totalmente embasado na metodologia da marca, construída ao longo de mais de 10 anos de atuação no setor, para alcançar o melhor desempenho do negócio. Para potencializar o início das atividades, os franqueados recebem suporte especial da franqueadora para realização das prospecções de clientes. “A implantação desse modelo de negócio acontece em, no máximo, 30 dias. Seguindo nossas orientações, o franqueado pode chegar, ao final do 1º ano de atividades, a uma receita líquida de aproximadamente R$ 84 mil. No segundo ano de operações a estimativa é de que a receita líquida seja superior a R$ 126 mil”, finaliza Santin.

Com informações da Assessoria de Imprensa Scaramella Press

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: É HORA DE REGULAMENTAR?

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TQI promove bootcamp com 20 mil bolsas de estudo gratuitas para formação de desenvolvedores full stack

Pesquisador da Unifesp reflete sobre o papel da I.A., cuja implementação deve estar alinhada com o desenvolvimento social e econômico

O avanço das tecnologias da informação e da comunicação, bem como o uso e a destinação dos dados e informações que circulam graças a essas tecnologias, tem se tornado alvo de intensos debates no mundo todo. E não é de hoje. A regulamentação da proteção de dados abriu a porteira das reflexões sobre o que é o uso ético de nomes, CPFs e preferências de compras – isso só para encabeçar a lista imensa de dados que deveriam estar em mãos seguras. Pelo menos, na teoria.

A Inteligência Artificial (I.A.) é a bola da vez e começa a entrar no radar das autoridades no mundo todo. Isso porque a I.A. denota todo comportamento apresentado por máquinas ou sistemas que se assemelhe ao comportamento humano, incorporado por essas máquinas e sistemas via programação, mas que pode se modificar continuamente devido ao machine learning (aprendizado de máquina). O machine learning, inclusive, pode ser colocado aqui como a forma como as máquinas aprendem, e a I.A. como a finalidade em si.



Eduardo Luiz Machado, docente da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios (EPPEN) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – campus Osasco, aponta que ainda existem divergências na sociedade quanto à regulamentação da I.A., mas que já podemos contar com três projetos de lei que tramitam no legislativo brasileiro:

– O PL 21/2020, Marco Legal da Inteligência Artificial, aprovado pela Câmara dos Deputados em 2021;

– O PL 5051/2019, que estabelece os princípios para o uso da Inteligência Artificial no Brasil; e

– O PL 5691/2019, que pretende instituir uma Política Nacional de Inteligência Artificial.

“Há um grupo de pessoas que não apoia a regulação pois alega que os processos podem ficar mais lentos, mas o outro lado defende que a regulamentação da I.A. garantiria a essa tecnologia alguns princípios inerentes à sociedade, como ética e defesa da concorrência”, contextualiza.

Uma confusão comum sobre a Inteligência Artificial é a sua relação direta com a proteção de dados. O emprego dos dados existentes é que permite à I.A. realizar conexões, por meio do machine learning, e estabelecer padrões para gerar informações e conclusões acerca de um indivíduo ou assunto. Mas, apesar dessa relação direta – são duas coisas distintas -, por isso a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) não poderia ser útil à I.A.

Machado afirma que duas monografias do curso de Ciências Econômicas, que orientou em 2021, tratam sobre as normas e leis que existem em torno dessa tecnologia, os avanços que podem trazer à sociedade mas, sobretudo, a perda de liberdade que sua expansão pode denotar. O trabalho denominado “É Preciso Regulamentar a Inteligência Artificial”, de Luís Felipe Gil, procurou determinar em quais motivos seria necessário regular a inteligência artificial. O intuito é analisar o processo regulatório da Inteligência Artificial em curso em alguns países, como Estados Unidos e China.

Já a outra monografia, de Luiz Gustavo Batista dos Santos, também oriunda da graduação em Ciências Econômicas, discorre sobre o estudo da Inteligência Artificial como uma General Purpose Technology, ou seja, tecnologia que pode afetar toda uma economia e até a estrutura social envolvida – a exemplo da própria Internet, que modificou definitivamente as comunicações globais a partir da década de 1990. O intuito foi entender a influência desse poder disruptivo na economia brasileira.

Ambos os trabalhos podem ser acessados aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa DCI / Unifesp

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A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL E A QUESTÃO GERACIONAL

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Descasamento dos tomadores de decisão com as novas tecnologias pode ser empecilho para a promoção da inovação 

A propalada Transformação Digital, diferentemente do imaginário de uma revolução digital, está ancorada na inserção de tecnologias no cotidiano das empresas. A busca por competitividade, eficiência, melhoria dos processos, redução de custos e por que não dizer manutenção das empresas nos mercados, são os motivadores desse movimento.

Segundo o IDC, as organizações estão acelerando os investimentos nos meios digitais previstos para o período de 2022/2024, com crescimento anual em 16,5%. A maioria das organizações empresariais, 53% no total, tem uma estratégia de Transformação Digital – um aumento de 42% em relação há apenas dois anos passados. Segundo dados da pesquisa, os níveis de investimento podem chegar a US$ 6,3 trilhões.



Números e projeções grandiosas induzem a pensarmos em desenvolvimento, pois há uma grande associação entre o uso das tecnologias e as perspectivas de desenvolvimento. Até aqui, nada de novidade, tudo segue o fluxo conhecido. Um ponto de destaque a partir dessa contextualização, no entanto, é o fator “tomador de decisão”. 

Para que essas estratégias de Transformação Digital se coloquem em curso – e isso vale tanto para o setor público como para o privado – é necessário que haja pessoas na tomada de decisão. Por exemplo: sobre tecnologias a serem utilizadas, melhores práticas, fatores de segurança e usabilidade das aplicações, entre um número amplo de informações técnicas e que em função da mutabilidade da tecnologia se atualizam cotidianamente.

Imagine e reflita sobre o perfil de quem decide pela implantação dos ferramentais tecnológicos. Qual é a relação desses atores com as tecnologias? A faixa etária é de alguém que acompanha o surgimento diário de aplicações, inovações e usabilidades dos ferramentais? Têm comportamentos e conhecimentos hábeis para essa tomada de atitude? Creio que, agora, ao imaginá-los, você deva estar sorrindo, pois há uma clara cisão aí.

Maturidade vs. Maturidade Tecnológica

As pessoas ascendem a posições por acúmulo de conhecimentos, competência técnica/administrativa, liderança, ou mesmo por serem detentoras do capital, como é o caso dos proprietários das empresas. Para chegarem a esse estágio, esses acúmulos também ensejam o acúmulo de anos de vida. Tudo isso é muito bom e salutar.

Mas a questão geracional cobra o seu preço. Do ponto de vista tecnológico, quais são os parâmetros dos atuais tomadores de decisão? Em geral, quem decide é de uma geração que não teve a convivência ou tem a maturidade tecnológica para decidir sobre a temática.

O processamento na nuvem é recente, apesar de o conceito ser antigo. A Lei Geral de Proteção de Dados foi promulgada em 2018, apesar de o conceito de privacidade ser do final do século XIX. O que falar de cidades inteligentes, Internet das coisas, inteligência artificial e quaisquer outros temas que possam ser incluídos nessa lista? Quem decide não sabe e não conhece. Essa afirmação, é importante ressaltar, não tem nenhuma conotação de menosprezo ou desmerecimento, mas reside na compreensão de qual cenário estamos envolvidos.

As tecnologias precisam ser ágeis, resolver problemas, mesmo que simples, adquirir a confiança dos usuários e ser livres para fluírem. As conformações, quer sejam legislativas ou empresariais, ex-ante podem cercear os benefícios, inibir e até atrasar a adoção das tecnologias e suas inovações. A convergência de conhecimentos geracionais e a convivência são fundamentais para que a Transformação Digital ocorra na sua plenitude. A paciência e o franco diálogo dos envolvidos é um comportamento que deve ser trabalhado e aprendido, a fim de que se consiga alcançar a maturidade necessária na tomada das melhores decisões tecnológicas.

¹ International Data Corporation

² Samuel Warren e Louis Brandeis em um artigo publicado na revista Harvard Law Review em 1890

³ Baseado em suposição e prognóstico, sendo fundamentalmente subjetivo e estimativo.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

62% DOS INTERESSADOS NA COMPRA DE VEÍCULOS PRETENDEM ADQUIRIR MODELO ELÉTRICO NO FUTURO, APONTA LEVANTAMENTO DO ICARROS

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Foto: banco de imagens/istockphoto

Entre modelos convencionais, 79% dos entrevistados priorizarão a compra de veículos usados em 2022

O desejo de ter um veículo elétrico tem se tornado cada vez mais presente na vida dos brasileiros. A tendência foi apontada em pesquisa realizada em janeiro pelo iCarros, marketplace automotivo do Itaú Unibanco, com pessoas interessadas na compra de um veículo. Mais de 62% dos respondentes afirmaram ter a intenção adquirir um modelo eletrificado no futuro.

O movimento crescente de eletrificação também se reflete em dados recentes divulgados pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), que mostram o crescimento de 93% de emplacamentos em relação a janeiro de 2021. Somente no primeiro mês do ano, mais de 2.500 veículos elétricos foram emplacados. Atualmente, a frota de autos e comerciais leves eletrificados em circulação no país é de quase 80 mil unidades, devendo ultrapassar a marca de 100 mil no início do segundo semestre.



Usados seguem acelerando

Ao avaliar o cenário de veículos a combustão, mais de 79% dos participantes da pesquisa realizada pelo iCarros informaram que pretendem priorizar um veículo usado e mais de 80% têm a intenção de fazer a aquisição neste ano. Para 42%, a motivação para a compra, no atual momento, é a melhor condição no plano de financiamento. O ticket médio da maioria dos respondentes está na faixa de R$ 40 mil.

O segmento de usados vive um momento de forte expansão, conforme apontou o relatório da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). Em 2021 mais de 15 milhões de usados foram comercializados, resultado 17,8% superior ao verificado em 2020. Comparando-se o resultado de 2021 com o de 2019, ano sem pandemia, o setor obteve um resultado positivo de 3,5%. Somente em dezembro, mais de 1 milhão de veículos foram comercializados.

O iCarros consultou mais de 100 mil clientes ao longo do mês de janeiro e a margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick

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17 PROFISSÕES PARA ATUAR NO METAVERSO

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Por que estas tecnologias vão mudar o mundo em 5 anos?

PageGroup lista cargos que devem surgir com o avanço do universo paralelo

Já pensou em seguir a carreira de analista de taxas de transação virtual? Ou se aventurar como estilista de moda virtual? Se essas profissões soam estranho para você, fique sabendo que elas podem despontar em breve no metaverso. Estes e outros novos cargos fazem parte de uma lista elaborada pelos consultores do PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos, a partir de tendências e análises de seus especialistas.

“Com o avanço do metaverso, possivelmente teremos novas migrações do mundo real para o virtual, e isso inclui trabalho e carreira. Já há especialistas nesse universo, especialmente com formação técnica, para tornar esse ambiente mais propício para novos negócios, entretenimento. Em breve poderemos ter profissionais atuando no metaverso por meio de óculos de realidade virtual ou outros objetos de realidade aumentada. O metaverso tem tudo para se tornar a nova internet e gerar um ambiente totalmente novo e propício para novas oportunidades de trabalho”, explica Juliana França, gerente sênior do PageGroup.



Veja abaixo a relação das 17 profissões que podem aparecer no metaverso:

Finanças

Gestor de Investimentos

  • Terá o papel de apoiar as pessoas a fazerem os melhores investimentos no mundo de cripto-ativos para potencializar seus rendimentos dentro e, possivelmente, fora do ambiente do metaverso.
  • Habilidades necessárias: inglês avançado, conhecimento sobre mercado de criptoativos, boa comunicação e capacidade analítica.

Gestor de Patrimônio & Imobiliário Digital

  • Profissional que fará gestão dos terrenos, construções e propriedades dentro do metaverso. Além disso, também trabalhará avaliando e prospectando melhores investimentos em imóvel digital para seus clientes.
  • Habilidades necessárias: inglês avançado, conhecimento sobre NFTs e acompanhamento de mercado imobiliário fora e dentro desse universo, bom relacionamento.

Especialista em Estruturação de Linhas de Crédito

  • Profissionais que irão estruturar linhas de crédito em criptomoedas para compra de NFTs dentro do metaverso.
  • Habilidades necessárias: inglês avançado, grande capacidade analítica, estatística e habilidade com números.

Analista de Taxas de Transação Virtual

  • Conforme as transações passem a aumentar no ambiente do metaverso, os mineradores de dados precisarão de um apoio para analisar e criar melhores taxas dentro do blockchain para registro das operações em diferentes criptomoedas e esse profissional, possivelmente estatístico, terá essa responsabilidade.
  • Habilidades necessárias: inglês avançado, grande capacidade analítica, estatística e habilidade com números.

Gerente de Seguros Financeiros

  • Terá como responsabilidade vender seguros financeiros que protejam os investidores de criptoativos contra a oscilação das moedas no mercado. Provavelmente esse produto evolua para seguros de NFTs também a depender de como a estruturação desses produtos também venham a evoluir.
  • Habilidades necessárias: inglês avançado, bom relacionamento, conhecimento sobre mercado de NFTs e conhecimento em seguros.

Tecnologia

Gerente de Segurança da Informação & Riscos

  • Com o avanço da tecnologia, a área de segurança da informação cresceu bastante. Isso, somado à chegada do metaverso, irá gerar um grande investimento para que ele seja um ambiente seguro.
  • Quem atuar nessa área terá de fornecer orientação e supervisão para que o desenvolvimento de tecnologias e ecossistema esteja seguro e que não haja falhas de segurança das informações;
  • O especialista terá de prever com precisão como as funcionalidades do metaverso serão usadas e como serão os componentes críticos de segurança, sistemas e etapas de fabricação associados a essas previsões.
  • Habilidades necessárias: conhecimento em regras de segurança da informação e riscos.

Especialista em Segurança Cibernética

  • Irão avaliar e bloquear invasões em tempo real e garantir que as leis e protocolos definidos pelo time de segurança da informação sejam reconsiderados e corrigidos.
  • Habilidades necessárias: experiência em segurança cibernética regular e/ou inclinações técnicas de sistemas.

Engenheiro de Tecnologia de Metaverso

  • Similar aos designers de games e engenheiros de software, o Engenheiro de Metaverso será como um construtor: terá que ter visão de futuro, já que muito do que será construído ainda não existe.
  • Precisarão transformar ideias em tecnologia e soluções de produto, sempre considerando as regras e protocolos de segurança do mundo virtual.
  • Habilidades necessárias: conhecimento em linguagens de programação, além de vivência com 3D e realidade virtual.

Desenvolvedores de Avatares

  • Ajudarão na personalização de avatares para indivíduos e empresas.
  • Profissionais com conhecimentos em programação e desginer poderão se especializar também em realidade aumentada e 3D e se capacitar para ocupar este cargo.

Cientista de Pesquisa em Metaverso

  • Responsável por construir o que se assemelha à teoria de tudo, onde o mundo inteiro seja visível e possa ser acionado de maneira digital.
  • A tecnologia será a base para jogos, anúncios, controle de qualidade em fábricas, saúde conectada e mais.
  • Estes profissionais trabalharão com dados e informações e poderão vir com backgrounds de estatística e ciência de dados.

Varejo

Estilista de Moda Digital

  • Com a evolução dos NFTs, alguns designers vão se especializar em desenvolver produtos para o mundo virtual, sejam “skins” (roupas para avatares) ou acessórios.
  • Exemplos já são vistos em marcas como Balenciaga, Nike etc.
  • Habilidades necessárias: estilismo e modelagem, design têxtil, ilustração, animação e modelagem 3D, história da arte e da moda, gaming e entretenimento.

Designer Espacial Digital

  • Com a evolução dos cenários e das interfaces nos jogos, cada vez mais marcas criação cenários e lojas dentro desse mundo virtual, a fim de promover a melhor experiência.
  • Alguns varejistas já estão experimentando inclusive a conversão para venda desses espaços, como o Walmart mostrou na última edição da NRF (National Retail Federation).
  • Habilidades necessárias: computação espacial, programação, inteligência artificial, física aplicada, design gráfico, modelagem 3D, arquitetura, antropologia, ciências cognitivas.

Diretor de Eventos

  • Responsável por promover eventos virtuais, com a oportunidade de ter um alcance muito maior que num evento físico, vide lançamentos de músicas que alguns artistas fizeram com shows dentro de jogos.
  • Habilidades necessárias: relações interpessoais, psicologia, organização, cultura, empatia, versatilidade, navegação imersiva.

Influenciador Avatar

  • Avatares criados a partir de influenciadores reais, ou não.
  • Atuam como influenciadores de marcas, com a vantagem estar sempre disponível e em vários locais ao mesmo tempo.
  • Alguns varejistas também têm trabalhado com avatares, como a Renner e o Magalu.
  • Habilidades necessárias: psicologia, organização, influência, cultura, empatia, modelagem 3D, design gráfico, inteligência artificial.

 

Indústria

Engenheiro de Hardware

  • Os testes de simulação poderão ser aprimorados, com sensores de temperatura e pressão que, para serem criados, necessitarão de Engenheiros de Hardware. Eles construirão sensores de operações industriais seguros o suficiente para serem utilizados em testes industriais.
  • Habilidades necessárias: raciocínio lógico-matemático, conhecimentos de física, engenharia mecânica, design de produtos, inteligência artificial e modelagem 3D.

Gerente de Segurança

  • Além dos sensores de segurança, o setor industrial abrange uma larga gama de leis de segurança do trabalho que precisam ser seguidas.
  • O Gerente de Segurança auxiliará em como implantar estas leis na arquitetura de funcionalidade do metaverso, nos processos, design e etapas de validação.
  • Habilidades necessárias: conhecimentos de segurança do trabalho, operações de processos industriais, engenharia de produção e de analista de negócio de sistemas.

Desenvolvedor de Ecossistema

  • Responsável por coordenar as interações de indústrias e parceiros diferentes, por meio da interoperabilidade de sistemas do metaverso. Ele articula todos os agentes corporativos, de governo e civis para criar funcionalidades em larga escala, entre diferentes experiências virtuais.
  • Habilidades necessárias: conhecimentos de engenharia civil, legalizações, design de produto, modelagem 3D e inteligência artificial.

Com informações da Assessoria de Imprensa Conteúdo Comunicação

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