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BRASIL É PALCO DA I CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

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Foto: José Edson

Evento gratuito acontece no Recife, de 16 a 18 de março

As ameaças ao meio ambiente têm sido uma pauta constante nos debates entre chefes de Estado, organizações internacionais, empresas e sociedade civil. Ano passado, por exemplo, na Quinta Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-5) falou-se muito a respeito da crise relacionada aos resíduos sólidos – cujo manejo inadequado é fonte de emissão de dióxido de carbono, contribuindo para o efeito estufa. Para se ter uma ideia do impacto do lixo, só no nosso país, são gerados 80 milhões de toneladas de resíduos por ano. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 40% do lixo descartado são dispostos de forma inadequada em lixões ou aterros controlados.

Com foco nesse tema, o Brasil será palco da I Conferência Internacional de Resíduos Sólidos (CIRSOL), que vai acontecer em Recife – PE, entre os dias 16 e 18 de março. O evento vai reunir representantes do setor privado, público, organismos internacionais, acadêmicos e sociedade civil, e ocorre, gratuitamente, em formato presencial e online. As inscrições podem ser feitas através do site da conferência.



A CIRSOL reunirá 140 palestrantes de mais de 17 países e conta com 21 instituições correalizadoras de alta relevância – que assinaram um memorando de entendimento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com o objetivo de produzir, em conjunto, o evento. Será a primeira conferência no Brasil desse porte sobre o tema. Ao final do encontro, será redigida uma carta compromisso, alinhada com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS Lei nº 12.305/10). Além disso, todos os resíduos sólidos gerados pelo evento terão uma destinação correta, bem como um sistema de monitoramento e compensação para as emissões de carbono.

De acordo com Ana Paula Rodrigues, presidente do Instituto de Cooperação Internacional para o Meio Ambiente (ICIMA) e uma das idealizadoras do evento, essa é uma oportunidade de debater o impacto dos resíduos sólidos nas mudanças climáticas e apresentar uma proposta de legado que articule todas as organizações envolvidas. “Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU estabelecem metas a serem alcançadas até 2030 e essa data está muito próxima. Durante a CIRSOL, vamos avaliar os avanços no cumprimento dessas metas e definir algumas ações para os próximos anos. Um dos legados que pretendemos deixar é a criação do Observatório de Resíduos Sólidos, que ainda não existe no Brasil. A partir dessa construção, poderemos acompanhar as missões assumidas na carta compromisso que iremos assinar. Esta é a primeira edição deste evento, mas temos o objetivo de realizar um novo encontro daqui a dois anos e, dessa forma, estaremos atentos a esse processo de desenvolvimento” – destaca a especialista.

Abertura 

A cerimônia de abertura será realizada no Armazém 14, no dia 16 de março, às 9h, e vai contar com a presença de especialistas e autoridades internacionais, tais como o Governador do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara; o Prefeito do Recife, João Campos. Além dos nomes citados, comparecerão todos os Reitores das Instituições Correalizadoras e representantes de organizações e associações, como: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD); Pacto Global; Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE); ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade; International Solid Waste Association (ISWA); Associação Comercial de Pernambuco (ACP); e Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE). Os veículos de imprensa interessados na cobertura da solenidade, poderão se credenciar no site da CIRSOL, através do link https://www.cirsol.com.br/inscricao/ .

Programação

Durante os três dias de evento, haverá 35 mesas de diálogos com especialistas nacionais e internacionais que vão abordar temas como: “O Papel da Política na Questão dos Resíduos e nas Mudanças Climáticas”; “O Desafio da Concentração Urbana e a Geração de Resíduos nas Grandes Cidades (Prefeitos)”; e “Transdisciplinaridade e inovação como ferramentas para a gestão sustentável de resíduos sólidos”.

O senador Tasso Jereissati, relator do Novo Marco do Saneamento; Patrícia Iglecias, diretora-presidente da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB); e Tião Santos, ex-catador de lixo, protagonista do documentário ‘Lixo Extraordinário’; são alguns dos nomes confirmados.

Confira a programação completa aqui: https://www.cirsol.com.br/programacao/ 

Atividades artísticas e socioambientais 

Paralelamente aos debates, serão realizadas diversas atividades socioculturais gratuitas para os participantes que estiverem presencialmente no evento.

Logo após a solenidade de abertura, será realizado um desfile dos Bonecos Gigantes de Olinda pelas ruas do Recife Antigo. Essas figuras tão emblemáticas do carnaval pernambucano levarão estandartes que representam os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, unindo cultura popular com os temas abordados no evento.

A programação ainda inclui apresentações musicais, intervenções culturais em diferentes linguagens, mostra de cinema ambiental seguida de debate com os idealizadores dos filmes, atividades de educação ambiental, além de workshops e oficinas.

Protocolos Sanitários

A Conferência segue todos os protocolos sanitários de controle e prevenção a Covid, com entradas monitoradas com medidor de temperatura, álcool em gel e tapetes sanitizantes, distanciamento mínimo nas áreas comuns e dentro dos auditórios, locais de alimentação preparados, além de testagem de funcionários e fornecedores nos dias de evento. Haverá exigência do uso de máscara e os participantes precisarão apresentar o comprovante de vacinação para acesso ao evento.

Serviço:

I Conferência Internacional de Resíduos Sólidos (CIRSOL)

Data: 16 a 18 de março de 2022

Horário: 9h às 19h

Local: Museu Cais do Sertão | Armazém 10, Av. Alfredo Lisboa s/n – Recife

Inscrições: https://www.cirsol.com.br/inscricao/

Gratuito

Com informações da Assessoria de Imprensa LGA COMUNICAÇÃO

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MAIORIA DA POPULAÇÃO QUER MAIS PROTEÇÃO A TRABALHADORES DE APP

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3 em cada 5 entrevistados pelo Datafolha consideram que cadastrados em aplicativos devem ser classificados como “profissionais que trabalham por conta própria”

Uber defende facilitar a inclusão de trabalhadores de aplicativos na Previdência e que as plataformas possam pagar parte das contribuições

Segundo pesquisa inédita do Instituto Datafolha, divulgada na última quinta-feira (24/2), 94% da população brasileira concorda que é necessário aumentar a proteção social dos motoristas e entregadores que trabalham com aplicativos e a grande maioria (93%) também é favorável a uma mudança na legislação para incluir novas formas de trabalho, como a atividade via aplicativos, no sistema de Previdência Social.

A pesquisa também identificou que a maioria dos brasileiros considera como melhor opção para motoristas e entregadores que eles sejam classificados como “profissionais que trabalham por conta própria, com flexibilidade e autonomia para trabalharem quando quiserem”.



De acordo com o Datafolha, 3 em cada 5 entrevistados preferem o modelo de trabalho independente do que a classificação de motoristas e entregadores como empregados das plataformas.

O resultado do levantamento mostra que a opinião pública está alinhada ao que querem os próprios motoristas e entregadores, que foram entrevistados pelo Datafolha em outra pesquisa recente e revelaram desejo de manter sua autonomia no trabalho sem vínculo empregatício, mas contar com os benefícios oferecidos pela contribuição à Previdência.

Com base na pesquisa com motoristas e entregadores, a Uber divulgou no ano passado um posicionamento público em que defende adequações na legislação que permitam às plataformas inscrever os parceiros na Previdência e fazer pagamentos proporcionais aos seus ganhos, de forma a reduzir o valor de contribuição dos profissionais.

“A Uber está disposta a avançar nessas duas frentes para ajudar a fechar uma equação que aumente a proteção desses trabalhadores sem prejuízo da flexibilidade que tanto valorizam. É hora de poder público, sociedade, empresas e trabalhadores priorizarem essa agenda para darmos passos concretos e atualizarmos a legislação previdenciária de acordo com a realidade das novas formas de trabalho”, afirma Ricardo Leite Ribeiro, diretor de políticas públicas da Uber no Brasil.

PREVIDÊNCIA

O novo estudo do Datafolha também aponta que 80% da população concorda que “o sistema trabalhista está desatualizado e não adaptado ao trabalho realizado através de plataformas digitais” e 85% consideram que o sistema de previdência social “não será suficiente para apoiar os trabalhadores, é preciso que as empresas também ajudem”.

Nesse sentido, a pesquisa aponta que a grande maioria dos brasileiros (89%) apoia a proposta de criação de um novo modelo de contribuição de motoristas e entregadores à Previdência no qual os trabalhadores pagariam uma parte e as plataformas pagariam outra.

O Datafolha entrevistou 1.005 pessoas nas cinco regiões do país de todas as classificações econômicas, em amostra representativa da população brasileira adulta (18 anos e acima). A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

Abaixo, outros números da pesquisa realizada pelo Datafolha:

  • 82% dos brasileiros consideram que dirigir ou entregar com aplicativos “é um trabalho digno”, e a principal razão, apontada por 81% dessas pessoas, é que a atividade permite aos trabalhadores “sustentar a família”
  • 92% dos brasileiros concordam que a Previdência Social “deve ser oferecida a todos, independentemente se são trabalhadores por conta própria ou empregados”
  • Das pessoas que conhecem quem tenha trabalhado com aplicativos, 94% dizem que a atividade as “ajudou em um momento difícil” e 72% afirmam que elas tinham satisfação com a atividade
  • 88% dos brasileiros concorda que o trabalho com aplicativos de mobilidade e entregas “ajuda a reduzir o desemprego” e 83% afirma que as plataformas “permitem que qualquer um que queira tenha fácil acesso ao trabalho e geração de renda”

Com informações da Assessoria de Imprensa Ideal H+K Strategies

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A EVOLUÇÃO DO EMPREENDEDORISMO FEMININO NO BRASIL: O QUE DEVEMOS CELEBRAR NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER?

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A representatividade feminina no empreendedorismo mostra que cada vez mais mulheres puxam outras mulheres para liderarem seus negócios

O Dia das Mulheres é muito mais que o gesto simbólico da entrega de uma rosa. Na verdade, se trata de uma data comemorativa que simboliza a luta feminina por séculos em busca de condições igualitárias e pelo simples direito de viver. É nessa data também que é reconhecida e celebrada a resistência e a força do que é ser mulher em uma sociedade machista e patriarcal que impõe barreiras cotidianas.

Muitas já se tornaram referência de luta, buscando ocupar espaços e, principalmente, trazer representatividade em diversos campos. De acordo com uma pesquisa do Sebrae e da consultoria Global Entrepreneurship Monitor, realizada em 2019, o país ocupa o sétimo lugar no mundo entre os que somam maior número de empresas fundadas por mulheres. No Brasil, o total de empreendedoras já ultrapassa os 24 milhões, apenas um milhão a menos do que o número de empreendedores do sexo masculino.



Entre elas está a Marina Ratton, fundadora da Feel, uma das primeiras marcas nacionais a desenvolver produtos para o bem-estar íntimo e sexual femininos. De acordo com o instituto Research and Markets, apenas o setor de sexual wellness deve movimentar U$125,1 bilhões no mundo até 2026.

“Nesse sentido, a marca tem inovado, desenvolvendo soluções naturais e veganas, com matérias primas de alta qualidade, dermatologicamente e ginecologicamente testadas e que respeitam o pH da região íntima feminina. Produtos não só focados na intimidade, mas no ecossistema da mulher” afirma Ratton.

Como é o caso da Feel, cada vez mais negócios voltados para a necessidade da mulher surgem e preenchem um espaço no mercado que antes não tinha sido explorado. A startup HerMoney, idealizada pela cearense Andrezza Rodrigues, também cumpre esse papel ao ajudar empreendedoras a superarem as barreiras financeiras que surgiram dentro de um contexto cultural e social que sempre deixou as mulheres em desigualdade de condições com os homens.

Outro exemplo dentro desse grupo de empreendedoras são as anjo investidoras Erica Fridman e Flávia Mello, fundadoras do Sororitê e que atuam especificamente no setor de investimentos desde abril de 2020. Elas desenvolveram uma plataforma de educação e curadoria de produtos financeiros de risco voltada às mulheres e que busca equilibrar a equidade de gênero do lado do investidor dentro do ecossistema de startups em estágio inicial, além de fortalecer o empreendedorismo feminino disponibilizando capital, networking e experiência.

“Um estudo do Boston Consulting Group mostra que a média de retorno dos projetos alavancados por empreendedoras é três vezes maior do que os desenvolvidos por homens. Mesmo assim, as empresas formadas por mulheres recebem menos da metade em aporte financeiro do que as formadas por homens! Daí a urgência e a importância de conectar mulheres com dinheiro a mulheres empreendedoras” diz Flavia Mello, uma das fundadoras.

Já foi provado que mulheres empreendedoras buscam negócios mais inovadores e “fora da caixa” na comparação aos homens e têm aquelas que escolhem empoderar outras mulheres por diferentes meios, seja ele financeiro, de investimento ou até mesmo no mundo corporativo, como faz a SafeSpace.

Como uma das co-fundadoras, Rafaela Frankenthal, conseguiu desenvolver seu negócio a partir do gap das empresas em relação a um canal de escuta seguro para todos os funcionários. Basicamente, a SafeSpace oferece uma plataforma para prevenir, comunicar e resolver problemas de comportamento no trabalho, ajudando as empresas a construírem um ambiente de trabalho mais justo e inclusivo.

Há ainda empreendedoras que apostam em negócios que focam na capacitação e desenvolvimento de outras mulheres, como é o caso do Todas Group. A edtech foi lançada no final de 2020 e surgiu a partir do desejo das fundadoras Tati Sadala e Dhafyni Mendes Borges de auxiliar as mulheres no mercado de trabalho, democratizando o acesso a capacitações por meio de outras lideranças femininas reconhecidas como autoridades em suas áreas.

Com informações da Assessoria de Imprensa Jangada Consultoria de Comunicação

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A PAUTA ESG NA AGENDA DOS GOVERNOS: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

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Congresso de tecnologia da Mobilidade

Como lidar com “velhas agendas públicas” e esta nova pauta que logo fará parte da gestão pública brasileira.

Não me recordo de quando comecei a ser impactada pelo tema ESG nas redes sociais, mas desde o início de 2021 tenho lido e pesquisado sobre esta pauta e me questionado quando e como estes temas recaíram sobre a gestão pública brasileira. 

A Pandemia, mais uma vez ela, trouxe à tona na gestão pública a iminente necessidade da transformação digital, da revisão orçamentária e da atualização das prioridades estratégicas. Com tudo isso, foi revelado o que podemos chamar de não avanços públicos em agendas já discutidas e até de certa forma enraizadas (no que tange ao menos aspectos teóricos) no dia a dia dos governos: inovação e sustentabilidade. As verticais que compõem o ESG, meio ambiente, social e governança já fazem parte da estrutura administrativa de todas as esferas governamentais e são temas extremamente transversais à sustentabilidade e à inovação. Então estamos falando da mesma coisa? Sob o meu ponto de vista, para governos, estamos falando da mesma coisa sob uma ótica estrutural diferente. 



Pensemos a sustentabilidade sob os ciclos de relações entre as esferas econômicas (eficiência da economia, transparência e redução de desperdícios), sociais (políticas públicas, direitos humanos, investimentos socialmente responsáveis) e ambientais (reciclagem, emissões, energia, água). Agora partamos para o entendimento de que a inovação pode ser entendida com transformações incrementais ou disruptivas em processos, produtos e/ou serviços que gerem impacto econômico positivo. Neste contexto, entendemos que a inovação pode se comportar como fator propulsor do tripé econômico da sustentabilidade. Como você, de maneira simples, faria o “de-para” desta contextualização para as verticais do ESG? Parece simples. É simples. 

Os governos por sua essência já tem a pauta ESG presente em suas competências institucionais com as políticas públicas praticadas nas verticais de meio ambiente, social e governança. Se os resultados são satisfatórios, visíveis ou positivos, esta é uma outra questão. O que é importante de ser dito é que tudo que está dentro da administração pública pode ser enxergado sobre estas verticais que pouco diferem do tripé da sustentabilidade. Acontece que ESG não consiste em apenas enxergar políticas públicas divididas desta forma.

O ESG está presente no campo empresarial como uma vantagem competitiva na atração de investimentos. Pontos que compõe as verticais são levados em consideração na tomada de decisão sobre onde investir e, por isso, empresas cada vez mais investem em processos que se relacionem à diminuição da emissão de gases, às ações de impacto social, às práticas cada vez mais constante de compliance e accountability. E se isso é praticado no mercado privado para atração de investimentos, não demorará para que as ações governamentais nestas verticais e seus impactos sejam avaliados para captação de recursos de fundos internacionais, por exemplo.

Os governos detêm a capacidade regulatória e indutória da difusão das práticas de ESG nas empresas, mas também podem se organizar administrativamente para cumprir esta pauta, baseados no tripé da sustentabilidade e da inovação, utilizando a Agenda 2030 e seus ODS como ferramentas prontas para balizar e medir o avanço das políticas públicas nas verticais ESG. Não é uma questão de esquecer preceitos e conceitos já trabalhados na administração pública, e sim, entender tudo isso como uma evolução constante da forma de gerir o Estado. Uma cidade inteligente deve ter essa ótica e estar preparada para um dia, quem sabe, elaborar um plano ESG de gestão pública.

Nos próximos artigos publicados nesta coluna tentarei destrinchar as verticais de ESG fazendo analogias às políticas públicas praticadas por cidades.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ONG BUSCA COLETIVO PARA PRODUÇÃO DE CONTEÚDO DIGITAL NA PERIFERIA DE SÃO PAULO

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As inscrições ficarão abertas até dia 11 de março e o grupo selecionado receberá R$8 mil reais para desenvolver estratégia de comunicação a fim de dialogar sobre a necessidade de bicicletários de forma abrangente na região metropolitana

Com o objetivo de construir uma estratégia de comunicação que dialogue com o público periférico, pressione ações do poder público e insira a problemática dos bicicletários para o público em geral, o Instituto Aromeiazero, organização que promove ações para reduzir as desigualdades sociais e tornar as cidades mais verdes e resilientes está com inscrições abertas para o Edital de Chamamento para produção de conteúdo digital. A ONG busca um grupo, coletivo ou associação atuante em áreas com médio/alto índice de vulnerabilidade da região metropolitana de São Paulo. A proposta selecionada receberá um valor de R$8.000,00 para desenvolver as atividades.



Diferente de outros meios de transporte, a bicicleta promove a mobilidade sustentável, a saúde, a geração de renda, a ciclologística e o lazer, além de ser o meio de transporte mais eficiente em distâncias de até 7km, possibilitando que seja utilizada em trajetos curtos ou em trajetos mais longos, a partir da integração com outros modais, como o transporte público de alta capacidade. Para a garantia dessa integração, insere-se a importância não só da constituição de rede cicloviária acessível, mas também de bicicletários.

Com a finalidade de promover a intermodalidade, constituir infraestrutura para a promoção do uso da bicicleta e incentivar mais pessoas a pedalar, o Instituto Aromeiazero, em parceria com Ciclocidade e com patrocínio do Itaú Unibanco, desenvolve o projeto “Bicicletário Modelo”, que propõe-se a constituir um bicicletário próximo a estações de alta capacidade em áreas com altos índices de vulnerabilidade, nas bordas da cidade de São Paulo.

Como fase inicial do projeto, foi identificado que não há, no geral, a compreensão da importância dos bicicletários. Parte do público usuário do transporte público não considera o uso da bicicleta como uma alternativa, por não ser contemplado por infraestrutura adequada em seus trajetos. Pensando em mudar esse contexto, o Aromeiazero busca através deste edital, a construção de uma estratégia de comunicação que dialogue com o público periférico, pressione ações do poder público e insira a problemática dos bicicletários para todos.

Para se inscrever no edital é necessário que os grupos ou a maioria de seus membros tenham residência ou atuação em áreas do município ou da região metropolitana de São Paulo, cujo índice de vulnerabilidade social é médio, alto ou muito alto. Além disso, precisa que ao menos um dos membros seja microempreendedor (MEI e ME) ou pessoas jurídicas não-governamentais (com ou sem fins lucrativos).

As inscrições poderão ser feitas até dia 11 de março e o regulamento está disponível no site do Aromeiazero: https://www.aromeiazero.org.br/bicicletariomodelo. Participe!

Com informações da Assessoria de Imprensa Instituto Aromeiazero

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COMO O METAVERSO VAI MUDAR O FUTURO DO TRABALHO

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Especialista destaca como o novo espaço virtual deve impactar as relações corporativas e abrir novas possibilidades

O trabalho remoto e a comunicação online estão cada vez mais normalizados. O Zoom e outras ferramentas de videoconferência transformaram as dinâmicas corporativas, mas essa transformação deve ir muito além. O metaverso promete ser o maior divisor de águas, possibilitando novas formas de trabalhar, os chamados “escritórios infinitos”, e eles devem modificar e muito as relações dos colaboradores e das empresas nos próximos anos.

Mas de que forma o metaverso pode modificar as relações de trabalho, já impactadas pela pandemia? Ronaldo Bahia, CEO da JobConvo, startup de recrutamento e seleção por meio de inteligência artificial, explica como a nova tecnologia deve impactar o futuro do trabalho.



Como o metaverso pode modificar a maneira como trabalhamos

Depois de mais de 70 anos de uso limitado a poucas áreas e funções, a realidade virtual se expandiu para um uso mais geral, em setores como varejo, logística e atendimento ao cliente. Segundo estudo da PwC, em menos de 10 anos, a realidade virtual será usada em 23 milhões de empregos em todo o mundo, reforçando assim a entrada de muitas empresas e trabalhadores no metaverso.

“Tecnologias semelhantes ao metaverso podem ajudar as empresas e pessoas a organizarem a maneira como trabalhamos — e de forma mais ampla — a sociedade, de maneira mais produtiva. Padrões e protocolos compartilhados que trazem mundos virtuais díspares e realidades aumentadas em um único metaverso aberto podem ajudar as pessoas a trabalharem juntas e minimizarem alguns gargalos corporativos”, ressalta Bahia.

O que os trabalhadores devem esperar do metaverso

Um dos principais benefícios para os trabalhadores será a comodidade. Não haverá necessidade de deslocamento, pois todas as interações terão alternativas digitais iguais em eficácia.

Outro ponto serão as novas oportunidades de trabalho. Trabalhos que anteriormente exigiam interação pessoal terão opções virtuais, o que significa que o trabalho autônomo e remoto deve se expandir.

Em contrapartida, o monitoramento do dia a dia pode se tornar uma preocupação. Dependendo de quais regulamentos estão em vigor, os superiores podem ter acesso a praticamente tudo que um trabalhador faz. O acesso a essa privacidade vai precisar ser regulamentada.

Recrutamento no metaverso

Algumas empresas começaram a adotar a tecnologia com entusiasmo, na esperança de quebrar barreiras históricas no local de trabalho, como a geográfica.

Duas gigantes asiáticas, Samsung e Hyundai, realizaram recentemente feiras de emprego em um programa metaverso conhecido como ‘Gather Town’. Mundos virtuais como esse podem permitir às empresas alcançarem um público mais amplo e, em alguns casos, tornam um evento ainda mais imersivo e acessível do que seria no mundo físico, pois nem todos podem viajar para locais específicos em dias determinados.

Para algumas pessoas, inclusive, realizar entrevistas e reuniões no metaverso será mais confortável do que falar pelo Zoom ou pelo telefone.

No entanto, muitas pessoas e empresas ainda relutam em adotar o metaverso nos negócios. A adoção da tecnologia pode ser uma faca de dois gumes quando se trata de inclusão. Se por um lado a adoção de novas tecnologias e ferramentas amplia o leque de opções de trabalho, por outro, os custos elevados podem excluir pessoas que não têm acesso a essas novidades.

“O ideal é ir com cautela e cuidado, experimentando a nova tecnologia, oferecendo-a junto com outras opções, e obtendo o feedback dos usuários, sem deixar de lado as soluções já utilizadas”, orienta Bahia.

O impacto da relação trabalho-casa

A tecnologia do metaverso promete novas formas criativas para as pessoas colaborarem e trabalharem online. No entanto, os líderes das empresas vão precisar garantir que essa visão do futuro do trabalho não leve ao esgotamento dos funcionários, que passam muito tempo imersos em mundos virtuais.

“Se de fato vingar, a questão do trabalho híbrido não será mais sobre a divisão casa-trabalho, mas sobre alcançar o equilíbrio entre o mundo virtual e o mundo físico. O RH vai precisar desenvolver novas políticas de trabalho híbridas para garantir práticas de trabalho saudáveis no metaverso”, finaliza Bahia.

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência NoAr

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OFICINA APRESENTA APLICAÇÕES DO METAVERSO NO MUNDO VIRTUAL EM MASTERCLASS COM ESPECIALISTAS DO MERCADO

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Evento gratuito realizado na última terça-feira (22) abre as portas do metaverso e apresenta as inúmeras possibilidades do universo virtual

Considerado a internet do futuro, o metaverso vai revolucionar as relações pessoais e profissionais num curto espaço de tempo. Segundo previsão do J.P.Morgan, a oportunidade de mercado do universo virtual está estimada em mais de US$ 1 trilhão em receitas anuais. A cada dia que passa mais empresas, de várias formas e tamanhos, entram nesse novo mundo. Mas todas ainda têm as mesmas perguntas: O que é o metaverso? Qual deve ser a minha estratégia? O que eu devo fazer? Para responder estas e outras perguntas, a Oficina Consultoria de Reputação e Gestão de Relacionamento realizou, na última terça-feira (22), masterclass com especialistas de mercado para falar sobre o tema.

Diante do incomensurável potencial de transformar as relações corporativas e deixar o ambiente profissional mais próximo, inclusivo e humano, é preciso mudar paradigmas para entrar de cabeça nesse novo mundo de possibilidades. É o que aponta o presidente e cofundador da Virbela, plataforma de mundo virtual para trabalho remoto, aprendizado e eventos, Alex Howland.



“É uma grande mudança organizacional e as pessoas têm uma resistência grande a transformações. O que a gente observa é grandes empresas começarem com eventos para juntar as pessoas no ambiente do metaverso para que elas fiquem confortáveis. Segundo, se você quer entrar de vez, comece pequeno, com algumas equipes. É como aprender a ler”. A Oficina é a representante oficial da Virbela no Brasil.

“O conceito do metaverso é o tema mais falado nos mundos da comunicação, da tecnologia digital e da inovação disruptiva das experiências imersivas. A expectativa é que o metaverso traga novos contornos à comunicação humana.Não existe um mundo virtual, mas muitos mundos, que estão tomando forma para permitir que as pessoas aprofundem e ampliem”, afirmou a diretora de Curadoria e Conteúdo e Novos Produtos da Oficina Consultoria, Miriam Moura.

Alex Howland apresentou o seu próprio escritório virtual na Virbela. Ele circulou pelas diversas salas de reunião da Virbela e interagiu com colegas no ambiente virtual, numa demonstração real sobre o dia-dia do escritório no metaverso. “O espaço traz uma sensação de coworking e permite saber o que está acontecendo na sua organização em tempo real”, afirmou o presidente da Virbela, que promete novidades em breve. “A fidelidade dos avatares vão ficar cada vez melhores, com um custo benefício entre desempenho e acessibilidade. Estamos muito empolgados para lançar novos avatares ainda este ano”.

Espaço coletivo e cheio de possibilidades

Partindo dos princípios que integram o mundo real ao digital, a conselheira da associação XRBR (Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de X-Reality), Ana Arruda, apresentou um glossário com os conceitos das tecnologias 360º, 3D, realidade aumentada, realidade virtual e realidade estendida. As tecnologias são fundamentais para entender o universo virtual e chegar às inúmeras possibilidades do metaverso.

“A convergência entre as diferentes realidades, tanto física quanto virtual, resulta nesse espaço coletivo, aprimorado e cheio de possibilidades que é o metaverso. Podemos criar nossos próprios universos e cômodos dentro do metaverso, fazer reuniões e tornar toda a experiência mais imersiva”.

O head de Inteligência de Mercado da Oficina, João Chequer, explica que as mudanças nas relações corporativas proporcionadas pela pandemia abriram caminho para a expansão do universo digital e imersivo, e são uma alternativa às exaustivas reuniões nas plataformas online.

“Recentemente tivemos uma grande transformação social por causa da pandemia e isso fez com que houvesse experiencias virtuais mais imersivas. Essa combinação de tecnologia, questão social e comunicação, foi um motor econômico e que fizeram com que a curva de maturidade das pessoas no ambiente virtual fosse exponencial”, disse. “Pensando nisso, a gente buscou a parceria com o Virbela para trazer isso ao Brasil e compartilhar a um mercado em ascensão”.

Com informações da Assessoria de Imprensa In Press Oficina

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CLUSTER DE TIC DO PQTEC COMPLETA 10 ANOS DE ATUAÇÃO

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Vista aérea da cidade de São José dos Campos exemplo que terá certificação de cidades inteligentes
Foto: Divulgação/Prefeitura de São José dos Campos

Arranjo Produtivo Local de Tecnologias da Informação e Comunicação (APL TIC Vale) representa a vertical de TIC do Parque Tecnológico e celebra 10 anos de atuação.

Consolidado em 2012, o Cluster, que é gerido pelo PqTec foi criado com o objetivo de fortalecer as empresas a partir de troca de experiências, ações de capacitação, expansão dos negócios, conexão com potenciais parceiros e clientes e abertura de novos mercados, dentro e fora do país.

O Cluster foi fundado com um grupo de 25 empresas. Atualmente, são 92 empresas associadas de todas as regiões do Brasil que atuam em quatro setores para os quais as empresas associadas apresentam soluções integradas: Cidades Inteligentes, Indústria 4.0, Varejo e Agronegócio.



Ao longo dos dez anos, o APL TIC VALE promoveu quase 400 ações, entre programas de capacitação e de certificações, rodadas de negócios, comitês temáticos, missões, promoção de eventos, entre outras iniciativas que geraram oportunidades e crescimento para as empresas.

Um dos eventos para promover o desenvolvimento das empresas é a RM Vale TI — feira e congresso de Tecnologia e Inovação, que acontece anualmente desde 2014 e foi pensada para promover as tecnologias desenvolvidas pelas associadas. Depois de oito edições, o evento se tornou referência no país e soma mais de 15.000 participantes de mais de R$ 200 milhões em negócios gerados.

Diretor da Saipher ATC, Alessandro Oliveira considera o APL TIC Vale um importante serviço de incentivo à evolução e ao aprimoramento das empresas na região e ressalta as ações do Cluster para desenvolvimento da empresa. “Sabemos da importância de trocar experiências e o quanto faz diferença as ações de capacitação, para expansão dos negócios e conexão com potenciais parceiros e clientes. Acrescente a essa percepção a possibilidade ímpar para abertura de novos mercados aqui e fora do Brasil. Fazer parte do APL TIC Vale é uma honra para nós. Estar entre as organizações que contribuem para a promoção da inovação e do empreendedorismo vai ao encontro da essência da nossa empresa”, afirma.

Entre as ações do Cluster, também se destacam as missões internacionais que trouxeram oportunidades para as empresas, como lembra Rogério Marinho, CEO e Founder da Youtan. “Sem dúvida, o TIC Vale foi um grande divisor de águas na história da Youtan. Ingressamos no Cluster no início de 2012 e, desde esse momento, tivemos a oportunidade de participar de inúmeras ações que nos geraram negócios ou capacitaram nossa equipe. Indicação de oportunidades de negócios, participação de rodadas negóciosparticipação na feira e congresso RM Vale TI, capacitações para os gestores e equipes, missões internacionais como o encontro de cluster em Montevideo (em que estavam presentes as delegações da Argentina, Paraguai e Uruguai), missões para visitar empresas e aproximação de universidades como a FATEC e a Unifesp”, conta.

Para Marcelo Nunes, diretor de Novos Negócios do PqTec, os 10 anos do APL TIC Vale demonstram a maturidade e seriedade do trabalho de todos os envolvidos. “Comemoramos uma década com 92 empresas associadas, com seriedade na área de tecnologia da informação, sempre nos preocupando com a transformação digital que fomos praticamente obrigados a enfrentar nesses últimos anos. Chegar até aqui demonstra a maturidade do nosso Cluster em São José dos Campos, no Estado de São Paulo e no Brasil”, parabeniza Nunes.

Em abril de 2021, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo classificou todos os 60 arranjos produtivos locais paulistas conforme seus níveis de maturidade. Somente três são considerados maduros e um deles é o APL TIC Vale.

Para conhecer mais do APL TIC Vale clique aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa PqTec

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TECNOLOGIAS HABILITADAS POR 5G PODEM ATENDER UM QUINTO DA META DE MUDANÇA CLIMÁTICA DOS EUA ATÉ 2025, APONTA NOVO ESTUDO DA ACCENTURE

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MCom aprovou destinação de R$ 56 milhões para projetos na área de telecomunicações previstos no Plano de Aplicação de Recursos da Fundação CPqD.

Novos casos de uso decorrentes de redes 5G podem reduzir a pegada de carbono dos EUA em até 330,8 MMtCO2e — o equivalente à remoção de 72 milhões de carros das ruas

A conectividade 5G será fundamental para que os EUA possam atingir as metas de mudanças climáticas estabelecidas pela administração Biden. Estimativas apontam que casos de uso com habilitação do 5G podem contribuir com até 20% das metas de redução das emissões de CO2 do país até 2025. As conclusões são de um novo estudo da Accenture (NYSE: ACN) encomendado pela CTIA, associação do setor de comunicações sem fio dos EUA.

“O estudo reforça que as redes 5G sem fio dos EUA serão fundamentais para enfrentarmos o desafio premente das mudanças climáticas”, afirma Meredith Attwell Baker, presidente e CEO da CTIA. “O setor de comunicações sem fio dos EUA está empenhado na construção de uma plataforma 5G capaz de acelerar os investimentos e inovações necessários para atender os objetivos climáticos do país”.



O estudo 5G Connectivity: A Key Enabling Technology to Meet America’s Climate Change Goals mostra que o uso das redes 5G possibilitará a redução adicional de 330,8 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono equivalente (MMtCO2e) até 2025. Resultado semelhante seria obtido se fossem retirados 26% dos veículos de passageiros em circulação nos EUA por um ano – algo em torno de 72 milhões de veículos.

O estudo analisou 31 casos de uso de 5G em cinco verticais da indústria: transporte e cidades, manufatura, energia e edifícios, agricultura e trabalho, moradia e saúde. O levantamento analisa as três verticais abaixo em profundidade, onde o 5G terá um potencial significativo de redução de carbono:

  • Transporte e cidades: O uso do 5G nesta vertical da indústria pode abater até 86,5 MMtCO2e nos EUA, graças à redução nos índices de congestionamento, tempo de parada dos veículos nos sinais e ao estacionar, otimização de rotas e o aumento na adoção e na variedade de opções mais sustentáveis, como o transporte público. A descarbonização nesta vertical é equivalente ao carbono sequestrado por 106 milhões de acres (algo em torno de 430 mil quilômetros quadrados) de florestas dos EUA em um ano.
  • Manufatura: Já a aplicação do 5G na vertical de manufatura pode reduzir até 67,4 MMtCO2e nos EUA, graças ao aprimoramento da gestão de inventário, monitoramento de ativos em tempo real, manutenção preditiva, aumento de processos e prevenção de viagens. A descarbonização advinda apenas da gestão de inventário até 2025 equivale à remoção das emissões de CO2 de 17 usinas a carvão em um ano.
  • Energia e edifícios: Os casos de uso habilitados para 5G na vertical de energia e edifícios podem sequestrar até 67,9 MMtCO2e da atmosfera, graças ao monitoramento em tempo real, aumento do uso de energia verde, economia de combustível por meio de transporte reduzido facilitado por operações remotas, sistemas de gerenciamento de energia do edifício, controles HVAC comerciais, medidores inteligentes e redes inteligentes e microrredes renováveis. Neste caso, a descarbonização até 2025 seria equivalente à remoção das emissões produzidas pelo consumo de energia elétrica de 12 milhões de lares em um ano.

“O estudo mostra que as redes 5G podem reduzir significativamente a pegada de carbono do país”, explica Peters Suh, líder do setor focado em Comunicação e Mídia na América do Norte da Accenture. “Precisamos compreender de que forma os diferentes setores podem usar as redes 5G cloud-first a fim de trazer uma inovação ainda maior aos principais processos operacionais. Por meio da educação e de algumas mudanças no ecossistema, as organizações podem colher os benefícios climáticos do 5G, da nuvem pública até a borda”.

“Nos EUA, as redes 5G já atendem 305 milhões de pessoas. A expansão do 5G está acontecendo em menos tempo do que a expansão do 4G, e a cada dia a indústria sem fio está empenhada em aumentar ainda mais a velocidade dessas redes”, completa Attwell Baker. “Ao todo, o ecossistema sem fio dos EUA ajuda a posicionar as empresas mais inovadoras do país nessas principais verticais da indústria. Assim, será possível obter os benefícios climáticos em menos tempo”.

Metodologia do estudo

A Accenture desenvolveu um modelo de redução de carbono capaz de quantificar a potencial oportunidade incremental de redução de carbono nos casos de uso downstream habilitados por redes 5G. Trata-se de uma adaptação da metodologia e análise de casos de uso criada pelo GSMA no relatório “The Enablement Effect”. Ao todo, foram identificados 31 casos de uso em que o 5G poderia ser aproveitado pela tecnologia móvel para reduzir as emissões de carbono. Em seguida, a Accenture calculou as emissões evitadas para cada caso usando um fator de emissões evitadas, uma variável de quantidade orientada por 5G e um multiplicador de habilitação de 5G.

Para acessar o estudo completo, clique aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa Accenture e bcw | burson cohn & wolfe

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TECNOLOGIA DESENVOLVIDA PELA KIDO DYNAMICS É PARCEIRA DA MOBILIDADE URBANA NAS CIDADES

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A plataforma de Mobilidade Inteligente da Kido Dynamics disponibiliza informações agregadas sobre padrões de mobilidade da população com dados oriundos das redes de telefonia móvel

Uma nova versão da plataforma de extração e visualização de dados de deslocamentos da população está sendo lançada pela Kido Dynamics. A missão desta empresa é auxiliar municípios e organizações público-privadas a conhecer e entender a dinâmica de mobilidade nas cidades. Além da altíssima precisão nos resultados devido ao tamanho e à representatividade da amostra coletada, a plataforma cobre todo o território nacional e conta com uma frequência diária (em D+1) de atualização das informações.

A tecnologia

O processamento dos registros de telefonia, conhecidos como CDRs (call detail records), a partir de algoritmos de big data e machine learning, aliados a conceitos da emergente ciência da Física Social, permite conhecer os padrões de deslocamento da população e gerar, por exemplo, matrizes de origem-destino, um dos principais insumos para o planejamento de mobilidade urbana e de sistemas de transporte público. 

Esses registros, previamente anonimizados pela operadora móvel parceira, são enviados para a Kido Dynamics e, a partir daí, os dados são tratados, processados, extrapolados e disponibilizados na plataforma de Mobilidade Inteligente, por meio da qual é possível obter uma visão completa sobre o comportamento de mobilidade da população em uma determinada região de análise durante um período de interesse, atual ou retroativo. As posições são geolocalizadas inicialmente com base na localização das antenas de telefonia e, ao longo do processo, passam por avançados algoritmos capazes de refinar a granularidade espacial da informação de origem-destino.



A plataforma

Até o fim de 2021, a plataforma funcionava apenas com projetos pontuais. O gestor da organização/município definia uma área de interesse (uma cidade, por exemplo) e um período para análise. A partir daí os resultados eram disponibilizados entre 3 a 4 semanas. Na nova versão da plataforma, os dados do país inteiro são processados diariamente em “D+1”, de forma contínua, e os resultados são disponibilizados instantaneamente. 

A precificação varia de acordo com a quantidade de zonas a serem analisadas e a quantidade de dias consultados. Existem dois modelos de contratação: projeto único e assinatura da plataforma. O modelo de projeto único é indicado para demandas pontuais sem recorrência de análise. Neste caso, é cobrada uma taxa de setup da plataforma para cada projeto. No modelo de assinatura, que tem vigência mínima de 12 meses, o cliente paga uma taxa mensal simbólica de manutenção da plataforma e os valores por zona analisada caem significativamente. 

A quem se destina

A tecnologia é destinada aos gestores públicos e, também, às organizações privadas. O benefício para uma Secretaria Municipal de Mobilidade, por exemplo, é a possibilidade de obter informação de volumes de deslocamentos entre regiões da cidade, com alta precisão, rapidez e um baixíssimo custo por pessoa pesquisada. Além de secretarias municipais, consultorias em engenharia de tráfego, responsáveis por projetos de mobilidade urbana e rodoviária, e concessionárias de rodovias também são clientes da Kido Dynamics.

Estudos rodoviários e outras verticais de atuação

A Kido Dynamics também apoia o setor de gestão rodoviária através do fornecimento de matrizes de origem-destino, volumes de tráfego, comportamento das trajetórias nas áreas de pedágio, além dos impactos do trânsito nas férias e feriados. No Transporte Urbano Metropolitano, além de informações de origem-destino, também é analisada a finalidade das viagens, identificando, por exemplo, viagens com comportamento casa/trabalho e vice-versa.

Um dos projetos mais emblemáticos realizados pela Kido Dynamics foi o fornecimento de dados de mobilidade dos deslocamentos com origem e/ou destino nos aeroportos de análise da 7a Rodada de Concessões Aeroportuárias. “Junto às demais empresas do nosso consórcio, fomos vencedores dos estudos que subsidiarão os processos de concessão desses aeroportos. Além disso, participamos de outros projetos como estudos de concessões rodoviárias e estudos de mobilidade urbana em cidades como Maceió/AL e Joinville/SC, em parceria com empresas de consultoria em engenharia de tráfego”, comenta Luiz Eduardo Viotti, Managing Director da Kido Dynamics.

Mais informações sobre a empresa e soluções oferecidas podem ser encontradas no site.