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IBM ADQUIRE ENVIZI PARA AJUDAR ORGANIZAÇÕES A ACELERAR INICIATIVAS DE SUSTENTABILIDADE E ATINGIR OBJETIVOS AMBIENTAIS

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TQI promove bootcamp com 20 mil bolsas de estudo gratuitas para formação de desenvolvedores full stack

A IBM (NYSE: IBM) anunciou que adquiriu a Envizi, fornecedora líder de dados e softwares para gerenciamento de desempenho ambiental. Essa aquisição se soma aos crescentes investimentos da IBM em software impulsionado pela IA, incluindo soluções de gerenciamento de ativos IBM Maximo, as soluções da cadeia de suprimentos de IBM Sterling e o IBM Environmental Intelligence Suite, para ajudar organizações a criar operações e cadeias de suprimentos mais resilientes e sustentáveis. Essa aquisição foi fechada em 11 de janeiro de 2022. Os detalhes financeiros não foram divulgados.

As empresas estão sob a pressão crescente de reguladores, investidores e consumidores para avançar em direção a operações de negócios mais sustentáveis e socialmente responsáveis – e para demonstrar essas medidas de uma forma robusta e verificável. De fato, a responsabilidade social corporativa e os riscos de sustentabilidade ambiental empatam como a terceira maior preocupação para as organizações, conforme classificação feita por grandes corporações em reporte da Forrester [1]. No entanto, os vários tipos de dados das iniciativas de sustentabilidade que as empresas precisam entender e informar permanecem altamente fragmentados e é difícil para todas as partes relevantes acessá-los.



O software da Envizi automatiza a coleta e a consolidação de mais de 500 tipos de dados e apoia os principais quadros de relatórios de sustentabilidade. Seus dashboards simples e amigáveis customizados permitem que as empresas analisem, gerenciem e reportem seus objetivos ambientais, identifiquem oportunidades de eficiência e avaliem o risco de sustentabilidade. As soluções da Envizi ajudam a simplificar o gerenciamento dessas tarefas como parte das iniciativas de relatórios mais amplos de Meio Ambiente, Social e de Governança (ESG), ao mesmo tempo em que fornece aos usuários insights valiosos de sustentabilidade para informar a estratégia de negócios.

Ao utilizar o Envizi com o software da IBM impulsionado por IA, as empresas agora poderão automatizar o feedback gerado entre suas iniciativas ambientais corporativas e os endpoints operacionais sendo usados nas operações diárias de negócios, um passo crucial para tornar os esforços de sustentabilidade mais escaláveis. Por exemplo, a Envizi se integrará com:

  • As soluções de IBM Maximo Asset Management, que ajudam empresas a ampliarem a vida útil de seus ativos críticos, reduzir o impacto ambiental ao fornecer gerenciamento inteligente de ativos, monitoramento, manutenção preditiva e confiabilidade em uma única plataforma.
  • As soluções de cadeia de suprimento de IBM Sterling, que ajudam as empresas a ganhar visibilidade da cadeia de suprimentos, cortar o desperdício pelo inventário, reduzir a pegada de carbono do embarque e da logística e garantir a aquisição responsável com tecnologia baseada em blockchain para rastreabilidade.
  • O IBM Environmental Intelligence Suite (EIS), que ajuda empresas a aumentarem a resiliência ao avaliar e planejar o impacto das condições ambientais em suas operações, ativos e cadeias de suprimentos. O EIS usa tecnologia avançada de IA e meteorológica da IBM, a provedora de previsão mais precisa globalmente [2].
  • As capacidades de IBM Turbonomic e Red Hat OpenShift, que ajudam empresas a automatizarem a tomada de decisão ao considerar onde executar cargas de trabalho corporativas com base na otimização de desempenho, custo e emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE).

A Envizi também ajudará a expandir a crescente atuação de IBM Consulting em sustentabilidade, elaborada para ajudar os clientes a acelerar o progresso em direção aos seus compromissos de sustentabilidade.

“Para impulsionar o progresso real em direção à sustentabilidade, as empresas precisam da capacidade de transformar dados em insights preditivos que as ajudem a tomar decisões mais inteligentes e acionáveis todos os dias”, disse Kareem Yusuf, PhD, General Manager, IBM AI Applications. “O software da Envizi fornece às empresas uma única fonte para analisar e entender dados de emissões por todo o panorama de suas operações de negócios e acelerar dramaticamente a crescente gama de tecnologias de IA da IBM para ajudar empresas a criarem operações e cadeias de suprimentos mais sustentáveis”.

Disponível como solução SaaS e sendo executada em ambientes multicloud, a Envizi atende marcas líderes como Microsoft, Qantas, CBRE, Uber, abrdn e Celestica, e seus softwares podem ser aplicados em atividades de várias indústrias.

“Como líder e inovadora em IA para negócios, a IBM tem décadas de experiência ajudando as organizações de todo o mundo a aproveitar o poder de seus dados e agir sobre eles”, disse David Solsky, CEO e Cofundador de Envizi. “O alcance global da IBM, a profundidade de recursos e a amplitude de expertise nos ajudarão a escalar em um ritmo sem precedentes. Como parte da IBM, nos sentimos mais confiantes do que nunca que podemos atingir nosso objetivo de fornecer aos clientes e parceiros as ferramentas líderes de que precisam para reduzir seus impactos operacionais e otimizar para um futuro de baixo carbono”.

Além de seus investimentos contínuos em fornecer aos clientes software de IA mais abrangente para ajudá-los a acelerar suas iniciativas de sustentabilidade e a apoiar suas metas ambientais, a IBM também está usando seu software para melhorar suas próprias eficiências operacionais, gerenciar o consumo de energia e conduzir a redução de emissões de GEE. Essas atividades apoiam o compromisso da IBM de atingir zero emissão líquida de GEE até 2030.

Para mais informações, clique aqui.

[1] Forrester, “The State of Environmental Sustainability in the Fortune Global 200”, janeiro de 2021

[2] Fonte: Forecast Watch, “Global and Regional Weather Forecast Accuracy Overview”, publicado em julho de 2021; p.2,14

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick

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O METAVERSO E O OIKOS

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metaverso

Precisamos de novos conceitos que deem conta dessa transformação profunda, que nos assegurem alguma continuidade, legitimidade e tranquilidade em cenários imprevisíveis.

Em 2001, publiquei o primeiro artigo em português sobre “Realidade Aumentada”. Levantei questões a respeito do futuro da cidade imersa em um “meta-espaço” digital, e suas implicações para as relações econômicas, políticas, culturais e psíquicas entre cidadão e cidade.

Nesses vinte anos, esse tema sumiu, reapareceu e foi reinventado diversas vezes. Em geral, sem maiores consequências, por dois motivos: (1) a tecnologia não estava desenvolvida para prover interação imersiva de qualidade – o enorme desafio técnico de sobrepor visualmente elementos virtuais à paisagem da cidade e ambientes interiores; e (2) os paradigmas de interação usuário-sistema (a experiência do usuário) não estavam desenvolvidos o suficiente para que essa imersão fosse compreensível, engajante ou relevante.

Em paralelo a esse movimento, duas tendências cresciam velozmente: a Economia de Dados, suas múltiplas ramificações e aplicações – desde o uso de dados para prever comportamentos de consumidores e cidadãos, até a criação de modelos preditivos e de resposta rápida baseados na geração de dados em tempo real, por meio da Internet das Coisas (IoT), hoje quase sinônimo de Smart Cities; a Realidade Virtual, uma realidade completamente simulada no interior do computador, diferentemente do híbrido da realidade aumentada – ambientes virtuais populares, como jogos multi-jogadores (Minecraft, Roblox e World of Warcraft, p.ex.), são exemplos bem sucedidos de realidade virtual – tecnologias emergentes, a exemplo do Oculus Rift e o uso de smartphones como janelas para esse mundo virtual, demonstraram a viabilidade técnica do Metaverso.

Essas duas tendências se associam a uma terceira, os chamados “Cripto-Ativos”, como o Bitcoin e NFTs, ambos baseados na tecnologia do Blockchain, que questiona o futuro do sistema financeiro e bancário.

Como muitas outras pessoas, eu vejo essas tendências convergindo em uma transformação rápida, profunda e irreversível da economia, da sociedade e da cultura que se manifestará, é claro, em transformações urbanas.

Alguns chamam essa convergência de “Web 3”. Mas, é útil compreendê-la por meio de duas aplicações práticas:

(a) Duplos Digitais – a representação tridimensional de artefatos, como automóveis, edifícios e cidades, permitindo simulações complexas, colaboração entre muitos profissionais, e testes que, se feitos em objetos reais, seriam custosos ou perigosos demais – os duplos digitais prometem transformar a gestão urbana – Seul é uma cidade pioneira neste sentido;

(b) Cidade Distribuída – a popularização da telecomunicação pessoal torna possível a “urbanização dispersa”, uma “explosão da cidade” sobre a paisagem do planeta em um tecido urbano esgarçado no qual misturam-se regiões de alta e baixa densidade, assim como o convívio entre funções historicamente apartadas, como habitação vertical e produção agrícola – pessoas tão diversas como investidores imobiliários e ativistas indígenas reconhecem essa tendência – movimento acelerado pela pandemia.

Mas, até certo ponto, o metaverso é um pleonasmo: antes de habitarmos a cidade de tijolos, vidro e concreto, habitamos o espaço de ideias, de relações sociais e comunitárias – o que os antropólogos chamam de “cultura” e o cidadão comum chama de “realidade”. Todos os lugares são “virtuais”: tanto a sua casa como a webconferência.

Por outro lado, podemos estar vivendo a maior transformação cultural desde a invenção da escrita, ou da revolução neolítica. Aspectos básicos da vida cotidiana estão em questão: o que é trabalho, educação, comunidade, sociedade e economia, território e governança? O que é legítimo, justo, ético e apropriado? Precisamos de novos conceitos que deem conta dessa transformação profunda, que nos assegurem alguma continuidade, legitimidade e tranquilidade em cenários imprevisíveis.

Onde estou? Do que faço parte? O que me pertence? O que compartilho no Metaverso? 

Como parte da aplicação do Metadesign ao estudo das cidades e da prática do urbanismo, proponho que é necessário rever o conceito tradicional de “Oikos” para que possamos visualizar nossa presença, posição e relações de pertença no contexto do Metaverso. 

Na antiguidade grega, o “Oikos” (“casa”) não era apenas o edifício que habitamos, e sim a propriedade público-privada desse edifício, da “fazenda” ou da “colônia”: o lugar que habitamos e do qual tiramos alimentos e riqueza. O Oikos é o conjunto das relações de pertencimento: nós pertencemos a ele e este nos pertence.

Sua posse e seu controle sempre foram objetos de disputa. Seu funcionamento social e político atravessa toda nossa história cultural e econômica: hereditariedade (quem herda meu Oikos, meu “patrimônio” após minha morte), o “dote” do casamento da filha (o patriarca entregava parte do Oikos com a mão da filha), o território como propriedade privada produtiva, utilizada como moeda de troca, sujeita a disputas bélicas e políticas. O termo “Oikos” está nas palavras Economia (Oikonomie) e Ecologia (Oikologie), articulando os conceitos de pertença e propriedade: seres vivos pertencem ao ecossistema, assim como este lhes dá senso de pertença; seres sociais disputam propriedade, não apenas no sentido de propriedade privada, mas também quanto ao que é “apropriado”. 

Três grandes movimentos tornam obsoleto o conceito tradicional de Oikos:

– O movimento ecológico e a transformação regenerativa de nossas relações com a natureza;

– A transformação dos hábitos e costumes alinhada com a igualdade de gênero e raça;

– A digitalização do trabalho, da produção de riqueza e a criação de laços remotos de pertença e participação na sociedade;

Até pouco tempo, os limites dessa rede de pertencimento estavam claramente definidos no território. Hoje, com a popularização da tecnologia digital e da telecomunicação pessoal, essa rede se estende por todo planeta, atravessando o território por todos os lados. Para que a sociedade não se transforme em um pesadelo distópico, precisamos criar um novo conceito de Oikos que inclua privacidade de dados, múltiplas localizações geográficas, laços flutuantes de pertencimento e relações micropolíticas – o entrelaçamento do virtual e o territorial.

Ainda não há uma direção clara para o desenvolvimento desse tema. Sequer é discutido em fóruns públicos. Proponho a construção colaborativa desse novo Oikos atualizado e relevante para nosso futuro em uma sociedade sustentável, igualitária e do bem-viver: um projeto coletivo de grande escala com repercussões legislativas, tecnológicas e culturais. O mesmo empenho colocado no desenvolvimento do Metaverso precisa existir para redefinir o Oikos. Sem essa discussão, creio que estamos entrando em uma fase da história urbana de profunda confusão, mal-estar e ilegitimidade. Por outro lado, o desenvolvimento de um novo conceito de Oikos pode inaugurar um novo jeito de se fazer cidades, construir inteligência coletiva e criar riqueza compartilhada.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

SANTO ANDRÉ BENEFICIA MAIS DE 100 ESCOLAS E 39 MIL ALUNOS COM IMPLEMENTAÇÃO DO TEAMS AUTOMATIZADO

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No próximo ano 17 novas escolas serão municipalizadas, permitindo que mais de oito mil novos alunos e 284 docentes possam usufruir dos recursos automatizados oferecidos pelo Microsoft Teams

Santo André está localizada na região do ABC, no estado de São Paulo. Uma cidade que pensa no futuro, desenvolveu um programa para elaborar metas, diretrizes e ações estratégicas para diversas áreas até o ano de 2053, quando completará 500 anos. O programa que tem sete subeixos e começou em 2017, apostará em uma gestão integrada e inovadora, tudo para modernizar e melhorar a região. Quando falamos em educação, os andreenses têm disponíveis projetos e iniciativas gratuitas que incentivam o acesso ao ensino, arte e cultura.

Um município preocupado com o crescimento dos cidadãos não poderia fechar os olhos para os desafios que a pandemia trouxe para a aprendizagem das crianças da rede pública, fora as dificuldades enfrentadas pelos docentes e gestores das escolas, na hora de prosseguir com as aulas remotas. Viviane Havranek de Sousa, gestora da Tecnologia na Educação em Santo André, explica que o processo de identificação das defasagens de aprendizagens das crianças decorrentes do período pandêmico, inclui planejamento estratégico de recuperação dessas aprendizagens. Mesmo com tantos desafios enfrentados pelos profissionais da educação, o ensino remoto trouxe à tona, o que já era um ponto de alerta na educação: o uso da tecnologia no ensino. Ok, implementamos! Agora o grande desafio é se reinventar diante das práticas pedagógicas”, conta a gestora.



Para melhorar a qualidade do ensino, a gestão da educação e otimizar processos realizados por professores de forma manual, a Secretaria de Educação de Santo André contratou os serviços de automatização do Teams da Big Brain. O Teams Automatizado beneficia 2.500 professores e 39 mil alunos em mais de 100 escolas em Santo André. A expectativa é que com as novas 17 escolas municipalizadas no próximo ano, mais de oito mil alunos e 200 docentes sejam incluídos no número de beneficiados.

Uma solução simples que permite às escolas tirar muito mais proveito do Microsoft Teams. A versão automatizada do software é capaz de realizar a integração entre o Sistema de Gestão Escolar e o Teams, fazendo com que as plataformas se conversem e passem a funcionar com base nas informações existentes no sistema de gestão. O Teams Automatizado oferece Relatórios Inteligentes, que reduzem os custos e permitem tomadas de decisão mais assertivas, uma vez que não há erro nas mensurações de dados de produtividade e eficácia do ensino.

A professora Marli Salani dá aulas para o 5º ano na EMEIEF José Maria Sestilio Mattei e conta que no início das aulas online a adaptação foi bastante difícil, principalmente por conta da acessibilidade e a falta de conhecimento em plataformas tecnológicas. Mas, com a implementação do Teams Automatizado a situação começou a mudar. “No início todos resistiram, inclusive nós, professores, pois já estávamos nos acostumando com outras alternativas. Porém, com a apresentação e uso do Teams Automatizado, conseguimos nos desenvolver e perceber que é uma plataforma muito completa, que ajuda na comunicação com as crianças, no agendamento das aulas, na praticidade de disponibilização dos links e comunicados”, diz a professora. “Agora as crianças têm tablets e os professores computadores, tudo adquirido pelo município, o que facilita muito a aprendizagem e acesso a pesquisas e materiais complementares”, completa Salani.

A professora concorda que a tecnologia coloca o aluno como protagonista e parte integrante da construção do processo de aprendizagem, além de ser extremamente benéfica para a educação. “Ela envolve e atrai os usuários, tornando as atividades mais prazerosas e divertidas, com resultados rápidos. A tentativa, erro e acerto ficam bem mais ágeis e otimizam o tempo. Com a tecnologia, é possível realizar pesquisas com agilidade, interagir com pessoas, trocar conteúdos entre a comunidade escolar, visualizar vídeos e documentários complementares aos assuntos discutidos na escola, realizar atividades online com uma aparência mais divertida, colorida, atraente e dinâmica. É totalmente positiva a associação entre educação e novas ferramentas de inovação”, conclui Marli.

A Secretaria de Educação de Santo André realizou investimentos pensando na educação das crianças andreenses a médio e a longo prazo. Para melhorar a acessibilidade, foram adquiridos chips com pacotes de dados para fins pedagógicos para as crianças e docentes, além de disponibilizar a plataforma educacional com suporte técnico, com capacitação tecnológica para os profissionais da educação. “A Secretaria de Educação realizou a aquisição de equipamentos tecnológicos para auxiliar e contribuir na construção do conhecimento facilitar, reverberando em uma educação com uma maior liberdade e autonomia. Nossas expectativas com o novo Teams Automatizado da Big Brain é que venha atender às necessidades apresentadas pelas comunidades escolares, propiciando o conhecimento de uso da ferramenta, desenvolvendo habilidades, para que sejam gradualmente inseridas no plano aula dos docentes. Acreditamos na contribuição e no poder transformador da tecnologia e na importância da inclusão digital para a educação, sendo a escola um espaço potencializador de conhecimentos”, conclui Viviane Havranek de Sousa, da Secretaria da Educação.

Com informações da Assessoria de Imprensa KR2 Comunicação

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ESPRO CAPACITA MULHERES DE 16 A 22 ANOS NO SETOR DE TECNOLOGIA

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EMPOWER WEEK: EVENTO GRATUITO DA MICROSOFT DEBATE OS BENEFÍCIOS DAS PLATAFORMAS DE BAIXO CÓDIGO PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES

Projeto em parceria com a Basf forma mulheres na área de Programação

Uma parceria entre o Espro (Ensino Social Profissionalizante) e a Basf capacitou mulheres na área de programação para colaborar com a diminuição da desigualdade de gênero no setor de Tecnologia. O projeto formou 20 mulheres em 2021. A iniciativa foi uma das escolhidas na seleção pública realizada pela empresa, por meio do Edital Conectar para Transformar, que apoia projetos com foco em empregabilidade, educação científica, educação ambiental e proteção dos recursos naturais e da biodiversidade.

Pesquisa recente do Cippec (Centro de Implementação de Políticas Públicas para Igualdade e Crescimento), com apoio da Salesforce, apontou que as áreas de ciência e tecnologia ainda estão longe de alcançar a equidade de gênero nas contratações no Brasil: só um em cada três profissionais trabalhando na área são mulheres.



“Com esta parceria, queremos capacitar mulheres para que possam entrar no mundo do trabalho em uma área com carência de profissionais e de equidade de gênero. É uma oportunidade para essas jovens conquistarem empregos com bons salários e perspectivas de carreira”, afirma Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

Treinamento

As participantes do “Empoderar, Prototipar e Inovar” são formadas em Arduino, uma técnica inventada na Itália em 2005 que consiste em uma placa de prototipagem eletrônica de código aberto, que inclui hardware e software livres e visa oferecer ferramentas adaptáveis e de baixo custo para a criação de projetos interativos de diversas ordens.

O treinamento tem 80 horas de duração, divididas em 20 dias, e é realizado totalmente online. Para que isso fosse possível em meio à pandemia, o Espro enviou à casa de cada uma das participantes um tablet com conexão 4G mais o kit de peças para a prototipagem de automação. Apesar de oferecido de forma remota, todos os encontros contaram com a presença de um instrutor ou tutor, facilitando a construção do conhecimento.

Na primeira fase, as estudantes foram capacitadas em uma versão resumida do programa FMT (Formação para o Mundo do Trabalho), metodologia do Espro que desenvolve habilidades necessárias à inserção no mundo do trabalho e desperta espírito empreendedor e posturas compatíveis às exigências e aos desafios do ambiente corporativo, com competências técnicas e comportamentais.

Após o FMT, as estudantes se aprofundaram no Arduino, aprendendo as principais funções, entradas digitais e analógicas, sensores, motores e automação residencial. Além disso, fizeram um trabalho de final de curso, buscando gerar impacto social com a solução criada por cada uma delas.

“Na BASF temos como propósito criar química para um futuro sustentável. Nossa estratégia de engajamento social está diretamente conectada para construção de uma sociedade cada vez mais inclusiva. Com este projeto promovemos a equidade de gênero, proximidade, qualificação, geração de renda, colaboração e desenvolvimento local comunitário”, reforça Ivânia Palmeira, consultora de Sustentabilidade e Engajamento Social da BASF.

Com informações da Assessoria de Imprensa 2PRÓ Comunicação e Máquina Cohn&Wolfe

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SOFTWARE CAPITAL DO PORTFÓLIO XCELERATOR DA SIEMENS SELECIONADO PELA AIRBUS PARA O DESENVOLVIMENTO DA PRÓXIMA GERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS/ELETRÔNICOS (E/E)

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A Siemens anunciou que a Airbus, fabricante líder de aeronaves, selecionou o software Capital™ de desenvolvimento de sistemas elétricos/eletrônicos (E/E) do portfólio Xcelerator da Siemens para acelerar o desenvolvimento de aeronaves comerciais.

O thread digital abrangente e a variedade de recursos da plataforma Capital foram os principais elementos que determinaram essa seleção, pois facilitam a integração do departamento de engenharia. O forte suporte da Siemens e os workshops técnicos vão ajudar a acelerar o projeto e a adoção de novos processos.



O software Capital fornece o verdadeiro gêmeo digital para sistemas E/E controlado por configuração, além do apoio de thread digital abrangente em todo o desenvolvimento, fabricação e ciclo de vida operacional do sistema E/E. A arquitetura de TI aberta e as integrações de múltiplos domínios no software Capital permitem a implementação direta no ambiente Lean PLM (gerenciamento do ciclo de vida do produto) da Airbus e fornecem a base para o projeto de sistemas E/E e engenharia de fabricação de chicotes elétricos para a equipe de desenvolvimento localizada em vários países.

Os grupos de sistemas E/E vão trabalhar em um ambiente de projeto altamente unificado que acelera o desenvolvimento de produtos, a fabricação otimizada de sistemas elétricos, além de melhorar a qualidade do chicote elétrico já na primeira tentativa e facilitar a integração da cadeia de suprimentos para gerar arquitetura otimizada de propostas de projeto, fiação e documentação de serviço.

“O software Capital permite que os clientes estabeleçam continuidade digital no domínio elétrico para reduzir o tempo do ciclo de desenvolvimento e fornecer reduções de custos significativas”, afirmou Martin O’Brien, vice-presidente sênior do grupo de negócios de sistemas elétricos integrados da Siemens. “Esta é uma grande transformação em um setor que busca se recuperar rapidamente de desafios sem precedentes. Com os benefícios do processo de desenvolvimento baseado em modelos, o software Capital ajuda empresas de classe mundial como a Airbus a reduzir a complexidade, diminuir o risco e aumentar a produtividade geral.”

Veja mais informações sobre o software Capital no site aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa LLYC

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EDTECHS REPRESENTAM 5,7% DAS EMERGING GIANTS NO BRASIL

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Tecnologias redução de desigualdade
Foto: istockphoto/divulgação

As EdTechs, startups direcionadas para o mercado educacional, representam 5,7% do total de Emerging Giants no Brasil, ocupando o quarto lugar na lista de empresas com esse perfil. A liderança é das FinTechs (27,6%), seguida de AdTechs (12,4%), RetailTechs (10,5%), HealthTechs (5,7%), EdTechs (5,7%) e HRTechs (4,8%).

Essas são algumas das conclusões do levantamento “Emerging Giants”, produzido por KPMG e Distrito, a partir da análise de 105 Emerging Giants brasileiras. O conteúdo também revelou que a região Sudeste do Brasil concentra 78,1% das Emerging Giants (70% do total é no Estado de São Paulo), seguida das regiões Sul (18,1%), Nordeste (1,9%) e Centro-Oeste (1,9%).



“Emerging Giant é o nome dado a uma startup que possui destaque não apenas no setor em que atua, como também participaram de rodadas relevantes de investimento e têm se consolidado no mercado. Aquelasque estão nesse nível geram receitas mais robustas e com elevado potencial de crescimento. Além disso, entendemos que as startups são muito mais que boas oportunidades de investimento, são empresas com o propósito de resolver problemas reais e o sucesso não depende somente do capital”, afirma Diogo Garcia, sócio-diretor e líder do Programa Emerging Giants da KPMG no Brasil.

Entre as startups Emerging Giants mapeadas no estudo estão as EdTechs brasileiras Niduu, Herospark, Descomplica, Quero Educação, Passei Direto e Geekie.

“O setor de educação foi um dos últimos a entrar num processo de transformação digital pois sempre esteve voltado a um modelo mais tradicional de atuação, porém, com os avanços tecnológicos e principalmente pelas demandas de mercado as EdTechs, ganharam papel de grande destaque nos últimos pois trazem soluções que integram, geram impactos positivos aos negócios e exploram as principais lacunas em toda cadeia de ensino. Podemos esperar o surgimento de novas EdTechs e o fortalecimento das já existentes pois ainda existe uma avenida de oportunidades para plataformas voltadas ao crescimento, consolidação, integração, sistemas de ensino inovadores e qualificação do setor, entre outras”, afirma Marcos Boscolo, sócio-líder de Educação da KPMG no Brasil.

De acordo com a pesquisa, o boom das startups Emerging Giants no Brasil é visível de 2012 a 2016, sendo que, em média, elas operam há 7 anos. O período de fundação das Emerging Giants do relatório é o seguinte: 2000 a 2010 (16,2%), 2011 a 2015 (62,9%), e 2016 a 2018 (21%). Juntas, elas já empregam mais de 15 mil pessoas. Mais de 40% têm entre 100 e 200 funcionários. Quase metade dos fundadores têm pós-graduação e/ou tiveram experiência acadêmica fora do Brasil e 47% têm ao menos um fundador que já empreendeu antes. Em média, cada startup com esse perfil recebeu 2,4 investimentos e, desde 2011, mais de US$ 1,3 bilhão já foi investido nas Emerging Giants com operação no Brasil.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação

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USO DO PAGAMENTO POR APROXIMAÇÃO EM SP SUPERA A MÉDIA DO BRASIL, APONTA ESTUDO DA VISA

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O pagamento por aproximação tem apresentado crescimento expressivo nos últimos anos, tanto com cartões como em celulares habilitados. Segundo dados levantados em setembro pelo ‘Mapa dos Pagamentos por Aproximação do Brasil’, gerado pela Visa Consulting & Analytics (VCA), consultoria da Visa, a modalidade já corresponde a 20% do total de transações presenciais realizadas com credenciais Visa no país.

São Paulo foi o nono estado com a maior penetração desta modalidade de pagamento (22%), ficando atrás de Distrito Federal (37%), Amapá (33%), Santa Catarina (27%), Roraima (25%), Mato Grosso, Paraná (24%), Rio Grande do Norte (23%) e empatado com o Rio Grande do Sul.



No período analisado, as transações por aproximação com credenciais Visa feitas no estado do Paraná registraram um ticket médio de R$ 62, ficando na média nacional de gastos via pagamento por aproximação.

O grande impulsionador da adesão dos consumidores vem sendo o trabalho intenso da indústria junto aos bancos e credenciadores para emissão de credenciais e maior aceitação da tecnologia NFC, que oferece comodidade, agilidade e segurança.

“Conforme novos casos e oportunidades de uso de pagamentos por aproximação vão surgindo, novos projetos nascem, sejam no comércio tradicional ou voltados para mobilidade urbana, entre outras possibilidades. Na nossa área de análise de dados, combinamos a nossa expertise em consultoria de pagamentos, nossa inteligência em estratégias econômicas e a ampla variedade de dados que transacionam na nossa rede para identificar insights e recomendações práticas que contribuem para a tomada de decisões comerciais melhores”, explica Oscar Pettezzoni, diretor executivo da VCA.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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LG ELECTRONICS SE JUNTA À IBM QUANTUM NETWORK PARA PROMOVER APLICAÇÕES INDUSTRIAIS DE COMPUTAÇÃO QUÂNTICA

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Programa CopiCola

A LG Electronics vai explorar aplicativos de computação quântica que oferecem suporte para Big Data, Inteligência Artificial, carros conectados, transformação digital, Internet das coisas e aplicativos robóticos

A IBM (NYSE: IBM) anunciou que a LG Electronics se juntou à IBM Quantum Network para promover aplicações industriais de computação quântica.

Ao ingressar na IBM Quantum Network, a empresa fornecerá à LG Electronics acesso aos sistemas de computação quântica e à experiência quântica da IBM, além de acesso ao Qiskit, kit de desenvolvimento de software de código aberto da IBM para informações quânticas.

A LG Electronics visa explorar aplicativos de computação quântica na indústria para dar suporte a Big Data, Inteligência Artificial (IA), carros conectados, transformação digital, Internet das coisas (IoT) e aplicativos de robótica, que requerem o processamento de uma grande quantidade de dados.



Com o IBM Quantum, a LG pode aproveitar as vantagens dos avanços e aplicativos de hardware e software de computação quântica à medida que surgem, de acordo com o roadmap quântico da IBM. Ao acessar a tecnologia IBM Quantum, a LG fornecerá treinamento aos seus funcionários, permitindo que investiguem como os avanços potenciais podem ser aplicados ao seu setor.

“Com base em nossa estratégia de inovação aberta, planejamos usar o IBM Quantum para desenvolver nossa competência em computação quântica”, disse Byoung-Hoon Kim, CTO e vice-presidente executivo da LG Electronics. “Nosso objetivo é fornecer aos clientes um valor que eles não experimentaram até agora, aproveitando a tecnologia de computação quântica em negócios futuros.”

“Estamos felizes em dar as boas-vindas à LG Electronics em um ecossistema de computação quântica em crescimento na Coréia, em um momento empolgante para a região”, disse Jay Gambetta, IBM Fellow e VP, Quantum Computing da IBM. “O relacionamento entre a IBM e a LG Electronics permitirá que a LG explore novos tipos de problemas associados a tecnologias emergentes e ajudará a fortalecer as capacidades quânticas na Coréia.”

A computação quântica é uma evolução empolgante na computação. Enquanto os computadores clássicos calculam em bits que representam 0 e 1, os computadores quânticos usam qubits que controlam fenômenos da mecânica quântica, como interferência e emaranhamento, para resolver problemas que são fundamentalmente inacessíveis para os computadores clássicos. Como resultado, a computação quântica é adequada para ajudar a explorar novas abordagens de solução de problemas, como aqueles da estratégia de inovação aberta da LG Electronics, que inclui Big Data, IA, carros conectados, transformação digital, IoT e aplicativos robóticos.

No IBM Quantum Summit em novembro de 2021, a IBM revelou seu novo processador de computação quântica ‘Eagle’ de 127 qubit, um grande passo à frente no roteiro da IBM para alcançar o Quantum Advantage.

Existem mais de 170 clientes, incluindo LG Electronics, empresas Fortune 500, startups, instituições acadêmicas e laboratórios de pesquisa trabalhando com a tecnologia IBM Quantum para avançar a computação quântica e explorar aplicações práticas. A equipe e os clientes do IBM Quantum estão pesquisando e explorando como a computação quântica ajudará uma variedade de setores e disciplinas, incluindo finanças, energia, química, ciência dos materiais, otimização e aprendizado de máquina, entre muitos outros.

Com informações da Assessoria de Imprensa Weber Shandwick

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PENSANDO EM IMPLEMENTAR ENERGIA SOLAR? ENTENDA AS DIFERENÇAS ENTRE OS SISTEMAS ON-GRID E OFF-GRID

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Além da economia e da preservação do meio ambiente, sistemas representam fonte de energia renovável, ou seja, são inesgotáveis para o negócio, comércios, residências, entre outros

Estimativa da Aneel indica que a crise hídrica provocará aumento de 21% na conta de luz em 2022 – número que somado às altas dos combustíveis e do gás de cozinha agravam ainda mais a inflação no país. O consumidor não para de repensar estratégias para poupar e, entre as alternativas, a energia solar fotovoltaica vem se apresentando como uma excelente opção para diminuir a conta de luz.

Não é à toa que ela vem se tornando uma tendência por aqui. Além da economia, a energia solar não agride a natureza, já que seu sistema capta a radiação solar e a converte em eletricidade, reduzindo as taxas de carbono e a emissão de resíduos poluentes. “ Além disso, trata-se de energia renovável, ou seja, é uma fonte inesgotável para o negócio, comércios, residencias, fazendas e indústrias”, explica Livimar Pinheiro de Oliveira Júnior, especialista da Kinsol, franquia especializada em energia solar.



Livimar ressalta que há dois tipos de energia solar: on-grid e off-grid. No primeiro, o sistema se conecta à rede da concessionária, injetando nela a energia excedente. “Sua principal vantagem é a liberdade e a segurança. Nos momentos em que a produção de energia está em baixa, o sistema estará pronto para utilizar rede proveniente da distribuidora; já quando a produção é maior do que a capacidade de utilização, o excedente é repassado para a rede pública, retornando em forma de créditos para os usuários”, esclarece ele, lembrando que neste modelo não há necessidade de comprar baterias para armazenamento.

Já o sistema off-grid, ao invés de receber e enviar energia para a rede de distribuição, utiliza baterias próprias que são responsáveis por armazenar qualquer energia excedente produzida, alimentando o sistema nos momentos em que a produção está mais baixa. “Ele oferece independência total da rede de distribuição e, por isso, é ideal para lugares remotos, sem acesso à rede elétrica por outras vias, ou para quem deseja maximizar a economia na conta de luz”, indica o especialista.

Para fazer a melhor escolha entre os dois tipos de sistema para geração de energia fotovoltaica, Livimar recomenda um parceiro com entendimento profundo das reais necessidades e expectativas. “Se o cliente deseja mais comodidade e um investimento inicial menor, o sistema on-grid pode ser a melhor opção. Por outro lado, se a instalação será feita em localidade remota, como fazendas, por exemplo, o cliente deseja máxima independência, o sistema off-grid é a escolha mais acertada”, finaliza ele.

Com informações da Assessoria de Imprensa MGAPress

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO RECURSO NA GESTÃO PÚBLICA

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Tecnologias redução de desigualdade
Foto: istockphoto/divulgação

No último mês de setembro, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que regulamenta o uso da Inteligência Artificial. A PL 21/20, estabelece os fundamentos do uso dessa tecnologia, como respeitar os direitos humanos, a democracia, a igualdade e a privacidade de dados, entre outras coisas, para estimular a aplicação da IA e proteger os cidadãos de seu mau uso.

O projeto ainda está em debate no Congresso Nacional, mas a atitude mostra que a Inteligência Artificial fará, cada vez mais, parte do cotidiano. Este recurso já é aplicado em diversos setores, como na segurança pública e privada, saúde e recursos humanos e pode ser muito benéfico para diversos outros setores.



Pensando nisso, a RealNetworks, desenvolvedora do SAFR, software de visão computacional e inteligência artificial, listou quatro benefícios que a IA pode proporcionar para a gestão pública.

Detecção de fraudes

A Inteligência Artificial permite a implantação de soluções para detectar fraudes. Por meio de identificação biométrica por voz e reconhecimento facial, é possível detectar e-mails fraudulentos, por exemplo. Além disso, desde 2018 o Ministério da Transparência e a Controladoria-Geral da União utilizam machine learning para detectar desvios na atuação dos servidores.

Agilidade nos processos de atendimento

Automatizar atendimentos, sobretudo para agendamento de procedimentos que costumam ser burocráticos, como emissão de documentos como RG e Bilhete Único, por exemplo, torna todo o processo muito mais ágil. A combinação da Inteligência Artificial com atuação humana para automatizar conversas em chats, por exemplo, se mostra altamente eficaz, por tornar a experiência automatizada e personalizada ao mesmo tempo.

Economia de recursos

Além da minimização de falhas humanas, o uso da Inteligência Artificial na gestão pública, proporciona uma economia de recursos financeiros que chega na casa dos bilhões de dólares. Teoricamente, o montante financeiro economizado após a implantação da tecnologia, pode ser aplicado em outras áreas públicas que necessitem, ou para melhorar as condições do próprio setor.

Previsão de problemas

A Inteligência Artificial pode ser aplicada para monitorar áreas de risco e prever situações e cenários nos quais a gestão pública deve atuar, podendo prevenir enchentes, por exemplo. Dessa maneira, a equipe profissional e a verba destinada para solucionar o problema circunstancial, é feita com melhor precisão.

Com informações da Assessoria de Imprensa NR7

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