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UBER PROCURA PESSOAS ENGENHEIRAS PARA CENTRO DE TECNOLOGIA NO BRASIL

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No total, são mais de 70 vagas disponíveis para atuar em diferentes áreas do Centro de Tecnologia da Uber no Brasil

Para preencher as vagas, Uber realiza semana especial de recrutamento de engenheiros

As inscrições podem ser feitas por este link

Se em 2014, quando iniciou suas atividades no Brasil, a Uber contava apenas com seis funcionários, hoje já emprega mais de mil pessoas em todo o País. Ao comemorar os três anos da abertura do Centro de Tecnologia da empresa no Brasil, a Uber realiza mais uma semana especial de recrutamento online. Com cinco dias de duração, de 14 a 18 de fevereiro, o objetivo do evento é atrair pessoas engenheiras de todo País.

Este ano, o Centro de Tecnologia tem no total mais de 70 vagas disponíveis em posições como de engenharia Backend e desenvolvimento mobile Android e IOS. As funções estarão baseadas na nova sede da Uber no Brasil, o Uber Campus, anunciado pela empresa em 2021 e seguirão uma política de trabalho híbrida, também elegível para modelo 100% remoto. Embora os times estejam localizados no País, as ferramentas e os projetos aqui desenvolvidos são de aplicação global.



“A plataforma da Uber é usada por milhões de pessoas todos os dias, por isso, uma das características mais interessantes em trabalhar aqui é sentir o impacto imediato daquilo que realizamos e saber que a tecnologia que estamos desenvolvendo hoje está contribuindo para construir um futuro melhor para as pessoas e para as cidades”, comenta Rafael Pereira, Head do Centro de Tecnologia da Uber no Brasil.

Com mais de 20 mil funcionários no mundo, a Uber acredita que grandes problemas só podem ser resolvidos coletivamente, a partir de múltiplos pontos de vista. Por isso, a empresa busca criar um time diverso e multidisciplinar.

Como participar

Para participar da semana especial de recrutamento, o candidato deve se inscrever pelo link a seguir (2nd Brazil Engineering Hiring Week). Após a inscrição, os recrutadores entrarão em contato para confirmar a participação e informar como serão as próximas etapas.

O processo será realizado 100% on-line e terá duas etapas antes do evento: entrevista com recrutador e o Pair Programming challenge, uma sessão de uma hora para resolução de problema algorítmico. Os candidatos aprovados serão convidados para a fase final que contará com mais duas entrevistas para avaliação de habilidades técnicas como arquitetura, programação e resolução de problemas. Entrevistadores de diferentes partes do mundo farão parte do processo, trazendo múltiplas visões de áreas e projetos. A resposta final será informada uma semana após o final da semana de recrutamento.

Com informações da Assessoria de Imprensa Hill+Knowlton Strategies

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ESTRADAS INTELIGENTES DEIXAM DE SER CONCEITO FUTURISTA E COMEÇAM A VIRAR REALIDADE NO BRASIL

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Nova tecnologia de monitoramento de estradas em Minas Gerais garante mais segurança aos usuários e qualidade das vias concessionadas do estado

As inovações que irão revolucionar a nossa forma de viajar e a ideia atual que temos de estradas ainda vão levar pelo menos uma década para se tornar parte do nosso dia a dia. Mas a mudança já começa a acontecer gradualmente

A revolução digital está provocando mudanças profundas na mobilidade urbana. E não será  diferente com as estradas. A forma como pensamos e começamos a reestruturar as nossas rodovias já passa por modificações e vai transformar o modo como desfrutamos das estradas. Com o avanço das telecomunicações, da chegada do 5G, da computação em nuvem, da Inteligência Artificial, da Internet das Coisas (IoT), da energia solar com painéis fotovoltaicos e tantas outras tecnologias, teremos, em um futuro não muito distante, estradas muito mais seguras e “inteligentes”.

Além de carregar automaticamente a bateria dos veículos elétricos por sistemas sem fio que integram painéis solares, as estradas do futuro irão se “comunicar” diretamente com os motoristas sobre qualquer tipo de incidente nas estradas, alertar para o excesso de velocidade e proporcionar a solicitação de socorro direto do celular. Haverá cruzamentos inteligentes com sensores avançados e aparelhos de comunicação que permitirão reduzir o tempo de resgate em caso de acidente. As rodovias inteligentes também serão capazes de facilitar o rastreamento de cargas, tornando este serviço acessível a todas empresas. Os pedágios terão passagem direta sob pórticos, sem gerar os grandes congestionamentos nas cabines que vemos hoje no Brasil, especialmente em dias de feriado.



O maior ganho que os projetos tecnológicos trarão para as estradas é, sem dúvida, a segurança. As estradas inteligentes vão “falar” com os motoristas, fornecendo automaticamente informações sobre qualquer perigo ou mesmo violação das regras de trânsito. Mas o conforto também está entre os itens de valor agregado, promovendo viagens mais prazerosas, nas quais será possível desfrutar de todos os itens tecnológicos que muitos veículos já dispõem a bordo ou mesmo os portáteis, mas que ainda não podem ser desfrutados 100% por falta ou inconstância de conectividade ao longo do percurso. Será possível ouvir a rádio de preferência do começo ao fim da viagem ou mesmo estar conectado aos aplicativos de música ou vídeo. 

As inovações que irão revolucionar a nossa forma de viajar e a ideia atual que temos de estradas ainda vão levar pelo menos uma década para se tornar parte do nosso dia a dia. Mas a mudança já começa a acontecer gradualmente. Tanto que já temos no Brasil algumas estradas onde podemos vivenciar parte desta experiência. Uma delas – e pioneira em oferecer conexão Wi-Fi Hi-Waas aos usuários – é a Rodovia dos Tamoios. A solução de conectividade sem fio presente nos 80 quilômetros da estrada que liga São José dos Campos, no interior de SP, ao litoral norte do Estado, foi implantada em 2017 numa parceria entre a Huawei e a concessionária Tamoios. Parcerias como esta também já proporcionaram a modernização de outras estradas de SP, como a Eixo-SP, que acaba de ser inaugurada com uma versão mais moderna da solução Hi-Waas da Tamoios.

Desenvolvida pela Huawei especialmente para as estradas brasileiras, a tecnologia Wi-Fi Hi-Waas, permite que, mesmo em movimento, com o veículo a 120 km/h, o socorro na estrada seja acionado em caso de necessidade, sem que o motorista tenha que sair do veículo ou estacionar o carro e caminhar até uma cabine de telefone, como atualmente. Basta ter um celular conectado a esse Wi-Fi da estrada. Um item de segurança que traz conforto e tranquilidade para o usuário. 

Essas são apenas algumas das tecnologias que já começamos a ver nas estradas brasileiras que, juntas, somam 1,7 milhão de quilômetros, de acordo com dados do DNIT (Departamento Nacional de Transportes Terrestres). Com uma imensa variedade de inovações, as estradas poderão ser atualizadas com tecnologias de comunicação, iluminação e transmissão de energia, melhorar a segurança e a eficiência, ajudando a transformar a experiência de direção do motorista. Além de conectar diversos tipos de dispositivos, como sensores de velocidade, sensores acústicos, câmeras de CFTV IP, semáforos inteligentes, sistemas de monitoramento de condições, clima e sinalização digital. Como esses dispositivos coletam e analisam dados quase em tempo real, as cidades também podem obter seus benefícios, afinal muitas estradas brasileiras começam ou cruzam as cidades.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

PROJETO QUE PROMOVE EMPODERAMENTO DIGITAL EM ESCOLAS PÚBLICAS FORMA 174 PROFESSORES EM PRIMEIRO CICLO

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Foto: Prefeitura de Maricá

Iniciativa desenvolvida em parceria pela ONG Recode e pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, já tem 187 escolas habilitadas no RJ

A professora Lívia Lisboa Cabral, do CIEP M. Maestro Villa-Lobos, encontrou um jeito nada trivial para falar com os alunos do terceiro ano do ensino fundamental sobre medidas de capacidade (litro e mililitro). Utilizando a gamificação como metodologia ativa e o Jamboard como ferramenta digital, promoveu uma atividade de caça ao tesouro baseada em um jogo coletivo de tabuleiro para ser disputado à distância. A solução tecnológica para potencializar o ensino e incutir conceitos de empoderamento digital no dia a dia de escolas públicas é uma das realizações do programa social “Janelas para o Amanhã”, organizado pela ONG Recode em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Lançada no ano passado, a iniciativa habilitou 187 escolas no Rio de Janeiro e formou 174 professores no ciclo de metodologias ativas e ferramentas digitais, entre outubro e novembro.

“Penso que a proposta de aprender fazendo desperta o interesse dos nossos alunos e os coloca também como protagonistas do processo de aprendizagem. Eles ficam entusiasmados e se sentem desafiados”, disse um docente sobre a formação. “O curso está melhorando muito minha prática em sala de aula”, avaliou outro – as respostas foram anônimas.



“Janelas para o Amanhã” é um projeto que se estende até 2023 e nasceu de uma proposta de reciclagem digital. Com a renovação dos computadores de um dos parques da Petrobras, quase dez mil equipamentos foram substituídos (número que considera desktops, notebooks e periféricos). A empresa resolveu destinar esses itens a escolas públicas, e para isso criou uma iniciativa em parceria com a Recode, especializada em empoderamento digital, a fim de complementar a entrega física.

Em outubro, foram realizados encontros de acolhimento com professores do ensino fundamental e alunos do ensino médio em todo o Rio de Janeiro. No caso do ensino fundamental, o treinamento semanal foi focado na incorporação da tecnologia na prática pedagógica; no ensino médio, a proposta foi desenvolver trilhas formativas e incentivar os alunos a usar a tecnologia para algo transformador com foco na inserção no mercado de trabalho.

“O ‘Janelas para o Amanhã’ é um projeto muito especial para nós por diversas razões. Trata-se de uma iniciativa que une participação de uma empresa gigantesca, como a Petrobras, com um propósito muito potente de democratizar o acesso à tecnologia e apresentar possibilidades de construir mudanças significativas na vida das pessoas. Acreditamos muito no empoderamento digital como um caminho para a transformação”, diz Rodrigo Baggio, fundador e CEO da Recode.

Além do curso, o grande diferencial para os jovens é o acompanhamento de educadores sociais, que promovem encontros socioeducativos, e um gestor de comunidades, que facilita processos interativos junto às comunidades escolares.

Na média, os professores deram nota 9,4 para os encontros da formação e tiveram um ganho de 58,9% em relação ao que compreendiam sobre metodologias ativas, ferramentas digitais e competências socioemocionais abordadas. Na autoavaliação, a nota nesses aspectos subiu de 5,36 antes do curso para 8,52 após a formação.

Até 2023, serão mais de nove mil computadores doados, com 2,2 mil alunos e 2 mil professores formados em 39 municípios dos três estados (Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo), ampliando o acesso digital para cerca de 50 mil estudantes dos ensinos fundamental e médio. Conheça mais sobre o projeto acessando o edital no site.

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência Prioriza

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CAPITAIS BRASILEIRAS ESTÃO PREPARADAS PARA LANÇAR A INTERNET 5G

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Como a tecnologia contribui para o desenvolvimento de cidades inteligentes
Foto: istockphoto/divulgação

Doze das 27 capitais já atualizaram a legislação para facilitar a implantação da nova tecnologia; as demais podem modernizar suas leis locais para acelerar a chegada do 5G

Doze capitais brasileiras estão totalmente aptas a lançar a internet 5G para a população, tanto sob a perspectiva tecnológica quanto jurídica. Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Natal, Palmas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Aracaju e Boa Vista já atualizaram suas legislações locais para ofertar a nova internet. As demais capitais ou estão parcialmente adaptadas ou preparam a atualização da legislação municipal. Atualmente, a Lei Geral das Antenas (Lei nº 13.116/2015) e o Decreto nº 10.480/2020 possibilitam que a implantação da nova tecnologia ocorra em todas as capitais e municípios. No entanto, é importante que todos atualizem suas normativas para disponibilizar mais antenas e oferecer um 5G mais rápido e com mais qualidade.

Com isso em vista, o MCom e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) têm feito um trabalho estreito junto aos municípios, sugerindo adequações às legislações locais e elucidando dúvidas, no intuito de eliminar eventuais obstáculos à redução do déficit de conectividade. “Nossa missão é garantir a tecnologia 5G conectando o Brasil e levando a internet para todos os brasileiros”, pontua o ministro das Comunicações, Fábio Faria. “Ao longo dos anos, faremos com o que o país tenha assegurado a cada um o direito de acesso à internet; todos nós sabemos a importância que isso tem”, enfatiza.



O cálculo é simples: com as leis atuais, a nova geração da tecnologia de telefonia móvel chegará em todos os 5.570 municípios brasileiros — primeiro nas capitais e depois, gradativamente, nos demais municípios. Contudo, o sinal 5G, para cobrir toda a cidade, precisa de muito mais antenas. Por isso, quanto mais moderna for a legislação municipal, mais rápido a cidade terá ampla cobertura do 5G. Os municípios com legislações adaptadas à Lei Geral das Antenas serão os primeiros a contar com todos os benefícios da tecnologia. Devido à complexidade para receber e disponibilizar a tecnologia, o edital possui metas fixadas ano a ano para levar gradualmente a cobertura a todo o país. No caso de 100% dos municípios, o prazo vai até 2029.

Grande parte das questões relacionadas à instalação de infraestruturas de telecomunicações foi superada com a edição do Decreto nº 10.480/2020. Seu artigo 11º, por exemplo, aborda o “silêncio positivo”, detalhando que o órgão ou entidade competente tem até 60 dias como prazo para a expedição de licenças. Se não houver decisão até o encerramento do prazo, a entidade interessada fica autorizada a realizar a instalação da infraestrutura de telecomunicações. O dispositivo confere muita agilidade aos processos de licenciamento e, desse modo, contribui para a implantação das redes 5G no Brasil.

INFRAESTRUTURA — Na geração anterior da telefonia, antenas eram tratadas como “edifícios”: sua instalação exigia regras condicionadas a parâmetros urbanísticos, com imposições de distanciamento ou largura mínima de ruas. “Muitas legislações municipais não são aplicáveis à realidade atual”, pontua o secretário de Telecomunicações do MCom, Artur Coimbra. O Decreto, por exemplo, traz regras objetivas para a dispensa de licenciamento às infraestruturas de pequeno porte em área urbana. “Este é mais um dispositivo que contribui para a expansão das redes 5G, que, em comparação a tecnologias anteriores, requerem maior densidade de antenas (mas de menor tamanho)”, explica o secretário.

Quanto às competências municipais, a Lei Geral das Antenas já estabeleceu diretrizes e regras a serem observadas pelos municípios para o tratamento das infraestruturas de suporte – daí a importância das atualizações legislativas, a fim de absorvê-las e adotá-las. Em outra linha, a Lei nº 11.934/2009, no tema da exposição dos habitantes aos campos eletromagnéticos, também já estabeleceu quais são os limites e incumbiu à Anatel a competência de regulamentar e fiscalizar nesse campo.

Ainda cabe reforçar a importância das regras estabelecidas no edital do leilão das faixas do 5G. O documento definiu que as operadoras podem iniciar a execução de seus compromissos de atendimento por serviço 5G a partir de municípios cujas legislações e procedimentos administrativos estejam aderentes à Lei Geral das Antenas. Na prática, isso significa que os municípios têm um estímulo adicional para melhorarem seus processos de licenciamento de infraestrutura de telecomunicações.

CRONOGRAMA DE CHEGADA DO 5G — Todas as capitais brasileiras já estão preparadas para lançar a internet 5G para a população até 31 de julho deste ano, conforme previsto no edital da Anatel. Dentro desse prazo, de acordo com o cronograma definido no leilão das faixas de radiofrequência, as sedes estaduais precisam oferecer, no mínimo, uma antena para cada 100 mil habitantes.

Para que a tecnologia 5G esteja ativa no país, um número de antenas até 10 vezes maior do que temos hoje será necessário, devido ao aumento exponencial do volume de dados que será transmitido. Para municípios com população igual ou superior a 30 mil habitantes (1.174), existe um compromisso crescente, a cada ano: até julho/2025, por exemplo, a meta é ampliar a quantidade de antenas nas capitais e no Distrito Federal e atender os municípios com população igual ou superior a 500 mil habitantes (no mínimo 1 antena para cada 10 mil habitantes). Até julho/2028, o compromisso é atender 50% dos municípios com população igual ou superior a 30 mil habitantes. Para cidades com menos de 30 mil habitantes (4.396), a meta é atender todos até dezembro/2029.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Ministério das Comunicações

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MULHERES LIDERAM 31% DOS CONSELHOS DE EMPRESAS GLOBAIS, APONTA ÍNDICE GEI DA BLOOMBERG

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Com número recorde de participantes, estudo aponta também que 72% das companhias possuem diretoria de Diversidade & Inclusão

A Bloomberg anuncia o resultado do índice GEI (Bloomberg Gender-Equality Index) de 2022. Neste ano, 418 empresas participaram do GEI em 45 países e regiões, somando um valor de mercado na ordem de 16 trilhões de dólares. Lançado em 2021, o índice GEI ajuda a trazer a transparência às práticas e políticas relacionadas à questão de gênero nas empresas de capital aberto no mundo todo, possibilitando melhor entendimento sobre os dados ESG (Environmental, Social and Governance) que ficarão disponíveis para os investidores.

Neste ano, o número de empresas participantes aumentou em 20% em relação ao ano passado. Elas divulgaram os dados para o índice GEI, por meio da estrutura GEI (Estrutura para divulgação de dados de gênero da Bloomberg). Isto demonstra uma maior consciência com a igualdade de gênero e o reconhecimento de que a comunidade empresarial global pode liderar as iniciativas de mudanças significativas, ao se comprometer com relatórios e a divulgação de dados sociais mais transparentes. 13 companhias brasileiras estão participando do GEI, são elas: Afya, Bradesco, BB Seguridade, Braskem, Comgás, Cosan, Eletrobras, Itau Unibanco, Odontoprev, GPA, Sul América, TIM e Telefônica Brasil.



“As mudanças no trabalho devido à pandemia destacaram a importância de abordar questões de igualdade de gênero na força de trabalho global”, diz Peter T. Grauer, presidente da Bloomberg. “O índice Bloomberg Gender-Equality Index reconhece as empresas que concentram esforços para oferecer um ambiente de trabalho inclusivo que apoia as necessidades cada vez maiores dos funcionários. Também mantém os pontos fortes obtidos por meio da diversidade de gênero, que é cada vez mais crítica neste ambiente de negócios desafiador”.

A estrutura de divulgação GEI avalia as empresas em cinco pilares: liderança feminina e pipeline de talentos, igualdade salarial e paridade de remuneração entre gêneros, cultura inclusiva, políticas contra assédio sexual e marca pró-mulher. As empresas fornecem respostas para uma lista detalhada de perguntas sobre cada área. Há também áreas de informações solicitadas que apoiam o objetivo mais amplo de fornecer dados ESG mais robustos aos investidores. Por exemplo, os dados de divulgação do índice GEI agora contribuem com os dados EEO-1 da Bloomberg, que compreendem as informações demográficos de raça e etnia divulgados por empresas dos EUA como parte de seus requisitos de relatório para a EEOC (Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego em português).

Em termos de divulgação, a capacidade de medir, analisar e monitorar dados ao longo do tempo é essencial para as empresas que desenvolvem e implementam abordagens nas áreas de diversidade e inclusão. O relatório de insights do índice GEI 2022 (2022 GEI Insights Report) publicado hoje, descreve a amplitude e a profundidade dos dados incorporados no cálculo do índice GEI e ilustra o impacto que os esforços coordenados para a igualdade de gênero podem ter no local de trabalho. Os trabalhos em governança e cultura empresarial são alguns exemplos observados no índice GEI deste ano.

Redução de disparidades

Uma área de atuação dinâmica é o trabalho com a diversidade na diretoria e em todos os níveis da empresa. Em média, os membros dos conselhos do GEI são 31% mulheres e 72% das empresas associadas têm um Diretor de Diversidade ou um executivo com responsabilidade principal pela diversidade e inclusão. Essas empresas têm uma média de 39% de mulheres em cargos lucrativos e mais da metade (61%) exige uma lista de candidatos com diversidade de gênero para cargos de gestão.

“Os líderes empresariais de hoje têm a oportunidade de impulsionar o progresso na igualdade de gênero nos próximos anos”, disse Patricia Torres, diretora global de Soluções de Finanças Sustentáveis da Bloomberg. “A estrutura GEI ajuda as empresas a avaliar seu progresso em relação aos seus peers e em relação aos seus próprios objetivos. Por sua vez, os dados do índice GEI fornecem aos investidores um conjunto de dados abrangentes para ajudar a avaliar como as melhores práticas na área de igualdade de gênero estão contribuindo para o desempenho da empresa em vários fatores”.

Cultura inclusiva

Outra área-chave tem a ver com os processos de recrutamento, contratação e retenção nas empresas associadas. Em média, os membros do GEI contratam mais mulheres: 83% dessas empresas têm uma estratégia direta para contratar mulheres e 66% delas realizam análises abrangentes de remuneração por gênero. Essas empresas também são mais propensas a adotar políticas voltadas para a família: por exemplo, 75% das empresas associadas oferecem salas de lactação em suas instalações para novas mães e 59% delas oferecem subsídios para creches ou outras ajudas financeiras.

“Programas, políticas e práticas agora estão em jogo, mas a mudança duradoura vem da criação de uma cultura de igualdade onde todos sentem que pertencem — o acelerador da criação de valor 360˚ para todas as partes interessadas”, disse Julie Sweet, presidente e CEO da Accenture. “O GEI é uma ferramenta valiosa que destaca o progresso e as oportunidades de melhoria.”

Os dados do GEI deste ano mostram que as comunidades também se beneficiam de políticas de negócios inclusivos: mais da metade (63%) das empresas associadas patrocinam programas de educação financeira para mulheres e 65% patrocinam programas dedicados à educação de mulheres em STEM.

Sobre o índice GEI

A estrutura padronizada de divulgação de dados do índice GEI permite que investidores comparem como as empresas do mundo todo investem em mulheres no local de trabalho, na cadeia de fornecimento e nas comunidades em que operam. O envio de dados por meio da estrutura de divulgação de dados de gênero da Bloomberg é voluntário e não tem custos associados. O índice GEI é um índice de referência e não deve ser utilizado como benchmark financeiro. O índice não é classificado. As empresas incluídas no índice deste ano atingiram ou superaram um score limite global estabelecido pela Bloomberg para refletir um alto nível de divulgação e desempenho geral nos cinco pilares da estrutura. Para mais informações, visite o site do índice GEI. Os clientes da Bloomberg podem acessar o índice GEI em {BGEI Index DES }.

Acesse a lista de empresas incluídas no Bloomberg Gender-Equality Index 2022.

Com informações da Assessoria de Imprensa BCW (Burson Cohn & Wolfe)

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FGV DIREITO RIO ABRE CHAMADA DE ARTIGOS SOBRE “INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E A PROTEÇÃO DE DADOS NA AMÉRICA LATINA” PARA A CPDP LATAM 2022

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Big data é usado para revelar desigualdades no acesso à mobilidade urbana em São Paulo

Pesquisadores receberão bolsa de R$5 mil e apresentarão seus trabalhos no CPDP LatAm 2022

O Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV Direito Rio abriu a chamada de artigos para a CPDP LatAm 2022, que será realizada em julho e terá como tema a Inteligência Artificial e a Proteção de Dados na América Latina. O primeiro rascunho do artigo deverá contar com cinco a sete mil palavras e deve ser enviado até o dia 10 de fevereiro de 2022, em português, inglês ou espanhol.

A Computers, Privacy and Data Protection Conference (CPDP) é uma das maiores Conferências sobre privacidade e proteção de dados do mundo e será realizada pela segunda vez na América Latina em 2022. O evento reunirá, para além da edição latino-americana da CPDP, as edições latino-americanas das conferências MyData e Privacy Law Scholars Conference (PLSC).



Serão priorizados trabalhos relacionados aos temas da Inteligência Artificial, Automação e Proteção de Dados na América Latina, como: Transparência algorítmica; Abordagens éticas e/ou jurídicas para a IA; Análises das provisões sobre IA existentes nas estruturas de proteção de dados latino-americanas; Mecanismos de supervisão e prestação de contas de Big Data Analytics, entre outras disponíveis no site.

Os artigos selecionados serão submetidos a um processo de revisão e os autores serão convidados a apresentar os resultados de suas pesquisas durante a CPDP LatAm 2022. Também receberão um passe gratuito para participarem como ouvintes da CPDP LatAm 2022, além de uma bolsa de pesquisa em remessa única no valor de R$5.000.

Os artigos em inglês selecionados serão publicados em uma edição especial da CPDP LatAm da Computer Law & Security Review, editada pelos professores Luca Belli e Nicolo Zingales. Submissões em português e espanhol que concluírem com êxito o processo de revisão serão publicadas em uma edição especial da CPDP LatAm da Revista Brasileira de Direitos Fundamentais e Justiça (Qualis A2), editada pelos professores Danilo Doneda, Ingo Sarlet e Ivar Hartmann.

Mais informações disponíveis no site.

Com informações da Assessoria de Imprensa Insightnet

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RECODE ABRE INSCRIÇÕES PARA FORMAÇÃO EM PROGRAMAÇÃO COM FOCO EM EMPREGABILIDADE PARA JOVENS DE SÃO PAULO

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Totalmente online e gratuito, Recode Pro atende pessoas entre 18 e 39 anos, com renda familiar de até um salário mínimo e ensino médio completo.

Política de diversidade prevê 51% das vagas para pretos e pardos, 40% para mulheres e preferência para pessoas LGBTQIA+ nos critérios de desempate.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil registrou 13,5 milhões de desempregados no terceiro trimestre de 2021. Além disso, as pessoas ocupadas tinham no período uma renda média de R$ 2.459. Disposta a recodificar esse cenário, a ONG Recode, focada no empoderamento digital, abriu as inscrições para a turma 2022 do Recode Pro – programa 100% digital e gratuito de formação e empregabilidade de programadores full stack para pessoas em situação de vulnerabilidade social que teve 92% de empregabilidade no ciclo 2019/2020.

Lançado em 2019, o Recode Pro capacita e insere no mercado de trabalho pessoas com faixa etária entre 18 e 39 anos, ensino médio completo e renda familiar per capita de até um salário mínimo (em 2022, R$ 1.212). As inscrições estão abertas para pessoas das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre e Manaus.



“A quarta revolução industrial e a transformação digital das empresas nos colocaram diante de dois grandes desafios. Uma pesquisa da Universidade de Brasília mostrou que quase 50% das profissões existentes atualmente no Brasil podem ser substituídas por algoritmos de inteligência artificial, mas a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação estima que 421 mil novos postos de trabalho serão criados nessa área até 2024. A proposta do Recode Pro é empoderar pessoas para enfrentar esse cenário complexo e fazer da tecnologia um caminho para transformação social”, diz Rodrigo Baggio, fundador e CEO da Recode.

Além da alta taxa de empregabilidade, um destaque do Recode Pro é o nível em que as pessoas formadas conseguem se inserir no mercado. Seis meses após o término, a média salarial das pessoas que concluíram o primeiro ciclo era de R$ 4.985. “A Recode é fruto do sonho de usar a tecnologia para transformar a vida das pessoas, e o Recode Pro enfrenta consistentemente um dos maiores problemas do país, que é a desigualdade social decorrente da alta taxa de desemprego. Temos muito orgulho de ver quantas pessoas saíram das edições anteriores e hoje estão em posições de destaque de grandes companhias”, ressalta Baggio.

Processo e Hackathon

De 14 de janeiro a 06 de março, os inscritos serão submetidos a uma qualificação que inclui 40 horas dos cursos online na plataforma da Recode e um teste de raciocínio lógico. Os mais bem avaliados receberão o convite para um hackathon virtual – evento determinante para apontar os 420 classificados para a formação, de maio a dezembro, com quatro horas diárias de aula, de segunda a sexta-feira.

“O hackathon é uma oportunidade para que eles apliquem suas ideias, mostrem criatividade e iniciem uma rede de contatos que posteriormente é fundamental para gerar oportunidades de mercado”, explica Rodrigo Baggio.

O hackathon também é uma das atividades que conectam o Recode Pro com um forte pilar de empreendedorismo social. A proposta da formação é que os alunos desenvolvam projetos com perspectiva de impactar suas realidades e transformar o ambiente em que vivem, e essa diretriz prática acaba funcionando como um diferencial.

Política de diversidade e preferência para pessoas LGBTQIA+

Além da taxa de empregabilidade, um diferencial do Recode Pro é a política de diversidade. Em 2022, pelo menos 51% dos participantes da formação serão pretos ou pardos e 40% das vagas estão reservadas para mulheres. Além disso, pessoas que se identificam como LGBTQIA+ terão preferência em caso de empate nas etapas classificatórias.

Serviço – Recode Pro 2022

O que é: Formação online em programação full stack
Inscrições: A partir de 14/01, no site oficial do Recode Pro
Duração da formação: Até dezembro de 2022
Carga horária: De segunda a sexta-feira, com quatro horas de duração por dia
Quem pode se inscrever: Pessoas com renda familiar per capita de até um salário mínimo e ensino médio completo que morem em em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis, Porto Alegre e Manaus
Faixa etária: 18 a 39 anos
Custo: Gratuito

Com informações da Assessoria de Imprensa RECODE / Agência Prioriza

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STONE E REDE MULHER EMPREENDEDORA SE JUNTAM PARA FORTALECER O EMPREENDEDORISMO EM TODO O PAÍS COM SESSÕES GRATUITAS DE MENTORIA

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Até abril, o Plantão de Mentoria RME contará com a participação de especialistas RME e voluntários da Stone em sessões gratuitas sobre gestão de negócio, vendas, marketing e relacionamento com cliente

A Stone e a Rede Mulher Empreendedora, primeira e maior plataforma de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil, uniram-se para a realização do Plantão de Mentoria RME, programa gratuito de apoio para quem já tem um negócio e quer alavancá-lo em 2022 ou mesmo para quem deseja iniciar um e precisa encarar todos os desafios de empreender.

Como principal parceira do empreendedor brasileiro, a Stone se une à RME, reforçando assim ainda mais os valores da companhia, que acredita na educação como base para a formação de futuros empreendedores para a construção de um Brasil melhor. A mentoria é também considerada um dos caminhos essenciais para a abertura e o crescimento de qualquer negócio hoje em dia.



De janeiro a abril, os interessados que se cadastrarem serão mentorados por especialistas voluntários da Stone e da RME em temas que vão de gestão ao relacionamento com o cliente, vendas e marketing. Cada encontro terá, aproximadamente, uma hora, e o primeiro plantão acontecerá no próximo dia 27/01, às 16h.

As mentorias em grupo são sessões coletivas, com público ilimitado, ao vivo e realizadas online. Não há processos seletivos nem restrição de gênero para participar e todos os interessados poderão se inscrever por este link .

Em média, o Plantão de Mentoria RME  tem atraído cerca de 250 inscritos por mês. Em sua grande maioria, são mulheres de 30 a 50 anos, proprietárias e líderes de negócios tradicionais, não somente startups, e que normalmente não possuem formação acadêmica com cursos de graduação ou pós-graduação.

A RME foi criada em 2010 pela empreendedora social Ana Fontes com o propósito de apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso a mercado, marketplace, programas de aceleração e acesso a capital. Hoje, conta com 1 milhão de participantes conectadas e já impactou a vida de mais de 9 milhões de mulheres.

Empreendedorismo feminino 

Segundo dados da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2020, principal pesquisa sobre empreendedorismo do mundo, feita com apoio do SEBRAE, o Brasil possui a sétima maior participação feminina entre os empreendedores iniciais. Dos 52 milhões de empreendedores no país, 30 milhões (48%) são mulheres. A preferência delas é pelos segmentos de beleza, moda e alimentação. Elas também são a maioria nos setores de comércio (52,95%), indústria (65,20%) e serviços (55%). A pesquisa é realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ).

Pela primeira vez, o relatório da GEM também identificou que ter uma empresa é o segundo  maior sonho do brasileiro.

Desafios das empreendedoras

A sexta edição da Pesquisa anual elaborada pelo Instituto e Rede Mulher Empreendedora, indica que 79% das empreendedoras acreditam que os cuidados com a casa e a família atrapalham mais as mulheres do que os homens que buscam empreender. “Muitas mulheres ainda não têm apoio e reconhecimento de que seus negócios, ainda que pequenos, fazem parte de um ecossistema potente e que gera muita riqueza”, comenta Ana Fontes, fundadora da RME.

Quanto mais incentivo e apoio, mais essas empreendedoras conseguem planejar e se estruturar, estudando e compartilhando suas experiências, ressalta Ana. O estudo revelou que 67% das mulheres ouvidas planejam realizar algum curso de formação para empreendedoras.

Programação Plantão de Mentoria RME

Gestão de Negócios:

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Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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OS VEÍCULOS ELÉTRICOS ESTÃO CHEGANDO E POSTOS DE RECARGA SÃO FUNDAMENTAIS

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Stellantis

O futuro da mobilidade está veiculado a eletrificação e a redução do uso de combustíveis fósseis, mas é importante ressaltar que a massificação dos veículos elétricos exige um planejamento bem estruturado para que empresas, especializadas em recargas, consigam popularizar seus produtos.

Em novembro do ano passado, durante a COP26, Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática de 2021, realizada em Glasgow, na Escócia, lideranças de todo mundo discutiram o quanto a emissão de gases poluentes na atmosfera tem prejudicado o Meio Ambiente e provocado efeitos negativos ao clima.  Na oportunidade, algumas metas para descarbonização dos veículos foram estabelecidas, dentre elas, a redução do dióxido de carbono em 45% até 2030, trazendo uma oportunidade para aceleração no processo de eletrificação de veículos leves e pesados.

A eletrificação veicular é hoje um dos assuntos mais debatidos entre países de todo mundo. De acordo com a Abve (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), o ano de 2021 fechou com um recorde de 34.990 unidades de eletrificadas vendidas, um aumento de 77% em relação a 2020.  Esses números refletem a nova visão de descarbonização e a consciência ambiental que empresas, montadoras e consumidores têm adquirido nos últimos anos.



Paralelamente ao aumento de veículos elétricos no Brasil e em todo mundo, é preciso avaliar como serão feitas as recargas para que carros, caminhões e ônibus eletrificados consigam circular com maior autonomia. Todas as versões híbridas, híbridas plug-in ou elétricos puros precisam de pontos para que suas baterias sejam reabastecidas. Esse é um assunto se tornou um dos pontos de atenção para fabricantes de veículos elétricos.

O futuro da mobilidade está veiculado a eletrificação e a redução do uso de combustíveis fósseis, mas é importante ressaltar que a massificação dos veículos elétricos exige um planejamento bem estruturado para que empresas, especializadas em recargas, consigam popularizar seus produtos. Um questionamento que é cada vez mais latente, refere-se às condições estruturais das cidades para receber esses pontos de recarga, seguindo um número semelhante de opções de postos de combustível para veículos comuns.

Segundo a Abve, a frota de veículos elétricos no Brasil já chegou à marca de 75 mil unidades emplacadas e sabemos da tendência de ampliação desses números, uma vez que as montadoras de carros, encarroçadoras de ônibus e fabricantes de caminhões anunciam gradativamente suas apostas para o novo conceito da mobilidade.

Nos Estados Unidos, por meio da EEI (Edison Electric Institute), uma associação de empresas de energia de propriedade de investidores, estabeleceu como meta, para 50 empresas associadas, a criação de mais de 100 mil portas de carregamento rápido para os quase 22 milhões de veículos elétricos que circularão em solo norte-americano até 2030. 

Aqui, no Brasil, em contrapartida, a Abve contabilizou, em setembro de 2021, apenas 754 estações de recargas públicas e semipúblicas no Brasil, com 735 delas em operação, correspondendo apenas a 0,98% do total de veículos já existentes. 

No entanto, por se tratar de um sistema de recarga que exige um tempo maior para a conclusão, notamos uma tendência de que os sistemas de recarga sejam implantados em edifícios comerciais e residenciais gradativamente, permitindo que esses veículos sejam recarregados no período da noite ou durante o expediente. Em São Paulo, por exemplo, desde março de 2021, está em vigor a Lei municipal n. 17.336, que obriga a instalação de carregadores para veículos elétricos e híbridos em novos projetos de edifícios residenciais e comerciais. A lei exclui os empreendimentos construídos a partir de programas habitacionais públicos e subsidiados com recursos do governo.

A regulamentação é apenas o primeiro passo, mas muitos pontos precisam ser considerados para que o sistema seja efetivamente eficiente e esteja disponível a todos. Em São Paulo, por exemplo, não está definido o número de carregadores que devem ser instalados por edifício e não é apontado qual é o modelo de equipamento para recarga que deve ser utilizado, essas lacunas deixam dúvidas sobre a capacidade de atender a demanda dos proprietários de veículos elétricos e sobre como será feita a cobrança pelo consumo de energia. Para avançar com esse projeto, em breve, todas as vagas deverão estar, ao menos, preparadas para receber pontos de recarga.

Diante deste cenário, fica a reflexão para que a alta demanda por eletrificação veicular também tenha, proporcionalmente, um aumento dos postos de abastecimento para esses veículos em todo território nacional. Afinal, as estações de recarga no Brasil ainda são insuficientes para atender a quantidade de veículos que já circulam e os modelos que ainda chegarão às ruas nos próximos meses.

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

MOBEES SE UNE À CARBONEXT PARA NEUTRALIZAR CARBONO DE SUA FROTA

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Comissão Europeia prepara legislação para indústria sem emissão de CO2

Com parceria, startup compensará a emissão de gases dos 200 veículos em circulação no Rio de Janeiro

Os assuntos voltados para o meio ambiente vem ganhando notoriedade nas últimas semanas, principalmente com a realização da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 – COP26. Há algum tempo, atendendo às demandas de organizações ambientais e de um público cada vez mais exigente e consciente, empresas de todos os portes passaram a se alinhar aos princípios ESG (Environmental, Social and Governance), que ganhou dimensão muito grande neste período em que atenção do mundo está em avançar no combate às mudanças climáticas.

Uma pesquisa recente, realizada pelo think tank internacional Carbon Brief, apontou que o Brasil está entre os maiores poluidores do mundo, aparecendo em quarto lugar no ranking mundial que contabiliza a liberação de gás carbônico. E foi refletindo sobre esse assunto que a Mobees, plataforma de mídia exterior digital sobre carros de aplicativos em funcionamento no Rio de Janeiro, acaba de firmar uma parceria com a Carbonext, plataforma que ajuda empresas a compensar emissões de gases do efeito estufa.



O CEO e cofundador da Mobees, Fábio Barcellos, conta que a startup tem como propósito impactar a comunidade, promovendo crescimento econômico e melhorando a vida das pessoas e cidades. “Avaliamos os impactos das atividades dos carros de aplicativos, já que os automóveis são um dos principais responsáveis pela emissão de gases poluentes. Ainda que esses carros já estivessem em circulação, independente da existência da Mobees, queremos fazer a nossa parte e contribuir com o meio ambiente”, afirma o executivo.

A Mobees irá compensar suas emissões de carbono com a Carbonext, que gera cerca de 5 milhões de toneladas de créditos de carbono ao ano, com a gestão de mais de 1 milhão de hectares da Floresta Amazônica, onde atua combatendo o desmatamento. A Carbonext faz a gestão de áreas em risco de desmatamento, protegendo sua biodiversidade e estimulando a bioeconomia local. Via a venda de créditos, a empresa devolve à floresta 70% da renda gerada pela comercialização dos créditos para defesa e monitoramento da área, contribuindo também para o benefício e desenvolvimento da população local.

Para Janaína Dallan, CEO da Carbonext, parcerias como essa estimulam cada vez mais empresas e pessoas a refletir sobre a importância da neutralização de emissões, manter a floresta em pé e o impacto do aquecimento global para o planeta e as gerações futuras.

“Todos nós precisamos agir agora. Essa parceria chega em ótimo momento para amplificar a diversos públicos, desde as empresas que buscam as mídias da startup até seus motoristas e clientes, a necessidade de preservar a floresta de pé. Nosso esforço é no sentido de conectar a floresta e as cidades, para desenvolvimento sustentável do planeta e desenvolvimento da bioeconomia”, diz Janaína.

Os veículos parceiros da adtech, que rodam cerca de 1 milhão de km por mês, o equivalente a 25 voltas ao planeta Terra, contribuirão de forma direta com o meio ambiente, já que um crédito de Carbono corresponde a 1 tonelada de CO2. Isso impacta diretamente a qualidade de vida das pessoas, principalmente nas grandes cidades como no Rio de Janeiro.

Atualmente a Mobees possui cerca de 200 veículos parceiros na sua frota, com planos de expansão para 1000 veículos no próximo ano. A neutralização da emissão de carbono acontecerá em todos os carros parceiros da empresa. Com base na projeção de quantos km cada parceiro roda, a adtech adquirá créditos de carbono equivalentes com Carbonext. Ao final de cada mês, será repassada a quantidade de quilômetros realmente percorridos para o ajuste.

Hoje, a startup conta ativamente com mais de 45 clientes em vários segmentos, sendo nomes como Faculdade Descomplica, Unimed, Motorola, TIM, Oi, Claro, GloboPlay, HBO GO, Diageo, O Boticário, Dasa, entre outros, que indiretamente estão contribuindo com essa causa e para o combate à poluição, e espera que outras empresas se engajem neste projeto sabendo que causarão grande impacto social na vida dos motoristas e também ambiental.

As ações de impacto da Mobees vêm sendo observadas, prova disso foi a recente seleção da adtech na primeira colocação do III Desafio COR Rio de Inovação para cidades inteligentes. O COR é responsável por gerenciar uma agência de notícias, que funciona 24 horas por dia nas redes sociais e se torna fonte oficial de informações para a população em situações de emergências urbanas. As telas 100% digitais e onipresentes da Mobees serão integradas ao maior Centro de Operações Urbanas da América Latina, para tornar a comunicação com a população mais concreta e factual.

Com informações da Assessoria de Imprensa NR7

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