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INSCRIÇÕES PRORROGADAS PARA PROGRAMA DE ACELERAÇÃO VOLTADA A STARTUPS DE EMPREENDEDORES NEGROS

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Startups poderão se inscrever até 19 de fevereiro no Black Scale, programa da Inventivos com Distrito, Via e Unilever para impulsionar inovação e desenvolvimento de negócios por meio de mentorias, treinamentos e investimento

Mesmo sendo maioria no Brasil (56%, segundo o IBGE), a população negra é ainda minoria em cargos de gestão empresarial — representa 23,6% das lideranças, de acordo com a Pesquisa Afroempreendedorismo no Brasil. Para mudar esse quadro, a Inventivos, em cocriação com a plataforma de transformação digital Distrito, Via e Unilever, lança em novembro o Black Scale, programa de aceleração para startups fundadas por pessoas negras. Os empreendedores podem se inscrever no site Black Scale até o dia 19 de fevereiro.

O processo terá duas etapas: seleção e aceleração. Entre os inscritos, 50 startups serão chamadas para entrevistas. Dessas, serão selecionadas 20 para a fase de imersão, uma pré-aceleração intensiva com duração de um mês. Ao final, 10 serão escolhidas para o plano de aceleração completo ao longo de três meses.



Para o CEO e cofundador do Distrito, Gustavo Araujo, essa é uma iniciativa necessária para o ecossistema de inovação brasileiro. “Enquanto software e cloud figuram como principal segmento de pequenas e médias empresas gerais, a categoria sequer aparece nos dez principais ramos dos afroempreendedores. A maioria das startups não têm nenhum negro na equipe. Isso mostra que o mercado de tecnologia é pouco diverso e queremos mudar esse cenário por um cada vez mais igualitário”, afirma.

Para o CEO da Inventivos, Lucas Santana, a desigualdade nessa área é gritante e ações como essa são de extrema importância para um país como o Brasil. “A jornada de empreender é, por vezes, precarizada. Sobretudo quando falamos de negócios que são fundados por pessoas negras. A característica da cor de pele nos atravessa nas relações profissionais, seja no menor faturamento nas empresas fundadas por pessoas negras, no empreendedorismo por sobrevivência e não por oportunidade, ou na dificuldade de acesso a crédito. O que falta é incentivo, cases para se inspirar e, principalmente, orientação. Por isso, esse programa é muito importante para diminuirmos as desigualdades no mundo dos negócios”, completa.

O Black Scale inclui conteúdos de business e tecnologia, mentorias com especialistas, conexões com outras empresas, acesso a ferramentas digitais, plano de acompanhamento, entre outros benefícios. As startups vão receber treinamentos baseados em quatro pilares: posicionamento de marca, cultura de inovação, deal flow de negócios e impacto social.

Segundo a gerente de D&I da Unilever Brasil, Luana Suzina, o Black Scale vem para disseminar ainda mais os valores da empresa. “O tema Diversidade e Inclusão na Unilever não fica restrito à área de Recursos Humanos, mas permeia todas as nossas marcas e áreas e é parte importante da nossa estratégia de negócios, assim como a inovação, ambos sendo premissas para tudo o que fazemos. Por isso vemos a oportunidade que o Black Scale nos traz de quebrar barreiras nestes dois temas somados e contribuir para essa jornada de transformação do cenário de startups. O tema inovação é parte do Fundo Afrolever, uma iniciativa da Unilever cuja missão de acelerar as oportunidades para pessoas negras se apoia nos pilares de talentos, marcas, fornecedores e comunidade, e busca impulsionar a representatividade negra dentro da companhia e também na sociedade. Estamos orgulhosos de fazer parte porque acreditamos muito no potencial dessa ação para acelerar e fomentar a cadeia de startups e empreendedores para que tenha mais diversidade e interseccionalidade”, diz.

O desconhecimento de estratégias digitais, métodos, processos e de como tornar o negócio rentável são apontados como alguns dos principais desafios pelos empreendedores negros. E o Black Scale vai justamente fornecer ferramentas para superar essas dificuldades, potencializando iniciativas de inovação, além de criar oportunidades para novos negócios.

Para a gerente de Diversidade e Inclusão da Via, Amanda Ferreira, a iniciativa conversa com o compromisso da empresa. “O programa Black Scale é uma grande oportunidade para contribuir com o aumento da diversidade no ecossistema de startups. Para nós, da Via, é um orgulho enorme poder contribuir com a aceleração de negócios liderados por pessoas negras, porque acreditamos na força inventiva do afroempreendedorismo inserido na transformação digital e no movimento coletivo, dialogando e tornando toda jornada digital mais inclusiva. Aqui na Via, a Diversidade, Equidade e Inclusão são valores e fazem parte do nosso compromisso como empresa, pois queremos que a pluralidade brasileira esteja representada em nosso time, e claro, na sociedade. Sabemos do nosso papel como empresa e nos comprometemos nessa atuação mais ativa na agenda de equidade racial no Brasil, focando, também, em programas internos de aceleração de carreiras para profissionais negros e a meta de representatividade de 45% de negros em cargos de gerência acima”, conclui.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ovocom

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PRIMEIRO CARRO INTELIGENTE, O ELÉTRICO BMW IX JÁ ESTÁ EM PRÉ-VENDA COM AUTONOMIA DE ATÉ 630KM

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Maior autonomia entre os veículos elétricos vendidos no Brasil

Grade frontal com nanotecnologia tem capacidade de autorregeneração

Sonorização feita por vencedor da Academia de Cinema e do Grammy

Modelo vem com dois carregadores como cortesia

A eletrificação dos automóveis premium no Brasil já é uma realidade. Tudo começou há oito anos, mais precisamente em 2014, com o lançamento do BMW i3. Referência em sustentabilidade e propulsão elétrica, o BMW i3 liderou o movimento de carros elétricos no país e pavimentou a estrada para o futuro. E nenhum carro representa melhor o futuro da mobilidade que o BMW iX, o primeiro carro inteligente do Brasil. Com design arrebatador e tecnologias nunca vistas em outros modelos vendidos no país, o BMW iX já está em pré-venda em todas as concessionárias da BMW no Brasil desde 24/01 clicando aqui.

Carro-chefe de tecnologia do BMW Group, o BMW iX é o símbolo de uma nova era de mobilidade na marca. Concebido desde o início para ser um veículo totalmente elétrico, sua construção tem diversos elementos moduláveis criados pela BMW pensando nos próximos lançamentos com esse tipo de propulsão. Tudo sem abrir mão de proporcionar o Puro Prazer de Dirigir, o DNA da marca.



“Depois de lançar um modelo elétrico e ter toda a gama BMW conectada no país, chegou o momento de ir além com um modelo que representa um novo passo na conexão entre o carro, passageiros e o mundo, se atualiza sozinho, aprende seus hábitos e antecipa seus desejos com inteligência artificial, conta com design revolucionário, inclusive com adoção de tecnologia Shy Tech (menos botões de comando e maior interatividade) e ainda é capaz de regenerar pequenos danos em sua grade frontal”, afirma Roberto Carvalho, Diretor Comercial da BMW do Brasil. Para vender o modelo com foco no cliente, há uma novidade na venda. “Entendendo o desejo do cliente de carregar seus carros em casa, oferecemos dois carregadores com o modelo, que pode passar dos 600 km de autonomia”, reforça o executivo.

Forma e função andam lado a lado no BMW iX. Com estrutura que prioriza o aumento de rigidez e menor peso possível, o utilitário mescla o uso de alumínio com resina reforçada com fibra de carbono em sua construção e carroceria. O design, claro, entrega o melhor coeficiente aerodinâmico possível. São apenas 0,25 de coeficiente de arrasto, que contribuem para um melhor desempenho e eficiência energética.

Posicionada no assoalho do BMW iX para melhorar o centro de gravidade e garantir maior proteção contra impactos, a célula de bateria do BMW iX tem a quinta e mais moderna geração do BMW eDrive. Sua densidade energética aumentou cerca de 40% em comparação com a bateria de alta tensão do BMW i3 2020. São 76,6kWh de capacidade total na versão xDrive40 e 111,5kWh na versão xDrive50. Com base no ciclo WLTP, o BMW iX chega ao Brasil com autonomia de até 425km e 630km, respectivamente, nas versões xDrive40 e xDrive50.

Apesar da ótima autonomia, a BMW não poupou desenvolvimento em novas tecnologias de carregamento. Prova disso é que o BMW iX estreia um novo sistema, capaz de proporcionar recargas de até 150kW na versão xDrive40 e 195kW na versão xDrive 50.

Esse rápido carregamento permite aumentar 70% do nível de carga da bateria em 35 minutos no BMW iX xDrive50 ou 31 minutos no caso do BMW iX xDrive40. Além disso, a autonomia pode ser aumentada em até 150 quilômetros para o BMW iX xDrive50 e 95 quilômetros para o BMW iX xDrive40 em 10 minutos.

O BMW iX é o primeiro modelo da BMW a receber uma BMW Wallbox essential de 22 kW e um Flexible Fast Charger. O novo acessório de recarga, Flexible Fast Charger, é um carregador rápido, portátil e flexível. O kit standard acompanha um conector de 3 pinos com potência de 1.8 kW, mas o cliente encontra opções de cabos que podem aumentar a potência para até 11 kW. O carregador tem cabo com comprimento de 6 metros, a maior distância no mercado. Além disso, o Flex Charger tem garantia de 2 anos, assim como a BMW Wallbox.

Motores e o Puro Prazer de Dirigir

Equipado com dois motores, um no eixo dianteiro e um no eixo traseiro, o BMW iX tem tração integral xDrive de série. De forma combinada, os motores rendem ótimos 326cv e 630Nm de torque na versão xDrive40 e impressionantes 523cv e 765Nm de torque na versão xDrive50. A aceleração é de 6,1 segundos e 4,6 segundos, respectivamente, enquanto a velocidade máxima é limitada a 200km/h em ambos para preservação da bateria.

O sistema de tração nas quatro rodas do BMW iX é comandado eletronicamente e transmite exatamente a quantidade certa de torque para as rodas dianteiras e traseiras em todas as situações. Seu controle inteligente permite uma transmissão de potência totalmente variável, desde a tração puramente traseira até uma configuração de tração nas quatro rodas com máxima tração.

A tecnologia de deslizamento limitado da roda instalada em ambos os eixos, em conjunto com o sistema de tração nas quatro rodas traz uma melhoria adicional na tração e estabilidade. Integrado no gerenciamento do motor, este sistema produz entradas corretivas muito precisas e rápidas. Dessa forma, o carro consegue tração independente da condição do tempo ou do pavimento da estrada.

Para tudo por onde passa

Com porte semelhante ao de um BMW X5, o BMW iX é impactante visualmente. Suas linhas reforçam mais isso. A lateral tem formas musculosas, rodas com desenho aerodinâmico de 22 polegadas e maçanetas integradas nas portas, que dão um charme e requinte ao utilitário.

Na dianteira, os faróis a laser afilados dão uma aparência sedutora ao BMW iX. A grade vertical, que estreou nos esportivos Série 4 também está presente e esconde muitos segredos. O principal deles, sem dúvida, se refere à autorregeneração. A peça, produzida com nanotecnologia, é capaz de se recuperar pequenos danos por conta própria. Responsável por proteger boa parte dos sistemas semiautônomos e de segurança ativa que equipam o BMW iX, a grade guarda outra tecnologia. Pequenos filamentos de aquecimento são responsáveis por limpar e/ou secar a superfície para manter todos os sistemas com as melhores condições de funcionamento.

Na traseira, lanternas bem finas de LED estão embutidas na tampa do porta-malas e dão um visual elegante ao BMW iX. Há padrões de acabamento diferenciados para as lanternas das versões xDrive 40 e xDrive 50 Um acabamento em preto brilhante no parachoque completa a aparência imponente da traseira e deixa o utilitário ainda mais atraente.

Primeiro carro inteligente do Brasil

A melhor forma de perceber quão inteligente o BMW iX é no uso cotidiano. Algumas situações, porém, podem ser explicadas. A primeira delas diz respeito ao sistema de regeneração de energia dos freios. Com todos os seus sistemas trabalhando em conjunto e inteligência capaz de fazer inveja em muitos carros elétricos novos, o BMW iX é capaz analisar o mapa de GPS por onde o carro está transitando.

Se detectar, por exemplo, uma situação na qual o motorista será efetivamente obrigado a frear, como um cruzamento, o carro, automaticamente, aumenta o sistema de regeneração de energia. Dessa forma, o motorista usa menos o sistema de freios e, ao mesmo tempo, recupera mais energia para as baterias.

Outro exemplo de inteligência do BMW iX se refere à rotina do motorista. Com a Assistente Pessoal Inteligente BMW (Intelligent Personal Assistant), o veículo é capaz de analisar o caminho que está sendo feito, cruzar com os dados de horário e destino, para ter ações espontâneas que já foram feitas previamente pelo condutor, como por exemplo, abrir sozinho o vidro do motorista para abrir o portão eletrônico da residência. O assistente é capaz de executar inúmeras funções no veículo ou explicar o funcionamento de equipamentos sendo ativados por comando de voz com a frase “Olá BMW”, ou qualquer outra frase que for programada pelo motorista. O sistema de voz aprende com os seus hábitos, se ajustando e fazendo da sua experiência, cada vez mais personalizada.

Intuitividade em outro patamar

Além de inteligente, o BMW iX chega para revolucionar a relação entre carro e homem. Com um interior completamente clean e minimalista, o utilitário aposta na intuitividade do sistema Shy Tech. É possível controlar as funções do sistema multimídia por comandos de voz, gestos, tato ou da forma mais tradicional, por meio dos botões no console central. Botões feitos de cristais, que reforçam a pegada luxuosa e premium do utilitário.

O amplo espaço interno, com direito a assoalho plano em toda a extensão da carroceria, e assentos recém-desenvolvidos com apoios de cabeça integrados dão o tom para o ambiente luxuoso. O volante com formato hexagonal e o Head up display integrado ao painel são outros pontos que chamam atenção. Mas não o suficiente para ofuscar o BMW Live Cockpit Professional. A incrível tela curvada é composta por duas telas, com 12,3” e 14,9”. A menor, programável em design e itens de controle do veículo, fica responsável por exibir informações do painel de instrumentos, enquanto a maior faz a função de sistema de entretenimento do BMW iX, e tem compatibilidade com Apple Car Play e Android Auto.

Equipado com a funcionalidade My Modes, o BMW iX permite que o motorista decida o estilo de condução e personalizações do interior. De acordo com o modo selecionado, é possível mudar a resposta de comportamento do carro, a iluminação da cabine e a exibição das informações no BMW Live Cockpit. Há ainda a Realidade Aumentada BMW, que utiliza as câmeras do iX para projetar uma espécie de realidade aumentada na tela multimídia e facilitar a visualização do motorista em determinadas situações, como de estacionamento, por exemplo.

Há ainda outra função revolucionária ligada ao sistema de navegação do modelo. Assim que o motorista insere o seu destino, o carro recalcula a autonomia máxima possível, de acordo com o nível da bateria, por meio do cruzamento de algoritmos de topografia e trânsito.

Lista de equipamentos quase infinita

Seria possível escrever um release apenas com a informações da lista de equipamentos do BMW iX. Flagship da marca, o utilitário tem todas as tecnologias disponíveis nas prateleiras de Munique. O ar-condicionado, por exemplo, é ajustável em quatro zonas, tem comandos touchscreen e filtro de nanofibra para purificar o ar da cabine.

O sistema de som da renomada Bowers & Wilkins Diamond Surround tem 30 alto-falantes, 1.615W de potência e função 4D, que possibilita uma experiência sonora incrível. Com alto-falantes embutidos nos bancos, é possível ouvir e sentir as vibrações sonoras de uma Ópera Clássica ou de um show de Rock’n Roll e está disponível na versão xDrive50.

Outro destaque é o teto-solar panorâmico, que não tem cortina para proteção solar. Com uma tecnologia inédita em carros vendidos no Brasil, basta tocar em um botão para que o vidro se torne fosco e ofereça conforto luminoso e isolamento térmico para os ocupantes. A tecnologia usa eletricidade para acionar uma membrana interna do vidro que se torna translúcida a ponto de escurecer a cabine, proporcionar sombra e controlar a temperatura do ambiente. Essa tecnologia é usada também nas janelas dos aviões da Boeing, como o moderno 787 Dreamliner.

Além da proteção acústica para pedestres, o BMW iX também possui um som para aumentar a emoção de quem está ao volante. Chamada de BMW IconicSounds Electric, a função inclui trilhas compostas pelo renomado Hans Zimmer para proporcionar ainda mais conexão emocional entre os ocupantes e o veículo.

A chave virtual ficou ainda mais cômoda. Com a tecnologia UWB a experiência de ter um BMW iX se torna ainda mais encantadora. Com o Digital Key Plus, assim que o passageiro se aproxima do veículo, a uma distância de três metros, carregando a chave física ou com um iPhone ou Apple Watch compatível, o carro já aciona as luzes de boas-vindas.

A 1,5m do carro, as portas são destravadas para liberar o acesso. Na hora de ir embora, basta se afastar que as portas se trancam, automaticamente, quando a chave está a dois metros de distância do carro. A configuração da chave digital pode ser feita por intermédio do aplicativo My BMW, e o proprietário do carro também pode criar chaves virtuais e compartilhá-las via iMessage com até cinco pessoas — inclusive adicionar no Apple Watch (Modelos recentes).

No quesito auxílio e proteção do motorista e passageiros, o BMW iX vem equipado com o sistema Driving Assistant Professional. Ele engloba uma série de assistentes, como ACC (Controle de Velocidade de Cruzeiro Ativo) e o Lane Keeping Assistant. Com eles acionados, o BMW iX se comporta como veículo semiautônomo, acelerando, freando e com capacidade de fazer curvas. Para isso, cinco câmeras, cinco sensores de radar e 12 sensores ultrassônicos são usados ​​para monitorar os arredores do veículo.

Com o Parking Assistant Plus, o BMW iX estaciona 100% sozinho. Não há mais a necessidade sequer de acelerar ou frear. Basta o motorista ativar o sistema e acompanhar as manobras pela tela do sistema multimídia por meio das câmeras. Há ainda alertas visuais e sonoros, de condições de tráfego cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento e controle e prevenção de aproximação frontal, entre outras funções.

Além de câmeras externas, pela primeira vez a BMW tem um veículo que vem com uma câmera interna, esta permite que os motoristas tirem fotos do interior. As gravações podem ser feitas e salvas durante a condução ou feitas quando o veículo estiver estacionado mediante a uma solicitação através do My BMW App.

Primeiro BMW a ter compatibilidade com conexão 5G, que ainda não está disponível no Brasil, o BMW iX tem, de série, o BMW ConnectedDrive, um conjunto de funcionalidades acessível por meio de um SIM Card — o mesmo utilizado em smartphones — conectado à internet. Esta tecnologia permite obter informações sobre condições de trânsito em tempo real, serviço de alerta de manutenção de componentes (Teleservices), serviços de Concierge, como reservas de hotéis e recomendações sobre restaurantes e chamada de Emergência Inteligente.

Com o My BMW App, é possível ativar funções remotas, como localizar o veículo, trancar e destrancar o carro, acender os faróis, e acionar a ventilação do carro, e ainda é possível visualizar o 3D View. Além disso, com o My BMW App é possível verificar o status do carro, caso tenha alguma porta ou janela aberta, ter informações sobre a quilometragem, o nível de autonomia, manutenções e serviços necessários, localizar e fazer contato com concessionários, mensagem de check control como, fluído de freio ou óleo do motor, e ainda, receber notificações a cada atualização remota de software (Remote Software Upgrade).

O aplicativo mostra uma visão geral de todas as informações sobre o processo de carregamento do carro (status, hora de início e duração, autonomia atual, pré-condicionamento – para aquecer o veículo no inverno ou resfriá-lo no verão -, intervalo de tempo para carregamento, programar a próxima recarga e outras configurações relevantes do veículo). Os clientes também recebem notificações push sobre o status de carregamento.

Outra função interessante do My BMW App é a facilidade para encontrar informações relevantes para a sua viagem, como: autonomia para a sua viagem, pontos de recarga próximos a sua localização, tipos de conector e potência de carregadores.

Sustentável em todos os níveis

Produzido na fábrica de Dingolfing, na Alemanha, o BMW iX usa energia renovável em todos os seus processos, além de usar matérias primas sustentáveis na sua construção, com alto grau de elementos naturais e reciclados. O BMW Group adquire o cobalto e o lítio necessários para produzir as baterias de alta tensão de fontes controladas na Austrália e no Marrocos e os entrega aos fabricantes de células de bateria. O projeto dos motores elétricos que equipam o iX permite que o uso de materiais terras raras nos rotores do sistema de acionamento seja evitado. Além disso, a empresa obtém alumínio produzido com energia de usinas de energia solar.

Uma alta proporção de alumínio e plástico reciclável também contribui para a produção eficiente de recursos do BMW iX. O seu interior utiliza madeira certificada, couro tingido com extratos de folha de oliveira e outros materiais naturais. Redes de pesca recicladas estão entre as matérias-primas utilizadas para os revestimentos do assoalho e tapetes.

O novo BMW iX chega ao Brasil nas versões xDrive40 e xDrive50 Sport em nove opções de cores para a carroceria (Branco Alpino, Carbon Black, Preto Safira, Prata Caxemira, Cinza Sophisto, Branco Mineral, Azul Phytonic, Azul Ridge Montanha, Cinza Tempestade Baía e Vermelho Aventurine) e três opções de acabamento interno (Sensatec Oyster, Sensatec Mocha, Sensatec Preto, Couro Amido e Couro Castanea), com preço sugerido de R$ 654.950 e R$ 799.950, respectivamente.

Com informações da Assessoria de Imprensa JeffreyGroup

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GOOGLE ABRIRÁ 200 NOVAS VAGAS DE ENGENHARIA NO BRASIL ATÉ O FIM DE 2023

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Batizado como Spotlight no Google Cloud Brasil, o evento será gratuito, em português e voltado para profissionais da área de computação em nuvem.

Novas posições permitirão dobrar a força de engenharia local e intensificar esforços na contratação de pessoas negras

Interessados poderão se candidatar para atuar em São Paulo, Belo Horizonte, e também para trabalho 100% remoto

O Google anunciou nesta segunda-feira, 24, planos para dobrar sua força de Engenharia no Brasil, passando dos atuais cerca de 200 engenheiros para 400 até o fim de 2023. Hoje, a empresa possui um Centro de Engenharia em Belo Horizonte (MG) e, ao longo dos próximos dois anos, irá aumentar o número de profissionais atuando na capital mineira e investirá no desenvolvimento de uma força de Engenharia na cidade de São Paulo (SP).

As novas contratações são um passo importante para manter o protagonismo do Brasil na pesquisa e desenvolvimento de produtos Google, que são usados no mundo inteiro. Algumas dessas novas vagas já estão abertas e atendem áreas consideradas essenciais pela empresa, como privacidade e segurança de dados, entre outras. Além disso, como parte do esforço de contratação e do compromisso do Google em aumentar a representatividade de sua força de trabalho, serão oferecidos canais dedicados para incentivar inscrições de pessoas negras. 



“A expansão da força de Engenharia e a iniciativa de canais voltados à inscrição de pessoas negras são exemplos concretos do nosso compromisso contínuo com o desenvolvimento do país. Hoje, o Brasil é um dos mercados mais importantes para nós, aparecendo entre os ‘top 5’ na lista dos nove produtos da empresa com mais de um bilhão de usuários. Investir em talento local nos ajuda a ter um ‘olhar brasileiro’ para esses produtos e, ao mesmo tempo, mostra para o mundo a capacidade inovadora dos nossos profissionais, já que estamos falando de soluções usadas globalmente”, afirma Fabio Coelho, presidente do Google Brasil.

Vagas em BH, SP com modelos híbrido e remoto

As candidaturas para as novas vagas poderão ser feitas no site do Google Carreiras, com opções para atuar nas cidades de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e também para trabalho 100% remoto. As posições presenciais adotarão o modelo híbrido, o que significa que grande parte dos Googlers vai trabalhar três dias no escritório e dois dias remotamente. A quantidade de dias pode variar conforme a área de negócio ou necessidades da função, com a possibilidade de o funcionário aplicar para trabalho 100% remoto. Por enquanto, devido à pandemia, a ida dos funcionários ao escritório é voluntária.

Para conhecer as vagas abertas, basta clicar na aba “Jobs” localizada na parte superior da página inicial do site Google Carreiras. Pelo canto esquerdo da tela, é possível aplicar filtros como habilidades e qualificações, nível de experiência e título da vaga, assim como pesquisar por palavras-chave, como “Software Engineering” (Engenharia de Software, na tradução livre). A candidatura deverá ser feita na própria página, clicando no título da vaga e, em seguida, no botão “Apply” (Aplicar, na tradução livre). Neste momento, estão abertas vagas para profissionais de engenharia da computação em diferentes níveis.

Oportunidades em engenharia para a comunidade negra

Entre as novas posições na área de engenharia, há iniciativas voltadas para a comunidade negra. Desde o fim do ano passado, pessoas candidatas que se auto identificam como negras têm um canal dedicado de inscrições criado pelo Google no Brasil. É importante mencionar que todas as posições da empresa estão abertas para todas as pessoas, porém, há o entendimento da importância de meios que incentivem a participação de grupos historicamente sub-representados na indústria de tecnologia.

“Temos o compromisso global de tornar o Google uma empresa cada vez mais representativa e diversa. Por isso, seguiremos com nossos esforços de contratação de pessoas da comunidade negra, disponibilizando canais dedicados de inscrição nas áreas de engenharia e de negócios”, afirma Daniel Borges, líder de Recrutamento do Google para América Latina. “Acreditamos que o investimento em equidade racial e em inclusão no mercado de trabalho é urgente e deve ser responsabilidade de todas as organizações. Além disso, temos certeza que a representatividade de nossa força de trabalho permite criar produtos mais úteis para todas as pessoas.”

Para se candidatar a estas vagas, o processo é o mesmo: basta visitar a página de Carreiras da empresa e buscar por vagas identificadas com o complemento “Black Community Inclusion” (Inclusão da Comunidade Negra, na tradução livre). A iniciativa começou a ser testada no fim do ano passado com posições na área de Engenharia de Software. Ao longo de 2022, mais oportunidades focadas em pessoas negras serão abertas gradualmente nas áreas de tecnologia e de negócios.

Tecnologias desenvolvidas no Brasil impactam bilhões de pessoas no mundo

O Brasil é uma potência para talentos em Engenharia e uma parte fundamental do ecossistema de inovação global do Google. O trabalho feito pelos profissionais brasileiros nos últimos anos vêm impactando bilhões de pessoas que usam os produtos da empresa em todo o mundo. Para se ter uma ideia, de cada dez resultados mostrados na Busca hoje, pelo menos um foi impactado pelo trabalho do Centro de Engenharia em Belo Horizonte. Os engenheiros brasileiros também estiveram envolvidos na criação de produtos como a Busca por Sintomas, o Family Link para ajudar pais e responsáveis no gerenciamento da vida digital de crianças e adolescentes, o painel da Busca com resultados de partidas esportivas e muitas outras iniciativas.

“Durante este momento desafiador que enfrentamos com a pandemia, nossos times foram fundamentais para a criação do painel informativo da Busca sobre a COVID-19, que é usado no mundo todo com dados oficiais da Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades locais de saúde”, explica Berthier Ribeiro-Neto, diretor de Engenharia do Google para a América Latina. Recentemente, o time de Belo Horizonte também teve um papel central em tornar a experiência de Busca mais natural e intuitiva com a aplicação de inteligência artificial em recursos como o ‘Things to know’, ou ‘Coisas para saber’, na tradução livre, que exibe tópicos diversos relacionados com a consulta, permitindo às pessoas explorar aqueles tópicos de maior interesse usando somente cliques.

“Sempre acreditei no potencial da engenharia brasileira, na criatividade e na qualidade técnica dos profissionais que formamos. Este investimento no país é um reflexo do impacto produzido pelas soluções Google ‘made in Brazil’, impacto este que só aumentará com a chegada dos novos talentos”, complementa o executivo.

Com informações da Assessoria de Imprensa CDI Comunicação

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100 EMPRESAS MAIS INFLUENTES EM MOBILIDADE URBANA SÃO ELEITAS EM LEVANTAMENTO EXCLUSIVO

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Projeto é uma parceria do Connected Smart Cities e Mobilidade Estadão 

Um levantamento criterioso é o responsável por apontar as 100 empresas mais influentes em mobilidade urbana no ano de 2021. O trabalho é uma parceria realizada entre o Connected Smart Cities e a vertical de Mobilidade do Estadão. O resultado final está divulgado abaixo, confira:

 O Projeto

O projeto iniciou com 288 companhias selecionadas, que atuam no setor de mobilidade no Brasil. Depois, 30 profissionais da área foram convidados a votar nas empresas mais influentes. As 288 companhias selecionadas foram divididas em oito segmentos e 241 delas receberam ao menos um voto dos jurados. 



Os especialistas puderam indicar empresas em três categorias, levando em consideração a inovação; práticas de ESG e as ações positivas realizadas durante a pandemia da Covid-19.

 Jurados

Profissionais renomados do setor de mobilidade foram convidados para eleger as 100 empresas mais influentes em mobilidade urbana no Brasil. Alguns dos jurados fazem parte de organizações que apoiam o Connected Smart Cities. 

Saiba quem foram os especialistas convidados:

Alejandra Devecchi – Gerente de Planejamento Urbano da Ramboll;

Antonio Edson Souza Meira Júnior – Presidente da ABRAMET – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego;

Carol Padilha – Fundadora da Ong Carona a Pé;

Clarisse Cunha Linke – Diretora Executiva no ITDP Brasil – Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento;

Daniel Guth – Diretor Executivo da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike);

Edgar Barassa – Fundador da Barassa & Cruz Consulting nas áreas de mobilidade elétrica, energias renováveis e tecnologias emergentes de baixo carbono;

Eduardo Peixoto – Chief Design Officer do CESAR – Centro de Inovação; 

Eleonora Pazos – Head of Latin American Officce na UITP – Associação Internacional do Transporte Público;

Emilio Matsumura – Diretor Executivo do Instituto E+ Transição Energética;

Fernando Rabelo – Gerente Executivo da BrasilLab;

Gustavo Partezanni – Fundador da URBR – Estratégias Urbanas;

Janayna Bhering – Gerente de Negócios e Parcerias na FUNDEP – Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa;

João Oliveira – Presidente da ABEIFA – Associação Brasileira de Empresas Importadores e Fabricantes de Veículos Automotores;

Juliana DeCastro – Pesquisadora da Academia e Coordenadora de Planejamento Urbano na Planett e Tembici;

Lilian Frazão – Founder & CEO da Quero Pedalar Brasil;

Luis Fernando Villaça Meyer – Diretor de Operações do Instituto Cordial;

Marcel Martin – Program Oficcer do ICS – Instituto Clima e Sociedade;

Myriam Tschiptschin – Gerente do Núcleo de Smart Cities da CTE;

Paulo Miguel Júnior – Presidente da ABLA – Associação Brasileira de Locação de Automóveis;

Renata Falzoni – Jornalista, Fundadora do Night Biker’s Club do Brasil, clube pioneiro de ciclistas urbanos noturnos no Brasil;

Roberta Marchesi – Diretora Executiva na ANPTrilhos – Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos;

Roberta Hessmann Knopki – Assessora Técnica na GIZ – Profissionais para Energias do Futuro;   

Rodrigo Tortoriello – Sócio-Fundador da RT2 – Consultoria Ltda.

Rogério Markiewicz – Presidente da ABRAVEI – Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores;

Sérgio Avelleda – Coordenador do Laboratório Arq. Cidades do Futuro no Núcleo de Mobilidade Urbana do Laboratório de Cidades do Insper Arq. Futuro;

Sergio Sgobbi – Diretor de Relações Institucionais e Governamentais na Brasscom;

Tatiana Cortese – Pesquisadora do IEA-USP – Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo;

Victor Callil – Coordenador de Pesquisas no CEBRAP – Centro Brasileiro de Análise e Planejamento; 

Vitor Magnani – Presidente da Associação Brasileira Online to Offline (ABO2O);

Zeno Nadal –  Coordenador MBI no SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial.

Abaixo, confira as 100 empresas mais influentes em mobilidade urbana no Brasil em 2021:

1 99 51 ITAÚ
2 ABB 52 IVECO
3 ADDAX 53 KAWASAKI
4 AEROMOVEL 54 KIDO DYNAMICS
5 ALELO 55 KPMG
6 ALSTOM 56 LEV
7 ARCADIS 57 LIME
8 AUTOPASS 58 LOCALIZA
9 BEEPBEEP 59 MARCOPOLO
10 BENTLEY SYSTEMAS 60 MERCEDES-BENZ
11 BLABLACAR 61 METRÔ RIO
12 BLIV 62 METRÔ SP
13 BMW 63 MINI
14 BOSCH 64 MOBHIS
15 BRILHON 65 MOOVIT
16 BUSER 66 MV AGUSTA
17 BYD 67 PB E ASSOCIADOS DETRÁFEGO
18 BYND 68 PORSCHE
19 CAF 69 PORTO SEGURO
20 CALOI 70 QUICKO
21 CAOA CHERY 71 R2F REBOCADORES ELÉTRICOS
22 CARUN 72 RAPOSO 66TRÂNSITO
23 CCR 73 RENAULT
24 CCR METRÔ BAHIA 74 RIBA
25 CEPA SAFE DRIVE 75 SCANIA
26 CICLOWAY 76 SCOO
27 CITTAMOBI 77 SEM PARAR
28 CONECTCAR 78 SEMEXE
29 COPEL 79 SIEMENS
30 CPTM 80 SOUSA MOTOS
31 DAFRA 81 STRATA ENGENHARIA
32 DELOITTE 82 SYSTRA
33 DIGICON 83 TEMBICI
34 DROP 84 THALES
35 DUCATI 85 TOYOTA
36 EDP 86 TURBI
37 EGIS 87 UBER
38 ELEKTRA 88 UCORP
39 ELETRA 89 VELA BIKES
40 EMOVE 90 VELOE
41 E-MOVING 91 VIAQUATRO
42 ENEL X 92 VISA
43 ENGIE 93 VLT CARIOCA
44 ESTAPAR 94 VOLARE
45 GARUPA 95 VOLKSWAGEN
46 GREEN 4T-SCIPOPULIS 96 VOLTA EBIKE
47 GWS 97 VOLTZ
48 HARLEY-DAVIDSON 98 VOLVO
49 HONDA MOTOS 99 WAZE
50 IMTRAFF CONSULTORIA 100 YAMAHA

 

Parque da Mobilidade Urbana

O levantamento das 100 empresas + Influentes é uma das ações que compõem o Parque da Mobilidade Urbana, que será realizado entre os dias 23 a 25 de junho, na “esquina da América Latina em São Paulo”, o conjunto arquitetônico do Memorial da América Latina, na Barra Funda. O evento, que reafirma a parceria do Connected Smart Cities com o Mobilidade Estadão, vai proporcionar a discussão das garantias de deslocamento das pessoas nas cidades de forma sustentável e equitativa.

 O Parque da Mobilidade Urbana  (PMU) vai promover o encontro do ecossistema apresentando conteúdos, entrevistas, vídeos e demais ações realizadas durante o ano de 2021, pela plataforma Connected Smart Cities e o Mobilidade Estadão. Mais que um evento, o PMU vai compartilhar experiências, engajar discussões e realizar ações concretas que serão desenvolvidas de forma colaborativa com diversos parceiros.

 Live de apresentação

Nesta quarta-feira, 26, foi apresentada uma live, exibida no canal Estadão do You Tube e nas mídias sociais do Estadão (Facebook, Linkedin e Twitter), além do portal Mobilidade Estadão, para apresentar todo o processo de levantamento do projeto das 100 empresas mais influentes em mobilidade urbana no Brasil. Acompanhe!

 

HUAWEI CELEBRA O DIA INTERNACIONAL DA PRIVACIDADE COM EVENTO “PRIVACIDADE & CIBERSEGURANÇA”

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Organizado pela Teletime, evento online contará com apoio de Brasscom, Inatel e Associação Neo

Na próxima sexta-feira, dia 28, o mundo celebra o Dia Internacional da Privacidade de Dados. Em comemoração, na próxima quarta-feira, 26, a partir das 9h, a Huawei realizará o evento online “Privacidade & Cibersegurança” em parceria com a Teletime e o apoio da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) e Associação Neo. Serão dois painéis de debates sobre proteção de dados e cibersegurança, com representantes dos setores público, privado e academia.

A segurança cibernética nunca foi tão importante, principalmente para o atual momento de avanços da tecnologia e economia brasileira. Por isso, empresas, governos e cidadãos devem estar preparados para essa nova dinâmica no mundo digital e o debate entre os diferentes setores da sociedade é essencial para o aperfeiçoamento dos mecanismos de prevenção contra cibercrimes, cada vez mais ousados e sofisticados.



O evento “Privacidade & Cibersegurança” contará com nomes importantes do mercado e representantes dos diversos órgão reguladores, tais como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e Gabinete de Segurança Institucional (GSI), além de pesquisadores do Observatório de Crimes Cibernético, IDP Privacy Lab e Inatel.

“A indústria precisa aprimorar suas práticas e políticas de segurança cibernética. Esse é um tema central para a Huawei, presente em todas as etapas do desenvolvimento de nossos produtos. Trabalhamos com cibersegurança desde os anos 2000 e, até o final de 2020, já recebemos 2.963 patentes em todo o mundo relacionadas à segurança cibernética e proteção da privacidade. Temos também oito centros de transparência e segurança de dados localizados no Reino Unido, no Canadá, na Alemanha, nos Emirados Árabes Unidos, na Itália, na Bélgica, no Brasil e na China.”, explica Marcelo Motta, Diretor de Cibersegurança e Proteção de Dados da Huawei Brasil e LATAM.

O evento será 100% digital. Confira a agenda abaixo:

“Privacidade & Cibersegurança”

  • 9h00 às 10h20: painel sobre “Mundo digital, proteção de dados e LGPD”
  • 10h30 às 11h50: debate sobre “Cibersegurança: desafios, melhores práticas e lições aprendidas”.

Mais informações em Privicy Day

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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PREFEITURA REALIZA 2ª EDIÇÃO DA HACKATONA ADE SAMPA MARATONA DE PROGRAMAÇÃO PARA MULHERES DA CAPITAL

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Fotografia aérea da capital paulista em referência à DESTAQUES MERCADO IMOBILIÁRIO: SÃO PAULO, CURITIBA E FORTALEZA
Foto: Divulgação/Diogo Moreira/MáquinaCW/Governo do estado de São Paulo

Ação tem como objetivo promover a inserção feminina no mercado tecnológico e desenvolver soluções para diversas problemáticas da cidade

A Prefeitura de São Paulo está com inscrições abertas para a Hackatona Ade Sampa, uma maratona hacker exclusiva para mulheres. A maratona acontecerá totalmente on-line, entre os dias 28 e 30 de janeiro. Esta é a segunda edição realizada pela Ade Sampa, agência vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, que tem como objetivo impulsionar a participação de mulheres no setor de tecnologia, além de desenvolver soluções para as principais problemáticas da cidade.

“Pesquisas indicam que apenas 20% do mercado de TI é ocupado por mulheres e que os salários chegam a ser 34% inferiores aos dos colegas do sexo masculino, independentemente da escolaridade. O objetivo da nossa Hackatona é justamente mudar esse cenário. A diversidade no mercado de trabalho é um fator determinante para o crescimento de uma empresa, pois agrega técnicas, competências e visões, além de combater as desigualdades sociais e de gênero na Capital”, declara a secretária de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Aline Cardoso.



Dados da ONU Mulheres Brasil, revelam que as mulheres estão fora dos principais postos de trabalho gerados pela revolução digital, sendo que somente 18% delas têm graduação em Ciências da Computação e são, atualmente, apenas 25% da força de trabalho da indústria digital.

Com produção do Hackathon Brasil, patrocínio da Uber Brasil, AWS e Buser e apoio do Ifood e Lojas Marisa, o evento premiará as três melhores soluções do evento com brindes e um recurso financeiro de R$ 7 mil, R$5 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Os pitches serão apresentados ao final da maratona para uma banca de jurados, composta por membros do poder público, especialistas do segmento e convidados do mercado privado, que avaliarão cada ideia apresentada.

A maratona de programação também tem apoio do Tem Saída, programa da Prefeitura de São Paulo que conta com o apoio de empresas privadas, que viabilizam vagas de emprego para as mulheres atendidas pelo programa. Esse conjunto de esforços busca promover a reinserção dessas mulheres no mercado de trabalho contribuindo para a independência financeira da mulher e o fim do ciclo de violência. A ação é uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de São Paulo, Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Justiça, OAB-SP e ONU Mulheres.

O desafio

Ao longo das 20 horas de maratona, as participantes, que serão divididas em 20 grupos multidisciplinares, cada um com cinco participantes que possuam conhecimento em programação, design gráfico, gestão de negócios ou marketing, terão que desenvolver soluções tecnológicas para um dos desafios propostos, são eles:

Desafio 1: Mobilidade — Como melhorar a qualidade da mobilidade urbana para mulheres na cidade de São Paulo?

Desafio 2: Saúde — Como garantir a saúde e bem-estar da mulher?

Desafio 3: Emprego — Como garantir condições de igualdade de gênero no mercado de trabalho?

Desafio 4: Violência — Como contribuir para a diminuição do índice de violência contra a mulher?

“Acreditamos que a tecnologia possui um grande potencial para contribuir com soluções que garantam a igualdade de gênero e o desenvolvimento de políticas públicas para a nossa Capital. Neste contexto, a Ade Sampa desenvolve diversos programas e ações de fortalecimento do setor de empreendedorismo feminino, por meio de iniciativas como a Hackatona, sendo um caminho de incentivo e inserção de mulheres no segmento, além de promover um grande ‘brainstorm’ de ideias inovadoras que solucionem problemáticas da nossa cidade”, declara o presidente da Ade Sampa, Renan Vieira.

Quem pode participar?

Mulheres cis e trans com idade igual ou superior a 18 anos poderão participar da hackatona. É preferível que a inscrita tenha experiência em pelo menos uma das seguintes áreas de atuação:

• Programação e desenvolvimento de software;

• Design Gráfico;

• Design digital;

• Gestão de Negócios;

• Engenharias;

• Marketing / Comunicação;

• RH / Recrutamento e Seleção;

• Transporte / Logística / Mobilidade;

O regulamento completo da Hackatona, assim como a ficha de inscrição para a participação do concurso, está disponível pelo site da Hackatona. As inscrições estão disponíveis até 28 de janeiro ou preenchimento total das 100 vagas disponíveis.

Serviço

Hackatona Ade Sampa — 2ª edição

Data: 28 a 30 de janeiro

Horário: Live de abertura: 19:30 da Sexta 28/01 e Maratona de programação: 9h no sábado (29) até às 18h do domingo (30)
Inscrições pelo site da Hackatona

Com informações da Assessoria de Imprensa SMDET

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PROJETO DE ESTUDANTES BRASILEIROS VENCE FINAL DA COMPETIÇÃO GLOBAL TECH4GOOD, PROMOVIDA PELA HUAWEI, EM VOTAÇÃO ONLINE

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A Visa apresenta os resultados do seu estudo State of Innovation, que revela uma aceleração no índice de adoção de tecnologia
Foto: banco de imagens/istockphoto

Com 83% dos votos, Brasil supera Líbia (12,1%) e África do Sul (5%) em eleição dos internautas

Competição faz parte do Seeds For The Future, projeto da Huawei que promove a vivência tecnológica entre estudantes com objetivo de descobrir novos talentos

O projeto “Digital4People”, criado por um grupo de 11 universitários brasileiros para ajudar a combater a falta de água no Nordeste, venceu a final da competição global Tech4Good, promovida pela Huawei, por votação popular online. A competição faz parte do programa Seeds For The Future, criado em 2008 e idealizado para estimular a vivência e descobrir novos talentos na área de Tecnologia da Comunicação e Informação em diversos países. O resultado foi anunciado nesta quinta, 20.

Até a edição que teve início em 2021, as competições eram realizadas entre universitários em seus países e continentes. Esta foi a primeira vez que a Huawei realizou um desafio global. O Brasil ficou entre os dez finalistas escolhidos pelo júri especializado e em primeiro lugar na eleição popular, com 83% dos votos. A Líbia, com 12,1% ficou em segundo e a África do Sul em terceiro, com 5% das votações.



A edição atual do prêmio, cujas seletivas nacionais começaram em setembro, teve recorde de participantes, reunindo 3.500 estudantes, de 117 países. Desde que foi realizado pela primeira vez em 2008, o Seeds For The Future já soma a participação de 9.000 estudantes, representando 131 países.

Durante discurso de abertura na cerimônia de premiação realizada na matriz da Huawei, em Shenzhen, na China, e transmitida virtualmente, Catherine Chen, membro do Conselho da Huawei e presidente de Relações Públicas e Comunicações da empresa, explicou o sucesso do evento e o desafio dos participantes nesta edição: “Além das tradicionais aulas virtuais existentes no programa Seeds For The Future, e das trocas realizadas com os especialistas em TIC, nesse ano adicionamos uma nova seção para o programa, que foi a competição global Tech4Good. Nela, os participantes foram desafiados a encontrar uma solução de TIC para uma questão social ou ambiental”.

A equipe brasileira, que reuniu universitários de diversos Estados do país, apresentou uma solução para combater a falta de abastecimento de água no Nordeste. Formado por Saskya Pimenta, recém-formada em Engenharia de Telecomunicações no Instituto Federal do Ceará; Otávio de Freitas, da Faculdade de Engenharia de Sorocaba; Pedro Pereira, da Universidade São Paulo (USP); Luiz Gustavo Cavalcante, da Universidade Federal de Roraima; Warley Barbosa, da Universidade Federal de Alagoas; Lucas da Silva, da Universidade Federal da Paraíba; Marcelo do Nascimento Filho, do Instituto Federal de Santa Catarina; Paulo Ferreira, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão; Luís Antônio da Costa e Renata dos Santos, do Instituto Federal de Sergipe; e Pryscilla de Medeiros, do Instituto Federal do Triângulo Mineiro, o grupo utilizou uma tecnologia de rádio frequência que permite a comunicação a longas distâncias.

Na eleição do júri, a equipe Tailândia “Are u OK?” levou a melhor com uma solução que ajuda os pacientes do país a receber tratamento de emergência mais rápido. Por meio de um planejamento avançado de rotas e comunicações em tempo real habilitadas por tecnologias 5G, IA e nuvem, eles conseguiram reduzir o tempo que os pacientes gastam viajando para centros médicos, melhorando a chance de sobrevivência.

“A ideia foi criar um sistema de gerenciamento de recursos hídricos que monitora as cisternas das famílias que não tem água encanada em suas casas. A ideia do monitoramento é evitar que as pessoas fiquem sem abastecimento de água, comum nesta região do país, e que, na maioria das vezes, se estende por vários dias”, disse Saskya, uma das idealizadoras do projeto.

Chen ressaltou que o objetivo do programa é promover a cooperação em um ambiente internacional diverso. “No programa Seeds for the Future deste ano, mais da metade dos participantes, de mais de 20 países, são mulheres. Tecnologia não tem gênero. Um mundo diversificado, inclusivo e inovador precisa das perspectivas e da força das mulheres. Esperamos ver mais mulheres participando da ciência e da tecnologia nos próximos anos.”

O anúncio vai de encontro a outra iniciativa da Huawei, o Women in Tech, lançada para incentivar mais mulheres a ingressar no setor de tecnologia e assumir mais cargos de liderança.

Clique aqui para conferir mais histórias de mulheres na tecnologia.

Visite o site para mais informações sobre o programa Seeds for the Future.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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EMPRESA DE TECNOLOGIA TEM 50% DE LIDERANÇA FEMININA

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Eleita uma das melhores empresas do setor para se trabalhar, a instituição alcança 50% do board feminino e planeja ultrapassar mil colaboradores no time em 2023 

Completando 25 anos de existência e marcando um crescimento de 50%, em 2021, a Pmweb, empresa que oferece tecnologia e serviços para marketing e CRM, visando a expansão de seus negócios, e aprimoramento das suas soluções na área de marketing, contratou 200 novos colaboradores, além de promover outros 70.

Com o board composto por 50% de mulheres, a empresa reafirma o compromisso do fundador e CEO Tárik Potthoff de ser uma plataforma para o desenvolvimento humano do time. Sob liderança de Grazielle Sbardelotto, a área de Marketing Cloud Services adicionou mais de 150 talentos. Nessa lista estão os dois diretores prata da casa, Lívia Schmitz e Carlos Núñez, e o recém-chegado Rui Duarte, que trocou Portugal por Porto Alegre, e vai comandar a estrutura dedicada a Salesforce, enquanto a Lívia e Carlos ficam com a estrutura dedicada à Oracle.



Leonardo Pachalski na infraestrutura, Leandro De Paula na área de serviços de dados e Pedro Balsemão no desenvolvimento do OTO foram outros diretores anunciados ao longo de 2021. O ano de muitas promoções, trouxe também o reconhecimento da prática de desenvolvimento humano, a Pmweb mais uma vez foi eleita uma das melhores empresas do setor para se trabalhar.

Para Augusto Rocha, VP de Vendas e Marketing: “lembrar os primeiros passos, a venda parcial para Responsys, que colocou a empresa no coração do Vale do Silício em 2012, a aquisição da Intuitive Intelligence, em 2016, e a venda do controle acionário para o Grupo WPP, em 2017, é muito importante para vermos o quanto já construímos até aqui. Só não crescemos mais porque nos faltaram pessoas, mas atacamos esse problema e vamos atrair, desenvolver e crescer muito nos próximos anos”.

Com informações da Assessoria de Imprensa NR7

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A TECNOLOGIA E O MUNDO PÓS-PANDÊMICO – COMO DOSAR A INOVAÇÃO E SEGUIR EVOLUINDO

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Por que estas tecnologias vão mudar o mundo em 5 anos?

É um desafio equilibrar a tecnologia com o mundo real, mas sentir um vento no rosto e o simples ir e vir em uma bicicleta, por exemplo, que já era sinônimo de liberdade, se tornou algo realmente desejado e necessário

Para cada inovação apresentada ao mundo, é comum ouvirmos questionamentos como “até onde vamos chegar?” ou “não tem mais o que inventar”. Nas últimas semanas de 2021, um dos assuntos que mais se destacou – e agora vem ganhando holofote – é o Metaverso. Apesar das muitas críticas contra Mark Zuckerberg por ter apresentado o termo a um produto que, na verdade, já existia, o recurso ainda assim pretende dominar a tecnologia este ano – e, assim como toda tendência inovadora, gera muitas curiosidades e discussões. Por exemplo, como será trabalhada a mobilidade dentro desse conceito que explora tantos cenários virtuais? 

Até pouco tempo, a ideia de criar uma realidade paralela para ser acessada através de dispositivos, como óculos de realidade virtual e luvas, parecia algo futurista, mas hoje algumas inovações desse tipo já fazem parte da vida de muitas pessoas, como é o caso da NFT. Seria inacreditável ler notícias informando que tem pessoas investindo em imóveis e diversos bens criptografados? Não mais! Há poucos dias, a primeira casa do mundo real foi colocada à venda no metaverso.



As compras online e o home office, comuns na vida de algumas pessoas, tornam o simples ato de se locomover para fora de casa quase nulo. Mas não podemos nos esquecer que ficamos por muitos meses em isolamento social e experimentamos uma incerteza angustiante -, e a ansiedade para sair na rua e socializar foi avassaladora. É um desafio equilibrar as tecnologias com o mundo real, mas sentir um vento no rosto e o simples ir e vir em uma bicicleta, por exemplo, que já era sinônimo de liberdade, se tornou algo realmente desejado e necessário, junto a outras ações que eram simples e faziam parte do nosso dia a dia. 

Metaverso é uma realidade e vai crescer. Mas, como sociedade, entendo que deveríamos gastar mais energia em trabalhar problemas do mundo real. Não quero que a vida, no futuro, seja todo mundo dentro de casa, plugado em uma máquina e vivendo em um mundo virtual. Imagine viver dentro do filme Matrix. Parece algo assustador e ilusório, mas está acontecendo.

Somos seres sociais e precisamos interagir, comer e dormir. Não faz sentido vivermos apenas na nossa cabeça em um mundo paralelo. Deveríamos gastar muito mais energia e esforço para resolver de uma vez por todas os problemas do mundo real.

O termo “cidades inteligentes” é justamente o conjunto de integração da tecnologia da informação e dispositivos físicos conectados à rede IoT, com o objetivo de otimizar a eficiência das operações e serviços de uma cidade e conectar-se aos cidadãos. Precisamos estabelecer conexões e trocas de experiências entre as pessoas do mundo inteiro, presencialmente também (ou principalmente!). 

Não sou alheio a essas evoluções, de forma alguma. Represento, antes de mais nada, uma empresa de tecnologia, e por meio dessas inovações é que somos capazes de melhorar cada vez mais a forma como as pessoas vão se locomover, sempre pensando em um bem geral. Por outro lado, o questionamento que trouxe inicialmente vem à tona, mas com um pequeno ajuste: afinal, o que estamos buscando de fato e até onde queremos chegar?

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

79% DOS CEOS APONTAM SEGURANÇA CIBERNÉTICA COMO VANTAGEM COMPETITIVA

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CSC GovTech 2023: 6 dias para o encontro de soluções digitais

Ter a segurança da informação como uma função estratégica é tão importante que 79% dos CEOs consultados enxergam essa manobra como uma fonte potencial de vantagem competitiva, de acordo com pesquisa (KPMG 2021 CEO Outlook). Segundo o estudo, essa visão demonstra que, diferente do que ocorria há 5 anos, a segurança cibernética das empresas não deve ser tratada como um problema técnico para a área de Tecnologia da Informação, mas sim como uma prioridade organizacional e do negócio.

O relatório revelou também que metade das organizações planejam colaborar com parceiros externos de tecnologia em nuvem e 42% estabelecerão parcerias com provedores de dados externos, impulsionando a urgência para a proteção contra riscos digitais da cadeia de fornecedores cada vez mais complexa das instituições.



“Quando o Executivo deixa de encarar as ameaças cibernéticas como um risco aleatório do futuro, causado por um criminoso, e passa a visualizá-las como um infrator concorrente empreendedor, toda a ótica muda. Tal mudança de perspectiva faz sentido, considerando as manchetes frequentes sobre ataques cibernéticos contra empresas e governos, ao mesmo tempo em que os executivos adotam cada vez mais a digitalização”, observa o sócio-líder de segurança cibernética da KPMG, Leandro Augusto.

Na consulta aos CEOs, a porcentagem de entrevistados que afirmam estar “muito bem preparados para um ataque cibernético futuro” caiu de 27% em 2019 para 10% em 2021, com aqueles que se sentem “bem preparados” diminuiu de 68% para 58% ao longo desse período.

“A vigilância constante deve ser uma arma bem usada pelas companhias, não apenas investimentos únicos e direcionados de maneira aleatória. Cada vez mais os executivos querem saber se os investimentos em segurança estão trazendo retornos reais na diminuição das exposições e proteção da Empresa”, conclui o líder.

Para os próximos três anos, o estudo prevê que quase metade dos participantes da pesquisa (46%) irá se concentrar em melhorar as habilidades de segurança cibernética ou fortalecerá sua governança em torno da resiliência operacional e da capacidade de se recuperar de um grande incidente, com destaque aos ataques de ransomware (malware que restringe o acesso ao sistema, cobrando um resgate normalmente em criptomoedas).

Com informações da Assessoria de Imprensa RV&A – Oficina de Comunicação

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