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MARCO LEGAL DAS STARTUPS E A IMPORTÂNCIA PARA A BIOECONOMIA BRASILEIRA

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Belo Monte, Belo Sun e o impasse da infraestrutura brasileira na Amazônia
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) vê nova legislação como -grande oportunidade para o crescimento dos projetos da área no país

No dia 1º de junho deste ano, foi sancionado o novo Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. O texto fomenta a criação de novas empresas inovadoras e estabelece incentivos aos investimentos por meio do aprimoramento do ambiente de negócios no país.

Diante deste contexto, a Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) mostra a importância deste tema para o ecossistema da inovação nacional e como o Marco Legal das Startups pode ajudar a alavancar a bioeconomia brasileira.



As startups são consideradas o berço da inovação, pois apresentam soluções que transformam mercados e produtos e com a sanção do novo Marco Legal, o ambiente regulador de investimentos no Brasil será menos burocrático e as startups terão mais facilidade para buscar investidores que poderão ser pessoas físicas ou jurídicas, que participarão, ou não, do capital social da startup, a depender da modalidade escolhida pelas partes. Desta forma, ideias disruptivas terão mais chance de sobreviver e ganhar eficiência.

A flexibilização das amarras burocráticas e a pacificação de temas que vinham trazendo insegurança para o setor, principalmente em relação aos investidores-anjo, passam a ganhar respaldo oficial.

A partir de agora, uma boa ideia já conta com um ambiente jurídico que permite o florescimento e o impacto na sociedade em geral, o que poderá transformar o Brasil em um país ainda mais inovador.

Neste novo cenário, a bioeconomia tem tudo para crescer, já que haverá uma consequente melhoria no ambiente de negócios, na simplificação, na desburocratização, na redução de custos, no aumento da segurança jurídica e na ampliação dos investimentos. Todos estes fatores condições para que as startups se desenvolvam, alimentando assim o ecossistema de inovação, seja com os recursos que as startups poderão receber por meio de empresas que possuem obrigações de investimento em pesquisa ou pelo desenvolvimento e inovação decorrentes de outorgas realizadas por agências reguladoras, por exemplo.

A implementação do novo Marco Legal permite que as empresas invistam suas obrigações em Fundos Patrimoniais ou Fundos de Investimento em Participações (FIP) em startups ou, ainda, em programas, editais ou concursos destinados a financiamento e aceleração de startups gerenciados por instituições públicas. Assim, a é criar condições para estimular as parcerias público privadas, permitindo sejam injetados recursos nas startups

“Em inúmeros países as startups recebem uma atenção especial já que são o berço da inovação. O melhor exemplo é o Vale do Silício, na Califórnia, onde políticas públicas adequadas criaram um ambiente altamente estimulante, para o desenvolvimento da inovação. É importante frisar que as medidas de estímulo à criação de novas empresas inovadoras e o estabelecimento de incentivos aos investimentos, por meio do aprimoramento do ambiente de negócios no país, são fundamentais para levar o Brasil ao grupo dos principais ecossistemas de startups no mundo,” comenta Thiago Falda, presidente da ABBI.

A ABBI, comprometida com o crescimento da bioindústria brasileira, comemora mais esta etapa no processo de inovação e ao desenvolvimento de empresas que querem e têm a bioeconomia como negócio, acreditando na economia verde, na descarbonização e em seu benefício coletivo.

Sobre a ABBI

A Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) é uma organização civil, sem fins lucrativos, apartidária, e de abrangência nacional que acredita no Brasil como potencial líder da bioeconomia avançada global. Representamos empresas e instituições de diversos setores da economia que investem em tecnologias inovadoras, baseadas em recursos biológicos e renováveis para criar produtos, processos ou modelos de negócios gerando benefícios sociais e ambientais coletivos. Trabalhamos para promover um ambiente institucional favorável à bioinovação, que permita converter nossas vantagens comparativas em vantagens competitivas, impulsionando o desenvolvimento econômico sustentável da bioeconomia avançada no Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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5 TECNOLOGIAS QUE TRANSFORMAM SEU CARRO EM SMARTPHONE SOBRE RODAS

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Sócio e COO da Smart Driving Labs
Foto: istockphoto/divulgação

Foi-se o tempo que itens como design, vidros elétricos, ar-condicionado e potência do motor eram os fatores decisivos para os consumidores escolherem seu novo veículo. Atualmente, as montadoras são unânimes em afirmar que a conectividade já é um fator de compra preponderante e quem não oferecer veículos inteligentes está condenado a perder espaço no mercado brasileiro.

Uma das primeiras interfaces e que faz sucesso nos carros é o GPS integrado. Somente no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas dependem de serviços como Waze e Google Maps para dirigir pela cidade, fugindo de congestionamentos – segundo dados de downloads dos aplicativos de trânsito disponíveis nas lojas de aplicativos Apple Store e Google Play.



O especialista em tecnologia automotiva e mobilidade, Antonio Azevedo, que atua há mais de dez anos como CEO da LogiGO – empresa que fornece serviços de conectividade para empresas como Mercedes, Volvo e Nissan – listou 5 tecnologias de smartphone que você pode usar na central multimídia do seu carro. Confira:

1. AndroidAuto Apple CarPlay

As centrais multimídias mais avançadas são as que possuem app nativo e não dependem do celular. Com a mesma comodidade que você conecta sua conta de Android ou IOS a TVs e Tablet, é possível utilizar aplicativos na tela do carro.

2. MarketPlace

Tendo acesso aos aplicativos, você também pode realizar compras pela central. A LogiGO oferece uma gama de serviços e meios de pagamento, incluindo PIX. É possível, por exemplo, contratar seguros para o automóvel.

3. App Off-road

Uma das tecnologias que a LogiGO fechou em parceria com a Troller Connect foi o app exclusivo DigiTroller. O modo off-road faz medições mecânicas do veículo em tempo real, como a bússola digital, o modo de tração ideal para o terreno, temperatura da água, informações de geolocalização, sensor de aceleração e força G, entre outros.

4.Assistente de voz

Assim como no smartphone, a central multimídia também oferece assistente de voz baseado em IA em que o condutor pode tirar dúvidas sobre o veículo e também agendar tarefas.

5. In-Car Ads

A montadora pode oferecer descontos de parceiros na tela e com a ajuda da assistente de voz, o condutor pode agendar o serviço de compra. Por exemplo, uma oficina oferece um cupom de desconto na tela e o condutor pode agendar o reparo na loja mais próxima. O sistema já faz a sugestão.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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ABDI, INMETRO E PQTEC VÃO VALIDAR TECNOLOGIAS DE CIDADES INTELIGENTES

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tecnologia de gênero
Foto: Getty Images

O que esperamos, com a iniciativa, é levar para a população o que há de melhor e mais assertivo em termos de tecnologias

Levar tecnologias de ponta para as cidades, que sejam assertivas e que terão impacto direto na vida de seus moradores, é uma das nossas principais preocupações quando trabalhamos com o projeto Cidades Inteligentes na ABDI. Graças à autonomia de que dispomos – somos agência com status de serviço social e contrato de gestão com Ministério da Economia -, nos empenhamos muito para buscar soluções pioneiras para as prefeituras com as quais temos parcerias. E essa motivação nos fez ir além.

Tecnologias de cidades inteligentes

Quando falamos sobre tecnologias de cidades inteligentes, muitas vezes tratamos de produtos que estão fora das “prateleiras”, ou seja, soluções que não são encontradas com facilidade no mercado, como semáforos inteligentes, luminárias inteligentes com telegestão, ou softwares de reconhecimento de placas de carros ou facial. Por isso, nós atuamos em duas frentes principais.



A primeira delas, que já compartilhamos neste espaço, são os projetos-piloto de cidades inteligentes que implantamos por meio do sandbox. São as áreas delimitadas pelas prefeituras para testes e validação das tecnologias. A vantagem é que essa experiência ajuda a prefeitura a aprimorar o uso das soluções antes da sua total adoção, economizando recursos públicos e permitindo a validação pelos habitantes. Além disso, estimulamos o empreendedorismo inovador no Brasil ao mobilizarmos as empresas fornecedoras de tecnologias.

A segunda frente de atuação surge da necessidade de desenvolvermos uma metodologia de testes para validação das soluções tecnológicas de cidades inteligentes. Para tanto, estamos firmando parceria com o Parque Tecnológico de São José dos Campos (PqTec), um dos principais polos de inovação e empreendedorismo do Brasil, e com o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), que reúne atribuições de execução, coordenação e supervisão de atividades de metrologia legal e avaliação de conformidade, além de atividades de pesquisa, ensino e desenvolvimento científico e tecnológico na área.

Parceria de valor

A parceria com o Parque Tecnológico de São José dos Campos amplia os ambientes de testes e soma a expertise deste centro em tecnologias e empresas fornecedoras de soluções de cidades inteligentes. Com o Inmetro, buscamos a competência do papel de avaliador do projeto, por meio da Divisão de Metrologia em Tecnologia da Informação e Telecomunicações (Dmtic).

Ao lado dessas duas renomadas e robustas instituições, vamos levantar informações sobre validação de soluções tecnológicas de cidades inteligentes, contemplando iniciativas nacionais e internacionais; desenvolver e implementar uma metodologia de testes de soluções tecnológicas; e, finalmente, consolidar um relatório de validação de tecnologias.

Com isso, poderemos avaliar a qualidade e efetividade das tecnologias. Por um lado, a empresa fornecedora receberá o relatório de validação. E, por outro, os gestores terão mais segurança na hora de comprar e adotar uma tecnologia, que possui a anuência da ABDI, do Parque Tecnológico de São José dos Campos e do Inmetro.

O que esperamos, com a iniciativa, é levar para a população o que há de melhor e mais assertivo em termos de tecnologias; contribuir com informações para ajudar os gestores públicos a tomarem decisões sobre as soluções mais adequadas a suas regiões; e, por fim, contribuir com a qualificação das empresas, o fortalecimento dos ecossistemas de inovação e o desenvolvimento humano, social e econômico do país.  

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

Evento Regional Macapá | Apresentação do plano de cidades inteligentes e resilientes

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Esta transmissão online faz parte da programação de Eventos Regionais do Connected Smart Cities & Mobility 2021. Todas as terças-feiras, das 9:00​​ às 13:00​​, até 24 de agosto de 2021, totalizando 27 cidades.

A iniciativa conta com as participações de Paula Faria – Connected Smart Cities & Mobility, Willian Rigon – Urban Systems, Marcílio Dantas, Diretor Presidente da CTMac -Companhia de Transportes e Transitô de Macapá; Patrícia Araújo de Oliveira, professora da UNIFAP – Universidade Federal do Amapá; e Carlos Eduardo Cardoso, resposável por soluções e-city da Enel X.

A experiência de um Carro Elétrico

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Neste vídeo a CEO e idealizadora da Connected Smart Cites, Paula Faria, traz ações do governo norte-americano para incentivar a produção e a utilização de veículos elétricos. Passando por crédito para a compra de carregadores, leis de incentivo e revisão de contratos do governo, o empenho é promover a eletrificação da frota estadunidense. Para fomentar essa discussão por aqui, apresentamos, em parceria com a PNME, o primeiro bloco ‘Veículos Leves e Levíssimos’ da série temática ‘Como a iniciativa privada pode acelerar a transição para a mobilidade elétrica’.

PRESIDENTE E MINISTROS PARTICIPAM DE INAUGURAÇÃO DE CAMPUS CONECTADO COM 5G

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Contratação de térmicas emergenciais deve ser suspensa, defende Idec

Empresas realizam demonstração do uso da tecnologia nos setores do agronegócio, indústria, automotivo e no âmbito acadêmico

O maior campus universitário conectado com tecnologia de quinta geração se concretizou na última sexta-feira (25/6), em Sorocaba (SP). A inauguração contou com a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro e dos ministros das Comunicações, Fábio Faria; da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes; e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

“Vamos conhecer aplicações do 5G que promovem uma transformação digital na sociedade e impulsionam a economia brasileira, com impactos positivos em diversos setores”, destaca Fábio Faria. As demonstrações serão realizadas pelas empresas Ericsson, Embratel, Claro, John Deere, Qualcomm e Motorola.

Durante a inauguração do 5G Smart Campus Facens, será apresentado em primeira mão um pulverizador de grande porte: o primeiro conectado ao 5G. A ação demonstrará como a tecnologia tem potencial para impulsionar o desenvolvimento do agronegócio com recursos inteligentes que otimizam a produção.

Também serão exibidas aplicações em outros três setores da economia – industrial, acadêmico e automotivo. Na indústria, será demonstrada como a aplicação de sensores em um torno mecânico (equipamento usado para confecção e acabamento de peças) permite a transmissão de dados em tempo real, evitando erros na produção. No âmbito acadêmico, será apresentado um laboratório virtual para alunos, estruturado pelo Centro Universitário. No setor automotivo, um carro autônomo (sem motorista) construído por estudantes irá demonstrar o potencial da tecnologia 5G.

Inovação e pioneirismo

O 5G Smart Campus Facens, inaugurado pelo Centro Universitário Facens em parceria com a Ericsson, Embratel e Claro, é o maior campus conectado com tecnologia de quinta geração de São Paulo. A iniciativa fomentará novas pesquisas, projetos e desenvolvimento de soluções digitais para outros segmentos, como automotivo, Indústria 4.0, cidades inteligentes, telemedicina e educação.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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EM PARCERIA COM A VISA, LINHA AMARELA PASSA A ACEITAR PAGAMENTO POR APROXIMAÇÃO NO PEDÁGIO

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Parque da Mobilidade Urbana marca presença no Rio Innovation Week 2025, a maior conferência de tecnologia da América Latina
Foto: Michel Filho/Prefeitura do Rio de Janeiro

Rodovia carioca será a primeira no país a adotar novo sistema desenvolvido especificamente para pedágios que permite agilidade nas transações e fluidez no trânsito

O pedágio da Linha Amarela passará a aceitar, a partir deste domingo, dia 27 de junho, o pagamento por aproximação com cartões de crédito, pré-pago e débito Visa. Em uma parceria entre a Lamsa, a Visa e a Fadami, empresa integradora de soluções de pedágio, os motoristas poderão realizar o pagamento da tarifa utilizando cartões, celulares, relógios, pulseiras e outros dispositivos com esta tecnologia. Além de oferecer mais um meio de pagamento aos clientes da via expressa, a iniciativa também trará agilidade aos motoristas e garantirá fluidez ao trânsito.

A rodovia será a primeira do país a adotar um sistema desenvolvido exclusivamente para pedágios, com equipamento especial incorporado às cabines, o que permite o acionamento das cancelas de forma automática, sem intervenção dos operadores.

O processo funciona de forma simples: o cliente informa na cabine o meio de pagamento (dinheiro ou dispositivo habilitado com tecnologia de pagamento por aproximação), aproxima o dispositivo ou cartão do leitor e a cancela abre automaticamente. A quantidade de eixos (que determina o valor a ser cobrado) é inserida pelo operador e o procedimento é validado por sensores instalados na pista junto às cabines de pedágio.

De acordo com dados da Lamsa, o serviço pode beneficiar até 60 mil usuários que, em média, utilizam diariamente as cabines manuais do pedágio.

“Estamos atentos na busca por soluções que possam melhorar a experiência dos usuários. A tecnologia por aproximação atende uma demanda antiga dos clientes da Linha Amarela, que solicitavam o uso do pagamento eletrônico no pedágio. Com esta inovação, pioneira na mobilidade urbana, efetuar o pagamento será mais rápido e simples, melhorando a fluidez no trânsito”, conta Marcus Rosa, diretor-superintendente da Lamsa.

Nesta primeira fase, o pagamento por aproximação estará disponível em duas cabines em cada sentido da Linha Amarela (cabines 05 e 06, no sentido Barra da Tijuca; e cabines 16 e 15, no sentido Fundão). Os espaços estarão sinalizados para que os motoristas possam se posicionar. A expectativa é que o sistema seja gradativamente instalado em 16 cabines manuais ao todo, sendo oito em cada sentido da via.

Um cartão com tecnologia de pagamento por aproximação pode ser identificado pelo símbolo com 4 ondas impresso no plástico (imagem abaixo). Se você possui alguma dúvida, entre em contato com o emissor do seu cartão para saber se ele possui a tecnologia.

O pagamento por aproximação também pode ser realizado por meio das carteiras digitais (como Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay). A utilização do serviço não terá custo adicional ou taxas, e a segurança do sistema se dá pela criptografia dos dados do cartão do usuário.

“O pagamento por aproximação cresce exponencialmente em todo o país e encontrou no transporte um grande aliado para se tornar ainda mais popular. Criamos uma solução dedicada a melhorar a experiência dos motoristas e a gestão das empresas de pedágio, facilitando a aproximação e a velocidade da transação. Além da conveniência e agilidade, essa tecnologia traz também muita segurança, para os usuários que passam todos os dias pela Linha Amarela”, conta Marcelo Sarralha, diretor de Soluções da Visa do Brasil.

O sistema de emissão de recibo fiscal no pedágio permanecerá o mesmo. Ao final de cada transação o comprovante de pagamento, Documento Fiscal Equivalente (DFE), estará disponível para o cliente. A tecnologia da Visa implementada no pedágio é agnóstica e aceita pagamento por aproximação de todos os cartões e bandeiras que possuem a tecnologia.

O valor do pedágio da Linha Amarela é de R﹩ 4 em cada sentido da via (Fundão e Barra da Tijuca). Os motoristas também poderão continuar pagando a tarifa com dinheiro ou utilizando a pista automática desde que possua a tag instalada no parabrisa do veículo.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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IMPACTOS AMBIENTAIS NÃO SÃO CONSIDERADOS NAS POLÍTICAS ORGANIZACIONAIS DE MOBILIDADE GLOBAL, DIZ KPMG

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Impactos ambientais não são considerados por 84% dos respondentes – profissionais de recursos humanos – quando desenham suas políticas para mobilidade global. Isso significa que poucas empresas incluíam, por exemplo, cálculo de emissões de gases de efeito estufa ou compensações de emissões nos processos envolvendo mobilidade de colaboradores. Agora mais de 50% desses profissionais acreditam que novas políticas ambientais vão impactar as políticas de mobilidade quando a economia começar a se recuperar.

Essas são algumas das conclusões da pesquisa “Considerações de ESG para os Programas de Mobilidade Global e Recompensas”, conduzida pela KPMG. O conteúdo apresenta os resultados de entrevistas realizadas com cerca de 70 profissionais das áreas citadas que abordaram os princípios ESG e como eles estão sendo avaliados na gestão contínua e nos programas de mobilidade global das organizações. A maioria dos entrevistados ocupa posições de alta gerência e funções executivas. Para apenas 16% as organizações abordam os fatores de sustentabilidade nas políticas globais de mobilidade.

“As respostas dos entrevistados revelam como aspectos ambientais serão relevantes na mobilidade global. Os dados também evidenciam que há ainda uma longa jornada de melhorias nessa área que vamos ver acontecer nos próximos anos. Cada vez mais é possível perceber o quanto a área de mobilidade global de pessoas deve ser envolvida nas decisões estratégicas das empresas”, afirma Janine Goulart, sócia-líder da área de Mobilidade Global da KPMG no Brasil.

A previsão é que a política de mobilidade global atenda aos critérios de sustentabilidade para alinhar ainda mais os programas a fatores corporativos e de ESG. As novas políticas podem incluir: questionar a necessidade de designações internacionais; calcular as emissões de viagens; questionar os benefícios e verbas da política de mobilidade em relação ao valor ecológico; incentivar mais o transporte público.

“Todas as organizações precisam demonstrar seu comprometimento com a proteção dos ecossistemas e a regeneração deles, para garantirmos que a sociedade continue se desenvolvendo. Os impactos das emissões nas mudanças climáticas são um fato. Emissões resultantes de transporte movido à combustíveis provenientes de fontes não-renováveis, especialmente aéreos, são bem conhecidos e devem ser reduzidos. As opções são: redução de viagens utilizando esses combustíveis e compensação. A reputação das empresas está conectada com sua coerência em relação aos seus compromissos e suas ações, em todas as áreas. Mobilidade não é diferente”, afirma Nelmara Arbex, sócia-líder de ESG da KPMG no Brasil.

Sobre viagens de negócios, quatro organizações disseram que vão monitorar as emissões de dióxido de carbono no futuro, enquanto 28 esperam implementar uma nova abordagem para viagens sustentáveis após a pandemia. Como resposta às mudanças climáticas, 20 organizações esperam manter oportunidades de missões internacionais, mas devem avaliar cada ocasião e se tornarão mais seletivas. Contudo, cinco respondentes reportaram redução no total de missões internacionais, enquanto oito disseram que há intenções de buscarem mais talentos locais. Para quase metade dos respondentes, na nova realidade futura, suas agendas de sustentabilidade afetarão o retorno às viagens de negócios e eles esperam implementar uma nova abordagem para viagens sustentáveis após a pandemia.

O conteúdo está disponível na íntegra no link – https://tax.kpmg.us/insights/insights-on-global-mobility/articles-and-news-insigts-gm/global-mobility-esg-survey-report.html

Com informações da Assessoria de Imprensa

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A HORA É AGORA

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Cidades precisam de ajuda para enfrentar crise climática, diz ministro
Foto: Banco de Imagens IstockPhoto

A mudança climática é um problema do aqui-e-agora. Quem tem olhos e dois dedinhos de bom-senso pode ver

A conta de luz está mais cara. O jornal trazia ontem mesmo a notícia de que a energia elétrica foi o item de maior peso na última divulgação da inflação oficial do país. Para os que gostam de números: apenas no mês passado, a alta foi de 5,37%, o que correspondeu a 0,23 ponto percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio. Em 12 meses, o acumulado está em 8,06%.

No distante ano passado, teve também aquela dos milhões de gafanhotos que invadiram cidades e fazendas de parte da Argentina. A nuvem de insetos se aproximava do Brasil e tirava o sono de agricultores, grandes e pequenos.



Para engrossar a lista: ondas de calor atrapalham o sono e o trabalho; enchentes desalojam e pioram (mais) o trânsito nas Marginais; o preço do tomate está nas alturas.

Meus caros, a mudança climática é um problema do aqui-e-agora. Quem tem olhos e dois dedinhos de bom-senso pode ver e, sinceramente, é difícil entender por que ainda se gasta tanto tempo, dinheiro e (recurso mais caro de todos) neurônios discutindo se ela está aí ou não.

Portanto, passemos ao que, aqui, nos interessa: o que a mobilidade elétrica tem a ver com isso?

Mobilidade elétrica e mudança climática

Bem, podemos passear rapidamente pelo que é, pelo menos para nós aqui, óbvio. O setor de transportes é responsável por cerca de um quarto das emissões diretas de dióxido de carbono provenientes da queima de combustível. Desta fatia, quase três quartos vêm dos escapamentos de carros, caminhões e ônibus. É o que diz a 00(IEA). Embora tenha mais gente, e muito séria, fazendo medições mais ou menos parecidas, as conclusões apontam para o mesmo rumo: estes canos de escapamento precisam parar agora. Isso posto, eletrificar os transportes é não só uma ótima solução, mas também uma que temos à mão de forma mais ou menos imediata.

Então pronto, resolvido? Bem… não.

Eletrificar os transportes é, sim, parte importantíssima da solução para o problema em que nos metemos, mas não funciona sozinha. A mudança climática não foi parida apenas por escapamentos e chaminés, mas por um modelo de desenvolvimento não apenas míope, mas que se tornou sua própria justificativa. É aí que está o problema.

A mobilidade elétrica nos dá uma oportunidade enorme para repensar nossas cidades e colocar as pessoas novamente no centro de suas prioridades. Só para ilustrar, a eletrificação das frotas de ônibus urbanos no Brasil terá que passar, necessariamente, por uma revisão de um modelo de negócios em que a conta, atualmente, não fecha para o operador, para o poder público e– principalmente – para o usuário. Lembra dos “não são os 20 centavos”? Pois é.

Desafios tecnológicos

Há também vários desafios tecnológicos ainda por resolver. Se hoje já se sabe, vamos lá, que ao longo do tempo a utilização de um veículo elétrico é não só mais econômica, mas também mais amigável ao clima, é igualmente claro que sua produção pode ser bem mais limpa. Isso é particularmente verdade quando falamos do coração destes veículos: as baterias. O assunto é quentíssimo ao se falar de seu reaproveitamento e descarte quando já não puderem nos levar pra lá e pra cá; e a mineração das matérias-primas necessárias para sua produção tem atraído muita atenção – nem sempre de maneira positiva.

E tem mais: indústria, governo, academia e a sociedade também vão precisar discutir a relação se não quiserem perder o bonde da eletrificação (ou qualquer outro, para ser honesto). Para que nos mantenhamos vivos – digo, competitivos – em um mundo em que a tecnologia é o verdadeiro agregador de valor e – por que não? – gerador de empregos e qualidade de vida, velhas desconfianças precisarão ser postas em segundo plano, e uma ação coordenada deverá ser colocada em prática para valer.

Vejam bem, eu não quero estragar o dia de ninguém com toda essa conversa de conta de luz, gafanhotos e discutir relação. Também não quero chegar aqui para espinafrar a mobilidade elétrica – muito pelo contrário. O que quero dizer é que o problema não só é sério, mas também complexo. E, ao contrário do que anda à boca pequena por aí, não há solução fácil para problemas complexos.

Mas há, sim, solução. Temos, no fim das contas, muito mais afinidades que desavenças. E o mais importante: temos um problema que é de todos e está bem na frente de nossos olhos, nu e cru. Precisamos ir ao que interessa, e precisamos fazer isso juntos.

É isso. Vamos em frente.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

VISA COMPARTILHA PRIMEIRAS IMPRESSÕES SOBRE O USO DE PAGAMENTOS VIA WHATSAPP NO BRASIL

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O serviço de pagamentos no WhatsApp tem ganhado tração. Em seu primeiro mês de funcionamento no Brasil, dados da Visa Consuting & Anaytics, consultoria da Visa, mostram um crescimento em transferências com cartões Visa de 78% entre a primeira e a última semana de maio. Também é possível notar algumas curiosidades em relação à forma como as pessoas têm transferido seu dinheiro pela plataforma. O registro de maior utilização aconteceu durante a semana, com 80% das transferências com Visa realizadas entre segunda a sexta-feira. Destaque para sexta-feira, dia com a maior concentração de transações registradas. O ticket médio das transferências com Visa no Brasil no mês de maio cresceu mais de 200% entre a primeira semana de maio e a última do mesmo mês. Entre os estados com maiores tickets estão o Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, respectivamente. Em quantidade de transferências com cartões Visa para amigos e parentes, os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná figuram entre os três maiores. A tecnologia da Visa que permite essa agilidade é chamada de Visa Direct, uma forma moderna de enviar e receber dinheiro de forma rápida. Visa Direct tem ganhado escala no mundo todo, crescendo aproximadamente 3,5 bilhões de transações globalmente no ano fiscal 2020.



Com informações da Assessoria de Imprensa

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