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DESIGUALDADE DE GÊNERO: NO MERCADO DE DESENVOLVEDORES, APENAS 12% SÃO MULHERES

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Fotografia de mulher sentada digitando no notebook. Ela está sorrindo
Foto: Huawei/Divulgação

Pesquisa realizada pela Rocketseat mostra ainda que mulheres representam apenas 20% dos profissionais de tecnologia brasileiros

O mercado de desenvolvedores está crescendo cada vez mais, mas ainda há muito estigma em torno dessa profissão, o que impacta no recorte da realidade brasileira na área de TI. Por isso, a Rocketseat, edtech que visa formar desenvolvedores a partir de plataforma e metodologias próprias, realizou um estudo com mais de 1.200 desenvolvedores e análise de mais de 500 mil leads cadastrados na base.

Os desenvolvedores do sexo masculino são a maioria do mercado, sendo 87% contra 12% de mulheres e mais 1% não binário. Isso mostra que o setor de TI ainda é bastante desigual, mesmo com vários projetos de capacitação na área e cursos, as mulheres ainda representam apenas 20% dos profissionais de tecnologia. Segundo a pesquisa da Women in Technology, que entrevistou trabalhadores de países latinos para entender a razão por trás da escassez das lideranças femininas na tecnologia, 47% das respostas de brasileiras dizem que um dos principais fatores é a falta de inspiração e modelos a seguir.



Além disso, os dados coletados pela Rocketseat também apontam que as mulheres recebem em média R$4.013.69, valor inferior à média salarial dos respondentes masculinos, R$6.364.54. Ao analisar a distribuição das rendas, mais de 34% das pessoas do gênero feminino estão sem algum tipo de renda, ao contrário dos homens, que significam 10% menos nessa categoria.

O mercado está em constante mudança, e a tendência é que, em 10 anos, a participação das mulheres cresça na área de tecnologia, a fim de contra posicionar os apenas 42% de hoje em cargos de coordenação e especialização.

“Mais da metade dos usuários de internet são mulheres. O mercado de TI precisa ser mais inclusivo e contratar essas minorias para que tenha equidade. Ainda existe o estigma de que as profissões de tecnologia são para homens, mas são para qualquer pessoa que tenha interesse na área e aptidão”, afirma Isabela Castilho, Head of Community da Rocketseat.

Com informações da Assessoria de Imprensa NR7

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BRASIL, CHILE E ARGENTINA ESTÃO ENTRE OS PAÍSES COM MELHOR DESEMPENHO NA REDUÇÃO DE POLUENTES

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mobilidade-poluição

Brasil, Chile e Argentina foram os três países sul-americanos entre os 25 com melhor desempenho na corrida para o Net Zero, com base no progresso até o momento e nas iniciativas estabelecidas. O Brasil (18º), quando comparado com o trio, ficou em segundo lugar, atrás do Chile (16º) por duas posições e na frente da Argentina (22º) por quatro. O resultado é um recorte da América do Sul do estudo global realizado pela KPMG “Net Zero Readiness Index (NZRI) 2021” em que foram comparados os progressos de 32 países e territórios na redução de gases de efeito estufa (GEE).

A sócia-diretora líder de ESG da KPMG na América do Sul e da KPMG IMPACT, Juanita López, comenta que em um contexto pós-COP26 (26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas), tais análises são bastante relevantes. “Os países se comprometeram a fortalecer compromissos nacionais com as diretrizes do Acordo de Paris até o final de 2022 e, de divulgar antes da próxima edição da conferência, a atualização das metas climáticas e estratégias de longo prazo. Cumprir com esses objetivos exigirá o trabalho colaborativo entre governos e todos os setores da sociedade civil, principalmente do setor privado, que tem um papel fundamental para que que os países alcancem a meta estabelecida”, discorre a líder.



A ambição do Brasil é zerar as emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050

Durante a COP-26, o país anunciou novas metas para redução dos gases de efeito estufa, comprometendo-se com uma redução de emissões líquidas de 50% até 2030 e neutralidade de carbono até 2050. O Brasil utiliza extensivamente a energia hidrelétrica para gerar eletricidade e está desenvolvendo outras fontes de energia renováveis, como solar, eólica e biocombustíveis.

O Chile empenha-se, cada vez mais, em incentivar a adoção de veículos elétricos

Segundo o estudo, a principal estratégia chilena tem sido a descarbonização das fontes geradoras de eletricidade. As vantagens do país para a diminuição dos poluentes estão na abundância de recursos solares e nos investimentos em tecnologias verdes. De acordo com previsões do Ministério do Meio Ambiente, tais esforços para cumprir a meta de zero emissão líquida criam oportunidades de investimento entre 27 e 49 bilhões de dólares até 2050.

A Argentina visa uma transição energética para opções renováveis até 2030

Como um dos principais exportadores de carne bovina, o relatório apontou que o governo argentino se comprometeu a zerar o desmatamento líquido até 2030. Além disso, se propôs a reduzir as emissões de carbono até 2030 — esse é um limite 25% abaixo da meta anterior, que havia sido definida em 2016.

“O Brasil está trabalhando para diversificar suas fontes de energia verde, considerando a dificuldade de expansão das soluções hidrelétricas de grande porte pela enorme necessidade de terras dos reservatórios de hidrelétricas e a falta de confiabilidade nas estações secas”, analisa o sócio-líder de energia e recursos naturais da KPMG na América do Sul, Manuel Fernandes. “Os três países têm vastos recursos naturais para a produção de energia a partir de fontes renováveis e sustentáveis. Também não lhes falta conhecimento e acesso às tecnologias que permitiriam colocar em prática planos ambiciosos de transição energética. Porém, ainda que em diferentes graus, ambos enfrentam a falta de mecanismos eficientes de controle”, conclui o líder.

Sobre a pesquisa

Na pesquisa principal, foram analisados 103 indicadores que os estudiosos consideram fundamentais para alcançar a meta de zero emissão líquida dos poluentes. Participaram do ranking os seguintes países e territórios: Noruega, Reino Unido, Suécia, Dinamarca, Alemanha, França, Japão, Canadá, Nova Zelândia, Itália, Coreia do Sul, Espanha, Hungria, Estados Unidos, Singapura, Chile, Austrália, Brasil, Polônia, China, Malásia, Argentina, México, Turquia, Emirados Árabes Unidos. Além disso, pesquisadores avaliaram o que os países têm feito para reduzir as emissões, o que preparam para o futuro e aferiram as perspectivas para se alcançar a emissão zero de GEEs até 2050. Para saber mais, acesse aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação (RV&A)

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POR QUE ESTUDOS DE MOBILIDADE COM BASE EM DADOS DE TELEFONIA NÃO GERAM O MESMO RESULTADO QUE AS PESQUISAS TRADICIONAIS DE MOBILIDADE?

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Os dados de mobilidade oriundos das redes de telefonia móvel, em geral, oferecem uma perspectiva muito mais ampla e rica do que as pesquisas tradicionais

É natural comparar resultados obtidos a partir de metodologias distintas quando se analisa um determinado fenômeno como o da mobilidade urbana, porém não se pode perder de vista o fato de que metodologias muito diferentes podem apresentar resultados não tão próximos e que, afinal, o resultado mais correto sempre é a própria realidade.

As pesquisas de mobilidade em formato de entrevistas de campo são realizadas há mais de 50 anos e representaram, por muito tempo, o insumo principal para a geração de matrizes de origem-destino de deslocamentos da população, que, por sua vez servem como instrumento para o planejamento de mobilidade e sistemas de transporte em uma cidade ou região metropolitana.

Com o advento do big data e da digitalização de processos, a utilização dos registros das redes de telefonia móvel, chamados de CDRs, passaram a representar uma fonte robusta e confiável de informação para a análise dos padrões de comportamento de mobilidade da população.



É natural comparar resultados obtidos a partir de metodologias distintas quando se analisa um determinado fenômeno como o da mobilidade urbana, porém não se pode perder de vista o fato de que metodologias muito diferentes podem apresentar resultados não tão próximos e que, afinal, o resultado mais correto sempre é a própria realidade.

Nesse sentido, as comparações não deveriam ser realizadas de forma a confrontar diretamente volumes de viagens entre um método e outro, e sim de forma a entender qual metodologia melhor representa a realidade de mobilidade de uma determinada população.

Os dados de mobilidade oriundos das redes de telefonia móvel, em geral, oferecem uma perspectiva muito mais ampla e rica do que as pesquisas tradicionais de mobilidade na maioria dos casos em que a elaboração de matrizes de origem-destino se faz necessária para os processos de modelagem de tráfego.

Fundamentalmente, a razão disso gira em torno da quantidade e da qualidade da amostra coletada passivamente pelas operadoras de telefonia móvel, que por sua natureza massiva e representativa, proporciona uma extrapolação da amostra de altíssima confiabilidade sob o ponto de vista estatístico.

É verdade que ainda há um longo caminho a percorrer quando se trata da classificação por modo de transporte e inferência dos motivos de viagem. No entanto, as pesquisas de campo também não oferecem uma visão holística da mobilidade, dado o pequeno volume de entrevistas realizadas, a sub-notificação de viagens, os vieses inerentes às respostas e as técnicas simplificadas de expansão dos resultados.

Portanto, é fundamental que seja incorporado ao processo de planejamento de mobilidade o fato de que as pesquisas tradicionais de campo devem passar a ser um complemento aos resultados obtidos por meio de dados oriundos da telefonia móvel, no sentido de agregar às matrizes de origem – destino informações qualitativas específicas sobre os deslocamentos.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

PREFEITURA DE SP VAI LEVAR INTERNET DE ALTA VELOCIDADE PARA ESCOLAS MUNICIPAIS

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Foto: Big Brain/Divulgação

Parceria com a Fundação Lemann irá ampliar as possibilidades de ensino e aprendizagem dentro da sala de aula a partir do acesso à internet

 

A Prefeitura de São Paulo assinou na última quinta-feira (13) um Acordo de Cooperação com a Fundação Lemann para execução do Programa de Conectividade de Escolas da Prefeitura de São Paulo. Até 2023 o governo municipal quer viabilizar que todas as unidades escolares da rede tenham internet com qualidade de padrões internacionais, garantindo que todos os alunos possam fazer uso da tecnologia nas escolas públicas.

A Secretaria já vem investindo no uso de tecnologia para auxílio nas aprendizagens dos estudantes, como a aquisição de 465 mil tablets para estudantes de 540 escolas do ensino fundamental e mais 40 mil para estudantes da educação infantil praticarem atividades em salas de aula e nos laboratórios. Também foram distribuídos nas unidades educacionais 48 mil notebooks direcionados aos professores.



O Programa de Conectividade de Escolas ampliará as possibilidades de ensino e aprendizagem dentro da sala de aula, permitindo o uso de melhores recursos educacionais digitais, de ferramentas que visem reduzir as defasagens de aprendizado – que foram acentuadas ao longo da pandemia -, e das mais inovadoras plataformas formativas e avaliativas.

“Esta parceria será mais uma ferramenta para auxílio dos professores e estudantes nas atividades, principalmente neste novo momento que estamos entrando na Educação, em que o uso de tecnologia estará cada vez mais atrelado ao dia a dia das escolas”, afirma Fernando Padula, secretário municipal de Educação.

O Programa de Conectividade de Escolas da Prefeitura de São Paulo prevê a realização de um diagnóstico da qualidade da internet recebida por cada unidade escolar por meio da instalação do Medidor Educação Conectada, software gratuito desenvolvido pelo NIC-br em parceria com o MEC; o upgrade da velocidade contratada, para garantir internet apropriada para o uso pedagógico; e a compra de equipamentos de infraestrutura de internet e de conectividade que forem necessários para a efetividade do programa. O monitoramento da iniciativa será publicizado pelos dados do Medidor Educação Conectada.

O Medidor já está em funcionamento como projeto piloto nas escolas da Diretoria Regional de Educação de São Mateus. O objetivo é alcançar as escolas das demais 12 Diretorias Regionais de Educação, além da DRE São Mateus. Por meio do Medidor, será possível gerar relatórios com informações sobre a velocidade da internet e analisar se ela é suficiente para atender os projetos pedagógicos da escola, entre outros dados. Com o Medidor instalado, toda a comunidade escolar poderá monitorar a qualidade da internet recebida pelas escolas do município.

A Fundação Lemann já vem trabalhando com o tema de tecnologia na educação há alguns anos e, recentemente, lançou um programa para apoiar Secretarias de Educação que queiram garantir que suas escolas tenham acesso à internet de qualidade e possam utilizar tecnologia no processo de aprendizado.

“Ao conectarmos as escolas com internet de qualidade estamos dando oportunidade aos alunos da escola pública de estarem conectados com o mundo digital, garantimos maior equidade. As ferramentas digitais são importantes aliadas também para que a escola possa reduzir as defasagens causadas pela pandemia na aprendizagem. A escola conectada é boa para o aluno e também para o professor. A Fundação Lemann vê com animação a oportunidade de fornecer apoio técnico para desenhar e implementar o plano de melhorias de conectividade para cada escola e ajudar as escolas de São Paulo a se conectarem ao mundo digital”, afirma Cristieni Castilhos, gerente de conectividade da Fundação Lemann.

Com informações da Assessoria de Imprensa Analítica Comunicação — Assessoria de Imprensa da Fundação Lemann

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PROJETO PARA COMBATER FALTA DE ÁGUA NO NORDESTE LEVA UNIVERSITÁRIOS BRASILEIROS À FINAL MUNDIAL DO SEEDS FOR THE FUTURE

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Startups usam tecnologia para economizar e purificar água

Competição promovida pela Huawei desde 2008 premiará pela primeira vez a melhor solução para questões sociais ou ambientais

Brasileiros disputam com finalistas de outros nove países; resultado será divulgado dia 20 de janeiro

 

Um grupo de universitários brasileiros — estudantes e recém-formados de diversos estados — está na final mundial do Seeds for the Future, competição promovida desde 2008 pela Huawei, líder em TIC (Tecnologia da Comunicação e Informação). O objetivo da premiação é estimular e promover a vivência tecnológica e descobrir novos talentos com projetos que buscam resolver, por meio da tecnologia, questões sociais ou ambientais.

Utilizando uma tecnologia de rádio frequência que permite comunicação a longas distâncias, os brasileiros finalistas criaram um sistema de gerenciamento de recursos hídricos que monitora as cisternas das famílias que não tem água encanada em suas casas. Com o monitoramento, a ideia é evitar que as pessoas fiquem sem abastecimento de água, que pode se estender por vários dias, realidade de muitas famílias na região Nordeste do país.



“Durante nossas pesquisas, identificamos que 18,4 milhões de pessoas no Brasil não recebem água diariamente e 2,4 milhões não têm água encanada em casa. Desse total que não conta com água encanada, 10% vivem no Nordeste”, explica Saskya Pimenta, de Fortaleza (CE), que em dezembro concluiu o curso de Engenharia de Telecomunicações no Instituto Federal do Ceará. “Nossa ideia foi criar um sistema que pudesse tornar o processo de entrega de água mais eficiente, automatizado e menos suscetível a fraudes e falhas”, acrescentou Saskya.

Este é o primeiro evento de impacto social desde que o programa Seeds for the Future foi criado em 2008. Para chegar à final global, o grupo brasileiro, que conta outros dez integrantes — Otávio de Freitas, da Faculdade de Engenharia de Sorocaba; Pedro Pereira, da Universidade São Paulo (USP); Luiz Gustavo Cavalcante, da Universidade Federal de Roraima; Warley Barbosa, da Universidade Federal de Alagoas; Lucas da Silva, da Universidade Federal da Paraíba; Marcelo do Nascimento Filho, do Instituto Federal de Santa Catarina; Paulo Ferreira, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão; Luís Antônio da Costa e Renata dos Santos, do Instituto Federal de Sergipe; e Pryscilla de Medeiros, do Instituto Federal do Triângulo Mineiro — venceu duas seletivas. As eliminatórias nacionais foram realizadas em setembro e reuniram estudantes de 80 universidades brasileiras, todas parceiras do Huawei ICT Academy, programa que oferece cursos com certificação reconhecidos pelo mercado de trabalho. Vencida a etapa nacional, os brasileiros competiram com outros 75 grupos, de 50 países, para ficar entre os dez finalista.

“Estou vivendo uma experiência muito interessante com este projeto, que inclui a aplicação, na prática, de tecnologias como Cloud e Inteligência Artificial, entre outras”, diz Pryscilla de Medeiros, que está no último ano de Ciência da Computação no Instituto Federal do Triângulo Mineiro. “Estou aprendendo muito. É como se fosse um curso intensivo de experiência teórica e prática. Além disso, o projeto é todo redigido em inglês, assim como as reuniões e as apresentações. E isso tem me trazido uma vivência única como estudante o que está sendo um grande desafio e também uma grande oportunidade de aprendizado. Estou muito feliz de saber que estamos no caminho certo, vendo nosso projeto avançar”, contou Pryscilla.

Além de obterem orientação de profissionais e mentores experientes, os concorrentes do Seeds for the Future também terão contato com investidores, podendo tornar viáveis seus projetos caso saiam vencedores. “O Seeds for the Future é uma experiência que traz um pouco de vivência para quem busca conhecimento na área de tecnologia da informação. O programa mostra o compromisso da empresa em disseminar conhecimento e promover o desenvolvimento de talentos para um mercado cada vez mais digitalizado”, explica Bruno Zitnick, diretor de Relações Públicas e Governamentais da Huawei.

Chamada de Tech4Good, a edição final do Seed for the Future vai premiar as três primeiras equipes com produtos equivalentes a 20 mil dólares para o primeiro colocado, 15 mil para o segundo e 10 mil para o terceiro. Os vencedores também receberão sessões de coaching e terão uma reunião com potencial investidor para expor e defender seus projetos com a possibilidade de torná-los realidade. O Brasil concorre na final com grupos de Argentina, Tailândia, Iraque, Líbano, Líbia, Polônia, África do Sul, Vietnã e Bangladesh. O resultado dos vencedores será divulgado no próximo dia 20 de janeiro.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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MEU FINANCIAMENTO SOLAR REGISTRA CRESCIMENTO NA PROCURA POR CRÉDITO PARA ENERGIA SOLAR EM CASAS E NEGÓCIOS NO BRASIL

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Fintech, que surgiu para simplificar a geração própria de energia limpa, expandiu 256% em 2021 e comemora a marca de 1º de consumidores beneficiados pela tecnologia no país

Na última quarta-feira (12/01), o Meu Financiamento Solar, maior fintech de crédito para energia solar fotovoltaica do país, chegou a marca de um milhão de consumidores. A empresa, que surgiu como uma spin-off do Portal Solar e, em 2020, tornou-se uma joint venture com o Banco BV, registrou um aumento de 256% no volume de financiamentos e de 220% em propostas pagas no último ano.

Ao longo dos últimos anos, o Meu Financiamento Solar tem desconstruído a ideia de que investir em energia solar é algo caro e, com isso, tem democratizado o acesso à energia solar no Brasil. O custo para a instalação em uma residência com quatro pessoas, por exemplo, fica em torno de R$ 30 mil e o valor pode ser parcelado em até 10 anos. A fintech financia 100% do projeto no valor de até R$ 500 mil para pessoas físicas, e R$ 3 milhões para pessoas jurídicas.



Para o diretor executivo de Novos Negócios e Empréstimos do banco BV, Flávio Suchek, o Meu Financiamento Solar deve manter o crescimento nos próximos anos. “O negócio de financiamento de painéis solares já é um dos mais importantes para a receita do banco e acreditamos no potencial de crescimento do segmento nos próximos anos. Estamos satisfeitos em poder comemorar a marca de 1 milhão de clientes do MFS”, disse.

Segundo Carolina Reis, diretora comercial do Meu Financiamento Solar, o aumento da procura é um reflexo da mudança de comportamento dos consumidores, que buscam evitar o aumento de preço da energia. “As altas tarifas de energia e a redução dos custos dos equipamentos solares explicam a disparada na procura por financiamentos para sistemas fotovoltaicos”, garantiu a executiva.

“Bancos e fintechs como o Meu Financiamento Solar digitalizaram e simplificaram a concessão de crédito para esse produto, que foi elaborado com características ideais para o setor de energia solar trabalhar. Estamos preparados para apoiar os nossos parceiros instaladores e consumidores em mais um ano fantástico da energia solar no Brasil”, completou Carolina Reis.

Entre os clientes beneficiados pela companhia, predominam as instalações residenciais, com mais de 70%. No entanto, cada vez mais empresas buscam fontes renováveis de energia e, no último mês de novembro, 53% das consultas de crédito para sistema de energia solar foram feitas por pessoas jurídicas.

Com informações da Assessoria de Imprensa Fala Criativa

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AS 9 PREVISÕES DE TECNOLOGIA PARA 2022

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Desde 2020, e como consequência da pandemia, consumidores estão cada vez mais exigindo experiências personalizadas, assim como conveniência e garantia de que suas marcas favoritas tenham compromisso com o meio ambiente, o social e a governança. Uma tendência observada nas Previsões para 2022 da Forrester Research mostra que 80% dos consumidores verão o mundo totalmente digital e sem barreiras com o físico, tendo expectativas maiores de que as experiências digitais funcionem bem. Por isso, eles esperam que as empresas redobrem atenção na construção de uma experiência digital bem-sucedida e sustentável para o cliente.

Pensando em 2022 — e para atingir essas expectativas, empresas também estão atentas aos próximos passos no caminho da transformação digital e como acelerar as demandas futuras. O estudo da Forrester Research analisou os comportamentos dos consumidores e das empresas para listar as nove principais previsões que serão observadas no próximo ano:



1. 10% dos executivos de tecnologia priorizarão investimentos para expandir radicalmente a criatividade e a inovação
Neste ano, 21% dos influenciadores de compra globais afirmaram que suas empresas indicaram a transformação digital como algo fundamental para lidar com a mudança do modelo de negócios. No próximo ano, esse número será menos de 15%, mas isso não significa que a aceleração da tecnologia diminuirá, já que ainda é preciso investir em tecnologias inteligentes, como automação e mecanismos de previsão que se concentram nos resultados — e não vejam apenas as finanças.

2. Os gastos globais com software de gerenciamento de pedidos crescerão para mais de US$ 1 bilhão em 2022, chegando a US$ 1,5 bilhão em 2024
Para as marcas, as melhores experiências serão feitas por meio do “comércio em qualquer lugar”. Ele se fará presente com facilidades para todos os momentos de compra. Por isso, as empresas vão investir na construção de suas arquiteturas de experiência; desde o gerenciamento de pedidos, pagamentos e controle de estoque, que tornará real as experiências imersivas para cada perfil de consumo.

3. Em 2022, 60% dos incidentes de segurança envolverão terceiros
As companhias estão procurando tornar as cadeias de suprimentos mais resilientes, sem abrir mão da sua vantagem competitiva. A junção dessas duas prioridades impacta no aumento do ecossistema de terceiros. Porém, isso pode ser um problema e, de acordo com os dados da Forrester, 55% dos profissionais de segurança relataram que sua organização teve um incidente envolvendo a cadeia de suprimentos ou fornecedores terceirizados nos últimos 12 meses. Para evitar serem potenciais vítimas dos ciberataques, os gestores estão repensando estratégias e voltando-se à avaliação de risco para mapear melhor a cadeia de suprimentos e ter gerenciamento de continuidade de negócios.

4. 75% das estratégias de engajamento personalizado não atenderão às metas de ROI devido a insights inadequados dos consumidores
O engajamento digital será regra no próximo ano, com 70% dos profissionais de marketing adotando uma estratégia de engajamento digital “always on” em 2022. Cerca de 17% dos consumidores B2B disseram que a competência demonstrada durante o processo de compra foi o principal, muito à frente do relacionamento com o representante de vendas (5%) ou referências de clientes (6%). Alinhado a isso, o orçamento de Martech caiu para 19% este ano, mas aumentará para 25% em 2022. No entanto, esses esforços não atenderão aos objetivos de ROI devido à falta de conhecimento de quem é o comprador. É imperativo que os profissionais de marketing coloquem o cliente no centro para garantir que as metas de personalização sejam atendidas.

5. Em 2022, US$ 10 bilhões de gasto com design serão transferidos para fornecedores e serviços que se comprometem com a acessibilidade
À medida que a acessibilidade se torna obrigatória, os fornecedores de tecnologia e empresas de serviços precisarão fortalecer a experiência dos consumidores. Mais organizações que compram tecnologia se comprometerão com a acessibilidade em 2022, devido ao número crescente de empresas criando programas de diversidade e inclusão (26% o fizeram pela primeira vez em 2021). As companhias precisarão seguir o exemplo e assumir compromissos semelhantes se quiserem uma parte dos US$ 10 bilhões.

6. Empresas falham no modo ‘trabalho de qualquer lugar’ – e não é o culpa do vírus
10% das empresas se comprometerão com um futuro totalmente remoto e, para os 90% restantes, as prescrições de vacinas levarão às complicações, mas não serão a causa da maioria das falhas no retorno ao escritório. Os mais prejudicados serão os 60% das empresas que estão mudando para um modelo híbrido: um terço das primeiras tentativas no modo ‘trabalho de qualquer lugar’ não funcionará. Para os gestores, o modelo híbrido funcionaria, mas ainda pensam no dia a dia como se os funcionários estivessem totalmente no escritório. Já um número menor (30%) de empresas insiste em um modelo voltado totalmente ao escritório, mas seus funcionários não aceitam. O não comparecimento nessas empresas vai subir acima de suas médias da indústria – as taxas de abandono mensal aumentarão para até 2,5% em 2022. Esse cenário só mudará quanto os líderes finalmente se comprometerem a fazer o trabalho híbrido funcionar.

7. O nativo da nuvem é o centro das atenções na nuvem corporativa
A adoção nativa da nuvem aumentou entre 2020 e 2021: os desenvolvedores relataram um aumento no uso de contêineres (33% a 42%) e sem servidor (26% a 32%) em sua organização. Já em 2022, a adoção nativa da nuvem aumentará para metade das organizações empresariais. Mais importante, as empresas irão reformular suas estratégias de nuvem para serem nativas da nuvem e as tecnologias de big data, IA, Internet das coisas transcenderão todos os principais domínios de tecnologia.

8. Recompensas de viés dão frutos
As recompensas de viés são baseadas em premiações aos usuários que detectam problemas no software de segurança. No caso de tendências de polarização, os usuários são recompensados por identificar tendências em sistemas de IA. Em 2022, pelo menos 5 grandes empresas apresentarão esse tipo de programa.

9. Em 2022, o investimento em infraestrutura inteligente aumentará 40%
É esperado que, em 2022, os investimentos em infraestrutura inteligente obtenham um crescimento notável impulsionado por gastos inesperados do governo em todas as geografias. IoT e tecnologias de ponta que utilizam redes avançadas como 5G demonstraram que podem capacitar estradas e trens inteligentes e conectados.

Para facilitar a recuperação da pandemia, o planejamento municipal priorizará iniciativas para fornecer aos cidadãos conectividade com a Internet, melhorar a saúde pública e gerenciar recursos críticos, tais como água e energia, usando medidores inteligentes. Esses insights serão reaproveitados em infraestrutura habilitada para IoT que modificam os padrões de tráfego, reduzem o congestionamento ou permitem veículos autônomos em portos e aeroportos.

Diante de todas essas tendências para 2022, está claro que é preciso rever as lições aprendidas de 2020 e 2021 para construir um caminho mais ágil, criativo e resiliente. Os gastos com tecnologia serão acelerados e os líderes irão investir em inovação para redirecionar suas estratégias de negócios com adoção de IA e demais tecnologias emergentes.

Para Marcelo Pivovar, head de Tecnologia e Inovação da Oracle no Brasil, o momento é de analisar como as novas tecnologias estão ajudando a desbloquear a criatividade e a inovação das empresas e pessoas. “Passamos por vários desafios nos últimos meses e sabemos que não foi o fim. Durante este tempo, a tecnologia foi uma forte aliada para reconstruir relações humanas e corporativas. Agora, é o momento de caminhar com passos firmes e imaginar um futuro ainda mais conectado e alinhado às expectativas dos consumidores como forma de avançar ainda mais nas melhorias da sociedade”, conclui.

Com informações da Assessoria de Imprensa Oracle Brasil

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PAGAMENTO POR APROXIMAÇÃO VIRA TENDÊNCIA NOS PEDÁGIOS DURANTE A OPERAÇÃO FINAL DE ANO

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Infraestrutura em Foco: P3C Discute Soluções e Avanços para o Crescimento do país
Foto: Governo do Estado de SP/Divulgação

O pagamento por aproximação nos pedágios tem ganhado cada vez mais adeptos e as transações realizadas neste final de ano nos pedágios do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), administrado pela Ecovias, e no Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto, operado pela Ecopistas, ambos da Ecorodovias em São Paulo, são uma prova disso.

Dezembro já desponta como o mês com mais transações por aproximação Visa no Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) desde o lançamento da tecnologia em julho de 2021 — crescimento superior a 40% no número de transações em relação à média dos 3 meses anteriores. O débito é o método mais escolhido pelos motoristas em ambos os pedágios com quase 65%. Quase 50% de todos os pagamentos Visa no Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) aconteceram nas semanas do Natal e do Ano Novo, entre os dias 19 de dezembro e 1° de janeiro. Os dias com maior número de transações Visa por aproximação na Ecovias foram o dia 23 de dezembro na semana do Natal e 27 de dezembro na semana do Ano Novo. Já no Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto, a semana entre Natal e Ano Novo recebeu 40% dos pagamentos por aproximação Visa de todo o mês. A diferença é que neste pedágio o dia 30 de dezembro foi o pico dos pagamentos com a tecnologia.



O novo sistema permite o uso de cartões de crédito e débito por aproximação e, também, de dispositivos eletrônicos, como celulares, relógios ou pulseiras com esta tecnologia. O processo funciona de forma simples: o consumidor informa na cabine o meio de pagamento (dinheiro ou dispositivo habilitado com tecnologia de pagamento por aproximação), aproxima o dispositivo ou cartão do leitor e a cancela abre automaticamente.

Com informações da Assessoria de Imprensa InPress Porter Novelli

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EMPRESAS DEVEM ADOTAR PRÁTICAS DE ECONOMIA CIRCULAR E PROPORCIONAR MAIOR ADOÇÃO DO CONSUMIDOR PARA A CONSTRUÇÃO DE UM FUTURO MAIS RESILIENTE

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Connected Smart Cities 2025 estreia palco exclusivo sobre PPPs e Concessões em parceria com a B3 e o FDIRS

Pesquisa da Capgemini mostra que até 72% dos consumidores desejam adotar práticas circulares, mas as organizações não estão fornecendo a praticidade, as informações e a acessibilidade para promover essa atitude

 

As empresas devem adotar modelos de economia circular para atender às demandas dos consumidores e mitigar riscos futuros da cadeia de suprimentos. À medida que os consumidores se tornam mais exigentes e desafiadores para que as empresas sejam responsáveis, eles se voltam para aquelas que adotam práticas circulares. De acordo com o último relatório do Capgemini Research Institute, Circular economy for a sustainable future: How organizations can empower consumers and transition to a circular economy (ou em livre tradução para o português Economia Circular para um futuro sustentável: Como as organizações podem empoderar os consumidores e fazer a transição para uma economia circular), mais de sete em cada 10 consumidores desejam adotar práticas circulares, como a redução do consumo geral (54%), compra de produtos mais duráveis (72%) e manutenção e reparo para aumentar a vida útil do produto (70%).

O Em contraste com o modelo linear, uma economia circular é regenerativa e visa desacoplar gradualmente o crescimento do consumo de recursos finitos. Para os consumidores, isso significa comprar produtos duráveis que são recicláveis ou feitos com materiais reciclados; mantê-los em uso por um longo tempo por meio de manutenção e reparos eficazes, ou garantindo ações responsáveis de fim de vida para que pouco ou nenhum desperdício seja gerado. Para as empresas, inclui o desenvolvimento de produtos e modelos de negócios que eliminem o desperdício desde a concepção, reduzindo o uso de matéria-prima e planejando a devolução/recuperação de produtos e embalagens, entre outras ações.



Demanda do consumidor por circularidade

Impulsionado pela consciência e preocupação com as questões de desperdício e esgotamento de recursos, o desejo do consumidor de adotar práticas de consumo consciente está crescendo. No entanto, quase 50% dos consumidores acreditam que as organizações não estão fazendo o suficiente para reciclar, reutilizar e reduzir o desperdício em todos os setores, e 67% deles esperam que as organizações sejam responsáveis ao anunciar produtos e não encorajem o consumo excessivo.

Relatórios anteriores da Capgemini mostram[1] que as organizações estão falhando em tomar medidas ousadas em suas práticas de economia circular. Nesse contexto, os consumidores estão direcionando cada vez mais seus gastos para empresas que praticam a circularidade. Isso é especialmente verdadeiro em áreas nas quais a conscientização do consumidor é maior, como alimentos e resíduos de plástico. Por exemplo, 44% dos consumidores aumentaram seus gastos nos últimos 12 meses com empresas de alimentos e bebidas que se concentram em reciclar, reutilizar e reduzir o desperdício, e 40% o fez para produtos de cuidados pessoais e domésticos.

À medida que o interesse do consumidor pela sustentabilidade se traduz em ação, as organizações devem aumentar o foco e o investimento em práticas circulares no design de seus produtos.

Quebrando barreiras para circularidade: mudando o foco apenas da fase pós-uso

Os consumidores estão atualmente limitados devido às questões de conveniência, acesso e custo. Três em cada cinco (60%) citam a falta de informação suficiente (sobre a origem, capacidade de reciclar, conteúdo reciclado, etc.) na rotulagem do produto como uma razão para não realizar ações circulares positivas. Cerca de 55% deles afirmam que as despesas são uma barreira para consertar produtos, e mais da metade (53%) cita não querer abrir mão da conveniência. Este é um resultado inevitável do boom do comércio eletrônico dos últimos 10 anos, que incutiu um grande desejo e expectativa por conveniência e baixo custo por meio de grandes varejistas que oferecem serviços de entrega no dia seguinte ou até no mesmo dia.

Embora existam esforços regulatórios, como a iniciativa do ‘direito de reparar’ da União Europeia para estender a vida útil do produto, também é responsabilidade das empresas quebrar as barreiras. Atualmente, as abordagens circulares dos consumidores se concentram principalmente na fase de pós-uso. Por exemplo, 58% dos consumidores dizem que segregam e descartam resíduos alimentares pós-uso, mas apenas 41% dos consumidores compartilham que compram alimentos que usam embalagens mínimas, potencialmente também apontando para opções que são realmente disponibilizadas aos consumidores. A eliminação responsável é a chave da economia circular, mas é necessário fazer mais para garantir que não sejam criados resíduos.

“A economia circular é a chave para o crescimento sustentável. A partir de agora, os consumidores já tomam decisões mais verdes, mas podem escolher apenas o que é oferecido a eles: as organizações industriais precisam se preparar para um ciclo de vida verde”, comenta Roshan Gya, Diretor Executivo de Indústria Inteligente da Capgemini Invent.

“Os vencedores serão aqueles que garantirão uma transformação profunda em três áreas: minimizar o impacto de seus produtos e serviços existentes, desenvolver os produtos do amanhã que irão abraçar os princípios da circularidade por design e reinventar suas operações que incluem novos modelos de negócios sustentáveis. Essas empresas serão os novos líderes do amanhã em seus mercados com um forte relacionamento e fidelidade com o consumidor. Em uma jornada sustentável, a economia circular é um investimento hoje em como devemos fazer negócios no futuro”, conclui o executivo.

O relatório identificou algumas ações críticas para as empresas implementarem iniciativas de economia circular:

• Adotar princípios de design circular

• Repensar radicalmente os modelos de negócios

• Repensar as cadeias de valor para “fechar o ciclo”

• Habilitar a adoção de práticas circulares pelo consumidor

• Estabelecer facilitadores organizacionais para apoiar a transição para uma maior circularidade

• Usar tecnologias emergentes para promover estratégia de economia circular

• Colaborar para acelerar o progresso

Com informações da Assessoria de Imprensa Ketchum Brasil

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MCOM REALIZA VISITA TÉCNICA À INFOVIA QUE LEVARÁ INTERNET A CIDADES DA REGIÃO NORTE

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Professor Escola do Futuro
Foto: istockphoto/divulgação

Infraestrutura subfluvial de 770 quilômetros irá conectar cinco cidades da região amazônica. Cerca de 1 milhão de pessoas serão beneficiadas nos estados do Amapá e Pará

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, realiza visita técnica com uma comitiva de lideranças do Governo Federal, parlamentares, iniciativa privada e servidores do governo, nesta sexta-feira (14/1), às 11 horas, na Praia da Fazendinha, em Macapá (AP). O objetivo é verificar in loco a implementação da “Infovia 00”, marco das ações do Programa Amazônia Integrada Sustentável (PAIS), que integra o programa Norte Conectado, ambos coordenados pela pasta. Está prevista a participação do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

Com o lançamento do cabo de fibra óptica subfluvial será possível levar internet de alta velocidade e conectar Macapá (AP) a Santarém (PA), passando pelas cidades paraenses Alenquer, Almeirim e Monte Alegre. A infraestrutura de fibra, vinda da Alemanha, sairá de Macapá e conta com 770 quilômetros de extensão. Cerca de 1 milhão de pessoas serão beneficiadas nesses cinco municípios, entre elas ribeirinhos e pescadores artesanais.



Para a implantação da rede de infraestrutura foram consideradas todas as questões ambientais e uma solução inovadora foi utilizada para a redução dos impactos: o cabeamento por meio de leito dos rios. “Uma rede típica de telecomunicações na Amazônia, enterrada ou posteada, poderia implicar na destruição de 68 milhões de árvores. O que faremos é uma rede subfluvial que aportará nas principais comunidades sem derrubar nenhuma árvore sequer”, salientou o ministro Fábio Faria, durante apresentação do programa na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP26). A previsão é que a implantação da rede principal da Infovia 00 seja concluída até 31 de janeiro.

A implantação do cabo de fibra óptica no Rio Amazonas tem início após a aprovação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O órgão avaliou possíveis impactos ambientais e autorizou as licenças para a viabilização do empreendimento, executado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

A construção da Infovia 00 contou com investimento de R$ 94 milhões, a maior parte de recursos do MCom. Houve também repasses do Ministério da Educação (MEC), do Conselho Nacional de Justiça e de emenda do Senado.

CONEXÃO ULTRARRÁPIDA

A rede de infraestrutura (backbone) levará conexão de altíssima velocidade às cidades. O cabo possui 24 pares de fibras óptica e cada uma dessas fibras suporta 40 canais de dados, cada um com capacidade de 100 gigabits por segundo (Gbps) — conexão quase mil vezes superior à banda larga doméstica que, em média, tem capacidade de 100 megabits por segundo.

Em cada município, redes metropolitanas distribuirão o sinal da fibra óptica para organizações, entre elas instituições de ensino e pesquisa, hospitais, centros de saúde e unidades do poder judiciário. Dessa forma, será possível fortalecer políticas públicas de educação, saúde e segurança. As redes metropolitanas da Infovia 00 devem ser entregues até março de 2022.

A RNP, detentora do direito de toda a infraestrutura, compartilhará o acesso e a infraestrutura com os operadores e provedores de telecomunicações que compõem o Consórcio Aberto do Operador Neutro — modelo inovador de operação adotado pelo MCom. Serão essas empresas as responsáveis por fazer a operação, manutenção da rede e levar conectividade às cidades.

PAIS

Ao todo, o Programa Amazônia Integrada Sustentável (PAIS) prevê a construção de oito infovias que terão quase 12 mil quilômetros de extensão, passando pelos rios Amazonas, Negro, Solimões, Madeira, Purus, Juruá e Rio Branco. O PAIS é uma iniciativa do Governo Federal, executada pelo MCom, com a finalidade de expandir a infraestrutura de comunicações na Região.

Os cabos de fibra óptica levarão conexão a 58 cidades da região Norte e beneficiarão, aproximadamente, 10 milhões de brasileiros que hoje vivem em localidades com baixa ou pouca infraestrutura de conectividade. “Se nós temos hoje 40 milhões de brasileiros sem internet só com esse projeto nós iremos resolver cerca 25% do problema que nós temos no país”, argumenta Faria.

Em 2021, o MCom iniciou os estudos para implantação da “Infovia 01” que interligará Santarém a Manaus, passando por outros nove municípios nos estados do Pará (Curuá, Óbidos, Oriximiná, Juruti e Terra Santa) e do Amazonas (Parintins, Urucurituba, Itacoatiara e Autazes). A expectativa é que ainda no último trimestre de 2022 seja efetuado o lançamento do cabo subfluvial. O investimento total para a construção das infovias é de R$ 1,7 bilhão. Parte do recurso é proveniente de leilão do 5G.

Com informações da Assessoria de Imprensa Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações

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