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GERENCIAMENTO DE PROJETOS: DEMANDA POR PROFISSIONAIS DE TI CRESCE EM TODOS OS SEGMENTOS ECONÔMICOS

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Tecnologias de alta segurança

Senac EAD disponibiliza cinco cursos de extensão universitária, com enfoque tecnológico

Na atualidade, o gerenciamento de projetos está presente no escopo das atividades de todos os setores econômicos. Independentemente da área de atuação, é fundamental criar, executar e monitorar ações que tenham como objetivo a eficiência produtiva e o engajamento dos colaboradores, parceiros e stakeholders.

Para dar conta de todo o processo de gestão, os profissionais têm na área de tecnologia da informação (TI) um suporte fundamental em todos os ciclos de realização de um novo projeto ou na reformulação de processos e atividades cotidianas.



Os dados sobre o setor reforçam a demanda por profissionais de TI, tanto que um levantamento divulgado pela Associação das Empresas de Tecnologia da informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), revelou que de janeiro a setembro desse ano, a produção de serviços na área alcançou R$ 154,7 bilhões de faturamento. Em relação aos empregos, foram gerados 123,5 mil novos postos de trabalho com um média salarial 2,5 vezes maior que a nacional.

Cesar Augusto Correa André é professor dos cursos de Gerência de Projetos da Extensão Universitária do Senac EAD, e avalia que o cenário mercadológico foi impulsionado pela pandemia e a necessidade de profissionais que reúnam conhecimentos tecnológicos e de gestão. “O mercado é muito dinâmico e está em constante evolução. Novas tecnologias, softwares e nossas necessidades vêm aumento dia a dia, contudo é preciso trabalhadores especializados para gerir todas as demandas”, explica.

Gerenciamento e TI

A fim de proporcionar conhecimentos sintonizados com a realidade do mercado nacional, o Senac EAD disponibiliza cursos de curta duração, com foco em profissionais da área e acadêmicos que queiram iniciar a especialização na carreira. Ao todo são oferecidas cinco opções em Gerência de Projetos, na área de TI, sendo: Gestão da Comunicação e Stakeholders, Gestão da Qualidade, Gestão de Custos, Gestão de Tempo e Práticas alinhadas ao PMI.

Com essa perspectiva, a instituição tem objetivo de proporcionar aos profissionais de tecnologia, conhecimentos sobre gerenciamento em diversos setores empresariais. Nesse sentido, César destaca: “além do conhecimento técnico, é muito importante que os profissionais de TI tenham visão de negócio, pois a área não é um fim, mas sim um meio para atuar em todas as etapas do gerenciamento das organizações”.

Uma das recomendações do professor é pesquisar as boas práticas de gerenciamento de projetos, indicando como referência, o guia Project Management Body of Knowledge (PMBOK®), desenvolvido pela associação internacional Project Management Institute (PMI).

“Em muitos casos, as empresas não apresentam falta de recursos, mas sim capacidade de gestão. Desse modo, investindo nas melhores práticas de gerenciamento de projetos, é possível obter melhor performance em todas as etapas produtivas, ou seja, do planejamento à avaliação dos resultados”, esclarece.

Perfil esperado pelo mercado

Retomando a pesquisa da Brasscom, a projeção feita pela associação é de que no período de 2021 e 2025, o mercado demande 159 mil profissionais de TI, anualmente. Ao todo serão necessários os serviços de 797 mil especialistas, nos próximos cinco anos.

Contudo, além da formação técnica são desejadas outras competências, como por exemplo: comunicação, relacionamento, comprometimento e raciocínio lógico. Do mesmo modo, os trabalhadores em TI terão que estar preparados para executarem atividades que exijam talento social e nos negócios, o que reforça a necessidade de habilidade no gerenciamento de projetos.

Para César, a principal habilidade a ser dominada pelos profissionais é a capacidade de desenvolver um plano de gerenciamento de comunicação eficaz, pois a maneira como os gestores se comunicam com os colaboradores impactará positiva ou negativamente na eficácia de um projeto.

O professor do Senac EAD compartilhou cinco dicas para quem está iniciando na carreira e deseja construir uma trajetória com chances de sucesso:

– Tenha visão de negócios;

– Desenvolva sua capacidade de gestão;

– Aperfeiçoe seu perfil de liderança;

– Melhore a sua comunicação;

– Tenha bons relacionamentos com seus pares, superiores, subordinados e clientes.

Com informações da Assessoria de Imprensa In Press Porter Novelli

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TENDÊNCIAS BRASIL 2022: 5G E CIBERSEGURANÇA

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Como a tecnologia contribui para o desenvolvimento de cidades inteligentes
Foto: istockphoto/divulgação

País que mais sofreu ataques cibernéticos prepara-se para a chegada de nova tecnologia

Prometendo uma internet até 100 vezes mais rápida que a atual, a tecnologia 5G chega ao Brasil em um cenário de constantes ataques à base de dados das empresas. Tivemos nesse ano de 2021 mais de 227 milhões de dados de brasileiros expostos em ao menos quatro grandes invasões em sistemas, sendo o mais recente um ataque ao Conecte SUS, do Ministério da Saúde, que acendeu um alerta vermelho.

Segundo o relatório da Infoblox, o Brasil está entre os cinco países do mundo que mais sofre com ataques cibernéticos, especialmente ransomware, atrás de Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e África do Sul. Este mesmo estudo revela que ataques de ransomware cresceram 92% no Brasil em 2021, e apresentaram um prejuízo na ordem de 20 bilhões de dólares em todo o mundo e ainda confirma que as empresas estão cada vez mais na mira dos cibercriminosos.



Para o arquiteto de soluções da Infoblox, Paulo Gracia, este é apenas um dos desafios da implantação da tecnologia 5G no país: “Primeiro, quando a tecnologia estiver implementada em todo o país e os dispositivos que a suportam estiverem acessíveis à população e às organizações, tudo mudará! Mudará a forma como consumimos conteúdo, o acesso a dados em tempo real, assim como a viabilidade de novas tecnologias que dependem de conectividade de alta velocidade e/ou baixa latência e até a forma como vivemos as cidades.”

A tecnologia 5G possui muitas vantagens em comparação às tecnologias anteriores, mas vale destacar o aumento da velocidade, eficiência energética e disponibilidade, redução da latência e a capacidade de suportar altas densidades de dispositivos. Com a evolução da internet móvel, o 5G vai possibilitar ainda mais aplicações que podem compor cidades inteligentes, viabilizando a aquisição e utilização de dados para melhoria de aspectos, como mobilidade e sustentabilidade. Além disso, a tecnologia entrega a possibilidade do uso de soluções de realidade virtual e realidade aumentada. Isso em aplicações e dispositivos móveis, jogos na nuvem, uso de carros autônomos/inteligentes, aplicações industriais, entre muitas outras.

Segundo a IDC Brasil, os gastos com recursos tecnológicos e telecomunicações no país devem aumentar 7,1% neste ano, totalizando US$ 64,4 bilhões. O mercado de segurança eletrônica prevê crescimento de 16% em 2021.

Na lista de prioridades das empresas para o ano, está a cibersegurança, com 61% das 75 empresas nacionais pesquisadas em 2021 – 11 pontos acima de 2019. Isso pode influenciar positivamente o mercado de segurança eletrônica. As despesas com equipamentos de segurança e softwares totalizarão US$ 900 milhões neste ano, um crescimento de 12,5% ante 2019. Já a segurança na nuvem deve simbolizar 23% dos investimentos.
“Os sistemas de segurança são os que mais se beneficiam do uso da inteligência artificial diante da evolução dos ataques e vazamentos de dados”, complementa Gracia. Além disso, o investimento em 5G também recebe destaque: “Esta rede tem que ser vista como uma oportunidade para a adoção de tecnologias corporativas, como computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, entre outras”.

O mercado de trabalho será fortemente impactado pelo uso massivo de inteligência artificial. Ao menos 30 milhões de vagas no mundo deverão ser criadas, sendo que 85% são postos totalmente diferentes dos que existem hoje.

Para Gracia: “o novo mercado de trabalho movido a 5G deverá estar totalmente operante daqui a 11 anos, e dos R$ 400 bilhões que serão investidos nos próximos dez anos em digitalização, 40% serão destinados à implementação da nova internet. Hoje o investimento que está sendo realizado é em infraestrutura e isso vai gerar muitos empregos diretos, demandando mão de obra especializada. Em longo prazo, o 5G trará muitos benefícios, não só na criação de oportunidades diretas, mas também indiretas, para desenvolvedores, por exemplo”.

A previsão é de que as capitais estejam cobertas até julho de 2022 e existe uma régua gradual de investimentos em cidades de portes maiores, até atingir as de portes menores em 2028.

É um universo de infinitas possibilidades, ampliadas pelo uso da realidade virtual por exemplo: “As pessoas estão presas a uma visão em que a realidade virtual se limita ao entretenimento, mas não. Ela está presente dentro de uma sala de aula. Imagina só um aluno de medicina podendo explanar um órgão praticamente ao vivo. Ir dentro de um pulmão, operar um olho, tudo a distância. Você pode estar em São Paulo, sendo operado por um médico em Londres.” finaliza Gracia.

Evolução das redes móveis

2G – A rede 2G começou na Finlândia em 1991, permitindo que os telefones celulares entrassem no mundo digital. Ela permitiu a criptografia de chamadas e de texto, bem como SMS e mensagens multimídia;

3G – Por sua vez, a rede 3G possibilitou mais dados, videochamadas e a internet móvel;

4G – O padrão atual foi lançado no final dos anos 2000 e é 500 vezes mais rápida que a rede 3G. Portanto, suporta TV móvel de alta definição, videoconferências e a expansão da Internet das Coisas (IoT);

5G – A evolução da tecnologia 4G deve consumir até 90% menos energia, ampliando o número de aparelhos conectados e numa velocidade ainda maior.

6G – Previsto para 2028, terá velocidades de até 1 Tb/s, operará na casa dos terahertz e será usado pelas máquinas. A ideia é que seja 100 vezes mais confiável que a rede 5G e tenha capacidade para dez vezes mais equipamentos conectados. A tecnologia deve suportar componentes não terrestres, como aviões, satélites geoestacionários e de órbita terrestre baixa, além de plataformas em altas altitudes.

Com informações da Assessoria de Imprensa Midiaria

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COOPERATIVISMO GANHA FORÇA COMO IMPULSIONADOR DA ECONOMIA PARA 2022

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Veja quais são as cidades com as maiores economias do Brasil
Foto: istockphoto/divulgação

Na retomada pós-pandemia, o segmento tende a seguir em ascensão, visto que a crise fez com que mais pessoas se aproximem de soluções coletivas, como as apresentadas no cooperativismo

 

Segundo levantamento recente conduzido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), tomando por base dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), os municípios brasileiros que têm a presença efetiva de cooperativas apresentam Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) médio de 0,701 contra 0,666 para cidades não servidas. O fato demonstra que o cooperativismo tende a ser um dos grandes impulsionadores da economia em 2022, especialmente com os aprendizados trazidos pela pandemia ao longo dos últimos anos.

O momento também auxilia o segmento a quebrar barreiras nos centros urbanos, onde sempre encontraram mais dificuldades de penetração em comparação com cidades do interior. “Quanto mais as pessoas percebem que não estão encontrando serviços no mercado tradicional, mais acabam exercitando essas ferramentas coletivas. O cooperativismo nada mais é do que um grupo de pessoas com objetivos em comum dando acesso a essas ferramentas ou serviços para outras pessoas”, explica Mauri Alex de Barros Pimentel, diretor financeiro do Instituto Brasileiro de Estudos em Cooperativismo e professor convidado do ISAE Escola de Negócios.



A participação em cooperativas torna o jogo mais justo. Diferente dos modelos empresariais tradicionais, onde a organização precisa rentabilizar com o cliente para pagar um “prêmio” ao investidor, nas cooperativas o próprio cliente é o dono do negócio e este só existe para servi-lo adequadamente e a um preço justo. “A vocação do cooperativismo é fornecer desenvolvimento local, uma vez que entregam para a própria sociedade o poder sobre as relações de trabalho e consumo, bem como os resultados advindos da atividade econômica por ela própria desenvolvida”, aponta o especialista.

Concessões de crédito

Pesquisa realizada pelo SEBRAE em parceria com a Fundação Getúlio Vargas mostrou que as cooperativas foram essenciais para muitos micro e pequenos empresários, visto que a taxa de sucesso na concessão dos créditos solicitados neste período superam 31% ,nas cooperativas contra apenas 12% em bancos privados e 9% em bancos públicos. Para Pimentel, a explicação para este fato é relativamente simples: “o cooperativismo nasce da crise e é impulsionado por ela”. “As cooperativas são muito mais efetivas na concessão de crédito. Por estarem próximas de seus cooperados, mitigam mais esse risco do que os bancos”, afirma o professor do ISAE.

E as perspectivas para o segmento são animadoras. O próprio Banco Central espera um aumento significativo da participação das cooperativas no sistema financeiro nacional. A expectativa é que estes empreendimentos representem mais de 20% do mercado até o final de 2022, proporcionando inclusão e cidadania financeira a milhares de brasileiros, principalmente àqueles de regiões com baixa perspectiva de lucro. “Como a cooperativa tem no centro de suas atenções o atendimento e a melhoria da qualidade de vida do cooperado, sua estrutura é enxuta o bastante para permitir esta operação em condições competitivas, cumprindo assim o seu papel desenvolvimentista e de inclusão social”, complementa Mauri Alex de Barros Pimentel.

Com informações da Assessoria de Imprensa P+G Comunicação Integrada

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PARCERIA COM STARTUPS PODE AJUDAR GOVERNOS A ACABAR COM FALTA DE ÁGUA POTÁVEL PARA POPULAÇÃO

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Fotografica de água jorrando em cachoeira

Com metade das pessoas no mundo vivendo sem saneamento básico, busca por propostas que possam solucionar problemas com água deve aumentar

O acesso à água potável e ao saneamento básico é um direito humano essencial, universal e indispensável. Contudo, na maioria das vezes, é negligenciado. Um levantamento recente, divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), apontou que mais de 3,6 bilhões de pessoas vivem sem saneamento, o que representa quase 50% da população global. Além disso, dentro da estatística, deve-se levar em conta que 2 bilhões de pessoas consomem água contaminada. Diante desse cenário, governos tendem a buscar cada vez mais startups que ajudem a solucionar esse problema.

Fernando Silva, CEO da PWTech, startup brasileira voltada para soluções hídricas, ressalta que a falta de recursos dedicados exclusivamente a uma infraestrutura adequada de saneamento gera impactos negativos consideráveis na saúde da população causando doenças, até sobrecarregando o sistema de saúde e é aqui que as startups entram. “Há registros de que as enfermidades causadas pela falta de saneamento básico e consumo de água contaminada podem ser mortais para crianças. Um estudo recente da ONU apontou que, todos os dias, aproximadamente 700 crianças abaixo de cinco anos morrem por conta disso. Por isso, parcerias com startups que possam ser um apoio na resolução desse problema se tornam cada vez mais estratégicas para as instituições públicas no mundo”, comenta.



Um estudo chamado RegTech: posicionamento estratégico, feito pela KPMG em parceria com a Distrito, mostra que o mercado de govtechs vem crescendo cada vez mais e as startups voltadas para o meio ambiente ficam em segundo lugar no ranking das mais atuantes. E foi justamente para tentar solucionar o problema de falta de água potável que a PWTech desenvolveu uma solução tecnológica de baixo custo que consegue filtrar 5.000 litros por dia e atender até 100 pessoas. “Saneamento e higiene não deveriam ser privilégios apenas daqueles que vivem em áreas ricas. O mundo, especialmente, o Brasil, precisa de mais investimentos em políticas públicas para assegurar o acesso a esses serviços”, ressalta.

Hoje, essa tecnologia leva qualidade de vida e saúde para várias comunidades. Na Ilha do Bororé, às margens da represa Billings, em São Paulo, a população sofria com os impactos da água contaminada. Hoje, graças ao Projeto Nascente, desenvolvido pela startup, em parceria com a Associação de Moradores da Ilha do Bororé (Amib) e a Sapiência Ambiental, seis equipamentos foram instalados no local para atender as famílias da região. “Unimos forças e conseguimos mudar a realidade de várias pessoas que antes sempre precisavam ir à unidades de saúde por conta de doenças causadas por água inapropriada”, compartilha.

Neste sentido, vale reforçar que o melhor caminho para evitar o consumo de água contaminada é instalando um sistema de purificação eficiente, como aconteceu na Ilha do Bororé. “O filtro utilizado deve respeitar os procedimentos de controle e de vigilância definidos pelo Ministério da Saúde, garantindo, assim, que a água fique isenta de bactérias, coliformes fecais, além de manter a turbidez, cor, PH e odor ideais para consumo humano”, finaliza o executivo.

Com informações da Assessoria de Imprensa Press FC

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EMPRESAS AUMENTAM INVESTIMENTO EM TRANSFORMAÇÃO DIGITAL NA BUSCA POR CRESCIMENTO

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Treinamentos digitais
Foto: istockphoto/divulgação

Um estudo da KPMG apontou que 46% dos entrevistados programaram um aumento no orçamento da estratégia de transformação digital para os próximos 12 meses, e outros 27% esperam manter os gastos pelo menos nos níveis atuais. Essas são as principais conclusões do relatório intitulado “Combustível digital – impulsionando a transformação e o crescimento empresarial” realizado com 820 líderes de estratégia de transformação digital de 12 países e em 12 setores.

Segundo o relatório, no estudo de transformação digital do ano passado, as três principais prioridades de transformação digital foram operações responsivas, interações, comércio transparentes, experiências centradas no cliente, mas a situação mudou nesta edição da pesquisa.



“Este ano, os líderes de transformação digital revelam que o combustível digital é um acelerador que transformou as experiências e expectativas dos clientes. Conforme as empresas saem da fase de emergência, elas passaram a redefinir prioridades. Agora, mais de um ano depois, estão moldando a próxima etapa de transformação de negócios, mudando o foco da sobrevivência para o crescimento sustentável e lucrativo”, analisa do sócio de transformação digital da KPMG, Oliver Cunningham.

Quando questionados sobre o impacto da covid-19 no progresso de transformação digital nos negócios, os líderes disseram que a pandemia foi um acelerador desse processo. Com isso, 71% deles reportam que os esforços de transformação em automação e modelos de força de trabalho impulsionados pela inteligência artificial os colocaram à frente de onde esperavam estar. O mesmo se aplica às estratégias de engajamento do cliente, com 62% implementando iniciativas de experiência digital do cliente muito antes do planejado.

“Quando a covid-19 surgiu, foi algo repentino e drástico. De uma hora para outra, empresas de todos os portes tiveram que se ajustar a novas formas de manter funcionários, clientes e fornecedores seguros e conectados remotamente. Isso envolveu acelerar o ritmo da transformação digital. Há uma confiança renovada e uma determinação para aumentar a receita, a participação no mercado e focar novos clientes”, finaliza o sócio-líder de tecnologia, transformação digital e inovação da KPMG no Brasil e na América do Sul, Frank Meylan.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação (RV&A)

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IFOOD LEVA DELIVERY POR DRONES PARA ARACAJU

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Foto: Leonardo/Divulgação

A capital de Sergipe é a primeira a receber a operação de entregas por drones no Nordeste

O projeto complementa a logística de entrega dos pedidos junto com os entregadores, e vai realizar voos intermunicipais ao atravessar o rio Sergipe

O iFood, foodtech líder da América Latina, será a primeira empresa a levar entregas de delivery por meio de drones ao Nordeste, com início pela capital do Sergipe. Serão realizados diariamente voos de drones com mais uma inovação: a entrega intermunicipal, com o diferencial de atravessar o rio Sergipe. Ligando a capital ao município de Barra dos Coqueiros, saindo do shopping Riomar Aracaju, transformando uma rota que varia de 25 a 55 minutos por via terrestre, em apenas 5 minutos e 20 segundos pelo ar. O projeto acontece em parceria com a empresa Speedbird Aero, responsável por fornecer e operar as aeronaves não tripuladas.

“Uma entrega realizada por drone leva muito mais que inovação, ela também amplia as possibilidades de alcance do delivery, como neste caso de Aracajú. Escolhemos a cidade – a primeira do Nordeste – para testar novos modelos e promover uma nova experiência aos clientes da região. Além disso, foi fundamental a parceria com o governo local e com parlamentares que são entusiastas do desenvolvimento da inovação no local. Nosso objetivo é aumentar a eficiência das entregas para todos: consumidores, restaurantes e entregadores, além de levar soluções tecnológicas e alternativas para o delivery em modais não poluentes”, comenta Fernando Martins, head de logística e inovação no iFood.



Como são as entregas por drones?

As entregas por drone acontecem em aeronaves específicas e destinadas para esta finalidade. O voo ocorre em um percurso pré-estabelecido – de um ponto de decolagem e pouso do equipamento, reduzindo em média 70% do tempo total nas rotas. A partir do ponto de retirada do droneport, o entregador segue nos modais tradicionais (moto, bicicleta ou patinete) e transporta até a casa dos clientes.

A operação dos drones é gerenciada pela Speedbird Aero, parceira do iFood e primeira empresa brasileira a desenvolver e operar entregas com drones na América Latina. “As aeronaves não tripuladas estão sendo cada vez mais utilizadas na logística de entrega de produtos em alguns países do mundo – e o Brasil tem desempenhado um papel disruptivo. É uma evolução constante, trazendo não só mais segurança, eficácia, e redução de tempo, mas também contribuindo na redução da emissão de CO2”, destaca Manoel Coelho, CEO da Speedbird Aero.

Com informações da Assessoria de Imprensa iFood

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SIEMENS COLABORA COM A PDF SOLUTIONS PARA AUMENTAR A PRODUÇÃO DE CI E ACELERAR A CHEGADA DE PRODUTOS AO MERCADO

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A Amazon Web Services (AWS) lançou dois programas AWS Global Accelerator para ajudar as startups a enfrentar alguns desafios

A Siemens Digital Industries Software anunciou hoje uma nova colaboração com a PDF Solutions, Inc. (NASDAQ: PDFS), provedora global de soluções diferenciadas de análises de dados para as indústrias de semicondutores e eletrônicos, para o desenvolvimento de uma solução abrangente que transforma os dados da análise de produção e teste de circuito integrado (CI) do software Tessent™ da Siemens em inteligência relevante. Para os clientes em comum das duas empresas, essa inteligência pode aumentar consideravelmente a capacidade de fabricação e acelerar a chegada de novos produtos ao mercado.

O software Tessent™ da Siemens para teste e diagnóstico de CI há muito tempo ajuda empresas de projeto de CI de grande sucesso em todo o mundo a aumentar a produção e melhorar a qualidade, gerando dados de defeitos com base na análise de projeto automatizada e dados de teste de fim de linha. No entanto, os desafios da produção vão além do projeto de CI, incluindo também a fabricação e outras fases do ciclo de vida do CI, pois cada uma delas produz suas próprias categorias e classes de dados de produção.



As novas melhorias nos produtos da Siemens e PDF Solutions foram planejadas para que operem juntos e forneçam uma solução abrangente que possa agregar e analisar dados relevantes de projeto e produção gerados pelo software Tessent da Siemens, além de uma ampla variedade de outras fontes de dados, para rapidamente analisar e identificar as correlações que, de outra forma, seriam impossíveis de detectar rapidamente e, em alguns casos, automaticamente.

“Nossos clientes enfrentam desafios multidimensionais em todas as fases do ciclo de vida do silício”, disse Joe Sawicki, vice-presidente executivo do segmento IC-EDA da Siemens Digital Industries Software. “O aprimoramento das nossas ferramentas de análise de dados de projeto e produção orientadas por diagnóstico para trabalhar com a plataforma de análise Exensio da PDF Solutions promete novas oportunidades para os nossos clientes eliminarem correlações limitadoras de produção em sistema em chip (SoC), lógica e memória incorporada.”

A base desta nova colaboração é a combinação dos softwares Tessent™ YieldInsight™ e Tessent SiliconInsight da Siemens com o Exensio® Manufacturing Analytics da PDF Solutions. Essa colaboração traz os recursos das ferramentas de produção da Tessent para a área de trabalho do engenheiro de produto, ajudando a eliminar silos e superar barreiras e adquirir um aprendizado abrangente. A colaboração também usa a análise de padrões de layout e dados diferenciados do Fire™ da PDF Solutions no software Tessent para criar um ambiente de loop fechado desde o teste de fim de linha (EOL) de volta ao processamento de wafer na fábrica para melhorar o monitoramento da perda sistemática de rendimento, otimizando ainda mais o processo de lançamento de novos produtos.

“Para acelerar o aprendizado de produção e o lançamento de novos produtos, os nossos clientes têm solicitado uma integração melhor entre as diferentes plataformas em todo o ciclo de vida do produto de semicondutor, incluindo EDA, análises de fabricação e operações de teste”, disse John Kibarian, presidente, CEO e cofundador da PDF Solutions. “Na PDF Solutions, acreditamos que a colaboração com os líderes do setor é essencial para o sucesso contínuo do ecossistema de semicondutores, e o benefício das melhorias nos produtos Tessent da Siemens para trabalhar com a nossa plataforma de análise Exensio claramente apoia essa visão. Esperamos continuar a nossa colaboração com a Siemens para ajudar os nossos clientes em comum a acelerar seu aprendizado sobre a produção e melhorar seu processo de lançamento de novos produtos.”

A solução já está disponível por meio de um Programa de Acesso Antecipado. Um webinar será apresentado em 19 de janeiro de 2022 para mostrar os benefícios colaborativos do Tessent e Exensio. Para se inscrever no webinar, clique aqui.

A Siemens Digital Industries Software promove a transformação para empresa digital, onde os projetos de engenharia, manufatura e eletrônicos serão elaborados em conjunto no futuro. O portfólio Xcelerator ajuda empresas de todos os portes a criar e implementar gêmeos digitais, que fornecem às organizações novas informações, oportunidades e níveis de automação para criar inovações. Para obter mais informações sobre os produtos e serviços da Siemens Digital Industries Software, visite o site ou siga a empresa no LinkedIn, Twitter, Facebook e Instagram. Siemens Digital Industries Software — Where today meets tomorrow.

Com informações da Assessoria de Imprensa LLYC

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Claro, Embratel, Ericsson e WEG implementam Mobile Edge Computing e 5G StandAlone em iniciativa inédita na indústria 4.0 na América Latina

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Iniciativa realizada no projeto Open Lab WEG /V2COM é a primeira na região que coloca em prática a utilização combinada de Mobile Edge Computing e 5GSA em ecossistema de inovação aberta para uso na Indústria 4.0

A partir da implementação, funcionalidades de etwork Slicing e Quality of Service (QoS)tornam-se possíveis

Testes realizados registraram baixíssima latência de 9 milissegundos para atividades de alta criticidade da Indústria 4.0

Claro, Embratel, Ericsson e WEG acabam de concluir uma nova etapa na implementação do 5G em ambiente real de produção na fábrica da WEG localizada em Jaraguá do Sul (SC), usando a solução Mobile Edge Computing. Essa é a primeira vez na América Latina que se utiliza as duas tecnologias combinadas em ecossistema de inovação aberta para a Indústria 4.0.

A introdução do serviço 5G StandAlone (5G SA) com infraestrutura parcialmente dedicada utiliza os elementos de rede da Claro, com incorporação de uma instância de Core User Plane Function (UPF) próximo ao ambiente da fábrica para possibilitar a redução de latência na transmissão de dados. O propósito é levar o tráfego da rede 5G SA mais próximo ao usuário para suportar casos de uso nos quais a baixíssima latência e rede ultra confiável são fundamentais, como no monitoramento de robôs e veículos autoguiados.



Com as novas implementações, marcos importantes estão sendo atingidos pelo projeto, que busca demonstrar todo potencial que a tecnologia 5G pode levar para a Indústria 4.0 e colaborar na criação de novas soluções e produtos. Testes realizados mostram uma diminuição expressiva de latência, chegando em 9 milissegundos, tempo de resposta de grande importância para atividades críticas.

“Na indústria 4.0, o tempo de latência é extremamente relevante, pois possibilita operações muito mais ágeis, eficientes, inteligentes e seguras. A utilização do Mobile Edge Computing e 5G SA combinados possibilita uma série de aplicações avançadas, como controle de maquinário na manufatura pesada com riscos reduzidos de acidentes que, graças ao rápido tempo de resposta, possibilita o monitoramento dos equipamentos efetivamente em tempo real. Na nova jornada digital que as empresas embarcarão com o uso do 5G, a Embratel habilitará todo esse ecossistema tecnológico, desenvolvendo e realizando a integração das melhores tecnologias para possibilitar os avanços nos negócios”, afirma Adriano Pires, Diretor de Vendas da Embratel.

A arquitetura 5G SA possibilita a introdução de mecanismos de Network Slicing e Quality of Service (QoS) para assegurar infraestrutura e experiência necessárias para casos de uso de Indústria 4.0 para pequenas, médias e grandes empresas. O projeto com a WEG utiliza o espectro de frequências sub-6 em 3,5GHz, por meio de uma licença de uso científico concedida à Claro pela Anatel.

Um dos objetivos do projeto é avaliar o desempenho de aplicações IoT e a conexão de dispositivos com a rede celular 5G, avaliando o throughput (velocidade de dados) e a latência mais adequados a cada caso de uso. A solução, que é oferecida a partir de uma infraestrutura da Claro e da Embratel, possibilita ganho de escala e redução de investimentos, sem limitações de capacidade.

“Este projeto representa um marco histórico para a Claro e contribui para demonstrar todo o potencial que o 5G pode agregar às soluções para Indústria 4.0. É a primeira vez que uma iniciativa na América Latina combina as tecnologias Mobile Edge Computing e 5G StandAlone neste segmento. O desafio era levar o tráfego até a ponta para reduzir ao máximo a latência, tornando-a imperceptível, e assim suportar casos de uso específicos do cliente. Deslocando o tratamento de dados para perto do usuário, conseguimos reduzir a latência drasticamente. O tempo de resposta chegou a 9 milissegundos, gerando experiência em tempo real, característica de grande importância para atividades críticas. Um avanço que contribuirá para o desenvolvimento de novas soluções e produtos”, explica André Sarcinelli, CTO da Claro.

“Com a estrutura que pudemos implementar, somando-se ao uso das funcionalidades de Network Slicing (fatiamento de rede) do 5G StandAlone, a operadora pode assegurar os recursos de rede necessários e suficientes para garantir de forma constante a performance adequada aos serviços desejados pela cliente final com aplicações industriais, tais como movimento de robôs autônomos (AGV) em uma linha de produção fabril — o que é um diferencial muito relevante. Para a Ericsson, é uma grande satisfação poder contribuir com nossos clientes e com os clientes dos nossos clientes na cocriação de soluções que enderecem demandas reais de negócios e permitam explorar todas as potencialidades do 5G. Nossa experiência como líderes globais e pioneiros na implementação do 5G em cinco continentes nos habilita a afirmar que o Brasil tem um grande potencial de ampliar seu nível de competitividade. Essa transformação digital beneficia toda a cadeia e contribui para o desenvolvimento econômico do País”, disse Tiago Machado, Vice-Presidente de Negócios da Ericsson. E adiciona: “A Ericsson entende que este é um caminho de evolução natural para levar o valor do 5G até aos diversos setores de indústria, proporcionando às Operadoras a oportunidade de criação de novas abordagens de serviços para diversos setores de indústria”.

O Open Lab WEG/V2COM é um projeto-piloto inédito no Brasil viabilizado pelo Acordo de Cooperação Técnica assinado entre a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com o objetivo de testar a aplicação da tecnologia 5G em redes privativas para uso industrial. O projeto demonstra o potencial das redes 5G implementadas e gerenciadas por uma operadora celular, disponibilizando dados para novos modelos de negócios, como “Rede 5G como Serviço”, que possibilita minimizar riscos e custos de implantação da tecnologia em plantas industriais e outros cenários. As operadoras e integradoras podem aproveitar o espectro licenciado, dedicando uma parte às indústrias em áreas onde o espectro não é totalmente utilizado e aproveitando a experiência na implantação e operação de redes móveis.

Entre os casos de uso desenvolvidos no Open Lab WEG/V2COM estão aplicações nas áreas de Internet das Coisas, robótica e smart devices, como coletores de dados para gestão integrada da fábrica por meio de sistema MES; automação de injetoras via controle remoto digital de parametrização e atividades; automação do controle de robôs de logística por rede 5G; robôs de inspeção para linha de produção automatizada, com transmissão de informações em tempo real; inspeção inteligente, com processamento em tempo real das imagens geradas pelas câmeras de visão computacional; e conexão de dispositivos via redes de comunicação para coleta de dados e gestão inteligente de máquinas.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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ABES FECHA PARCERIA COM A ADE SAMPA PARA FORTALECER O EMPREENDEDORISMO INOVADOR NO PAÍS

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Startups verdes aceleradas pelo Hub Green Sampa, vinculado à agência de desenvolvimento, terão acesso gratuito, por seis meses, aos programas e ferramentas da ABES

A ABES — Associação Brasileira de Empresas de Software anuncia mais uma parceria em prol do empreendedorismo inovador brasileiro. O acordo firmado com a Agência São Paulo de Desenvolvimento — ADE SAMPA prevê a cooperação entre as entidades, através do ABES Startup Internship Program, englobando uma série de serviços, programas e ferramentas oferecidos pela ABES que estarão disponíveis para as startups verdes aceleradas pelo Hub Green Sampa (vinculado à ADE SAMPA) por seis meses e sem custos.

Para Rodolfo Fücher, Presidente da ABES, essa parceria permitirá aumentar o índice de sucesso das startups aceleradas pelo Green Hub Sampa. “Vamos prestar apoio aos empreendedores e compartilhar nossa sólida experiência na área de tecnologia. Essas empresas têm um papel importante a desempenhar na sociedade e podem agir a favor da preservação do meio ambiente, da redução da desigualdade, valorização da diversidade e na solução de problemas sociais. Por isso, colocaremos à disposição nossas ferramentas para aumentar a adesão das startups aceleradas pelo Green Hub Sampa a um modelo de gestão que seja indutor de desenvolvimento sustentável, guiado pelas boas práticas e políticas de ESG”, explica Fücher.



O foco principal da parceria é proporcionar às startups o acesso aos plantões jurídicos e tributários, e também incentivar o networking com empresas do setor, mediante a participação em um dos 12 comitês temáticos, como LGPD, IA, Segurança Cibernética, Regulatório e Compras Públicas. Além disso, os participantes do ABES Internship Program terão acesso ao Diagnósticos de LGPD – ferramenta on-line gratuita oferecida em parceria com a consultoria EY, que permite a avaliação de processos e sua adesão à Lei Geral de Proteção de Dados -, ao Guia de Fomento e Diagnóstico de Sustentabilidade – ferramenta sustentada em referenciais reconhecidos nacional e internacionalmente implantados por instituições como IBGC, Ethos, Pacto Global e GRI e orientada pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para o alcance da Agenda 2030 das Nações Unidas. Também estão convidadas a participar da “Mobilização para a Redução da Desigualdade“, campanha em parceria com a ReUrbi e Observatório do Terceiro Setor cujo objetivo é apoiar projetos de inclusão social que promovam a capacitação na área digital, por meio dos recursos obtidos pela reciclagem de equipamentos de TI descartados pelas empresas. Esta iniciativa vai ao encontro com as recentes discussões da cúpula do clima, e alinhada aos 8 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), e as melhores práticas de ESG.

“A ação pretende ajudar as empresas emergentes, que usam intensamente tecnologia e desejam operar ou ampliar suas atividades a superarem as complexidades presentes no mercado, colocando à disposição das participantes do programa os mais de 35 anos de experiência da associação nas áreas jurídica, regulatória, tributária e mercadológica”, afirma Clara Savelli, responsável pelo relacionamento com associados da ABES.

Para startups que têm como propósito gerar inovação além de se desenvolverem, esta é a oportunidade de ter acesso não só a serviços e pesquisas oferecidas pela ABES, como também a parcerias e possíveis acordos comerciais. De acordo com Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação e Fomento da ABES, a iniciativa pretende fortalecer o empreendedorismo e trazer mais competitividade para as empresas. “A parceria com incubadoras, aceleradoras e fundos de investimento permite que identifiquemos startups que precisam dos serviços que já disponibilizamos aos associados. Queremos contribuir cada vez mais com o desenvolvimento das empresas e impulsionar o mercado nacional de tecnologia e inovação”, afirma.

Para conhecer mais detalhes sobre o ABES Internship Program e os serviços disponíveis, acesse o site do programa. Para mais informações sobre o Mobilização para a Redução da Desigualdade visite o site. E para fazer o Diagnóstico de Sustentabilidade, clique aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick Brasil

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GLOBO AVANÇA COM NOVO PROGRAMA DE INOVAÇÃO ABERTA

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A iniciativa busca impulsionar a inovação no maior conglomerado de mídia do Brasil

Em sua jornada mediatech, a Globo faz da inovação tecnológica um pilar fundamental em todas as pontas de seus negócios, desde a ampliação de entregas e soluções para anunciantes e agências, passando pela consolidação do modelo D2C, até a produção de conteúdos. O mais novo passo em direção à inovação foi lançado nesta segunda-feira, 20 de dezembro: o primeiro desafio de Inovação Aberta da companhia, em uma parceria com a empresa de gestão da inovação, AEVO. A ação faz parte de um Programa lançado no portal Connect, e tem objetivo de fazer negócios inovadores com startups brasileiras.

A iniciativa é do Mediatech Lab. “Existimos para aproximar o futuro e gerar impacto na estratégia do negócio. Queremos ser o motor de transformação que acelera a nossa empresa e a sociedade em direção ao futuro”, conta Paulo Henrique Castro, diretor do laboratório de inovação da Globo.



O primeiro desafio aberto no programa, com inscrições disponíveis na página da empresa até 20 de janeiro de 2022, tem como objetivo a “Geração automática de infográfico em vídeo através de dados”. A missão é encontrar uma startup para desenvolver solução capaz de compreender o contexto dos dados e processar as informações de forma a exibir diferentes visões e níveis, bem como a indicação de layouts que melhor se enquadrem ao contexto proposto, permitindo a personalização dos infográficos.

Para o desafio, são buscadas soluções que se enquadrem nos seguintes requisitos: ser capaz de ler e entender o contexto dos dados; gerar automaticamente os infográficos em vídeo; permitir personalização de templates.

A parceria com startups, que estão na vanguarda do desenvolvimento tecnológico no Brasil, é uma das estratégias da Globo para 2022. Por isso, além do desafio já aberto, dentre outros que a organização já tem em vista, será disponibilizado um local onde startups de todos os tipos de segmentos e atuação possam se cadastrar para fazer negócios com a companhia. “Convidamos startups do Brasil, que acreditam ter sinergia com o nosso negócio, a se conectar conosco por meio da nossa página”, acrescenta Paulo Henrique.

Mediatech Lab  

O laboratório de inovação visa trazer cada vez mais destaque para iniciativas inovadoras da organização. O objetivo do seu trabalho é desenvolver novas experiências para milhões de brasileiros e impulsionar a transformação digital da organização, combinando conteúdo, negócios e tecnologia.

Com informações da Assessoria de Imprensa Dona Comunicação

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