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CTG BRASIL E SENAI INVESTEM EM PROJETOS DE INOVAÇÃO COM FOCO EM HIDROGÊNIO VERDE

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Tribunal decide que Suíça viola direitos humanos ao falhar no controle da crise climática

Três iniciativas foram selecionadas entre as 31 propostas inscritas em Chamada Pública e serão desenvolvidas em até quatro anos a partir da assinatura do contrato

A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) selecionaram três projetos dos 31 que se inscreveram na Chamada Pública — Missão Estratégica Hidrogênio Verde, que tem como objetivo impulsionar soluções inovadoras capazes de gerar negócios. Após análise técnica e de aderência aos direcionamentos estratégicos da CTG Brasil, foram escolhidas as propostas: Distrito Industrial Verde; Produção e Armazenamento de Energia Solar em H2 e Aplicações em Mobilidade; e Conversor CC-CC Multiportas e Sistema IoT Inteligente de Gestão de Energias.

A chamada pública recebeu inscritos de 13 estados do País: Paraná, Santa Catarina, Ceará, Rio Grande do Norte, Amapá, Mato Grosso do Sul, Bahia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Espírito Santo e São Paulo. Foram R$ 183,7 milhões em propostas, valor 10 vezes maior que o previsto no edital (R$ 18 milhões), e os temas se concentraram principalmente na produção do chamado “combustível do futuro”.



Agora, os três projetos selecionados entram em fase de identificação, seleção de potenciais parceiros internacionais para o desenvolvimento das ideias e ajustes para a fase final de contratação. O prazo de execução é de até 48 meses a partir da assinatura do contrato.

“O hidrogênio verde é o futuro e o Brasil já é visto como sendo um importante player desse mercado. A parceria com a CTG Brasil é fundamental para o desenvolvimento de novas tecnologias em energias renováveis, promovendo conexão com pesquisadores da Europa e China, acelerando as rotas tecnológicas no país”, ressalta o diretor nacional do SENAI, Rafael Lucchesi.

“Ao ampliar nossos investimentos em P&D, buscamos soluções cada vez mais inovadoras para atender aos desafios do setor elétrico e beneficiar o meio ambiente e comunidades próximas dos nossos empreendimentos. O hidrogênio verde, alinhado a nossa estratégia de crescimento em fontes renováveis, irá apoiar a geração de negócios sustentáveis para segmentos como mobilidade, indústria e agro”, afirma Silvio Scucuglia, diretor de Estratégia e Desempenho Empresarial da CTG Brasil.

O investimento nos projetos reforça o compromisso de longo prazo da empresa com o Brasil, mercado-chave para a companhia devido ao potencial do País para construção e operação de projetos de geração de energia renovável e em larga escala, core business da empresa em todo o mundo.

Conheça os projetos selecionados:

Distrito Industrial Verde prevê o desenvolvimento de uma plataforma comercial para mapear e comercializar hidrogênio verde. A transação e produção é certificada por meio de um projeto piloto, que garante a produção do hidrogênio verde a partir de fontes renováveis por meio de um selo de registro de rastreamento e garantia da origem. O Porto de Suape, em Pernambuco, possui condições logísticas e industriais favoráveis para testar o projeto piloto, além de contar com uma planta de produção de hidrogênio verde (em construção), possui uma série de indústrias consumidoras de hidrogênio que apresentam em seu direcionamento estratégico a descarbonização das suas atividades. A proposta prevê a geração de renda com a aplicação de taxas por transação.

A Produção e Armazenamento de Energia Solar em H2 e Aplicações em Mobilidade vai integrar uma micro rede e uma usina fotovoltaica à capacidade de produzir hidrogênio verde usando dois tipos de eletrolisadores: membrana polimérica e alcalina tradicional. A energia gerada será armazenada de forma gravitacional, em baterias de íon/lítio e como Hidrogênio Verde em tanques pressurizados e poderá ser utilizada diretamente ou aplicada como opção de geração utilizando células a combustível utilizando o hidrogênio. A proposta prevê uma análise entre os sistemas de armazenamento; de um estudo para estabelecimento de bases técnicas para a implantação de corredores de abastecimento de hidrogênio ao longo das rodovias brasileiras e uma avaliação de soluções técnicas de eletrolisador (alcalino e membrana polimérica – PEM) para definir a melhor adequação à variabilidade de potência das fontes renováveis.

Conversor CC-CC Multiportas e Sistema IoT Inteligente de Gestão de Energias têm como objetivo desenvolver um produto para remover etapas de conversão de energia, reduzir o custo de produção do hidrogênio verde e aumentar a eficiência e o design do sistema. O projeto prevê um módulo de controle e comunicação IoT (Internet of Things) integrado com algoritmos de inteligência artificial e sistema de gerenciamento de energia para otimizar a utilização das fontes geradoras de energia.

Hidrogênio verde

Uma das áreas de interesse da CTG Brasil, o hidrogênio verde a partir de fontes renováveis de energia, como eólica e solar, é alternativa à produção a partir de gás metano – mais comum hoje e mais poluente. Conhecido como “combustível do futuro”, o hidrogênio verde é apontado globalmente como opção para reduzir os impactos do efeito estufa, substituindo, por exemplo, combustíveis fósseis em meios de transporte e insumos usados na linha de produção da indústria.

A Chamada Pública “Missão Estratégica Hidrogênio Verde” foi lançada em outubro de 2021, durante inauguração do Habitat de Inovação da CTG Brasil no Hub de Inovação e Tecnologia (HIT) do SENAI-RN, em Natal.A empresa foi a primeira do setor de energia a instalar um escritório de inovação no espaço.

Com informações da Assessoria de Imprensa Jeffrey Group

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PROGRAMA DE INOVAÇÃO ABERTA DA ANDRADE GUTIERREZ ALCANÇA MAIS DE MIL CONEXÕES COM STARTUPS E 4º CICLO CHEGA À RETA FINAL

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Mais de 190 empresas se inscreveram para 4º ciclo e agora 8 selecionadas para a última etapa poderão testar suas soluções nas obras da AG

O Vetor AG, programa de inovação aberta da construtora Andrade Gutierrez, atingiu a marca de mais de mil conexões com startups, além de ter acelerado mais de 25 iniciativas e contratado mais de 15 soluções. Criado em 2018 com o intuito de trazer para as obras e áreas corporativas da construtora fornecedores com soluções inovadoras, o programa já passou por quatro ciclos de inovação. O 4º ciclo, em andamento, está na reta final e oito empresas já selecionadas terão seis meses para testarem suas soluções nas obras da Andrade Gutierrez. O foco desse ciclo são soluções voltadas à Engenharia 4.0 e as empresas selecionadas buscam resolver os desafios de IoT, automação da construção, gestão remota e construção modular.

“A Andrade Gutierrez sempre foi pioneira em inovação no nosso setor, mas foi em 2014 que iniciamos de forma efetiva essa trajetória. O primeiro passo foi a transformação de processos operacionais, com foco na excelência operacional e nas melhores práticas do mercado. Em 2017, tivemos o primeiro passo para trazer soluções de mercado para dentro da construtora, por meio do Digital Day, primeira iniciativa de inovação aberta da empresa. Neste dia, 20 startups apresentaram soluções para Linha de Transmissão.”, relata André Medina, Gerente de Inovação da Andrade Gutierrez e responsável pelo Vetor AG.



Medina explica que o Digital Day buscava solucionar desafios específicos em obras pontuais da Andrade Gutierrez e que, a partir dele, a construtora viu a possibilidade de atingir todo o setor de engenharia e construção. “Foi então que, em 2018, decidimos criar o Vetor AG, para ser a porta de entrada para que soluções inovadoras sejam testadas nas maiores obras do Brasil, e realizamos o primeiro ciclo do programa”.

A expectativa para 2022 é que o Vetor AG continue sendo pioneiro em inovação e potencializando a Engenharia 4.0, prioridade para a empresa no momento. “Estamos muito contentes com os resultados já obtidos. Vamos finalizar o 4º ciclo com oito empresas, de 190 inscritas, testando suas soluções nos canteiros de obras, com tecnologias inovadoras como sensores ultrassônicos, exoesqueleto vestível e sistema de aerolevantamentos para mapeamentos topográficos”, conta Medina.

A Andrade Gutierrez hoje é reconhecida pela excelência operacional, BIM (Building Information Modeling) e inovação. Em 2021 foi considerada a empresa mais inovadora do setor de engenharia e construção e a 15ª empresa mais inovadora do país no Prêmio Valor de Inovação. Também conquistou o 2º lugar setorial (Construção Civil) no ranking TOP 100 Open Corps, do 100 Open startups, e reconhecida em duas categorias no Prêmio Kaizen Brasil: Excelência na Produtividade e Excelência na Digitalização.

Conheça as empresas selecionadas para a última etapa:

Algibit: Startup americana que, por meio de internet das coisas (IoT), desenvolveu um sensor ultrassônico para monitoramento da resistência à compressão do concreto, a fim de tornar o processo mais preciso e rápido que o método tradicional.

Beezer: trata-se de uma plataforma para gerenciamento de frotas que permite aos colaboradores acessar o sistema de transporte oferecido para se deslocarem de suas casas até os locais de trabalho, registrando as informações através de pequenos leitores.

Exy: Busca aumentar a produtividade através do uso de exoesqueletos industriais que diminuem o esforço do usuário em até 40%, além de reduzir o afastamento no canteiro de obras por LER/DORT.

GaussFleet: plataforma que, através da internet das coisas (IoT), geoprocessamento e telemetria avançada, entrega aumento de produtividade, compliance e segurança para ativos e pessoas que fazem a logística interna.

GripMaster: a tecnologia desenvolvida pela empresa utiliza polímero que substitui o ar em pneus, aumentando a durabilidade dos mesmos e a segurança e produtividade dos veículos.

PW Tech: a empresa desenvolveu um equipamento modular purificador de água de alta vazão e baixo custo, capaz de tornar águas não potáveis e até contaminadas em próprias para o consumo humano. Cada equipamento é capaz de purificar água para até 2.500 pessoas por dia.

RIS3D: a solução oferece varredura por laser scanning trazendo de maneira 100% fidedigna como as tubulações e equipamentos estão construídos. A tecnologia é elaborada por meio de maquete eletrônica em plataforma BIM.

Gestão Engenharia: Sistema de aerolevantamentos via Lidar com acurácia extrema, minimizando custos com planejamentos, para mapeamento topográfico de áreas inacessíveis e difíceis.

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência NoAr

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EMPRESAS ITALIANAS ENEL X, LEONARDO E TIM ASSINAM MEMORANDO DE INTENÇÕES COM O GOVERNO DO ESTADO DO RIO PARA DESENVOLVER PROJETOS DE CIDADE INTELIGENTE

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∙ A cooperação técnica e comercial entre as três empresas italianas tem o objetivo de apoiar o Governo do Estado do Rio de Janeiro no estudo e proposta de modelo de “Cidades Inteligentes, Seguras e Resilientes”

∙ Soluções tecnológicas de ponta para infraestruturas de transporte, conectividade e iluminação, transformação digital e modelos de eficiência energética

∙ Soluções integradas conjuntas sob medida garantindo suporte ao cliente em seu ciclo de vida

A Enel X Brasil, Leonardo e TIM – três principais empresas italianas e referências mundiais nos setores de energia, mobilidade elétrica, tecnologias, conectividade e segurança cibernética- e o governo do estado do Rio de Janeiro assinaram na última terça-feira (01), no Palácio da Guanabara, no Rio de Janeiro, um memorando de intenções para iniciar o estudo de soluções conjuntas para transformar o Rio de Janeiro em modelo de cidade inteligente, segura e resiliente. Com amplo portfólio em Energia, Segurança e Comunicações e uma abordagem orientada a serviços, as três empresas oferecerão ao Brasil soluções integradas sob medida, abordando todo o ciclo de vida do projeto.

Pelo acordo, cada empresa desenvolverá e fornecerá capacidades fundamentais nas áreas de transporte, conectividade, transformação digital e energia, oferecendo soluções conjuntas para uma e-cidade conectada, além de contribuir de forma eficiente para trazer mais proteção, segurança e qualidade de vida aos cidadãos em suas atividades cotidianas, além de fornecer produtos e serviços que impulsionem a expertise da indústria brasileira.



Além disso, a parceria tem como objetivo identificar possíveis cidades cuja implantação de tecnologias de cidades inteligentes podem ser aplicadas, buscando transformá-las em um “laboratório vivo” para as aplicações tecnológicas que contribuam para o desenvolvimento sustentável na localidade.

Graças a este acordo, uma gama completa de serviços eletrônicos será oferecida: e-city, e-home, e-mobility, e-industries e também serviços digitais financeiros. Sistemas de energia e inteligência artificial serão aplicados para facilitar a vida dos cidadãos, agregando qualidade de vida e segurança ao seu cotidiano.

Consequentemente, as possíveis aplicações desenvolvidas para cidades inteligentes a partir da parceria está a implantação de tecnologias de segurança aos cidadãos, com conectividade e integradas a uma série de sensores inteligentes, que auxiliarão na medição do clima e nível de poluição, além de sistemas de recarga pública para veículos elétricos.

Para empresas e edifícios públicos, a parceria prevê a disseminação do conceito de eficiência energética, por meio do desenvolvimento de soluções de engenharia, oferta de energia renovável em usinas de geração distribuída e uso de plataformas de monitoramento em tempo real para climatização. O objetivo é oferecer soluções sustentáveis e inovadoras, proporcionando mais eficiência aos clientes.

Para o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, a parceria com estas três empresas italianas recoloca o Rio de Janeiro em um cenário da transformação digital e do desenvolvimento sustentável.

“A cooperação técnica vai apoiar o Governo do Estado com estudo e propostas de modelo de cidades inteligentes, seguras e resilientes. Este projeto será extremamente benéfico para o nosso estado à medida que vai proporcionar mais proteção, segurança e qualidade de vida aos cidadãos e às indústrias fluminenses. O movimento para atração de novos investimentos para o Rio de Janeiro já começou”, afirma o governador.

“Estamos trabalhando fortemente para avançar na eletrificação do consumo e oferecer soluções sustentáveis que contribuam para a reduzir as emissões de gás carbônico em todos os países em que atuamos. Nos centros urbanos, oferecermos serviços e produtos inovadores para tornar as cidades menos poluentes, mais digitais e circulares, com benefícios para toda a sociedade. A parceria com o governo do Rio de Janeiro, a Tim e a Leonardo fortalecem a estratégia da Enel X no Brasil, ampliando a capacidade de atuação da companhia, principalmente, no mercado de mobilidade elétrica e eficiência energética no Estado”, afirmou o Country Manager da Enel Brasil, Nicola Cotugno.

A realização de Smart Cities seguras, a partir de uma visão integrada do contexto urbano, é uma das áreas em que a Leonardo quer dar uma contribuição decisiva, em benefício dos cidadãos do Brasil e do mundo. Para um desenvolvimento sustentável e digital do ambiente urbano é fundamental que as cidades sejam gerenciadas por novos modelos e soluções tecnológicas avançadas, como a plataforma X-2030 da Leonardo, que integra dados de fontes e sensores heterogêneos para garantir segurança, proteção ambiental, mobilidade flexível e eficiência na gestão de energia”, disse Francesco Moliterni, Diretor Internacional de Marketing & Campanhas Estratégicas e Vice-Presidente da Leonardo na Amárica Latina.

Mario Girasole, vice-presidente de Assuntos Regulatórios e Institucionais da TIM Brasil, reforça a importância das parcerias para o desenvolvimento de projetos de transformação digital pelo país: “somos líderes de cobertura 4G no Brasil e pioneiros nos pilotos 5G já no Rio de Janeiro. Ao aliar conectividade com a oportunidade de oferecer serviços integrados, que contribuem para o desenvolvimento das cidades e da indústria nacional, estamos dando mais um passo para a transformação digital que precisamos e beneficiando principalmente a população. Nossa expectativa é que a parceria que fechamos hoje com o Governo do Rio de Janeiro para viabilizar novas soluções de IoT seja um grande exemplo do que podemos oferecer e proporcionar a outras cidades e estados”.

Com informações da Assessoria de Imprensa Approach Comunicação

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TRÊS EM CADA QUATRO EMPRESAS BRASILEIRAS FALHAM NA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

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Melhor que qualquer 'hacker' humano: o que é o novo modelo de inteligência artificial que assusta o sistema financeiro
Foto: Banco de imagem/istockphoto

Maiores dificuldades estão na definição das estratégias e na adoção de tecnologias mais avançadas. ESG começa a despontar como fator importante e covid-19 continua sendo a maior motivadora do processo

A segunda edição do estudo Flipping The Odds of Digital Transformation, do Boston Consulting Group (BCG), constatou que só 23% das empresas brasileiras atingiram (ou excederam) todos os objetivos de suas transformações digitais em 2021. O número ficou abaixo da taxa de sucesso global, de 35%.

“Também identificamos uma correlação entre retorno financeiro e o sucesso da transformação digital: no Brasil, as empresas que atingiram todos os objetivos das transformações conseguiram, em média, o dobro do retorno financeiro na comparação com as outras”, analisa Otávio Dantas, diretor-executivo e sócio do BCG e líder da prática de Technology Advantage no Brasil.



A maior parte dos respondentes brasileiros (84%) afirmou ainda que o foco estratégico das transformações digitais é voltado para a mudança das jornadas dos clientes, seguida por inovar o modelo de negócio da empresa (82%), aumentar as vendas e participação de mercado (76%) e desenvolver ecossistemas e parcerias digitais (74%). Por último, ficaram a digitalização das funções de suporte (45%), das operações e a manufatura (45%) e as melhorias na cadeia de suprimentos (34%).

Covid-19 segue como principal motivador das transformações digitais

A pesquisa reforçou a constatação de que a COVID-19 foi a principal motivadora das transformações digitais no Brasil, segundo 31% dos respondentes. Outros motivadores foram a necessidade de mais receita (23%), mudanças no comportamento do consumidor ou de tendências do setor (18%), pressão para inovar motivada pela inovação de outras empresas (18%) e, por último, a necessidade de cortar gastos (10%).

Globalmente, a COVID-19 também liderou entre os principais fatores para 24% das pessoas, empatada com as mudanças no comportamento do consumidor ou de tendências do setor. Depois delas, se destacaram a necessidade de cortar gastos (21%), seguida pela pressão das inovações de outras empresas (17%) e a necessidade de mais receita (14%).

“Mesmo com uma melhora nos indicadores da pandemia impulsionada pela vacinação, a COVID-19 continua impactando os consumidores e as empresas, mantendo elevada a demanda por digitalização e inovação. Isso é refletido, por exemplo, nos objetivos estratégicos dessas transformações: vemos empresas cada vez mais preocupadas com a jornada de compra dos clientes e em aumentar a colaboração e relevância de suas participações nos ambientes digitais. São legados que a crise nos deixa mesmo após quase dois anos de seu início”, analisa Dantas.

ESG entra no radar

As iniciativas ESG (ambientais, sociais e de governança) começam a despontar como motores dos processos de transformação digital. Cerca de 41% das empresas brasileiras acreditam que elas são um elemento crítico nesses processos e 90% já tem iniciativas de sustentabilidade em andamento. Por outro lado, só 8% das brasileiras sinalizaram que ESG é um foco prioritário de suas transformações digitais, abaixo da média global de 24%.

“Já vemos as empresas pensando em ESG em suas transformações digitais — boa parte acredita que é importante e a grande maioria já tem iniciativas do tipo em andamento. Apesar disso, notamos que são poucas as transformações que tratam o tema como prioridade, especialmente no Brasil. Com a urgência crescente das mudanças climáticas e com os novos acordos firmados pelos setores público e privado na COP26, acreditamos que essas demandas vão entrar de vez na agenda corporativa, especialmente no caso de empresas brasileiras que pretendem reforçar a presença no mercado global, sobretudo em países desenvolvidos”, avalia o executivo do BCG.

Trabalho remoto e infraestrutura de TI são habilitadores; IA fica para trás

Para permitir que as equipes realizem a transformação digital, a maioria das empresas brasileiras acredita que o trabalho remoto e novas formas de trabalhar são as mais efetivas (85%). Já no lado da tecnologia, a infraestrutura de TI foi a mais recomendada, citada por 74%, enquanto só 38% acreditam que a inteligência artificial poderia ajudar no processo.

Como realizar uma transformação digital de forma adequada

Para o sucesso de uma transformação digital, o BCG recomenda seis passos essenciais. Confira as sugestões da consultoria:

  1. Criar uma estratégia com objetivos claros e passos bem definidos.
  2. As lideranças precisam estar comprometidas, dos gerentes até o CEO.
  3. A liderança deve identificar os principais talentos da empresa para conduzir a transformação.
  4. Adotar uma mentalidade de governança ágil, que facilita superar obstáculos e mudar de rotas durante o processo.
  5. Monitorar o progresso da transformação para que ela alcance os objetivos mapeados.
  6. Adotar uma tecnologia moderna, com desempenho seguro e escalável, que permite mudanças rápidas e se integre facilmente ao ecossistema do negócio.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ideal H+K Strategies

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EMPRESA BRASILEIRA CRIA SOLUÇÃO INÉDITA QUE AUXILIA NA SEGURANÇA OSTENSIVA DE 12 CIDADES NO PAÍS

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Solução 100% nacional e patenteada desenvolvida pela Helper Tecnologia otimiza o monitoramento das cidades, inibindo a criminalidade e potencializando as forças policiais

A empresa paranaense Helper Tecnologia, com sede na cidade de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, vem conquistando o Brasil com uma tecnologia patenteada e inédita no país: os totens de segurança. Alternativa aos módulos policiais tradicionais, os totens de monitoramento da Helper já estão presentes em 12 municípios espalhados por 5 estados brasileiros, inibindo a criminalidade e potencializando a capacidade de monitoramento das guardas municipais e policiais militares do país.

Com uma presença imponente, a tecnologia 100% brasileira dos totens de monitoramento tem proporcionado mais segurança no local de sua instalação, inibindo drasticamente as ações criminosas. Os equipamentos contam com um conjunto de câmeras que permitem monitorar as localidades em 360 graus de forma simultânea, disponibilizando ainda o zoom para aproximação da verificação de ocorrências, além de um canal de comunicação direto com as forças policiais. “Nosso projeto é focado na prevenção e traz um ganho neste sentido. Por ser um totem vertical, ele tem visibilidade e traz mais sensação de segurança. Além disso, o monitoramento contínuo do totem permite que os guardas façam as rondas ostensivas e efetivas”, explica o Diretor da Helper Tecnologia, Edison Endo.



Os equipamentos contam também com um sistema de giroflex para alertas instantâneos e podem ser programados para repassar mensagens à população. “Trata-se de um posto de policiamento eletrônico que surgiu para substituir os módulos. Dessa forma, não há necessidade de se manter a guarda do local e otimiza-se a atuação das forças de segurança”, diz. Atualmente, os totens já estão presentes em Balneário Camboriú (SC), Saudade do Iguaçu (PR), Ponta Grossa (PR), São José dos Pinhais (PR), Cotia (SP), Artur Nogueira (SP), Santa Bárbara D’Oeste (SP), Três Corações (MG), Frutal (MG) e Resende (RJ). A solução também foi adotada pelo Hospital das Clínicas de São Paulo (uma autarquia do governo), na cidade de São Paulo (SP), e na Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa), em Curitiba (PR).

Em Cotia, na Região Metropolitana de São Paulo, está um dos principais cases de sucesso da Helper. O município ocupava a 134ª posição no ranking das cidades mais seguras do Estado de São Paulo, desenvolvido pelo Instituto Sou da Paz. Hoje, 2 anos após a instalação dos totens, Cotia aparece na 22ª posição do mesmo ranking. Outra cidade que merece destaque é Santa Bárbara D’Oeste, localizada a 140 quilômetros da capital paulista, que atualmente lidera o ranking de segurança estadual, com o menor IECV (Índice de Exposição aos Crimes Violentes). “Cotia e Santa Bárbara D’Oeste são provas de que com inteligência, planejamento e tecnologia é possível chegarmos em um modelo de segurança de excelência”, comenta Endo.

Expansão

Para 2022, a Helper Tecnologia trabalha com a possibilidade de duplicar o número de cidades que contam com a solução. Por deter a carta de exclusividade e a patente da ferramenta, a contratação pelos municípios pode ser feita até mesmo por inexigibilidade — dispensando as licitações. “Em muitas cidades conseguimos encaixar a nossa solução dentro de um projeto existente, integrando as soluções e atendendo às necessidades do município”, afirma o executivo da Helper, Edison Endo.

O modelo de contratação é feito via locação, com o chamado serviço embarcado. Em outras palavras, a Helper oferece todo o suporte necessário para o funcionamento do totem (limpeza, manutenção, suporte técnico e plotagem, entre outros), com a presença de uma equipe técnica para atender ao projeto. As estratégias de monitoramento, por outro lado, são determinadas pelo poder público. “Não deve haver substituição do efetivo da força de segurança, mas, sim, direcioná-lo para atender a população”, completa Edison Endo.

Para mais informações, acesse o site da Helper Tecnologia.

Com informações da Assessoria de Imprensa P+G Comunicação Integrada

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CENTRO UNIVERSITÁRIO FACENS PROMOVE ENCONTRO CIENTÍFICO INTERNACIONAL

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Tecnologias redução de desigualdade
Foto: istockphoto/divulgação

Evento online conta com o apoio do MCTI e CNPq

Nos dias 3 e 4 de fevereiro, acontece o I Encontro Científico Internacional Facens, promovido pela instituição de ensino. O objetivo do evento online é estimular o debate e reflexão sobre a área de pesquisa em cenário nacional e internacional, além de oferecer minicursos e workshops.

O evento online também conta com o apoio do MCTI e CNPq, além da participação de parceiros internacionais da Facens como a Universidade do Porto (Portugal), Technische Hochschule Ingolstadt (Alemanha), Universitat de Lleida (Espanha), KIET Group (Índia) e Lawrence Technological University (EUA). Tais parceiros discutirão os resultados obtidos em pesquisas conjuntas com a Facens, servindo de inspiração para futuras pesquisas e possíveis novas parcerias.



O encontro será aberto para professores, pesquisadores e demais interessados, que devem se inscrever pelo site do evento. Durante o encontro, a Facens, juntamente com os parceiros, apresentará algumas dessas pesquisas já em andamento na instituição, abordando áreas de destaque no cenário contemporâneo como tecnologia 5G, Indústria 4.0, segurança veicular, inteligência artificial, redes definidas por software, tecnologia de nanocápsulas, entre outras.

Com informações da Assessoria de Imprensa Dezoito Comunicação

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O CASO DA EDUCAÇÃO: LIÇÕES QUE ALGUMAS CIDADES PODEM ENSINAR SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS

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No Rio de Janeiro, a aluna da capital fluminense fará operações de soma com casas decimais no mesmo ano escolar. Mas se seus pais decidirem se mudar para a cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, provavelmente passará de ano sem aprender essa operação. O que faz uma cidade no mesmo Estado se destacar na qualidade do ensino e outras não?

“No Brasil, o quanto um aluno vai aprender pode ser determinado por onde ele vive”. Essa é uma das afirmações do jornalista Daniel Barros, autor de “País Mal-educado: por que se aprende tão pouco nas escolas brasileiras?”(Editora Record), que nos faz refletir sobre o peso que as cidades têm na trajetória escolar das crianças e adolescentes brasileiros.

O aluno da escola pública de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, será capaz de identificar uma metáfora ao final do 5º ano do ensino fundamental. Mas, sua prima que mora em São Vicente, provavelmente não. No Rio de Janeiro, a aluna da capital fluminense fará operações de soma com casas decimais no mesmo ano escolar. Mas se seus pais decidirem se mudar para a cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, provavelmente passará de ano sem aprender essa operação. O que faz uma cidade no mesmo Estado se destacar na qualidade do ensino e outras não?



Embasado em pesquisa científica de economistas como Ricardo Paes de Barros, Daniel Barros explica como cidades com mesmo nível socioeconômico oferecem ensinos bastante diferentes. O motivo, explica, são as políticas locais voltadas à capacitação de professores e à melhoria da gestão escolar, diante da inexistência de programas nacionais.

O autor analisa também como as ilhas de excelência (sim, nós temos) poderia (ou melhor, deveria) ter seu modelo de ensino replicado em outras (ops, todas) as cidades brasileiras. O ensino emblemático é Sobral, no interior do Ceará. É um município pobre e violento, acima da média do país. Ainda assim oferece um nível de educação pública bastante alto. Estudantes de Sobral estão no mesmo patamar que a média mundial e os melhores alunos até acima: em leitura e matemática, o desempenho médio dos 10% de alunos com melhor desempenho, ficou acima da média da OCDE no Pisa 2015.

O que mais me chamou mais atenção foi o papel fundamental que o amplo levantamento de dados e o bom uso deles nas políticas de sucesso, embora algumas dessas políticas – mais do que seria razoável – tenham sido descontinuadas pelas gestões que as sucederam. Os dados são gerados como uma consequência da aplicação de avaliações e acompanhamento da frequência dos alunos, que nada mais são do que obrigações legais e constitucionais do poder público. Além de cumprir uma obrigação, os gestores têm em suas mãos as ferramentas necessárias para tornar suas políticas públicas mais eficientes.

Em Sobral, assim como no Rio de Janeiro em 2010 com Wilson Risolia como Secretário de Educação, não se espera o final do semestre para avaliar o desempenho dos alunos. As avaliações costumam ser bimestrais e seus resultados disponíveis com rapidez. O desempenho das crianças serve de subsídio para o planejamento das aulas pelos professores, que retornam aos assuntos que os estudantes tiveram mais dificuldade antes de iniciar assuntos novos. Para os gestores escolares, os resultados das avaliações servem para acompanhamento e apoio aos professores; é possível oferecer orientações práticas sobre métodos de ensino daquele conteúdo que os alunos tenham apresentado mais dificuldade. A esse respeito, o Programa de Intervenção Pedagógica de Minas Gerais entre 2006-2014, com Maria das Graças Pedrosa Bittencourt (a Fite), ensina como o apoio e as formações práticas podem fazer toda a diferença na qualidade do ensino. Ainda, em alguns casos, os resultados das avaliações chegam a definir parte da remuneração do diretor da escola; a depender do desempenho dos alunos, pode perder seu bônus.

Dados sobre frequência escolar ajudam a dar efetividade às políticas públicas que vinculam a presença em sala de aula ao recebimento de auxílio direto do governo federal. Há relato de escolas cujos diretores notificam as autoridades competentes da ausência do aluno levando à suspensão do benefício. Em razão dessa prática, elas costumam contar com maior participação não só das crianças, mas também dos seus responsáveis. Resultado, o desempenho estudantil melhora.

Embora tenha tratado essencialmente de políticas educacionais, esse texto é sobre decisões públicas. O estudo de cidades que tiveram e têm sucesso em oferecer educação pública de qualidade apresenta algo em comum: as decisões dos respectivos secretários de educação e dos gestores escolares são baseadas em dados levantados sistematicamente. Alguns críticos alegam ser até uma obsessão, o que caiu por terra após quase vinte anos de estudos de impacto ratificando a importância dessa prática. É exemplo de que decidir com base em evidências permite garantir maior efetividade às políticas públicas. No caso da educação, o gestor público que busca a informação estratégica (por exemplo, desempenho e frequência dos estudantes) oferece o serviço público de melhor qualidade. Isso não é mera coincidência, tampouco uma particularidade da educação pública. É a boa prática decisória prevista em lei (art. 20 da Lindb). Outros serviços públicos também devem aprender essa lição!

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities  

ROAD SHOW HUAWEI SOLAR CHEGA A SÃO PAULO PARA AULAS GRATUITAS DE INSTALAÇÃO DE ENERGIA SOLAR

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Sala de aula itinerante já percorreu 49 cidades de 17 Estados brasileiros, e estará no campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie entre os dias 1 e 3 de fevereiro oferecendo cursos de capacitação

Entre 1 e 3 de fevereiro, o Road Show Huawei Solar chega a São Paulo para oferecer aulas gratuitas de instalação de equipamentos de geração de energia solar. Em parceria com a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), a Huawei, multinacional líder global em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) irá estacionar uma unidade móvel adaptada para cursos de qualificação no campus da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em Higienópolis, na região central da cidade. A iniciativa, que teve início em maio de 2021, também tem o apoio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SIMA) e de outras empresas do mercado de energia solar.

A sala de aula itinerante tem espaço para workshops e uma casa com cozinha e lavanderia, totalmente equipadas, abastecida por um sistema de energia solar, uma microgeração distribuída on-grid e off-grid real, que será utilizada para as atividades demonstrativas. O projeto rodou o país levando cursos básicos sobre instalação de sistemas fotovoltaicos para mais de 50 cidades, já percorreu 17 Estados brasileiros e agora faz mais uma parada em São Paulo e depois seguirá para Curitiba (SC).



O Road Show Huawei Solar tem três objetivos: conscientizar a população sobre a importância de usar fontes renováveis para a geração de energia; qualificar, com uma sala de aula itinerante, profissionais interessados na instalação de sistemas fotovoltaicos e levar conhecimento para regiões de difícil acesso.

São três dias de curso com carga horária de 8 horas, que inclui noções básicas de regulamentação de geração distribuída de energia elétrica, dimensionamento preliminar de projetos solares fotovoltaicos, segurança e qualidade das instalações e vendas

Como visitar e participar

A visita ao caminhão, que também contará com a exibição de vídeos sobre energia renovável, será aberta ao público e organizada conforme os protocolos de segurança e distanciamento social estabelecidos para o enfrentamento da pandemia da Covid-19. A ABGD tem o apoio de um infectologista para elaborar um protocolo próprio para o Road Show Huawei Solar, que contará com sanitização constante do ambiente, distanciamento entre os participantes, distribuição de duas máscaras para cada aluno e álcool em gel.

Para realizar o curso, é preciso ter ensino médio completo, se inscrever pelo site e levar 1 kg de alimento não perecível no dia do treinamento. A ABGD também vai convidar empresas locais para contribuir com doações de alimentos, que serão entregues a uma instituição da própria cidade em que a unidade está presente.

Serviço:

Road Show Huawei Solar

Data: 1 a 3 de fevereiro de 2022

Horários: turma da manhã, das 8h às 12h, e turma da tarde, das 14h às 18h

Local: Universidade Presbiteriana Mackenzie – Rua da Consolação, 930 – Consolação, São Paulo/SP

Inscreva-se | ABGD

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação

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MESMO COM INCERTEZAS ECONÔMICAS, SOCIAIS E POLÍTICAS, EMPRESAS PLANEJAM INVESTIR EM TECNOLOGIA E PRODUTIVIDADE E ESPERAM AUMENTAR RECEITAS EM 2022, APONTA PESQUISA DA DELOITTE

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Maior parte das empresas deve manter ou aumentar investimentos em tecnologia e capacitação de profissionais como forma de responder à transformação digital e garantir a sustentabilidade do negócio;

Maior parcela (59%) acredita que a atividade econômica no País em 2022 terá desempenho estável ou fraco;

Evolução do processo eleitoral é a maior preocupação para o ambiente de negócios ao longo do ano, segundo empresários;

Levantamento foi realizado com cerca de 500 empresas, cujas receitas somadas equivalem a 35% do PIB do Brasil.

Prestes a completar dois anos, a pandemia de Covid-19 impôs mudanças profundas à sociedade e segue apresentando incertezas ao mundo todo, inclusive às organizações dos mais diversos setores de atuação e países. Com o surgimento e crescimento exponencial de uma nova variante do vírus, os impactos na economia global e uma eleição presidencial se aproximando no Brasil, seria possível supor um cenário de maior austeridade de gastos e retração de investimentos por parte das corporações em 2022. No entanto, de acordo com a edição deste ano da pesquisa “Agenda”, da Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, o empresariado brasileiro planeja manter ou aumentar o investimento e a produtividade, por meio de aportes em tecnologia e capacitação, além de esperar o crescimento de suas receitas em 2022. As medidas são respostas à transformação digital que se intensificou no período recente e são fundamentais para a sustentabilidade dos negócios neste momento de incertezas econômicas, sociais e políticas.

A evolução do processo eleitoral deste ano, aliás, é a maior preocupação para o ambiente de negócios, de acordo com as cerca de 500 empresas participantes da pesquisa, que, juntas, somam receitas estimadas em R$ 2,9 trilhões, o que equivale a cerca de 35% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil. Em relação à expectativa para a economia, a maioria dos entrevistados (59%) aposta em estabilidade ou queda do PIB, enquanto 41% esperam crescimento do indicador.



Mesmo com incertezas no ambiente de negócios, as organizações continuarão investindo em transformação digital, capacitação profissional e melhoria contínua de suas operações. Somente assim elas vão se manter competitivas em um contexto de mudanças tão relevantes como o atual. A ´Agenda 2022´ revela que, apesar de a maioria dos empresários não estar otimista com os rumos da economia, há uma consciência clara do dever de casa a ser feito. Em cenários mais voláteis, a resposta das organizações sempre requer planejamento e pragmatismo”, destaca João Gumierosócio-líder de Market Development da Deloitte.

Empresas vão aumentar ou manter investimentos em tecnologia e P&D

A pesquisa “Agenda 2022” revela que os principais investimentos em tecnologia, de acordo com os entrevistados, serão em aplicativos, sistemas e ferramentas de gestão (96%); infraestrutura (96%); gestão de dados (95%); segurança digital (95%); customer marketing (81%); atendimento ao consumidor (78%); e canais de venda online (71%). As tecnologias emergentes também ganham cada vez mais espaço nas empresas, no processo de consolidação da transformação na Indústria 4.0. Entre os investimentos nessas tecnologias emergentes, estão robôs móveis autônomos (AMR) (39%), digitalizações do parque fabril (34%) e realidade virtual/aumentada e drones (29%).

Grande parte dos empresários (75%) investirá em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) ao longo de 2022; 59% devem focar em pesquisa aplicada, 44% em desenvolvimento experimental, 26% em pesquisa básica dirigida e 17% em tecnologia industrial básica. Para 2022, estão previstas ações de inovação realizadas colaborativamente. Foram citadas pelos entrevistados: treinamento de equipes (58%); interação com clientes (56%); troca de conhecimento e experiências (53%); apoio para adoção de novas tecnologias (52%); desenvolvimento de novos produtos e serviços (50%); realização de pesquisas (43%); realização de eventos (42%); simplificação de processos burocráticos (39%); apoio para captação de recursos financeiros (22%); e apoio para registro de patentes (13%).

Qualificação profissional e demanda por educação são preocupações

A pesquisa revela que mais da metade das empresas (53%) pretende aumentar o quadro de funcionários, enquanto 18% preveem a manutenção do quadro atual sem substituições; 24% devem manter o quadro com algumas substituições; e apenas 5% devem diminuir o número de profissionais. Entre aqueles que devem diminuir e/ou substituir funcionários, 56% deles devem fazer as substituições por profissionais mais qualificados; 30% diminuirão para reduzir custos, 28% por causa da robotização ou automação de processos, enquanto 18% alegam a diminuição da demanda.

A ampla maioria (90%) dos respondentes planeja investir em treinamento e formação de funcionários. Além disso, nove em cada dez empresas vão aumentar ou manter investimentos em qualificação tecnológica, e a maior parcela (78%) vai direcionar esses treinamentos a diversas áreas da empresa. Essa necessidade de maior qualificação reflete uma lacuna estrutural na formação desses profissionais. Confirma essa percepção o fato de a educação figurar como a principal demanda social do empresariado para o setor público, seguida por saúde, saneamento básico e segurança.

Estratégias de negócios sinalizam investimentos importantes

É alta a parcela de empresas (85%) que pretendem lançar produtos ou serviços em 2022. Ainda sobre investimentos prioritários, 70% afirmam que ampliarão ações em P&D, enquanto 53% intensificarão parcerias com startups. Em relação à expansão dos negócios, 59% devem investir na aquisição/renovação de máquinas e equipamentos, 41% em novos pontos de venda, 31% na ampliação de atuais unidades de produção e 21% na abertura de novas unidades de produção.

As seguintes iniciativas estratégicas foram apontadas por parcelas relevantes de empresas: participação em licitações e privatizações (31%), aquisição de outras empresas (22%), aquisição de produtos ou marcas (18%) e participação em concessões públicas (13%). Do total de companhias participantes, 25 organizações pretendem abrir capital (IPO, sigla em inglês para Initital Public Offering) em 2022. Já 46 empresas pretendem emitir títulos de dívidas durante o ano.

Cenário político, econômico e nova onda de Covid-19 preocupam

Quando questionados sobre quais são as principais preocupações para o ambiente de negócios no Brasil, a maioria dos entrevistados (68%) apontou a evolução do processo eleitoral que culmina nos pleitos de outubro. Instabilidades políticas (65%), inflação acima de 5% (61%) e alta dos juros (50%) foram outras preocupações apontadas em respostas múltiplas. Com o mundo vivendo uma escalada de novos casos diários de Covid-19, praticamente metade dos pesquisados (47%) apontou a nova onda da Covid-19 como preocupação. A desvalorização do real (43%), riscos fiscais (40%) e crises hídrica e energética (34%) também foram mencionadas pelos respondentes. Apesar dessas preocupações, 21% dos entrevistados ainda esperam crescimento das vendas maior do que 20%; já a taxa média de crescimento de vendas esperada pelas organizações é de 10,2%. Apenas 6% dos participantes esperam queda nas vendas.

Emprego e inflação devem ser prioridades do governo, dizem empresários

A “Agenda 2022” mapeou quais deveriam ser, de acordo com os empresários, as prioridades para o governo neste ano. No campo da economia, foram apontadas a geração de empregos, a manutenção da inflação abaixo de 5%, investimentos em infraestrutura e logística e política de juros. No âmbito do empreendedorismo, foram elencadas como prioridades as micro e pequenas empresas, a transformação digital, o crédito a empresas e a abertura e fechamento de empresas. Da gestão pública, os entrevistados esperam reforma administrativa, combate à corrupção, desburocratização e planejamento estratégico. Em relação às regulamentações, as empresas apontaram como prioridades a reforma tributária, a legislação trabalhista, a legislação ambiental e o endereçamento de ataques cibernéticos.

Para 39% dos respondentes, suas indústrias precisam de revisões ou novas regulamentações. Para a indústria extrativa, por exemplo, a principal demanda é um novo código de mineração. Para os setores da cadeia de agronegócio, alimentos e bebidas, é o ESG, enquanto, para as indústrias de manufatura, comércio e telecomunicações, o tópico mais importante de revisão é a carga tributária. O segmento de energia e petroquímico apontou as energias renováveis como o principal aspecto a ser tratado no âmbito das regulamentações. A indústria de construção, por sua vez, tem como prioridade as regulamentações municipais. Já o setor de saúde apontou como principal demanda a regulamentação de preços.

Sobre a mais recente proposta de reforma tributária em tramitação no Congresso Nacional, 38% concordam parcialmente com ela, 14% concordam totalmente, 15% discordam e 33% a desconhecem. Entre aqueles que concordam parcialmente, os pontos de discordância envolvem: falta profundidade (32%), tributação de dividendos (27%), aumento da carga tributária (23%), falta de abrangência (14%) e falta de foco na simplificação (9%). Quando questionados sobre os principais desafios para tirar projetos de capital do papel, foram elencados, em ordem: volatilidade do mercado; imprevisibilidade de receitas e vendas; custo de captação para financiamento; imprevisibilidade dos resultados; falta de mão de obra qualificada; definição de orçamento; burocracia para captação de recursos; insegurança legal e jurídica; e atendimento a ESG. Entre aqueles que a desconhecem, a maior parte representa empresas com faturamento anual de até R$ 250 milhões.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ideal H+K Strategies

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PREFEITURA DE UBERLÂNDIA É A PRIMEIRA DO BRASIL A REALIZAR REUNIÃO DE TRABALHO NO METAVERSO

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Prefeito Odelmo Leão e secretária municipal Ana Paula Junqueira realizaram atendimento a nova empresa na cidade por meio de ambiente criado pelo Facebook

A Prefeitura de Uberlândia realizou, na última semana, a primeira reunião de trabalho da história do Executivo municipal dentro do metaverso (assista aqui). Utilizando óculos de realidade virtual, o prefeito Odelmo Leão atendeu a um dos fundadores da empresa Sapiens Agro, Maurício Lemos, para dialogar sobre as perspectivas do agronegócio e da tecnologia na cidade e no Brasil. A secretaria municipal de Governo de Comunicação, Ana Paula Junqueira, também participou do encontro, que marcou o primeiro registro de uma agenda oficial de autoridades públicas municipais em um ambiente de realidade virtual e aumentada no País.

Na conversa pelo metaverso, com a utilização de serviço online lançando pela Meta/Facebook em agosto de 2021 (Horizon Workrooms), foram apresentadas as operações da Sapiens na cidade. A startup foi criada em Uberlândia e atua, utilizando inteligência artificial, na predição das tendências de preços dos commodities com base em inteligência artificial. A empresa, segundo Maurício Lemos, está em processo de expansão e deverá anunciar investimentos em breve.



Além disso, a empresa pôde conhecer um pouco mais sobre os projetos do Município no que se refere à informatização dos serviços públicos, ao primeiro Polo Agromineral do Brasil na cidade (com o fomento da produção e utilização do pó de rocha como insumo agrícola que deverá revolucionar o agronegócio nacional) e o avanço do Polo Tecnológico Sul também foram tema da reunião.

“O serviço público que não acompanha a modernidade, certamente, não irá atender aos anseios e necessidades da população. Vamos ficar atentos ao desenvolvimento e difusão dos equipamentos e serviços do metaverso para podermos utilizar em prol da população”, ressaltou o prefeito Odelmo Leão.

O que é metaverso?

O metaverso é considerado um conjunto de ambientes virtuais, em 3D, em que usuários poderão ingressar com o uso de dispositivos, como óculos VR. Trata-se da simulação do mundo físico, em uma realidade paralela, na qual as pessoas podem se comunicar umas com as outras a partir de representações gráficas denominadas avatares. O metaverso é, por fim, um conceito combina duas vertentes tecnológicas: a de realidade virtual e a de realidade aumentada, agregando ainda os recursos de comunicação das redes sociais.

Com informações da Assessoria de Imprensa Secretaria Municipal de Governo e Comunicação

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