spot_img
Home Blog Página 249

O QUE ESPERAR DAS CRIPTOMOEDAS E EMISSÃO DE TOKENS

0
tokens

Rodrigo Pimenta, CEO e fundador da Hubchain Tecnologia fala sobre tokenização em “blockchain” ,  tema que vem ganhando enorme relevância

A tokenização em “blockchain” é um tema que vem ganhando enorme relevância no cenário nacional e internacional. Resumidamente, consiste no processo de transformar um ativo qualquer em quotas menores e/ou fracionadas em um ecossistema descentralizado, utilizando contratos inteligentes, juntamente com a tecnologia “blockchain”. Esse processo, além de permitir a garantia, simplicidade, transparência e segurança tecnologicamente, possibilita maior facilidade para negociação a partir de mercados gigantescos, como por exemplo DeFi ou exchanges de criptoativos.

Com a grande ascensão desse universo, o mercado tem criado uma variedade de novos tipos de tokens com propósitos diversos. Existem diversas opções de categorias de tokens cujas 4 principais podem ser destacadas: os Utility tokens, Non-fungible tokens (NFT), Security tokens e Payment Tokens.



A tokenização não é um assunto recente, há pelo menos 10 anos esse tema é discutido no mercado. No entanto, ao que tudo indica, agora viveremos essa era. Recentemente, o CEO da B3, Gilson Finkelsztain, apontou que a companhia deve começar a usar “blockchain” na tokenização de ativos físicos. Com o aval na participação no Sandbox Regulatório da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a parceria entre a fintech Vórtx e a holding QR Capital, tem feito testes de regulação dos primeiros tokens no mercado de capitais nesse sandbox utilizando “blockchain”.

A grande vantagem se dá pelo fato de a “blockchain” ser à prova de fraudes. Afinal, estamos falando em transformar qualquer ativo em um token, sendo ele real ou financeiro. Em se tratando da tokenização, é essa tecnologia que permite a troca de informações, em que todos os envolvidos na rede garantem a veracidade dos termos e condições. Dessa forma, não há questionamento sobre sua confiança.

É importante tocarmos no fato da confiança ser a chave do negócio. Afinal, essa é a questão principal quando o assunto é crédito. Vamos partir do princípio de que uma lei precisa de uma interpretação humana para ser aplicada. Quando traduzimos um código para “blockchain”, é ele que faz essa operação a partir de uma rede de consenso. Com isso, a tokenização de ativos financeiros cresceu aos olhos do mercado mundial, pois elimina a necessidade de confiança e desassocia a avaliação de risco.

O grande entrave no momento gira em torno dos desafios regulatórios, facilitado pelo teste de Howey, que veda ofertar qualquer tipo de ativo para um cidadão brasileiro, demandando autorização expressa da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e, ainda assim, sendo liberado somente em alguns casos especiais. O mesmo entrave pode ser notado também em uma wallet identificada e auto-custodiada, para lidar com lavagem de dinheiro, apoio ao terrorismo e gestão das chaves privadas para diminuir a insegurança jurídica, sucessão, litígios ou disputas judiciais. Representa um enorme, como o CBDC (“Central Bank Digital Currency”), o utility token do novo “real digital brasileiro”, que conforme Roberto Campos Neto, ex-Presidente do Banco Central do Brasil, seria compatível com smart contracts em “blockchain”.

É fácil perceber como os ativos digitais em “blockchain” prometem impactar a nova economia. Mas qual a amplitude desse impacto? Na realidade ainda não sabemos. Fato é que a tecnologia “blockchain” veio para ficar na economia mundial e seu grande pilar está em permitir uma utilização mais eficiente dos recursos, reduzindo os custos das operações, ampliando os produtos financeiros já existentes e seus desdobramentos, como o DeFi, GameFi, SocialFi e InsuranceFi, que ainda carecem de um melhor tratamento com os reguladores. Os primeiros passos já foram dados, sempre de olho no futuro.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA

COMO OS PARQUES TECNOLÓGICOS PODEM IMPULSIONAR AS CIDADES INTELIGENTES

0
cidades inteligentes
Foto: Banco de imagem/istockphoto

Paulo Victor Almeida, diretor de Negócios do Biopark fala sobre a proliferação destes hubs de inovação nos últimos anos contribui para a formação das smart cities no Brasil

A agenda de cidades inteligentes no Brasil estabelece, como um dos seus objetivos estratégicos, o fomento ao desenvolvimento econômico local no contexto da transformação digital. Isso requer apoiar as cadeias produtivas e ecossistemas de inovação, a fim de reduzir as desigualdades socioeconômicas, fortalecer os arranjos produtivos regionais e implementar infraestruturas e tecnologias sociais como parques tecnológicos, laboratórios especializados e incubadoras, como descreve a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes.

É uma via de mão dupla. Os parques tecnológicos trazem, em seu DNA, os principais genes que também geram as cidades inteligentes. São, em sua essência, ambientes de inovação e agregadores de conhecimento, voltados para tornar as economias locais mais competitivas e, desta forma, beneficiar as comunidades locais e a sociedade, de uma forma geral.



Neste contexto, como promover continuamente a inovação? Trata-se de uma questão central, que norteia a atuação do Biopark, no Paraná, há seis anos, e é discutida permanentemente pelo ecossistema que envolve os mais variados agentes públicos e privados.

Os caminhos, certamente, envolvem três dimensões:

Educação voltada para a transformação digital – A educação é a base da transformação digital que caracteriza as chamadas smart cities. Aliada ao sistema público e formal, os recursos educacionais diferenciados, implantados pelos parques tecnológicos, fortalecem a formação de profissionais com múltiplas especialidades, pesquisadores e empreendedores, todos focados em suprir as reais demandas de mercado, no sentido de tornar as cidades mais conectadas, mais sustentáveis e com maior equidade tanto do ponto de vista econômico quanto social.

Isso implica em abraçar o desafio da jornada completa da educação, envolvendo desde as crianças do ensino fundamental até os pesquisadores em seus pós-doutorados, apoiando e incentivando a criatividade, a pesquisa científica e a inovação.

Empreendedorismo baseado na realidade local – O Brasil tem 55 parques tecnológicos – eram apenas 20 há uma década. Juntos, eles somam quase 2 mil empresas, empregam mais de 43 mil pessoas e faturam R$ 3,7 bilhões por ano, segundo estimativa em estudo recente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações com a Universidade Federal de Viçosa (MG). O crescimento destes hubs num curto espaço de tempo comprova a eficácia dos parques tecnológicos para estimular a inovação e o desenvolvimento de novos empreendimentos e clusters industriais, como ocorre nos demais hubs pelo mundo, como o famoso Vale do Silício, nos Estados Unidos, assim como em Tel Aviv (Israel) e Seul (Coreia do Sul), dentre muitos outros.

Um dos projetos mais emblemáticos do Biopark, por exemplo, foi o desenvolvimento de queijos finos junto com os produtores locais, uma vez que a cidade de Toledo fica na segunda maior bacia leiteira do país. Desta forma, 17 produtores locais estão envolvidos na transferência de tecnologia, para ampliarem seus portfólios, aumentarem a rentabilidade e impulsionarem os negócios.

Investimentos em hubs físicos e conexões online – O conceito de cidades inteligentes remete automaticamente para a ideia de digitalização massiva, o que é correto. Entretanto, os hubs físicos continuam sendo imprescindíveis nesta jornada. Agregar investimentos em estruturas que reúnam incubadoras, startups, empresas de setores e com níveis de maturidades variados, centros educacionais e de pesquisa e, por que não, até residências, contribui para criar um microcosmo inovador, dinâmico e sinérgico para a construção do futuro que desejamos.

O relatório da KPMG, Technolgy Innovation Hubs, consolidado no ano passado, aponta que, apesar da aceleração da atuação remota e híbrida durante a pandemia, os hubs físicos são importantes para nortear a inovação tecnológica para 39% dos líderes de empresas de tecnologia globais consultados pelo levantamento.

São espaços que, segundo o relatório, tornam-se relevantes por atrair jovens profissionais, criarem um pipeline de talentos qualificados e oferecerem infraestrutura moderna, incluindo banda larga de internet, entre outros fatores. Ainda, favorecem a mobilidade e a sustentabilidade ambiental, por conta da proximidade das instalações.

Enfim, o objetivo primordial das cidades inteligentes é elevar a qualidade de vida em todos os aspectos para a população, com melhores produtos, serviços, conectividade, geração de riqueza e redução das desigualdades. Ao promoverem uma cultura de inovação e competitividade, os parques tecnológicos caminham ao encontro deste objetivo maior.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE CIDADES

 

NTT DATA APONTA A COLETA E GESTÃO DE DADOS AMBIENTAIS COMO FERRAMENTA CHAVE PARA UMA TRANSFORMAÇÃO SUSTENTÁVEL

0
transformação sustentável

A empresa de consultoria em tecnologia destaca, que para atingir as metas de sustentabilidade e descarbonização nos próximos anos, será necessário realizar uma dupla transformação em suas operações e governança corporativa: sustentabilidade e digitalização

A NTT DATA, uma das dez maiores empresas de serviços de TI do mundo, apresentou o relatório “De negócios tradicionais para negócios sustentáveis”, um estudo que destaca a sustentabilidade como o principal objetivo que deve ser conquistado na próxima revolução industrial e o papel da análise de dados e de um modelo de governança de dados na tomada de decisões.

Hoje, as questões relacionadas ao capital natural e ao capital social também são questões financeiras, e é evidente a tendência para que sejam totalmente interdependentes. Esta nova abordagem requer um sistema interligado onde os riscos decorrentes de grandes desafios globais (mudança climática, perda de biodiversidade e desigualdade social) sejam facilmente analisados com base em informações fornecidas pelas empresas a partir de um modelo de relatório integrado que incorpora esta nova visão de sustentabilidade.



O relatório da NTT DATA aborda as oportunidades proporcionadas pela transição das empresas para novos modelos de produção sustentáveis e viáveis ao longo do tempo, uma estratégia diretamente ligada à iniciativa de medidas legais lideradas pelas Nações Unidas, o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, e uma visão holística e coerente que permite que o ambiente natural e sua biodiversidade sejam considerados por empresas, instituições financeiras e governos.

Na América Latina e no Caribe, os títulos verdes, sociais e sustentáveis dobraram em dois anos, alcançando um volume de mercado de US$ 48,6 bilhões. Considerando que a América Latina e o Caribe abrigam 40% da biodiversidade do planeta, a região está em posição favorável para aproveitar as oportunidades de investimento sustentável.

O estudo mostra que não se trata de reduzir o impacto da atividade humana sobre o ecossistema, mas sim de atribuir a esse impacto uma trajetória positiva. O relatório apresenta os pilares mais importantes de uma estratégia de transformação para os negócios baseada na sustentabilidade como um fator econômico e de bem-estar. Com este objetivo, a NTT DATA propõe o desenvolvimento de um modelo de negócios de dois pilares. Em outras palavras, um fator que considera tanto os impactos do meio ambiente sobre a empresa quanto os da empresa sobre o meio ambiente.
A análise de dados como catalisador da transformação

A transição de negócios tradicionais para negócios sustentáveis requer uma transformação na forma de avaliar riscos, abordar oportunidades, gerenciar informações e tomar decisões que conduzam a novos modelos de financiamento e aporte de investimento. A proposta da empresa de consultoria tecnológica está centrada na gestão e no potencial dos dados ambientais como um denominador comum da transformação, integrando cinco áreas de atuação: a economia circular, a luta contra as mudanças climáticas e a proteção da biodiversidade, da agricultura e dos recursos hídricos.

O relatório aponta, em particular, a governança de dados como o caminho para um modelo de sustentabilidade transversal. Apenas para ilustrar, temos como exemplo o carvão, combustível que ajudou a catalisar a mudança para uma sociedade moderna, embora comprometida em termos de sustentabilidade, e agora são esses dados que nos permitirão evoluir para uma sociedade baseada no conhecimento e uma economia muito mais sustentável.

Para as empresas, fortalecer o monitoramento e a rastreabilidade das informações a partir da tomada de decisão orientada por dados, automação e Inteligência Artificial (IA) representa não apenas uma oportunidade para operações comerciais eficientes, mas também as melhores ferramentas para evitar qualquer risco de greenwashing.

O modelo de governança de dados proposto pela NTT DATA procura identificar indicadores sólidos, relevantes e oportunos que demonstrem a sustentabilidade de um modelo de negócios. Dessa forma, eles podem garantir uma gestão mais eficiente, agregar valor e facilitar a obtenção de financiamento, reduzindo seus custos operacionais, aumentando sua eficiência produtiva e respondendo às exigências de reputação de um mercado mais exigente.

De acordo com Cayetano Hernández, diretor de ESG e Transição de Energia da NTT DATA EMEAL, “para a NTT DATA participar deste novo paradigma Twin Transition: digitalização e sustentabilidade, é fundamental adotar uma estratégia baseada no desenvolvimento inclusivo, na integração territorial, em uma jornada de descarbonização, no uso de tecnologias limpas e em transições ecossustentáveis; e, desta forma, continuar apostando na transformação digital como um fator de produtividade para alcançar a sustentabilidade. Com este relatório, nossos clientes em diferentes países da América Latina estão avançando cada vez mais para a implementação de objetivos de desenvolvimento sustentável e para a integração no combate à mudança climática que vem sendo implantado em toda a região como Twin Transformers. O combate deve estar integrado nas diferentes estratégias de negócio para refletir em resultados de sucesso, servindo de exemplo de exportação em termos de melhores práticas para outros países”.

Qualquer estratégia de negócio baseada em dados empíricos relevantes, rastreáveis e certificáveis será capaz de: reduzir custos onde realmente for necessário; aumentar a eficiência do processo; liderar oportunidades de mercado; e contribuir para o desenvolvimento sustentável a partir de uma posição de liderança, agregando valor em duas direções: da região ou sociedade para a empresa e vice-versa.

Faça o download do relatório:De negócios tradicionais para negócios sustentáveis

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE ESTUDOS

ENTREVISTA PMU COM JOÃO IRINEU | DIRETOR DE COMPLIANCE DE PRODUTO DA STELLANTIS

0

João Irineu, Diretor de Compliance de Produto da Stellantis fala sobre a importância da integração entre os setores públicos e privados para difundir os carros elétricos no Brasil

Para ampliar os debates sobre mobilidade urbana e a utilização de carros elétricos, durante a primeira edição do Parque da Mobilidade Urbana (PMU), contamos com a participação do Diretor de Compliance de Produto da Stellantis, João Irineu.

O evento, fruto da parceria entre o Connected Smart Cities e o Mobilidade Estadão, tem o propósito de promover a conexão, por meio da troca de informações e da difusão de ideias para a mobilidade no Brasil e no mundo. Para isso, compartilha experiências, engaja discussões e realiza ações concretas, com a colaboração de diversos parceiros e conectando os atores desse ecossistema.



DESTAQUES DA ENTREVISTA

  1. João Irineu apontou que hoje, o item mais caro para a produção de carros elétricos são as baterias. No entanto, uma das formas de movimentar esse mercado é por meio da transição com carros híbridos. Neste sentido, esses veículos contribuem para a melhora das questões sociais e ambientais.
  2. A projeção citada pelo executivo foi que após o ano de 2025, a capacidade produtiva do Brasil irá aumentar e por consequência teremos carros elétricos mais acessíveis no mercado.
  3. João destacou ainda a importância da integração entre os setores públicos e privados, além de incentivos, para assim difundir os carros elétricos não somente em grandes centros urbanos, como também em outras regiões do país.

Gostou do vídeo? Curta, compartilhe e se inscreva no canal do YouTube para não perder os próximos conteúdos! https://www.youtube.com/c/ConnectedSmartCities

O QUE O SISTEMA NACIONAL DE SAÚDE DO REINO UNIDO TEM A ENSINAR PARA A GESTÃO EM SAÚDE NO BRASIL?

0
CADA REAL IMPORTA PARA O SUS

Tornar a Saúde um direito acessível a todos – e não apenas àqueles que podiam pagar por ela – foi a grande motivação para o plano que deu origem ao National Health Service (NHS)

Acabo de voltar da Inglaterra, onde observei de perto o modelo assistencial público de Saúde. E sabe o que aprendi? Que um sistema setentão ainda tem muito a nos ensinar.

Tornar a Saúde um direito acessível a todos – e não apenas àqueles que podiam pagar por ela – foi a grande motivação para o plano que deu origem ao National Health Service (NHS) no Reino Unido, lá em 1948 – poucos anos após o fim da 2º Guerra Mundial. Décadas depois, já em 1990, o mesmo NHS inspirou a criação do nosso Sistema Único de Saúde, o SUS, cujo principal mote é assegurar que a Saúde é um direito de todos e um dever do Estado – uma definição que inclusive está na nossa Constituição de 1988.



Recorro a essa breve introdução para fazer uma comparação direta entre o que o NHS e o SUS oferecem, em termos de jornada do paciente e acesso ao sistema.

Diferentes dimensões

Começo ressaltando o alcance de cada um dos sistemas. Dos pouco mais de 67 milhões de habitantes do Reino Unido, apenas 11% (cerca de 7,3 milhões de pessoas) têm acesso à saúde privada. Portanto, 90% são usuários do NHS.

Já no Brasil, o percentual de pessoas com planos de saúde chega a ser o dobro, com o agravante de que os números absolutos são muito maiores do que os ingleses: são mais de 49 milhões de beneficiários, o que representa cerca de 23% de toda a população. E, mesmo entre eles, o acesso ao SUS permanece constante, seja com o Plano Nacional de Imunização ou pela utilização do SAMU – para ficar em exemplos mais corriqueiros.

Mas analisar apenas a diferença de tamanho e de número de vidas atendidas nos dois sistemas invariavelmente é injusto. É certo que o NHS até poderia ser classificado como um modelo pequeno em relação ao alcance do SUS, mas isso não faz jus a sua importância como exemplo de atendimento assistencial promovido. Por isso, me atenho a compreender melhor seus modus operandi.

O NHS, por exemplo, prevê um sistema de assistência hierarquizado, cuja porta de entrada é sempre um médico da família, chamado de GP (sigla em inglês para general practitioner, ou seja, um médico generalista). Uma consulta padrão – como, por exemplo, uma dor no braço – acontece da seguinte forma: o paciente liga para uma central telefônica em um horário do dia pré-determinado – que costuma ser pela manhã – e relata o seu problema a um profissional de Saúde, comumente um enfermeiro. Algumas vezes, a questão pode ser resolvida ali mesmo, com a prescrição de medicamentos que são enviados para a farmácia mais próxima da residência do paciente. Mas em caso de necessidade de atendimento, o GP é que vai retornar ao longo do dia para conversar melhor com o paciente e fazer a anamnese – tudo isso por telefone!

É importante frisar que o GP também realiza todos os pedidos de exames que avalia necessários ao caso e somente quando ele mesmo não consegue evoluir com o tratamento é que o paciente será encaminhado ao especialista, junto com os resultados diagnósticos.

Independentemente da forma de contato, seja ela digital ou presencial, eu entendo que esse é o modelo de atendimento adequado e que, muito em breve, deve se perpetuar no Brasil. No entanto, mesmo com toda a sua experiência nesse tipo de atendimento, o NHS está passando por um ciclo de incerteza, sendo um dos motivos principais, a colocação dos GP para fazerem atividades meramente burocráticas, que poderiam ser substituídas pelo uso da tecnologia para acompanhar toda a jornada do paciente e pelo uso da inteligência artificial para apoiar na triagem e elucidação dos diagnósticos. O agravante é que essas tarefas diminuem o tempo assistencial disponível para cuidar dos doentes.

E imagino que a gente enfrentará algo parecido aí no Brasil. Especialmente porque é o médico de família experiente que vai regular a assistência de saúde de cada cidadão, independentemente de onde ele estiver: seja por meio da Saúde digital ou em consultas presenciais.

Uma equipe atenta

No Brasil, por sua vez, o programa Estratégia Saúde da Família (ESF), criado logo no começo do SUS, em 1994 – com outro nome, é verdade -, usa o mesmo conceito de promoção da atenção primária a partir do trabalho de uma equipe multiprofissional formada por médico de família, especialistas, enfermeiros e auxiliares de enfermagens, além de agentes comunitários. Todos direcionam seus atendimentos para a comunidade e acompanham os casos de doenças crônicas de perto.

E como o modelo tem sido bem-sucedido em seus desfechos clínicos e financeiros, a saúde suplementar tem começado a investir mais para criar seus próprios programas de atenção primária e oferecer aos beneficiários um atendimento personalizado para a aplicação de uma medicina preventiva de fato. Nesse sentido, cito as operadoras Hapvida e Prevent Senior, juntamente com algumas Unimeds, como as poucas que já conseguiram adotar o modelo de forma bem-organizada.

As demais operadoras de Saúde, no entanto, permanecem oferecendo acesso livremente, ou seja, o beneficiário pode consultar o médico que desejar, a hora que quiser e realizar todos os exames que pedir. Só que esse tal “livre acesso” invariavelmente implica em refação de exames, diagnósticos laboratoriais e de imagem, além de consultas por vezes desnecessárias, multiplicando os já elevados.

Eu entendo, claro, que todo cidadão gosta e busca ter liberdade para fazer o que quiser, até mesmo com a sua própria saúde, mas é preciso que todos saibam que esse ato provoca um custo infindável.

A solução, a meu ver, está justamente na hierarquização do sistema, ou seja, determinar que a porta de entrada da saúde suplementar seja também via médico da família ou por um conjunto de profissionais médicos generalistas responsável por atender um grupo de pessoas de uma mesma comunidade – como acontece na Inglaterra.

O futuro é hierárquico

Imagine então se a saúde suplementar brasileira se inspirasse tanto no NHS quanto no SUS e criasse seus próprios comitês de médicos generalistas para atender grupos de beneficiários? Algumas operadoras estão seguindo esse caminho, é verdade, mas estou me referindo ao sistema como um todo. anexo 1

Esse tipo de hierarquia a que eu me refiro, se expandiria daquela que já existe hoje no Brasil para a regulação da interação e não se restringiria apenas a aceitar ou negar o procedimento em si. Ao contrário, ela acompanharia o paciente em toda a sua jornada pelo sistema, sempre em busca do melhor desfecho clínico possível.

Todo esse acompanhamento da história clínica do doente passa pela integração de dados pelos sistemas, um movimento no qual o paciente se torna o verdadeiro proprietário de seu dado de Saúde e elege um profissional generalista para acompanhá-lo de perto. Nos últimos anos, temos viajado o mundo entendendo como a tecnologia pode ajudar a salvar vidas. Também notamos como o nosso Global Health, com a integração de toda jornada e a monitoração de todos os dados do paciente, está aderente a tudo que encontramos de melhor no mundo. Somente assim a gestão em Saúde será capaz de oferecer uma melhor assistência a um menor custo possível. Que a gestão da Saúde caminhe nesse sentido.

***Em tempo, o NHS está passando por um processo de reorganização, que culminou em um projeto de lei de Saúde e Assistência que está agora passando por leitura na Câmara dos Lordes. Entre os pontos de atenção da nova proposta está justamente o fato de que o sistema pode – pela primeira vez – não ser mais universal. Precisamos estar muito atentos para que tais ações – se aprovadas – não repercutam por aqui. Acompanhe as propostas aqui (em inglês).

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE SAÚDE

ENTREVISTA PMU COM CARLOS EDUARDO CARDOSO SOUZA | DIRETOR E-CITY DA ENEL X

0

Carlos Eduardo Cardoso, Diretor e-city da Enel X apresenta projetos de ônibus elétricos desenvolvidos pela empresa

A Enel X Brasil, linha de negócio do Grupo Enel dedicada a produtos inovadores e soluções digitais, que atua em setores de energia mostrando o maior potencial de transformação: nas cidades, residências, indústrias e mobilidade elétrica, é patrocinadora da 1a. edição do Parque da Mobilidade Urbana (PMU).

Durante o evento, o Diretor e-city da Enel X, Carlos Eduardo Cardoso conversou com Dante Grecco, editor do Mobilidade Estadão.



Na oportunidade, Carlos Eduardo contou um pouco sobre as soluções que a Enel X já coloca em prática para disseminar o uso de ônibus elétricos pelo mundo.

DESTAQUES DA ENTREVISTA

  1. Carlos Eduardo compartilhou a respeito das experiências que a Enel X desenvolveu para  colocar em circulação a eletrificação em países como Colômbia e Chile.
  2. Com o propósito que vai muito além da sustentabilidade, Cardoso manifestou os benefícios da prática de ônibus elétricos, como a redução dos custos com combustíveis.
  3. Ao concluir a entrevista, o executivo completou que para trazermos essa realidade para o Brasil, vai muito além de estudar o mercado. É preciso melhorar a tecnologia, para assim desenhar um projeto específico para atender a demanda de cada região do Brasil.

Gostou do vídeo? Curta, compartilhe e se inscreva no canal do YouTube para não perder os próximos conteúdos! https://www.youtube.com/c/ConnectedSmartCities. 

A TECNOLOGIA VERDE PARA A SUSTENTABILIDADE DOS EMPREENDIMENTOS

0
tecnologia verde
Foto: istockphoto

Carolina Maestri é Diretora de ESG da ODATA, fala sobre as soluções mais eficientes para mantermos a acelerada evolução digital sem elevar os danos ambientais está a TI verde.

Com a crescente preocupação global sobre os impactos das empresas na sociedade, se tornou imprescindível que as companhias estejam atentas a redução dos efeitos que os seus processos causam ao meio ambiente. Dentre as soluções mais eficientes para mantermos a acelerada evolução digital sem elevar os danos ambientais está a TI verde. As tecnologias verdes são soluções desenvolvidas que consideram seu impacto sobre o meio ambiente. No caso dos data centers, tais tecnologias impulsionam, por exemplo, iniciativas de eficiência energética, com redução do impacto ambiental por meio da fabricação e consumo de recursos tecnológicos.

Segundo o estudo Sustentabilidade na Agenda das Lideranças, encomendado pela empresa de tecnologia SAP, mais de 69% dos executivos da América Latina afirmaram que já possuem uma estratégia de sustentabilidade em suas empresas, um crescimento significativo se comparado aos 46%, de 2021.  Este percentual mostra a importância de uma agenda ESG (sigla em inglês para Environmental, Social and Governance) nos dias de hoje, onde o mercado valoriza serviços e produtos de uma empresa com valores e boas práticas ambientais, sociais e de governança.


As demandas de sustentabilidade vêm dos clientes, colaboradores, sociedade e até mesmo dos fornecedores, sendo fundamentais para a reputação e valor das empresas.  Outro dado da pesquisa expõe as ações relacionadas à Diversidade e Inclusão (D&I) como principal foco das estratégias de ESG (63% das empresas consultadas); seguidas por cadeia de valores socialmente responsáveis, redução da pegada de carbono, preparação da força de trabalho e economia circular.

Os consumidores, cada vez mais conscientes, buscam comprar produtos sustentáveis e se engajar com empresas que se preocupam com a agenda ESG. Pensar em boas práticas alinhadas a essa pauta é uma exigência cada vez mais constante no mercado e é essencial para assegurar a longevidade dos negócios. Além disso, tais práticas trazem valor para as empresas, impactando todos os seus públicos: de acionistas a empregados, de clientes a fornecedores, da comunidade ao meio ambiente.

Há alguns exemplos de tecnologias verdes, como o desenvolvimento de produtos que sejam ecologicamente responsáveis em todo seu ciclo – desde a redução do uso de recursos naturais na fabricação até o descarte adequado; automação e soluções tecnológicas empresariais para redução do uso de papel com documentos impressos; soluções para reciclagem de resíduos e sistemas de reuso de água; mudanças no layout das empresas e modelos de gerenciamento para otimização de processos e ganho de eficiência nas operações, entre outras tecnologias.

No caso da ODATA, provedora brasileira de data centers, além de investir em fontes renováveis de energia e redução de emissão de carbono, temos programas e iniciativas de eficiência energética, reuso de água e circularidade de resíduos, entre outros. Além disso, recentemente reforçamos nosso compromisso com a agenda de Mudanças Climáticas e nos unimos ao iMason Climate Accord (ICA), acordo que tem como objetivo padronizar a medição e reduzir a emissão de carbono no setor de data centers.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE MEIO AMBIENTE

MOBILIDADE ELÉTRICA, CLIMA, ENERGIA E ECONOMIA: OPORTUNIDADES PARA O BRASIL E COMO APROVEITÁ-LAS

0

Políticas públicas e seu papel no combate às questões climáticas, foi um dos assuntos discutidos no Parque da Mobilidade Urbana

Recentemente a revista The Guardian publicou uma matéria investigativa especial sobre como as grandes empresas de petróleo e gás planejam investir em dezenas de grandes projetos que ameaçam quebrar a meta climática de 1,5C, o que demanda uma ação imediata por parte dos governos. Qual é a importância desse tema no Brasil? Qual é o papel dos atores para acelerar a transição da matriz energética do transporte coletivo? Quais são os desafios a serem enfrentados?

Para discutir sobre esses assuntos, durante o evento Parque da Mobilidade Urbana, contamos com a presença de Walter Figueiredo De Simoni, Diretor de Articulação Política e Diálogo – Talanoa – Instituto Internacional de Políticas Públicas, Camila Gramkow, Oficial de Assuntos Econômicos no Escritório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas no Brasil. O painel foi mediado por Marcos Régis, coordenador da plataforma nacional de mobilidade elétrica.



Ações necessárias para combater as questões climáticas no Brasil

O tema central do debate foram as urgências necessárias para combater as questões climáticas no Brasil. Segundo Walter, ao pensarmos nos problemas climáticos em nosso país, grande parte das pessoas preocupam-se apenas com as dificuldades florestais. No entanto, é necessário observar e corrigir muitos outros tópicos, dentre eles a emissão de gases pelo transporte, o qual aumentou de forma considerável nas últimas décadas.

Ao mesmo tempo que temos os caminhos para a mudança, é necessário engajar a população no sistema. A crise econômica e ambiental foi agravada pela pandemia, por outro lado, isso despertou o interesse dos cidadãos em entender a gravidade da situação e começar a cobrar os governantes soluções para os problemas, disse Camila.

Nesse sentido, a discussão sobre meio ambiente está ampliando os debates sobre o assunto. Todavia vai muito além de discutir o desmatamento na Amazônia, e sim, envolve outros temas como o transporte público, saneamento básico e geração de emprego, completou Figueiredo.

A economista afirmou que esses problemas são causados por falhas dos economistas na construção das narrativas e modelos adequados, e aponta que o caminho para corrigir é entender que não basta somente estabilizar as emissões de gases e metodologias de custos, mas também compreender que tudo isso faz parte do desenvolvimento socioeconômico. “Esse é o grande motor da transformação”, completou.

Para encerrar o painel, Camila e Walter asseguram que a transição de baixo carbono não é espontânea, ela requer políticas públicas assertivas e para que essa agenda climática de proteção do meio ambiente seja de desenvolvimento econômico e social, precisamos falar de um conjunto abrangente e coordenado de políticas públicas. Figueiredo De Simoni finalizou dizendo que não adianta ter uma meta bonita se as verdadeiras políticas para tomada de decisão não nos levam onde deveriam levar.

QLIK PROMOVE EXPERIÊNCIA IMERSIVA DE CICLISMO PARA AJUDAR COMUNIDADES DA ÁFRICA

0
ciclismo
Reprodução: Assessoria de Imprensa

Para cada quilômetro percorrido em passeios virtuais de bicicleta, empresa doará US$ 1, além de igualar qualquer doação em dinheiro

A Qlik, multinacional referência em integração e análise de dados, anuncia o lançamento da campanha “Qlik in for Qhubeka!”, cuja finalidade é arrecadar fundos para a Qhubeka, instituição global que apoia comunidades africanas por meio da distribuição de bicicletas. A iniciativa engloba uma experiência imersiva com quatros eventos virtuais de ciclismo abertos ao público e realizados até 22 de julho por meio da International Cycling Executives (ICE).

Para cada quilômetro percorrido nos passeios, com duração de 60 minutos pelo aplicativo Zwift, que simula treinamentos de bicicleta, a Qlik doará US$ 1, além de igualar qualquer doação em dinheiro. “Estamos propondo uma campanha de engajamento que vai proporcionar aos interessados a oportunidade de se conectar com outros executivos adeptos ao ciclismo ao redor do mundo e, ao mesmo tempo, contribuir com comunidades carentes na África”, declara Eduardo Kfouri, vice-presidente da Qlik para América Latina.



Os eventos serão conduzidos por Katherine Bates, atleta olímpica e comentarista de ciclismo, em conjunto com Doug Ryder, diretor da Qhubeka. Enquanto pedala pelo aplicativo com chamada de Zoom, a dupla mostrará uma visão sobre os bastidores do ciclismo profissional. Ao mesmo tempo, os executivos da Qlik e competidores de Triathlon, Chris Powell (executivo-chefe de Marketing) e Steven Birdsall (executivo-chefe de Vendas), compartilharão como organizações em todo o mundo têm utilizado os dados para lidar com problemas sociais em larga escala.

Quem se interessar em contribuir com os esforços de pedalar o maior número de quilômetros possível e elevar a arrecadação da campanha pode se juntar aos passeios – basta ter um “rolo de treino inteligente” configurado e compatível com o aplicativo Zwift. Outras formas de contribuir são assistir aos eventos via Zoom para saber mais sobre a iniciativa e fazer doações à causa. Para mais detalhes e inscrições nos passeios, acesse o site Qlik in for Qhubeka.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE EVENTOS

ESPECIALISTA EM DIREITO DIGITAL EXPLICA COMO FUNCIONOU OPERAÇÃO DENTRO DO METAVERSO

0
No dia 3 de abril, a plataforma Connected Smart Cities estreia o Programa Cidades, Café e Prosa

Francisco Gomes Júnior explica que o metaverso se utiliza das tecnologias de realidade aumentada e virtual para proporcionar ao usuário uma imersão nesse universo

Nos últimos tempos, muito ouvimos falar de metaverso. A começar pelo Facebook que alterou sua denominação para Meta, passou-se a sempre que se fala no futuro digital ser obrigatório referir-se ao metaverso.

Mas o que é o metaverso? Costuma-se definir o metaverso de uma forma um tanto imprecisa, bastante conceitual e de difícil entendimento. Diz-se que o metaverso é uma rede de mundos virtuais, que replicaria a realidade com foco na conexão social. Em alguns anos, todos conviveremos nessa realidade virtual.



Atualmente, muitos setores investem para explorar esse universo, ainda sem um pleno conhecimento de seu potencial. O entretenimento, a moda, a educação, tudo acontecerá no metaverso.

Para o especialista em direito digital e presidente da ADDP (Associação de Defesa de Dados Pessoais e Consumidor) Francisco Gomes Junior, o metaverso se utiliza das tecnologias de realidade aumentada e virtual para proporcionar ao usuário uma imersão nesse universo, através de óculos conectados a computadores ou smartphones. “Seria, grosseiramente falando, um avatar digital em uma plataforma como, por exemplo, Horizon, Fortnite ou Roblox”.

A grande novidade é que no dia 21 de junho, o Ministério da Justiça e Segurança Público informou ter realizado a primeira busca e apreensão dentro do metaverso. A ação fez parte de uma operação para combater a pirataria digital e crimes contra a propriedade intelectual.

Como resultado a operação prendeu 11 pessoas em quatro estados brasileiros, removeu 266 sites ilegais e bloqueou mais de 700 aplicativos de streaming e 461 aplicativos de música, impedindo o acesso de milhões de usuários ativos nessas plataformas. Além disso, um dos coordenadores da área de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça afirmou que “havia práticas criminosas no metaverso, o que configurou um mandado dentro do metaverso”.

Como a operação é integralmente sigilosa, não há acesso a documentos e ao que foi feito, o que impede uma análise mais apurada. “Como o conceito de metaverso não é exato e fechado, há quem entenda não ser necessária a imersão para estaremos nesse universo. De toda maneira, não temos dados oficiais, somente notícias extraoficiais de que a apreensão teria ocorrido a partir das plataformas de videogames Fortnite e Second Life. Esperamos que, em breve, sem que se atrapalhe as investigações, sejam divulgados mais detalhes. De todo modo é um evento inédito e que demonstra que a era digital muda nosso mundo mais do que podemos imaginar”, complementa Gomes Junior.

Durante o cumprimento dos mandados também foram apreendidos computadores, discos rígidos, set-top boxes e outros dispositivos utilizados na operação dos serviços piratas. O futuro parece cada vez mais próximo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

CLIQUE AQUI E ACESSE OUTRAS MATÉRIAS SOBRE TECNOLOGIA