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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO RECURSO NA GESTÃO PÚBLICA

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TQI promove bootcamp com 20 mil bolsas de estudo gratuitas para formação de desenvolvedores full stack

No último mês de setembro, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que regulamenta o uso da Inteligência Artificial. A PL 21/20, estabelece os fundamentos do uso dessa tecnologia, como respeitar os direitos humanos, a democracia, a igualdade e a privacidade de dados, entre outras coisas, para estimular a aplicação da IA e proteger os cidadãos de seu mau uso.

O projeto ainda está em debate no Congresso Nacional, mas a atitude mostra que a Inteligência Artificial fará, cada vez mais, parte do cotidiano. Este recurso já é aplicado em diversos setores, como na segurança pública e privada, saúde e recursos humanos e pode ser muito benéfico para diversos outros setores.



Pensando nisso, a RealNetworks, desenvolvedora do SAFR, software de visão computacional e inteligência artificial, listou quatro benefícios que a IA pode proporcionar para a gestão pública.

Detecção de fraudes

A Inteligência Artificial permite a implantação de soluções para detectar fraudes. Por meio de identificação biométrica por voz e reconhecimento facial, é possível detectar e-mails fraudulentos, por exemplo. Além disso, desde 2018 o Ministério da Transparência e a Controladoria-Geral da União utilizam machine learning para detectar desvios na atuação dos servidores.

Agilidade nos processos de atendimento

Automatizar atendimentos, sobretudo para agendamento de procedimentos que costumam ser burocráticos, como emissão de documentos como RG e Bilhete Único, por exemplo, torna todo o processo muito mais ágil. A combinação da Inteligência Artificial com atuação humana para automatizar conversas em chats, por exemplo, se mostra altamente eficaz, por tornar a experiência automatizada e personalizada ao mesmo tempo.

Economia de recursos

Além da minimização de falhas humanas, o uso da Inteligência Artificial na gestão pública, proporciona uma economia de recursos financeiros que chega na casa dos bilhões de dólares. Teoricamente, o montante financeiro economizado após a implantação da tecnologia, pode ser aplicado em outras áreas públicas que necessitem, ou para melhorar as condições do próprio setor.

Previsão de problemas

A Inteligência Artificial pode ser aplicada para monitorar áreas de risco e prever situações e cenários nos quais a gestão pública deve atuar, podendo prevenir enchentes, por exemplo. Dessa maneira, a equipe profissional e a verba destinada para solucionar o problema circunstancial, é feita com melhor precisão.

Com informações da Assessoria de Imprensa NR7

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PREFEITURA DE SÃO PAULO PRORROGA EDITAL DE CREDENCIAMENTO DO PROGRAMA WIFI LIVRE SP

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É seguro usar Wi-Fi público? Entenda os riscos e saiba como se proteger
Foto: istockphoto/divulgação

Empresas interessadas em participar da oferta de internet pública poderão fazer a inscrição até 9 de fevereiro de 2022

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Inovação e Tecnologia (SMIT), prorrogou por 60 dias o prazo de inscrições para o edital de credenciamento do Wifi Livre SP. O programa oferece atualmente 1.088 pontos de internet pública na capital e o novo edital prevê a instalação de 4 mil novos pontos em todas as regiões.

O edital permanecerá aberto para inscrições até o dia 09 de fevereiro de 2022.



O WiFi Livre SP é amplamente utilizado pela população na capital, com mais de 54 milhões de acessos no último ano. O modelo de credenciamento permite a oferta de internet gratuita, segura e de qualidade com uma contrapartida de publicidade para a empresa que oferece o serviço. Basta o usuário se conectar a um dos pontos e assistir a um vídeo para usar a internet.

As empresas interessadas podem se organizar em consórcios ou oferecerem o serviço por meio de subcontratação, alguns dos avanços no modelo de credenciamento que foram incorporados no novo edital. Esses itens, assim como a importância da participação em projetos de inclusão digital, foram debatidos em um webinar para tirar dúvidas sobre o WiFi Livre SP.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Inovação e Tecnologia

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ACELERADORA APOIADA PELO FUNDO JBS PELA AMAZÔNIA SELECIONA SEIS NEGÓCIOS INOVADORES NA REGIÃO

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Só 25% da área prometida para restauração no mundo tem ações em curso, diz ONU
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Seis iniciativas de promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal foram escolhidas, dentre 156 inscritos, pela AMAZ Aceleradora de Impacto

A AMAZ Aceleradora de Impacto, apoiada pelo Fundo JBS pela Amazônia, divulgou o resultado da Chamada 2021, que selecionou seis negócios inovadores que serão acelerados e receberão investimento em 2022. Os selecionados — BrCarbon, Floresta S.A., Inocas, Mahta, Soul Brasil e Vivalá — têm atuação nos estados do Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima.

As iniciativas escolhidas propõem soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável de produtos e serviços em cadeias de valor estratégicas para a conservação da Amazônia em áreas como créditos de carbono e reflorestamento, produção de óleos, ingredientes amazônicos para alimentação e turismo de base comunitária.



Os seis negócios receberão investimento inicial de R$ 200 mil cada, com possibilidade de reinvestimento (follow) de outros R$ 400 mil ao final do processo. Esse grupo foi escolhido dentre 156 inscritos na Chamada 2021, que, em um primeiro momento, selecionou 12 iniciativas para um processo de pré-aceleração. Essa imersão, juntamente com as diligências realizadas pelo time da AMAZ para conhecer melhor a atuação de cada um deles e a realização de pitchs, resultaram na escolha.

“A experiência com a AMAZ mostra que o ecossistema de negócios ligados à conservação da floresta tem um enorme potencial de crescimento na Região Amazônica. Os seis selecionados possuem projetos de alta qualidade e diversidade de empreendedores, todos com propósito de gerar impacto ambiental e social de forma concreta. O Fundo JBS pela Amazônia tem participado ativamente desse processo e quer estimular o crescimento de negócios ligados à bioeconomia da floresta”, destaca Andrea Azevedo, diretora de Programas e Projetos do Fundo.

O potencial de impacto dos negócios, entre cinco e dez anos, inclui mais de um milhão de hectares de florestas preservados, mais de 700 mil toneladas de CO2 de emissão de carbono evitadas anualmente, 3.700 hectares de florestas recuperadas, centenas de famílias beneficiadas e injeção de cerca de R$ 30 milhões em comunidades locais.

“Ficamos muito impressionados com a qualidade dos negócios, a escala de impacto que podemos alcançar, e o potencial de construir na prática uma nova economia aliada à conservação florestal na Amazônia.”, avalia Mariano Cenamo, CEO da AMAZ.

A AMAZ é um dos seis primeiros projetos selecionados pelo Fundo JBS pela Amazônia, em junho deste ano, os quais irão receber um valor de R$ 50 milhões de investimento. Com isso, a entidade constituída pela JBS em setembro de 2020 busca promover ações de conservação e preservação do bioma amazônico, a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais e o desenvolvimento científico e tecnológico da região.

Conheça os negócios selecionados pela AMAZ

► BrCarbon: Climate Tech brasileira voltada à conservação florestal e restauração ecológica especializada em projetos de carbono. Com equipe altamente qualificada, utiliza estratégias inovadoras e tecnologia de ponta para acelerar, multiplicar e consolidar projetos de carbono e gestão florestal no Brasil.

► Floresta S.A.: Implanta modelos regenerativos de produção agroflorestal em escala, com um portfólio de 10 culturas agrícolas e madeireiras. Além de produtos da bioeconomia, traz ao mercado financeiro oportunidade de investimento direto em agrofloresta na Amazônia, com rentabilidade alvo de 17% ao ano.

► Inocas: Tem como objetivo gerar uma alternativa ao óleo de soja e palma, alavancando a cadeia produtiva da macaúba como fonte de óleos vegetais sustentáveis. O piloto da companhia está localizado na região do bioma cerrado no Alto Paranaíba, em MG, e terá implementado, até o final de 2021, o plantio de 2.000 hectares de macaúba em sistema agrossilvipastoril (árvores associadas com cultivos agrícolas e atividade pecuária) em parceria com agricultores familiares. Com a entrada na AMAZ, a empresa expandirá sua atuação para a Amazônia Legal em 2022.

► Mahta: Foodtech que atua na área de suplementos alimentares produzidos com ingredientes predominantemente provenientes de comunidades amazônicas. Objetiva gerar inovação e valor, além de reduzir os impactos ambientais negativos, por meio de cadeias produtivas com a participação de comunidades locais, modelo que pode ser replicado para uma mudança sistêmica na indústria alimentícia. Simultaneamente, entregará valor nutricional diferenciado aos consumidores, impulsionando a conservação e regeneração da Amazônia.

► Soul Brasil Cuisine: Tem como missão apresentar produtos com ingredientes da biodiversidade brasileira, especialmente a amazônica, sustentáveis, orgânicos, veganos e livres de substâncias artificiais para o Brasil e o mundo. Está no mercado há quase três anos, principalmente em empórios e supermercados do eixo Rio e São Paulo, além de exportar para Estados Unidos e Europa. Os produtos têm certificação orgânica.

► Vivalá: Realiza expedições em Unidades de Conservação brasileiras por meio do turismo de base comunitária. Promove o desenvolvimento socioambiental do país de modo inovador, unindo em expedições vivências com comunidades e natureza. Já engajou mais de 900 viajantes de 10 países e injetou R$ 627 mil diretamente em comunidades tradicionais pela compra de serviços de base comunitária.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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3ª EDIÇÃO DO SUMMER JOB: GREEN4T PROMOVE PROGRAMA DE ESTÁGIO DE VERÃO EXCLUSIVO PARA MULHERES

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Esta edição será totalmente online, dedicada as mulheres que desejam iniciar a sua carreira no setor de tecnologia com foco em sustentabilidade

A green4T, uma das principais empresas brasileiras em soluções de tecnologia e infraestrutura digital, iniciou neste mês a terceira edição do “Summer Job — a green4T program”. A edição 2022 do programa será 100% online e pela segunda vez, exclusivamente aberto para mulheres, em uma ação afirmativa da companhia para promover a equidade e a diversidade no setor de tecnologia, como um passo em direção ao incentivo para a geração de mulheres que queiram construir sua carreira nas áreas de tecnologia e inovação atreladas à sustentabilidade.

Este ano foram 833 inscritos e 08 estudantes selecionados dos cursos de administração, análise e desenvolvimento de sistemas, ciência da computação, contabilidade, economia e engenharias para atuar nos setores Financeiro, Gente & Gestão, IoT & IoC Solutions (Soluções de Internet das Coisas e Centros de Operações Inteligentes), Serviços Continuados e DevOps. O programa foi criado com o objetivo de incentivar o ingresso de mulheres no setor que é predominantemente masculino. Além de ajudá-las na retomada do mercado, uma vez que são mais afetadas pelo desemprego durante a pandemia, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cada vez mais mulheres estão procurando emprego.



Segundo Michele Rodrigues, gerente de Gente da green4T, o Summer Job é uma oportunidade única de atuar nas áreas de Gente e Gestão, Serviços Continuados, Sustentabilidade, DevOps, IoT e Comercial em uma empresa líder em infraestrutura digital na América Latina. “Serão 60 dias de imersão. Uma experiência profissional remunerada em pleno período de férias, onde as selecionadas vão aprender sobre inovação e a aplicação de metodologias como Design Sprint, de Serviços, de Produtos Digitais e Storytelling”, explica.

“Estamos em um momento no qual a educação é um fator primordial para incentivar que as gerações façam mudanças em nossa sociedade. Por este motivo, buscamos incentivar por meio de projetos que elevem o nível educacional de jovens profissionais e os movam na direção de projetos e ações que possam contribuir com as ações que nós da green4tTacreditamos ser fundamentais para um futuro promissor”, comenta Michele.

Com informações da Assessoria de Imprensa Máquina Cohn&Wolfe

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ULTRASSOM A DISTÂNCIA: MÉDICOS DO INRAD VÃO USAR TECNOLOGIA 5G PARA EXAMINAR COMUNIDADES RIBEIRINHAS DA REGIÃO AMAZÔNICA

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Foto: istockphoto/Divulgação

Hospital das Clínicas iniciará em janeiro os testes com a quinta geração da internet móvel por meio do projeto OpenCare 5G

Uma iniciativa dos médicos do Instituto de Radiologia (InRad) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) ganhará um reforço tecnológico importante para melhorar a atenção básica de populações que vivem em áreas remotas. A iniciativa Aysú, que leva assistência em saúde à população ribeirinha e indígena da região amazônica com exames de ultrassom, fará parte dos testes da tecnologia 5G no maior complexo hospitalar da América Latina dentro do OpenCare 5G, um projeto realizado pelo InovaHC, o núcleo de inovação do Hospital das Clínicas, que reúne um ecossistema diversificado de tecnologia, telecomunicações e bancos para testar a quinta geração da internet móvel na saúde.

A escolha não ocorreu por acaso. Em agosto, os médicos Marcos Roberto de Menezes e Marcio Meira, radiologistas intervencionistas do Instituto de Radiologia, desembarcaram nas margens do rio Tapajós, no Pará, para fazer exames de ultrassom e ajudar no atendimento médico de populações em situação de vulnerabilidade a doenças e epidemias. Foi a segunda expedição dos especialistas do InRad, que integram a ONG Zoé, uma Organização Não Governamental formada por médicos da cidade de São Paulo que surgiu para oferecer tratamentos e cuidados a uma parcela sem ou com pouco acesso à assistência de saúde qualificada. Menezes e Meira passaram oito dias em atendimento no barco Abaré, uma espécie de Unidade Básica de Saúde fluvial que oferece atendimento primário, e realizaram pelo menos 200 exames de ultrassom dos mais variados tipos em crianças, jovens, homens e mulheres.



Num primeiro momento, os testes de ultrassom serão realizados dentro do complexo do HC, com a instalação de antenas 5G em salas diferentes. Numa ponta fica um operador, o aparelho para realização do exame e o paciente. Na outra ponta, há um médico que avalia as imagens, guiando a pessoa que está mais perto do paciente, fornecendo as coordenadas remotamente. Os agentes do projeto vão avaliar a capacidade de transmissão de dados de 5G, o tempo de resposta e a viabilidade de realização do exame à distância. A partir da resposta desse experimento e com o mínimo de latência entre as duas pontas, será possível expandir a oferta de ultrassom, o que deve beneficiar, em especial, comunidades isoladas país afora.

Com os recursos do 5G, os médicos poderão, a partir da sede do Instituto em São Paulo, capacitar profissionais da saúde de outras localidades (por meio de um curso EAD) para conduzir os exames e, remotamente, ajudar na resolução de dúvidas diagnósticas pontuais que resultam em tomada de decisões terapêuticas rápidas, consequentemente com melhor desfecho na condução clínica dos pacientes. Um impacto evidente, de acordo com os especialistas, seria a redução de mortalidade de mulheres e crianças no parto nestas regiões remotas.

Para iniciar os testes da quinta geração da internet móvel, o InovaHC reuniu um grupo de empresas sob a coordenação da Deloitte com participação do Itaú Unibanco, NEC, Telecom Infra Project (TIP), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Siemens Healthineers, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP)

Expedição a bordo do Abaré

Para realizar os exames na segunda expedição a bordo do barco Abaré, os médicos viajaram com apoio da Samsung, que disponibilizou os equipamentos utilizados nos atendimentos – os ultrassonografistas levaram dois aparelhos portáteis. Com a pandemia da Covid-19, o papel do Abaré na assistência às comunidades ribeirinhas ficou ainda mais importante, pois é pela embarcação que as pessoas recebem insumos básicos e os itens de proteção como máscara e álcool em gel. “O aprendizado da viagem para quem vive num grande centro como São Paulo, para nós que estamos no HC, que é um grande polo tecnológico, com todos os recursos, é ver que uma solução básica como o ultrassom tem um impacto e faz uma diferença enorme numa população como essa”, destaca Marcos Menezes.

Ao longo dos oito dias da expedição, além dos atendimentos primários, os médicos fizeram um diagnóstico de câncer de tireoide, muitos exames de gravidez e hérnias. O radiologista intervencionista do InRad destaca a troca de experiências entre médicos e população local, como a interação com o pagé, o cacique, poder vivenciar a dinâmica da aldeia, ter acesso aos conhecimentos sobre a floresta e toda a sabedoria local, baseada no conceito de vida em comunidade. “Poder se relacionar com isso proporciona um contraste muito enriquecedor”, destaca Marcos Menezes, ressaltando também o acolhimento do grupo médico local que atende essas pessoas.

Com informações da Assessoria de Imprensa GBR

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BCG: INVESTIDORES DEVEM SE COMPROMETER OITO VEZES MAIS COM ECONOMIA DE BAIXO CARBONO PARA PLANETA ATINGIR NET-ZERO EM 2050

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Maior parte dos aportes de baixo carbono foram direcionados a veículos elétricos, foco de 41% dos investimentos, armazenamento de energia (23%) e energia solar (17%). Tecnologias emergentes receberam só 3% do total investido

Dados de um relatório do Boston Consulting Group (BCG) mostram que desde 2016 cerca de US$ 160 bilhões foram investidos em tecnologias de baixo carbono. Porém, para zerar as emissões líquidas (net-zero) até 2050, a principal meta do Acordo de Paris, a Agência Internacional de Energia (da sigla em inglês IEA) estima que seria necessário o investimento de US$ 21 trilhões de 2022 a 2030 em projetos nesse campo. O valor representa uma média de US$ 470 bilhões por ano, montante equivalente a cerca de oito vezes o aplicado em 2021.

Além dos baixos investimentos, outro problema é que a maior parte dos aportes nos últimos cinco anos foram direcionados a tecnologias que já são relativamente maduras, como os veículos elétricos, foco de 41% dos investimentos, armazenamento de energia (23%), energia solar (17%) e eólica (7%), enquanto tecnologias emergentes representaram só 3% do total.



O dado preocupa, pois as novas tecnologias deveriam ser as grandes aliadas da descarbonização da economia nos próximos anos — a IEA estima que mais de um terço das reduções das emissões viriam delas. Alguns exemplos dessas inovações são o hidrogênio verde, as soluções de analytics climáticas e as tecnologias de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS, da sigla em inglês).

A boa notícia é que, mesmo que em estágio incipiente, os investimentos do segmento estão aumentando. Os aportes em tecnologias de baixo carbono quase dobraram desde 2020, e tem projeção de alcance de US$ 57 bilhões até o fim de 2021. Isso também vale para as tecnologias emergentes, que cresceram em representatividade, passando de apenas 1% do total em 2016 para 6% em 2021.

“Os fundos de corporate venture são os que mais estão demorando para enxergar o potencial das tecnologias novas. Elas são uma oportunidade única para combater as mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, gerar vantagem competitiva significativa — são alternativas que podem diferenciar as empresas que as adotam, mas também quem investe nelas, pois têm retorno estratégico e financeiro acima da média”, avalia Bruno Simão, diretor-executivo e sócio do BCG.

Para o executivo, o ecossistema de investimento privado é crucial para o sucesso das novas tecnologias. “É esse segmento que tradicionalmente financia startups e as iniciativas inovadoras. Eles podem estimular empresas de baixo carbono rapidamente e expandir o uso e popularidade de novas tecnologias no mercado”, diz.

O estudo ressalta, porém, que não basta que os investidores coloquem mais dinheiro nas tecnologias de carbono neutro. São quatro os passos indicados para investir da forma certa nesse mercado:

Pensar como ecossistema. Por melhores que sejam os investimentos individuais, é preciso entender que a gama de tecnologias de baixo carbono será uma força complementar na luta contra o aquecimento global. Sem essa visão ecossistêmica, investidores podem perder oportunidades valiosas. Eles precisam estruturar o portfólio com tecnologias diferentes e complementares, em diferentes modalidades.

Adotar uma abordagem de portfólio. Os investidores devem considerar qualquer investimento que façam como parte de uma carteira maior. Isso significa levar em consideração como a tecnologia em que estão investindo se encaixa em uma estratégia mais ampliada e como os retornos esperados distribuem o risco por todo o portfólio. Como a diversidade de novas tecnologias provavelmente se tornará técnica e economicamente viável em momentos diferentes, os investimentos também devem abranger uma variedade de empresas em estágios distintos de maturidade tecnológica.

Escolher os parceiros com sabedoria. É preciso encontrar maneiras de colaborar com investidores de outros setores — e até concorrentes — para acelerar a maturidade das tecnologias investidas e ajudar o seu desenvolvimento a médio e longo prazos.

Assumir riscos. Ajudar a atingir a meta de net-zero até 2050 e, ao mesmo tempo, lucrar, exigirá investimentos de risco. A recomendação é combinar investimentos em tecnologias mais antigas e maduras com outros em tecnologias menos maduras ou emergentes, além de ter uma visão de longo prazo e reservar fundos para aportes em startups em estágios iniciais, de perfil mais arriscado. Também é preciso estar preparado para o fracasso de alguns investimentos.

Metodologia

Os dados de investimento usados ​​na análise foram obtidos do NetBase Quid, plataforma que processa dados do S&P Capital IQ e Crunchbase para analisar e quantificar o ecossistema de investimento privado em tecnologias de baixo carbono. A análise incluiu empresas que receberam investimentos desde 2016. Os dados para 2021 foram coletados até agosto de 2021 e, em seguida, projetados para o restante do ano.

O estudo completo pode ser acessado neste link.

Com informações da Assessoria de Imprensa Jeffrey Group

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CLARO LANÇA 5G NA FREQUÊNCIA DE 2,3 GHZ EM SÃO PAULO E BRASÍLIA

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Clientes com aparelhos compatíveis com a tecnologia já podem navegar na rede de quinta geração nessas capitais

Em Brasília as velocidades já chegaram a 700Mbps

 A Claro, pioneira na entrega de uma rede 5G no Brasil, agora disponibiliza a quinta geração de internet na faixa de 2,3 GHz, em São Paulo e Brasília. São as primeiras capitais a receberem a frequência, que está entre as adquiridas pela operadora no leilão de espectro conduzido pela Anatel, em novembro deste ano.

A Claro lança a novidade depois de realizar diversos testes. O último deles ocorreu durante etapa da Stock Car 2021, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, quando agregou com sucesso os 100MHz da faixa de 3,5GHz, aliada aos 50MHz do 2,3GHz.



“A Claro sempre esteve atuante no 5G, desde a montagem dos laboratórios de homologação da tecnologia, até a condução de pilotos e demonstrações experimentais ao lado de fornecedores e parceiros. Agora, com a possibilidade do uso do 2,3GHz, avançamos mais um passo. É um espectro coringa, que pode ser utilizado tanto para o 5G quanto para o 4,5G, tem alta capacidade de transmissão e se adapta muito bem à realidade das capitais”, explica Paulo Cesar Teixeira, CEO da Claro para Consumo e PME.

Em Brasília, a novidade chega inicialmente na Asa Norte, região da primeira antena com o 2,3Ghz ativo na capital federal. E, nos próximos dias, mais sites serão liberados em pontos estratégicos da Asa Sul e Setor Comercial. E, já como resultado, após a ativação, smartphones compatíveis mediram velocidades de 700Mbps na rede, mesmo sem a agregação com o espectro de 3,5GHz.

Já em São Paulo, são dois sites em soft launch, nas regiões do Itaim e Vila Nova Conceição. E, ainda no primeiro trimestre de 2022, a Claro também ampliará para a região da Marginal Pinheiros, utilizando o espectro de 2,3 GHz tanto para 5G como para o 4.5G.

Os clientes da Claro com planos ativos e aparelhos compatíveis com a tecnologia 5G na faixa de 2300MHz já estarão aptos a navegar nestes bairros em uma rede 5G, ainda mais veloz. A banda espectral da frequência ainda vai permitir que mais usuários possam se conectar a uma mesma antena, com ganho de capacidade, velocidade e experiência ainda mais premium.

“A Claro está pronta para a revolução que o 5G vai trazer. Evoluímos a nossa infraestrutura, com pioneirismo, com o passar do tempo. Fomos os primeiros a oferecer o 4.5G e, depois, o 5G DSS. Com uma rede moderna e bem estruturada, lançamos o 5G em Brasília e São Paulo na frequência de 2,3GHz. Agora, aguardamos a liberação da faixa de 3,5GHz para levar aos nossos clientes mais essa experiência, que irá estimular e impulsionar o ecossistema 5G”, finaliza Teixeira.

Com informações da Assessoria de Imprensa In Press Porter Novelli

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DESENVOLVIMENTO URBANO INTEGRADO – UMA CHAMADA PARA UMA MUDANÇA DO PARADIGMA

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Só uma mudança do paradigma do desenvolvimento urbano vai poder contribuir significativamente para a redução de desigualdades e o aumento da nossa resiliência para as crises do futuro. 

No momento que entramos na escola, aprendemos que há diferentes matérias para explicar o que estamos vendo e vivenciando no mundo. Começamos a organizar o conhecimento que ganhamos em caixinhas para simplificar e nos orientar em realidades complexas. Na adolescência já nos diferenciamos em pessoas que são boas em matemática, em física, línguas ou história. 

A nossa forma de pensar e analisar, diferente da nossa forma de sentir e experimentar, é organizada desde cedo em matérias, setores e disciplinas. As nossas ferramentas metodológicas e as definições e conceitos que usamos surgem de uma lógica setorial, e esse fenômeno também se aplica para o nosso olhar para as cidades.

Mesmo reconhecendo os grandes avanços que a mobilidade urbana, a habitação social ou o saneamento básico trouxeram para a nossa vida, eu ainda fico com uma certa ansiedade olhando para as cidades de hoje. Elas são marcadas por uma desigualdade profunda e não estão preparadas para os desafios que a mudança do clima já está causando. Como pode ser que mesmo com investimentos significativos e décadas de trabalho de pesquisa, atuação do setor público e ONGs, parece que não conseguimos resolver as grandes dificuldades no chão urbano? 



Para mim a resposta principal está na falta da integração das várias peças que compõem a nossa cidade. Só uma mudança do paradigma do desenvolvimento urbano vai poder contribuir significativamente para a redução de desigualdades e o aumento da nossa resiliência para as crises do futuro. 

Mas o que significa integração? O que é esse desenvolvimento urbano integrado?

A maioria das definições podem ser resumidas em três áreas de integração: (1) a integração de setores, (2) a integração de atores e finalmente (3) a integração territorial.

A integração de setores se refere aos vínculos entre setores relevantes para as nossas cidades como habitação, saneamento, mobilidade, energia, educação, saúde ou infraestrutura digital. Poupamos os nossos recursos se abrimos as ruas só uma vez para consertar um tubo de esgoto, colocar fibra ótica e construir uma ciclovia. A integração de atores inclui a integração horizontal entre o setor público, a sociedade civil, a academia, o setor privado e outros atores relevantes nas nossas cidades. Isso vai além da construção de Parcerias Públicas Privadas e olhar para formas colaborativas de planejamento, operação de serviços, e implementação de soluções. Em pequenos municípios em vários países, infraestruturas sociais como centros de juventude, livrarias ou parques públicos só podiam sobreviver por arranjos cooperativos de propriedade e gestão. Em países federativos como o Brasil a integração vertical entre os atores no nível local, estadual, regional e nacional é igualmente importante.

A integração territorial entende a cidade na conexão entre o urbano e o rural como parte da rede de cidades e arranjos populacionais. 

Esses três aspectos da integração devem se refletir não somente no desenho de projetos e programas públicos. Também é preciso começar com essa abordagem na identificação e formulação da problemática para a qual buscamos soluções. A maneira como formulamos as problemáticas é a base para o desenho de um caminho integrado. Faz diferença se definimos a problemática como “na cidade faltam ciclovias” ou “a maioria das pessoas da cidade não tem acesso a um modo seguro e econômico para se mover na cidade”. 

A peça principal para realizar um desenvolvimento urbano mais integrado é a organização das nossas instituições, nosso processo de trabalho e finalmente a nossa postura individual. A cooperação e o pensar fora da caixinha precisam ser incentivados e reconhecidos. Alguma vez você imaginou como seriam as prefeituras com secretarias organizadas por territórios ou por problemáticas em vez de setores? Alguma vez imaginou como as secretarias e Ministérios responsáveis pelo desenvolvimento urbano poderiam ser chamados no âmbito de um paradigma integrado? 

Essas ideias podem parecer impossíveis e até gerar desconforto, mas isso faz parte do processo de pensar fora da caixinha, não é?

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

HUAWEI É A SEGUNDA EMPRESA GLOBAL QUE MAIS INVESTE EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO (P&D)

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Plenário aprova uso de inteligência artificial pela administração pública
Foto: HUAWEI

Relatório anual do EU Joint Research Centre revela que a líder global em TIC destinou 21 bilhões de dólares para projetos de inovação e pesquisa em 2020

Só no Brasil foram investidos 40 milhões de reais neste ano de 2021

Com investimentos da ordem de 21 bilhões de dólares em 2020, cerca de 15,9% de seu faturamento global, a Huawei é a segunda empresa privada do mundo que mais investe em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), atrás somente do Google. A conclusão consta do Painel de Avaliação de Investimentos em P&D Industrial, relatório anual produzido pelo EU Joint Research Centre (JRC) e divulgado nesta semana pela União Europeia. O estudo avaliou 2.500 empresas em escala global, que representam 90% do aporte total de P&D no mundo.

Parte dos investimentos globais da Huawei são realizados na Europa, onde a empresa mantém parceria com mais de 150 universidades e 23 centros de pesquisa. No Brasil, a empresa é parceira de 90 universidades e institutos através do Programa Huawei ICT Academy e já treinou 36 mil estudantes nos últimos dez anos. “A Huawei atua em diversas frentes educacionais para promover a empregabilidade e o desenvolvimento do país por meio da capacitação do capital humano”, explica Bruno Zitnick, diretor de de Relações Governamentais da Huawei Brasil. A meta para os próximos cinco anos é treinar mais 40 mil estudantes e professores. Neste ano de 2021, a empresa já investiu 40 milhões de reais em Pesquisa e Desenvolvimento no país.



“Ao apostar no P&D como fator de diferenciação, a Huawei continua planejando o futuro e mantendo uma intensa busca por inovação”, explica Tony Jin, representante da Huawei junto às Instituições Europeias. Segundo Jin, o relatório divulgado é uma das avaliações mais credenciadas do investimento do setor privado em Pesquisa e Desenvolvimento. Ele ainda destaca que a colaboração internacional nas áreas de pesquisa e ciência é muito importante para garantir o desenvolvimento de produtos e serviços mais inovadores.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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NOVO CENTRO DE INOVAÇÃO É INAUGURADO EM ESCOLA DA ZONA SUL DE SÃO PAULO

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Inovação na educação: Startup Árvore firma parceria com Prefeitura de Queimados para mudar a realidade das crianças
Banco de imagem

Projeto é resultado de investimentos realizados por parceria entre a Secretaria Estadual de Educação, Grupo +Unidos e Citi Foundation

A partir do dia 22 de dezembro, os alunos de toda a rede pública de São Paulo passam a contar com o Centro de Inovação de Educação Básica Paulista, localizado na escola estadual Dr. Ângelo Mendes de Almeida, no Jabaquara, zona sul de São Paulo. Trata-se de um projeto realizado pela secretaria Estadual de Educação em parceria com o Grupo Mais Unidos e a Citi Foundation, que tem como objetivo revitalizar espaços da instituição, oferecendo novas oportunidades de aprendizado aos estudantes.

Com a inauguração do Centro, a escola contará com uma grade de cursos extracurriculares de temas como ideação, criação e idealização de projetos por design thinking, cultura maker, educomunicação, modelagem, prototipação de soluções e objetos educacionais, STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics), desenvolvimento e teste de protótipos de aplicativos, audiovisual, cinematografia, produções de animações, documentários, áudios, Lean Startup e noções de empreendedorismo. O projeto vai treinar professores e oferecer liberdade para que criem experiências de aprendizagem pessoais e colaborativas.



O Centro de Inovação na região do Jabaquara foi resultado de um investimento de US$ 75 mil pela Citi Foundation e faz parte do programa Inova Educação.

Para resgatar o propósito das instituições escolares nas visões dos jovens, o projeto se dedicou a construir um espaço que coloque os alunos como protagonistas. De acordo com a Pesquisa Nossa Escola em (Re)Construção de 2019, conduzida pela Secretaria de Educação, 87% dos estudantes desejam receber orientações para descobrir suas vocações e fazerem suas escolhas de vida por conta própria.

“Mais do que implementar um sistema de educação forte, é necessário darmos as ferramentas para os professores criarem condições que ofereçam aos alunos as oportunidades de descobrirem quem eles gostariam de ser e se tornar. Sabemos que muitos alunos têm dificuldade de entrarem no mercado por inúmeras questões sociais, uma delas sendo falta de infraestrutura. Por isso temos como nosso dever tornar acessível este mundo para os jovens e assim, fazer parte da construção de uma sociedade mais justa e sustentável. O nosso principal objetivo é garantir que os jovens possam se desenvolver e se tornarem profissionais de referência no futuro.” diz Daniel Grynberg, diretor executivo do Grupo +Unidos.

“O Centro de Inovação de Educação Básica Paulista é um belo exemplo do que buscamos em nossos investimentos sociais: construir uma sociedade mais sustentável e igualitária, em que a educação seja um direito de todos. Por meio dos projetos apoiados pela Citi Foundation, queremos pavimentar o caminho para uma educação de qualidade e garantir um futuro melhor para o país”, afirma o presidente do Citi Brasil, Marcelo Marangon. “Os jovens terão a oportunidade de iniciar o ano de 2022 com acesso a tecnologias de ponta. Esperamos que o Centro de Inovação contribua para fomentar um ambiente de inovação e empreendedorismo, trazendo mais oportunidades para nossa comunidade.”

“É com muito orgulho dizer que São Paulo é um dos estados que mais investem em tecnologia e educação. E poder contar com parceiros que acreditem no protagonismo dos nossos jovens é como combustível para alcançarmos lugares mais altos para garantia de um ensino de qualidade, isso é o que os nossos estudantes merecem”, afirma o Secretário Estadual da Educação, Rossieli Soares.

Com informações da Assessoria de Imprensa BCW

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