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COMPENSAÇÃO DE EMISSÕES DE CARBONO DEVE SER FEITA COM BASE EM DADOS CONFIÁVEIS

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Compensação de emissões de carbono
Reprodução Assessoria de imprensa

GEMÜ do Brasil apaga suas pegadas de 2020 e investe na mitigação das mudanças climáticas

De olho nas mudanças climáticas, empresas de diversos ramos buscam compensar sua pegada de carbono – e são inúmeras as opções no mercado atualmente. A ideia é contribuir com a meta brasileira de reduzir emissões líquidas dos gases que causam o efeito estufa em 37% em 2025 e 43% até 2030. E a indústria tem um importante compromisso dentro desse desafio.

Na busca por compensar e reduzir emissões, é preciso que as empresas estejam munidas de dados confiáveis. No caso da GEMÜ do Brasil, foi feito um inventário de Emissão de Gases do Efeito Estufa (GEE) com auxílio de uma consultoria ambiental especializada e certificada. Com base nas informações obtidas por meio desse investimento, foi obtida a pegada de carbono (tCO²e) de 2020 da companhia. “Realizamos uma busca no mercado de créditos de carbono até encontrar algo que atendesse nossos interesses morais e éticos, ou seja, padrões de créditos certificados, auditados e controlados por órgãos internacionalmente reconhecidos”, explica o supervisor de Qualidade da GEMÜ do Brasil, Fábio Kuriyama.



Por meio de indicações confiáveis, foi adquirido o acesso à plataforma do Instituto Ekos Brasil, um portal de intermediação de créditos de carbono que se mostra seguro e confiável, e onde os projetos são verificados por uma equipe qualificada, tendo entre eles o projeto socioambiental Ituiutaba Ceramic Fuel Switching Project (https://www.sustainablecarbon.com/projetos/ituiutaba/), que foi escolhido pela GEMÜ.

“Verificamos que esse projeto foi analisado e certificado pelo VERRA, um dos órgãos mais reconhecido mundialmente. Assim, efetuamos a compensação da nossa pegada de 2020 apoiando essa iniciativa da Sustainable Carbon.”

O próximo passo é obter o inventário do GEE de 2021 para limpar as pegadas de carbono – e estar abertos às necessidades da indústria de se posicionar ambientalmente.

“Visto que o aquecimento global é um fato que já vem acontecendo com bastante intensidade, e tende a piorar a cada ano que passa, é imprescindível reduzir ou neutralizar nossos impactos ambientais”, explica o supervisor da GEMÜ. “Caso contrário, nossas futuras gerações serão drasticamente afetadas. Por isso, trabalhamos fortemente para minimizar cada vez mais essas pegadas que são deixadas em nosso planeta.”

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CONFIRA CINCO TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL

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construção civil
Reprodução Assessoria de imprensa

Especialista no setor aponta as principais novidades da área tech que podem contribuir com o trabalho no canteiro de obras

O mercado da construção civil segue aquecido no Brasil. É isso o que aponta a última projeção realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), que revela o crescimento de 2,5% da área até o fim de 2022. Com este cenário otimista, empresas têm buscado expandir suas atividades com tecnologias que beneficiem novas edificações. Para Wanderson Leite, fundador da Prospecta Obras, empresa especializada em prospecção com tecnologia Big Data neste ramo, o crescimento do setor traz novas possibilidades de trabalho. “A área está em constante expansão, e não apenas no seu faturamento, mas na forma de entregar soluções inteligentes a partir do uso da tecnologia”, conta.

A especialidade da construção civil faz parte dos segmentos atendidos pela franquia Prospecta Analytica, que também gerencia soluções em Big Data para as áreas do agronegócio, saúde e business. Pensando no crescimento do setor, o executivo compartilhou cinco tendências tecnológicas, confira:



1 – Uso de drones

Os drones podem ser grandes aliados. Além de ajudar na hora de ter uma visualização mais completa de toda a obra (até mesmo à distância), o equipamento pode fornecer mapeamentos 3D de edificações, avaliações termográficas de revestimentos e ainda auxiliar na gestão e andamento do trabalho. “Os drones também ajudam na fiscalização do uso de EPIs dos colaboradores e conseguem ter acesso a áreas mais complexas do local”, comenta Wanderson Leite.

2 – Realidade virtual invadindo a rotina da construção civil

Além do apoio dos drones, também precisamos observar o avanço do uso da tecnologia de realidade virtual. Com a utilização dos óculos VR, junto aos programas e aplicativos, é possível mostrar toda a planta de uma obra e oferecer ao cliente uma simulação de como acontecerá cada etapa. O custo benefício de ter essa ‘planta virtual’ é significativo na hora de fechar um negócio.

3 –  Informações e mapeamentos das obras em Big Data

Hoje em dia, informação é tudo, principalmente se você quer crescer dentro de um segmento. Por isso, investir em catalogação e mapeamento de dados referentes ao andamento das obras ou até mesmo na conexão entre fornecedores e compradores pode ser uma alternativa para empreender na área. De acordo com o CEO da Prospecta Analytica, o trabalho com apuração e armazenamento de dados é positivo. “Só no primeiro trimestre de 2022, mais de 200 mil obras foram catalogadas pelos nossos servidores, abrindo oportunidades de vendas e novos negócios”, afirma.

4 – Impressões 3D 

As impressões 3D facilitam a rotina no campo de obras, seja na hora de criar construções modulares ou pré-fabricar componentes antes de serem instalados. Além de otimizar o tempo das construções, esse tipo de material pode tornar a obra mais econômica, evitando desperdícios dos materiais utilizados para erguer as novas estruturas no canteiro.

5 – Robôs a serviço da obra

Há quem diga que os robôs não podem ajudar, mas na construção civil eles são grandes parceiros. Existem aqueles que assentam tijolos e tem até ‘cão robô’, que funciona como um ‘fiscal de obra’, auxiliando no monitoramento e na captura de imagens 3D. Leite comenta que “além do acompanhamento do serviço realizado, os aparelhos também colaboram na elaboração dos cenários de realidade virtual utilizados para captar novos clientes ou para planejar as etapas da obra”.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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5G DEVE ACELERAR TECNOLOGIA NO AGRONEGÓCIO

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tecnologia no agronegócio
Reprodução banco de imagem/Freepik

Adoção da nuvem pode permitir a conectividade no campo, impulsionando a agricultura de precisão e agricultura 4.0, fundamentais para segurança alimentar do planeta

O sinal de 5G puro (sem interferência de outras frequências) estreou no Brasil no início do mês e deve chegar a todas as capitais até 29 de setembro. A tecnologia oferece velocidade média de 1 Gigabit por segundo (Gbps), dez vezes superior ao sinal 4G, e tem a possibilidade de chegar a 20 Gbps. Entre outras vantagens, a novidade pode ajudar a acelerar a digitalização do agronegócio, fundamental para o futuro da segurança alimentar do planeta.

“O agronegócio é uma atividade que ocorre em área aberta e 70% destas áreas produtivas ainda são descobertas de conectividade, são os chamados pontos cegos ou pontos de sombra. Com a chegada do 5G, além de mais qualidade no sinal de internet, haverá maior cobertura e mais ofertas de conectividade, futuramente levando a tecnologia para todos estes pontos”, destacou o account manager para o agronegócio da dataRain — empresa 100% nacional dedicada à tecnologia em nuvem, parceira da AWS —, Bruno Barros.



Barros destaca a importância da adesão da nuvem para o setor, que pode trazer benefícios que garantem a chamada Agricultura de Precisão e a Agricultura 4.0, conceitos de otimização da gestão agrícola por meio de conectividade, sensoriamento remoto, softwares gerenciais, dispositivos Internet das Coisas (IoT) e Big Data, que coletam e analisam dados sobre a lavoura para viabilizar a automação e dar base para decisões mais assertivas. “Com o uso dessas ferramentas, é possível ter acesso a informações sobre diferentes culturas e solos, além de previsões meteorológicas, fundamentais para o sucesso na colheita, permitindo a tomada de decisões estratégicas”, ressaltou Barros.

O especialista dá exemplos práticos de como a computação em nuvem pode contribuir com o agronegócio, incluindo o acompanhamento das mudanças climáticas, monitoramento da lavoura para detecção e combate às pragas, programação para irrigação automática, a operação autônoma de máquinas agrícolas e a telemetria, que permite a coleta remota de informações, garantindo um raio-x completo de toda a operação, auxiliando uma produção sustentável e capaz de entregar resultados mais expressivos de cultivo e colheita.

Entre as funções em destaque, estão o armazenamento e segurança de dados e informações, a capacidade computacional escalável, disponibilidade, acessibilidade e o acesso à tecnologias como Machine Learning, Data Lake, Data Analytics. “Quando falamos em nuvem, falamos de uma vasta gama de soluções que podem ser moldadas, visando atender à necessidade de cada área.  Assim que conhece os benefícios da tecnologia para o agronegócio, o produtor percebe a eficiência e passa a tê-la como uma aliada para enfrentar as adversidades inerentes ao setor”, destaca.

Para ele, a tecnologia é fundamental para otimizar o setor no País, atividade em franco crescimento, que atualmente é responsável por 27% do PIB brasileiro e deve finalizar o ano em 30%.  Além do crescimento econômico, Barros destaca o papel fundamental da tecnologia para garantir a segurança alimentar do planeta. “Até 2050, a previsão é passarmos de 7 para 10 bilhões de habitantes no planeta Terra. Por esta razão, a demanda pela produção de alimentos crescerá muito e o Brasil é um grande expoente neste cenário. Hoje, a cada cinco pratos de alimentos servidos no mundo, um é cultivado pelo Brasil. Nossa demanda vai dobrar e por isso, a única saída é a tecnologia, que começa com a conectividade no campo”, finalizou Barros.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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AS HABILIDADES E AS COMPETÊNCIAS DOS NOVOS TALENTOS DO 5G

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5G
Reprodução: Banco de imagem

As maiores expectativas de transformação estão no mercado corporativo e nos postos de trabalho

Finalmente estamos entrando na era do 5G. Até o final do ano, muitos brasileiros já serão impactados pela nova tecnologia de conexão de rede. Entretanto, ainda que os donos de smartphones sejam os primeiros a ter uma experiência diferenciada, as maiores expectativas de transformação estão no mercado corporativo e nos postos de trabalho. Mais vagas serão abertas e novas habilidades serão exigidas. O ecossistema 5G vai demandar profissionais híbridos, ou seja, além do conhecimento técnico, eles deverão ter também uma visão holística para o ambiente de negócios.  

Com o 5G, as empresas irão transformar os processos tradicionais em operações inteligentes, orientadas por dados. Esse movimento vai desencadear mudanças significativas na forma como trabalhamos. Em alguns setores da economia, funções tradicionais já estão se tornando obsoletas e novas habilidades já são exigidas, como no setor de tecnologia, que vem enfrentando dificuldades para encontrar mão de obra qualificada. Na condição de líder global em TIC, a Huawei, em parceria com a Softex, lançou no começo do ano o Whitepaper de Desenvolvimento de Talentos Pan-indústria 5G+. O documento analisa os desafios e apresenta diretrizes de competências operacional e organizacional para as principais funções e habilidades que serão necessárias para os profissionais da era 5G.



De acordo com o estudo, a transformação digital vai redefinir funções de estratégia, marketing, vendas, recursos humanos, P&D e comunicação. Isso irá exigir uma reconfiguração interna das organizações, criando um ecossistema multissetorial, pelo qual os trabalhadores devem saber transitar. Os profissionais precisam ser capazes de organizar, projetar e implementar novos tipos de soluções, considerando todas as variáveis e diferentes possibilidades.

No nível individual, os novos talentos do 5G deverão concentrar seu foco nas habilidades analíticas, criativas e práticas baseadas em inteligência. Esses profissionais deverão ter um perfil híbrido para assumir tarefas mais interpretativas e orientadas a serviços que envolvem resolução de problemas, interpretação de dados, atendimento ao cliente e empatia. Capacidade de comunicação, escuta, trabalho em equipe e colaboração com times multiculturais e multidisciplinares também serão cruciais para quem pretende atuar em um mercado cada vez mais digitalizado.

No White Paper apresentado pela Softex, todas essas características são divididas em três macro tipos de talentos híbridos, que unem soft e hard skills para diferentes funções: os facilitadores, os usuários avançados e os especialistas.

Os facilitadores são ligados a funções relacionadas a comunicação interna e externa, coordenação, promoção e organização. Para ter sucesso, precisam de habilidades técnicas e de negócios mais abrangentes, mas não necessariamente um conhecimento profundo em uma variedade de campos e ferramentas. Além disso, precisam apresentar excelentes habilidades comportamentais como, por exemplo, inteligência emocional e comunicação eficaz.

Diferente dos facilitadores, que são mais generalistas, os usuários avançados são aqueles que mergulham na dimensão técnica das soluções. Embora essa função exija um conhecimento profundo nos âmbitos técnico e de negócios, eles precisam se especializar nas áreas em que atuam. Os usuários avançados são aqueles que sabem operar e usar as tecnologias, mas também devem possuir certas habilidades comportamentais, principalmente naquelas relacionadas à análise de problemas, trabalho em equipe, comunicação e colaboração.

Já os especialistas da era 5G têm um escopo de trabalho comparativamente maior do que dos especialistas tradicionais, pois precisarão entender as tecnologias emergentes, ter domínio das soluções e desenvolver habilidades direcionadas a atividades mais complexas. Os especialistas são capazes de programar a inteligência artificial, gerar inovação e permitir que pessoas e máquinas cooperem de diversas maneiras. Em comparação com os usuários avançados, os especialistas têm um grau a mais de especialização técnica e habilidades tanto de consultores de negócios quanto de cientistas de dados.

Esses três principais tipos de talentos híbridos são os que têm mais potencial de sucesso na economia 4.0. No entanto, para criar e desenvolver o ecossistema do 5G no Brasil não basta apenas o esforço individual no desenvolvimento das novas habilidades. Será necessário também o estabelecimento de parcerias mais profundas entre universidades e empresas. As organizações terão que investir, de forma crescente e contínua, na capacitação de mão de obra, e reformular seus planos de negócios para incluir o desenvolvimento de talentos digitais como um dos pontos chave de sua estratégia, juntamente com o plano de crescimento e de metas.

Os atores dos setores público e privado que melhor souberem capacitar os recursos humanos já existentes no país serão os mais competitivos e terão mais chances de promover a transformação dos seus negócios no âmbito do ecossistema 5G.

*Este conteúdo foi produzido com informações do Whitepaper de Desenvolvimento de Talentos Pan-indústria 5G+ no Brasil, fruto de uma parceria entre a Huawei e a Softex. Clique aqui para acessar a íntegra do estudo

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

METAVERSO NO AMBIENTE CORPORATIVO – ENTENDA COMO ESSA NOVA REALIDADE ESTÁ SE EXPANDINDO NO COTIDIANO EMPRESARIAL

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No dia 3 de abril, a plataforma Connected Smart Cities estreia o Programa Cidades, Café e Prosa

Especialista da Facens explica como o metaverso está sendo utilizado pelas empresas

Desde os primeiros rumores do surgimento do metaverso, até os primeiros ambientes concretizados, o assunto é destaque em praticamente todos os setores e tem sido considerado uma das principais tendências tecnológicas para os próximos anos, apesar de não ser uma tecnologia nova. Contudo, o custo elevado de criação, assim como o número restrito de profissionais capacitados para o desenvolvimento desses ambientes virtuais ainda torna a pluralização do metaverso mais lenta.

Por ser um ambiente digital imersivo, o metaverso é fundamentado em tecnologias como realidade aumentada, realidade virtual e hologramas. Ou seja, ele é uma espécie de nova camada de realidade, sendo capaz de unir os mundos real e virtual em uma única experiência.



Por isso, o metaverso é uma excelente opção para as empresas desenvolverem ambientes de treinamento, interação social, aprimoramento da experiência do home office e reuniões. Outra opção que vem sendo muito explorada, é a utilização do metaverso em congressos, summits e encontros em geral, que anteriormente aconteciam apenas em plataformas de videoconferências.

“Como especialista reconhecida mundialmente em Smart Cities e varejo, participo de diversos congressos e prêmios internacionais que debatem o tema. Percebo que há uma tendência de que estes eventos ocorram simultaneamente no metaverso, colocando em prática os conceitos do “figital” a mistura do mundo físico e do digital e que também sejam um canal de vendas. Recentemente, participei do Smart City Day, promovido pela Must Metaverse B2B, que aconteceu integralmente no metaverso. Foi uma experiência muito interessante porque conseguimos colocar todos os projetos do 5G Smart Campus Facens no metaverso, para que as pessoas pudessem navegar nas soluções de forma imersiva e realista. Sem dúvidas, é uma mudança que veio para ficar e que proporciona uma experiência muito interativa para todos os participantes”, explica Regiane Relva Romana, diretora do Smart Lab Facens.

Regiane destaca ainda que, no Brasil, já existem empresas investindo de forma substancial no metaverso e que o LIGA Facens (Laboratório de Inovações, Games e Apps do Centro Universitário Facens) já desenvolveu alguns projetos de metaverso para fins de treinamentos industriais e educacionais, que podem ser levados para todas as salas de aulas das redes públicas e privadas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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UCORP E PRINCIPAIS PLAYERS DE ELETRIFICAÇÃO PARTICIPAM DO EXPOPOSTOS 2022

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UCorp
Reprodução: Assessoria de Imprensa

Realizada a cada dois anos, a feira apresenta as últimas tendências e novidades do mercado, incluindo novas soluções de recarga, produtos, equipamentos, serviços e tecnologias para eletromobilidade

Dos dias 26 a 28 de julho, no São Paulo Expo, será realizada a 15ª edição da ExpoPostos & Conveniência, evento oficial do mercado na América Latina que abrange toda a distribuição e revenda de combustíveis, lubrificantes, equipamentos, lojas de conveniência e food service.

Durante a feira, a UCorp, primeira startup de tecnologia e soluções de mobilidade corporativa do Brasil focada em veículos elétricos compartilhados, irá disponibilizar em seu estande, ao lado de outras startups e empresas do segmento como: Tupinamba, Osten Go, E-Wolf, os aspectos do ecossistema de eletromobilidade, levando para os presentes a oportunidade de conhecer mais sobre o Tesla Plaid, o carro mais rápido do mundo e o Byd Tan, lançamento da BYD, além dos principais equipamentos de recarga rápida e ultra rápida do mercado.



De acordo com Guilherme Cavalcante, CEO e fundador da  UCorp, o evento traz uma ótima oportunidade de apresentar para as principais marcas do setor e da cadeia produtiva um pouco mais dos avanços que o segmento de eletromobilidade oferece. “Poderemos mostrar como o mercado de postos será impactado pela eletromobilidade, por exemplo, como podemos desenvolver parcerias e expandir a infraestrutura de recarga e serviços de carros compartilhados com redes de postos em todo país, bem como, ajudar no desenvolvimento da nova mobilidade urbana, cada vez mais sustentável, elétrica e conectada”, comenta.

A participação no evento é restrita a profissionais do setor, e o credenciamento pode ser feito de forma online e gratuita clicando aqui.

Serviço:

Evento: ExpoPostos 2022

Data: de 26 a 28 de julho

Horário: 8h30 às 13h30

Local: São Paulo Expo

Com informações da Assessoria de Imprensa

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CALCULADORA MOSTRA QUE BIKES COMPARTILHADAS SÃO 90% MAIS ECONÔMICAS DO QUE OUTROS MEIOS DE TRANSPORTE

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as inscrições para o vai longe 2024 até 27 de maio
Reprodução assessoria de imprensa

Desenvolvida pela startup Tembici, a ferramenta convida as pessoas a repensarem hábitos e a cultura do carro em trajetos curtos

Alterações climáticas, a alta dos combustíveis, apesar da tímida redução no preço da gasolina, pela primeira vez no ano, crise financeira, importância das atividades físicas, além de diversos fatores de espaço público, como congestionamento, são motivos que levam as pessoas a analisarem os seus hábitos e gastos mensais, sendo o transporte um custo relevante nessa composição. Segundo a Calculadora de Trajetos da Tembici, empresa responsável pelos principais sistemas de bikes compartilhadas da América Latina, em um trajeto de 8 km por dia é possível economizar mais de R$ 1.000,00 por mês se a pessoa escolher bicicletas compartilhadas em vez de carro particular, por exemplo.

“Esse contexto é um convite para as pessoas repensarem seus hábitos de deslocamento que podem ser mais eficientes, baratos e sustentáveis. Um trajeto à padaria, amigo que mora perto, academia, não precisa ser feito com carro. Um percurso diário de 20 km, por exemplo, sai por mais de R$ 1.300,00 no mês quando feito de carro, enquanto no transporte público o gasto é em média R$ 230,00 e com a bike compartilhada fica em torno de R$ 29,90, a depender da cidade”, explica Gabriel Reginato, diretor de Negócios da Tembici.



Na Calculadora de Trajetos, as pessoas conseguem ver o quanto podem gastar em cada meio de transporte, de acordo com a distância percorrida, e tomar a decisão ideal sobre a forma que vai se deslocar. Na calculadora já são considerados custos aproximados de combustível, preço de passagem, assim como outros gastos, tarifas e seguros obrigatórios. A ferramenta é gratuita e pode ser acessada aqui.

Aumento de uso das bikes evidencia o bem geral que é pedalar

O uso das bicicletas também proporciona benefícios para a saúde do planeta, somente em 2021, mais de 7 mil toneladas de CO2 foram potencialmente evitadas com o uso das bicicletas compartilhadas da Tembici. Se essa mesma quantidade tivesse sido liberada na atmosfera, aproximadamente 45 mil árvores precisariam ser plantadas para promover o “equilíbrio” de contas do ponto de vista ambiental.

E a prática de usar a bicicleta no dia a dia só tem aumentado, em um comparativo do primeiro semestre de 2022, com o mesmo período de 2021, os adeptos à bike teve crescimento geral, aumentando em 35% o número de novos usuários, além do crescimento de 28% em números de viagens, considerando todos os projetos da Tembici.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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RNI RECOLHE MAIS DE 900 TONELADAS DE PRODUTOS RECICLÁVEIS E AJUDA FAMÍLIAS DE VÁRIAS CIDADES COM PROGRAMA DE CIRCULARIDADE SUSTENTÁVEL

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RNI

Iniciativa que auxilia 1200 famílias de cooperativas em todo o Brasil reforça o compromisso da incorporadora com o meio ambiente ao fazer gestão sustentável de resíduos. Incorporadora protege a fauna e realiza procedimentos sustentáveis no entorno de seus empreendimentos

Dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) apontam que o setor da construção civil representa 7% do PIB brasileiro e é um dos pilares de crescimento econômico e geração de empregos no país. Contudo, em termos de resíduos da operação e embalagens, estima-se que o segmento seja responsável por 54% dos resíduos globais, de acordo com um levantamento realizado pela Ellen Macarthur Foudation.

Aliando o compromisso com o meio ambiente ao desenvolvimento das regiões onde atua, a construtora e incorporadora RNI, do grupo Empresas Rodobens, realiza o Programa de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil (PGRCC). Voltado a gestão sustentável de todos os seus insumos gerados nas obras, o documento tem como objetivo especificar o destino e volume de resíduos da obra.



A RNI deu um segundo destino a mais de 900 toneladas de insumos produzidos em suas obras que estão em andamento: “Em 30 anos de atuação no país, a RNI aliou o compromisso com o meio ambiente ao sonho da casa própria. A sustentabilidade é uma diretriz em nossos projetos e a responsabilidade é compartilhada entre todos da cadeia”, afirma Carlos Bianconi, CEO da construtora.

Além disso, em respeito ao meio ambiente e ao compromisso com o uso responsável de materiais certificados, a construtora sempre adquire materiais que tenham certificação e procedência. Exemplo disso é o uso de esquadrias de madeira que tenham o selo / certificação FSC (Forest Stewardship Council – Conselho de Manejo Florestal), voltado para a conservação ambiental e desenvolvimento sustentável das florestas, indicando produtos originados do bom manejo florestal.

Destinação responsável e sustentável de resíduos (economia circular)

Para que a destinação apropriada dos resíduos ocorra, todos os profissionais da RNI são orientados a realizarem o gerenciamento adequado dos materiais. Além disso, a incorporadora possui parcerias com cooperativas em todo o país que fazem desde a coleta seletiva de papelão até o redirecionamento do material de demolição, que só na obra do empreendimento RNI Nova Jaçanã, em São Paulo (SP), se transformou em cerca de 900 toneladas de material reutilizado como reaterro. “Desde a equipe de campo até a gerencial, todos são capacitados para atuarem de forma sustentável nas obras, o que além de gerar redução de custos, agregam valor ao produto, uma forma de evidenciar e valorizar a economia local. Com isso, podemos contribuir para a geração de renda, fazendo a economia girar de forma responsável e consciente”, comenta Clóvis Sant’Anna, Diretor Técnico da RNI.

Zero desperdício de resíduo: dinâmica da reciclagem

No processo de economia circular, os principais resíduos reutilizáveis nos empreendimentos são: plástico, papel, papelão, aço, restos de materiais, além de entulhos gerados durante a obra, que são triados e colocados em espaços reservados separados, similar a pequenas baias, para que as respectivas cooperativas da região possam fazer a coleta e dar um segundo destino/ vida aos materiais.

Com o processo, a RNI teve redução nos materiais de canteiros de obras e derivados de madeira, além de movimentar cooperativas locais. Só no empreendimento RNI Nova Jaçanã, em São Paulo, mais de 940 cooperados se beneficiam com o projeto.

Parceria com cooperativas de reciclagem

A RNI tem parceria com mais de 30 cooperativas de reciclagem nas cidades em que possui obras. As organizações são responsáveis pelo transporte e destinação dos materiais da coleta seletiva, um trabalho importante pelo impacto ambiental e social gerado. “A sustentabilidade no segmento imobiliário visa diminuir os efeitos negativos para o meio ambiente e sociedade. Muito mais que desenvolver e transformar as regiões onde atua, a RNI busca deixar um legado em favor das pessoas que vivem na cidade, além de movimentar a economia local. Apenas com os resíduos produzidos por um empreendimento é possível apoiar 1200 famílias da cidade, que contribui na melhoria da qualidade de vida da população local”, explica Gustavo Félix, Diretor Comercial da RNI.

Tecnologia a favor da sustentabilidade na construção civil

Um dos segredos do sucesso da incorporadora na gestão de resíduos é o uso da tecnologia, que auxilia na produtividade e na diminuição da ocorrência de erros. A RNI possui o departamento de CRM, em que todos os processos são cuidadosamente analisados para reduzir os desperdícios de recursos nas obras. A cada lançamento o departamento revisita o planejamento, direcionando de forma inteligente e mais precisa a utilização dos materiais. Dessa forma é possível reduzir desperdícios e entregar residenciais com a qualidade da incorporadora, proporcionando o sonho da casa própria aliada a sustentabilidade. 

RNI realiza procedimentos sustentáveis no entorno de seus empreendimentos

Expandir de forma sustentável, respeitando o entorno, além de desenvolver as áreas e as regiões onde atua. Presente em 12 estados brasileiros e 60 cidades, sendo a maior parte delas no interior do Brasil, a proposta da construtora RNI é oferecer residências de qualidade ao mercado, além de transformar cidades, seja pela melhoria da infraestrutura local, como também pela geração de renda, com sólido compromisso com a sustentabilidade. Abaixo, mais algumas iniciativas sustentáveis adotadas pela incorporadora em seus empreendimentos:

  • Reaproveitamento (geral) e no canteiro de obras (Empreendimentos RNI Nova Jaçanã, Origem VG, Smart Haus RNI e RNI Nações Unidas);
  • Caixa de retenção (Empreendimentos RNI Nações Unidas, Garden RNI, Green Life S. Marcos e RNI Nova Jaçanã);
  • Áreas de convivência dos canteiros são projetados para aproveitarem a iluminação natural;
  • Controle do descarte final de todos os resíduos gerados por nossas obras;
  • Consultor ambiental para fazer o planejamento e acompanhamento do gerenciamento dos resíduos nas obras;
  • Adoção de métodos construtivos para menos desperdício, que resulta também em menos geração de resíduos, como blocos de concreto, kits hidráulicos e chicotes elétricos.

Certificação Selo Azul + Caixa (compromisso com boas práticas sustentáveis)

A incorporadora conquistou também o Selo Azul + Caixa, que é considerado o primeiro sistema de classificação do índice de sustentabilidade voltado à projetos habitacionais desenvolvidos para a realidade da construção brasileira, com o empreendimento RNI Nova Jaçanã, em São Paulo. Por meio deste projeto, a incorporadora deixa como legado local, obras de melhorias, como saneamento, com a ampliação da rede de esgoto, com a captação dos resíduos e destinação apropriada dos mesmos, beneficiando a população da região, além dos mais 150 postos de trabalhos, diretos e indiretos.

Preservação da biodiversidade do entorno:

Reiterando o seu compromisso com o meio ambiente, a RNI promoveu uma simpática iniciativa em respeito à biodiversidade local. Trata-se do projeto Moradas das Corujas, para a preservação de comunidades de corujas que vivem próximas do stand de vendas do Garden RNI, na cidade de São José do Rio Preto. Com o objetivo de proteger às aves de rapina, a incorporadora construiu casas para as elas, feita de ferro — com altos poleiros — e telhas de concreto para abrigar as aves das chuvas, enchentes e demais intempéries climáticas. Todo o design foi pensado em abrigar as corujas e seus filhotes, inclusive impedindo a entrada de predadores como gaviões, cobras, cães domésticos e depredações humanas. O projeto já é um sucesso e a RNI ampliará a ação para mais duas famílias de corujas próximas da empresa.

A iniciativa surgiu a partir da observação dos hábitos diários de uma moradora da região, que cuidava e protegia essas corujas. Em sintonia com a comunidade local, a construtora decidiu ajudar na preservação e proteção das aves, construindo essas habitações e protegendo o seu entorno.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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OS OBSTÁCULOS NA JUNÇÃO ENTRE IOT E A ÁREA MÉDICA

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IoT

Segundo, Adriano da Silva Santos Implementar tecnologias avançadas como IoT, AI e Big Data para prestadores de serviços de saúde não é mais apenas uma opção

Implementar tecnologias avançadas como IoT, AI e Big Data para prestadores de serviços de saúde não é mais apenas uma opção, tornou-se uma obrigação, dada a necessidade de se acompanhar o mundo rapidamente digitalizado. Nesse cenário, a implantação da IoT na área da saúde – a Internet das Coisas Médicas (IoMT) – requer uma estratégia tática e novas medidas avançadas de segurança de dados.

Os profissionais de saúde preocupados com a tecnologia vêem como a IoT revolucionará completamente a maneira como pensamos sobre o setor. No entanto, essas previsões positivas sobre o seu futuro estão marcadas para ocorrerem somente daqui algum tempo. A realidade atual não é tão promissora: muitas empresas médicas são céticas em relação à sua adoção, além de que médicos, profissionais de assistência e pacientes, por vezes, não confiam em novos dispositivos e aplicativos ou simplesmente não sabem como usá-los.



A digitalização em massa requer novas políticas que regulam o acesso aos dados. No geral, dois documentos principais que regem a proteção de dados em saúde são o GDPR europeu e o HIPAA americano. O HIPAA, ou a Lei de Portabilidade e Responsabilidade de Seguros de Saúde foi desenvolvida para garantir a proteção de todos os tipos de dados de saúde, incluindo análises, prescrições, tratamentos e registros, sendo o principal responsável por controlar estritamente as informações dos pacientes, para que eles não sejam compartilhados sem o consentimento do proprietário.

O GDPR, por sua vez, ao contrário do HIPAA, supervisiona toda a proteção de dados pessoais. O protocolo de regulação de dados da UE considera como dados sensíveis, arquivos como os registros médicos e quaisquer dados de saúde, como biológicos e genéticos, além dos biométricos ou de identificação.

Sendo assim, quando se trata de negociação de acesso à informação, é importante lembrar que os serviços de saúde são complexos e envolvem diferentes partes e fornecedores: companhias de seguros, prestadores de serviços de saúde, empresas farmacêuticas e etc. Ao coordenar o fluxo de trabalho, deve-se considerar a proteção de dados, que serão, em última análise, compartilhados com diferentes partes.

Muito progresso pode ser alcançado com a interoperabilidade, que permite automação de dados relativamente segura. No entanto, muitos profissionais de saúde estão hesitantes em relação a soluções universais e digitalizadas. Assim, é vital estar na mesma sintonia com departamentos e fornecedores, sobretudo, pelo fato de que os registros médicos são o alvo mais desejado para ladrões cibernéticos.

O registro de cuidados de saúde pessoal contém informações muito mais valiosas do que um número de segurança social ou um cartão de débito. O prontuário médico é um retrato oficial abrangente do paciente que contém histórico de casos sensíveis, medicamentos, endereço, idade, doenças crônicas, para citar alguns. Aqui estão medidas obrigatórias que ajudarão a proteger dados confidenciais:

  • Design soluções Med IoT com segurança em mente
  • Protocolos de estratégia e resposta para riscos específicos
  • Gerenciamento de acesso

Outro ponto é que o desenvolvimento de soluções de IoT sempre envolve fornecedores de terceiros, que podem precisar de dados sobre usuários de seus softwares e dispositivos. De acordo com o HIPAA e o GDPR, não se pode compartilhar nenhum dado sem o consentimento do paciente. Para resolver essa justaposição, tanto as regulamentações da UE quanto dos EUA desenvolveram um mecanismo anônimo que permite a desidentificação de dados confidenciais, protegendo seus proprietários.

Por outro lado, os riscos de dados podem muitas vezes vir de dentro: IoT e software não estão totalmente protegidos contra erros técnicos. Antes que qualquer risco inesperado, como falha na conexão web ou falha na plataforma, ocorra, é importante se certificar de projetar uma solução alternativa para a proteção de dados “offline”.

As tecnologias de IoT estão garantindo a conectividade final nunca imaginada antes. A Medtech não é a única indústria transformada. Hoje, é difícil pensar em um campo ou negócio onde a IoT não seja útil. De acordo com a Forbes, até 2027, a indústria deve atingir cerca de US $43 bilhões em todo o mundo. Sem dúvida, esse recurso oferece possibilidades ilimitadas de análise e previsão.

Em contrapartida, às vezes, os dados de saúde podem ser abundantes. O processamento de informações adquiridas de diferentes fontes é um desafio de como usar todo esse potencial. As soluções possíveis incluem aquisição de dados brutos, extração de recursos, raciocínio semântico e clustering.

Um dos problemas mais aparentes é que muitos fabricantes médicos desenvolvem sistemas automatizados, mas não vão mais longe. Ainda assim, eles poderiam desenvolver novos softwares e sensores IoT para garantir conectividade 24 horas por dia, 7 horas por semana. Para nutrir tal inovação, deve-se confiar em IoT implementada e desenvolvida por perícia médica e técnica.

Ademais, altas taxas de recall significam que muitas organizações de saúde não estão satisfeitas com a qualidade dos novos dispositivos. Há necessidade de uma cooperação mais estreita entre fabricantes e profissionais de saúde para estabelecer novos padrões de qualidade para a IoT.

No geral, a principal vantagem é a flexibilidade. A pandemia acelerou o desenvolvimento da fabricação de cuidados de saúde, trazendo novas soluções como monitores de temperatura inteligentes e botões de alerta COVID-19 em smartwatches. Ela nos mostrou que a adaptabilidade é necessária para a fabricação de cuidados de saúde: os fornecedores devem desenvolver estratégias de negócios e modelos de produção que garantam uma mudança rápida nos produtos já fabricados.

Atualmente, a saúde depende de dados e essa tendência só está ficando mais forte. Ferramentas inovadoras como a IoT permitem revolucionar a indústria e como pensamos sobre o campo medicinal. Todavia, com grandes poderes, grandes responsabilidades deverão vir também e os prestadores de cuidados de saúde devem abordar seriamente essas questões em um futuro não tão distante. Em breve, ele estará batendo nas nossas portas.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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INSTITUTO AEGEA É PARCEIRO DA GLOCAL EXPERIENCE E DEFENDE ATUAÇÃO CONJUNTA ENTRE SETORES PARA AUMENTAR SEGURANÇA HÍDRICA NO BRASIL

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Startups usam tecnologia para economizar e purificar água

Em conferência, presidente do Instituto Aegea destacou importância do uso consciente da água e apontou necessidade de integração de forças entre agentes da sociedade como caminho para garantir maior disponibilidade do recurso

O Instituto Aegea, núcleo de inteligência socioambiental da Aegea, é um dos parceiros da Glocal Experience, evento realizado na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre 9 e 17 de julho. Na programação da conferência, o painel “Desafios e oportunidades para a Segurança Hídrica no Brasil” contou com a participação do presidente do Instituto Aegea, Edison Carlos, que defendeu uma integração de forças entre agentes da sociedade como forma de garantir a disponibilidade da água no país, assim como a importância do investimento em tecnologia.

Édison apontou que as principais atividades econômicas da pauta de exportações do Brasil, como agropecuária e mineração, são muito dependentes da disponibilidade da água, que então deve ser encarada como um ativo estratégico do país. “As comodities, principais produtos de exportação do Brasil, mas também a energia hidrelétrica, o abastecimento humano, a indústria, tudo tem na água a sua base. O agronegócio, maior fonte de recursos do país, responde por cerca de 60% do uso da água doce presente da natureza, então é fundamental estar presente em qualquer debate sobre recursos hídricos.”, afirmou.



Portanto, por representar um interesse comum, o presidente do Instituto Aegea indicou que todos devem participar dos esforços para garantir a segurança hídrica. “Se não colocarmos todos os agentes da sociedade na mesma mesa para discutir a questão hídrica não há como termos um futuro seguro. Fundamental ter o Governo Federal, em seu papel de fomentar as macros políticas de uso da água no país, estados e municípios monitorando os rios e o saneamento básico, as empresas e a sociedade, todos têm seu papel. As concessionárias de saneamento, que coletam, tratam e distribuem água potável a milhões de pessoas, investem, lógico, na proteção das bacias hidrográficas onde estão, mas as ações precisam ser coordenadas com os demais utilizadores dos recursos hídricos.”, apontou.

O investimento em tecnologia e inovação também é importante para aumentar a segurança hídrica e empresas como a Aegea vem se destacando neste caminho: “A Aegea tem investido constantemente em inovação e tecnologia, como por exemplo em parcerias com empresas de Meteorologia visando antecipar os próximos regimes de chuvas nas bacias. Visando aumentar a eficiência, investimos em sensores para localizar vazamentos, em bombas inteligentes que controlam a pressão da água distribuída pelas tubulações e evitam perdas de água, entre outros. Entendemos que cada litro de água que não se perde é um litro a menos que precisamos retirar da natureza e um litro a mais que podemos entregar a quem não tem”, afirmou Edison.

Além de tudo o que as empresas fazem, é necessário que a sociedade civil também seja vigilante ao uso racional da água de forma a garantir a disponibilidade ao longo do ano. “Em momentos de crise hídrica há uma grande mobilização e consciência no uso, mas muito disso desaparece quando as chuvas voltam e a situação se equilibra. Precisamos manter nosso nível de alerta, educar as crianças para este novo cenário de incerteza hídrica, mudar a forma como se vê o uso da água no Brasil. É fundamental construirmos cidadãos mais conscientes para podermos dar tranquilidade às nossas próximas gerações”, declarou.

Disponibilidade de água para todos

A Aegea investiu, apenas em 2021, mais de R$ 50 milhões em obras de segurança hídrica. A companhia acompanha e monitora diariamente a situação dos sistemas hídricos no Brasil e em 2022 firmou uma parceria com a Climatempo para o fornecimento de dados que agregam na inteligência das informações meteorológicas de curto e longo prazo para a inspeção de risco das bacias hidrográficas onde a empresa realiza captação de água.

Para o Grupo, a consolidação de um modelo de gestão é crucial para obter resultados e prevenir eventuais problemas operacionais dentro do setor, respeitando o conceito de segurança hídrica em assegurar o acesso sustentável à água de qualidade, em quantidade adequada à manutenção dos meios de vida, do bem-estar humano e do desenvolvimento socioeconômico.

A Aegea tem experiência em lidar com cenários hídricos complexos por meio de investimentos em tecnologia. Em Teresina, no Piauí, os meses de setembro a dezembro eram sinônimo de falta d’água há cinco anos, quadro agravado quando se considera que esse é o período mais quente do ano. Com o apoio de equipes treinadas e eficiência operacional, a capital atingiu a universalização do abastecimento de água no ano de 2020 em toda zona urbana. Desde 2017, a companhia já investiu R$ 600 milhões na capital do Piauí, e o valor total a ser aplicado ao longo do contrato é de R$ 1,7 bilhão.

Glocal Experience

A Glocal Experience ocorreu entre os dias 9 e 17 de julho, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, como uma programação que incluiu música, arte, tecnologia e debates. O evento tem como objetivo estimular discussões que destaquem a importância do trabalho em diversos setores para alcançar as metas da Organização das Nações Unidas (ONU) da Agenda 2030, com foco em desenvolvimento sustentável. Para mais informações, acesse: https://glocalexperience.com.br/.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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