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4 PONTOS A CONSIDERAR SOBRE O METAVERSO NA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

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metaverso

Especialista Carlos Baptista questiona até que ponto o metaverso – considerado nova versão da Internet de hoje- será a “mola propulsora” das inovações digitais que estão por vir; ele lista 4 pontos sobre o conceito

A evolução exponencial da tecnologia, nos últimos anos, tem impulsionado a jornada da transformação digital nas organizações. Hoje, pequenas startups vêm abocanhando fatias relevantes do market share. Ao mesmo tempo, várias empresas continuam a resistir à mudança e preferem manter o status quo em seus modelos organizacionais e de negócios.

Repensar formatos, processos e modelos econômicos é cada vez mais indispensável (e visto) nas corporações, principalmente após o início da pandemia. A urgência em se transformar e se reinventar gerou inúmeros desafios, como a necessidade de execução imediata dos planos com menor tempo de planejamento, e a mudança nos modelos de negócios diante de um mundo mais imprevisível.



Para o especialista em transformação digital Carlos Baptista, isso tudo vem exigindo das empresas uma maturidade digital que a maioria delas não tem. “Pesquisas recentes revelam que, mesmo em setores altamente digitalizados, tal maturidade pode variar significativamente, de forma a impactar os resultados das empresas”, comenta ele.

Estudo recente da McKinsey, realizado com empresas de grande e médio porte de diversos setores, mensurou quão maduras estão digitalmente as organizações que atuam no Brasil. A pesquisa apontou que as empresas líderes em maturidade digital alcançam taxa de crescimento do EBITA [medida da lucratividade da empresa usada pelos investidores] até três vezes maior que os demais grupos. Globalmente, os líderes digitais cresceram cinco vezes mais que as empresas sem esse perfil.

Para Baptista, mesmo as empresas com maturidade digital menos desenvolvida têm consciência da relevância e do potencial de disrupção do Digital e do Advanced Analytics. “Este último é uma nova etapa para além de Business Intelligence que une análise preditiva, Big Data Analytics, Machine Learning, data mining e outras técnicas e ferramentas extremamente avançadas, no sentido de chegar a novas conclusões e informações até então desconhecidas”, explica o especialista.

Origem do conceito

Uma das próximas etapas é a nova versão da Internet, o metaverso. Mas, afinal, o que é esse tão comentado metaverso?

O termo apareceu pela primeira vez em 1992, no livro “Nevasca”, de Neal Stephenson. É uma terminologia que se refere a um novo mundo virtual, baseado em toda a tecnologia disponível, e que pretende replicar a realidade. Para os cinéfilos, uma Matrix. Alguns jogos como Roblox, Second Life, Fortnite são versões embrionárias, quando comparamos com todo o potencial que esta evolução pode nos trazer. É muito mais do que realidade aumentada ou virtual. Assustador, ou encantador?

“Se pensarmos sob o ponto de vista de transformação digital, principalmente para as organizações que resistem a se transformar, pode ser assustador, porque é mais uma etapa de transformação, sendo que já existem outras que ainda não foram alcançadas”, diz o especialista. “Esse processo não nos leva de um ponto para outro, e sim a uma transformação constante e regular. Além disso, não é uma transformação linear, ou seja, não precisa que todas as empresas passem por todas as etapas. Dependendo da corporação, é possível simplesmente adotar a próxima evolução e repensar o negócio baseado nesse progresso”, esclarece Carlos.

Isso significa que algumas organizações já podem focar no metaverso. Baptista aponta 4 aspectos importantes a serem analisados, pensando nesse cenário:

Futuro do trabalho

O futuro do trabalho passará por ambientes híbridos, que possibilitarão acesso a novos profissionais, novas habilidades e novas experiências. Do lado dos profissionais, novas oportunidades e vagas estarão disponíveis. Alguns estudos apontam que os colaboradores não pretendem mais trabalhar em casa, e nos escritórios também não. Novos espaços serão criados e adotados para o trabalho.

“O metaverso será, com certeza, um deles. Algumas empresas já estão fazendo testes com estes ambientes. Por exemplo, a Microsoft já está usando o metaverso para reuniões imersivas e com avatares. O impacto no modelo de trabalho gerará a necessidade de novas habilidades, nomeadamente, novos modelos de liderança dos profissionais”, avalia Batista

Canais de distribuição

O metaverso abre uma nova perspectiva nos canais de distribuição. Será possível disponibilizar ambientes colaborativos onde os clientes podem comprar, “experimentar” e trocar ideias em relação ao produto ou serviço entregue. Isso significa que, mais do que nunca, a experiência que é entregue pela organização será crucial para o sucesso do seu negócio. “Imagine a sua loja virtual por onde os clientes passeiam, compram e falam abertamente sobre a experiência que estão tendo. Atualmente, já temos este modelo de comunidades em plataformas, como por exemplo o Meta (Facebook) e o Instagram. No entanto, no metaverso o controle é infinitamente menor. Ou seja, o impacto é maior, seja ele positivo ou negativo. Isto significa que as organizações necessitam focar ainda mais na experiência e usabilidade quando os clientes utilizam estes canais de distribuição”, pondera ele.

Ética, segurança e responsabilidade

Por se tratar de um ambiente novo e, principalmente, sem qualquer tipo de controle, é muito importante que as organizações o utilizem de acordo com os princípios de ética e responsabilidade. Mais do que nunca, as companhias precisarão adotar medidas que permitam organizar e monitorar os “espaços criados” pelas mesmas.

“Assim como as empresas estabelecem regras e cuidam das suas instalações físicas, precisam dedicar profissionais para garantir que os espaços virtuais sigam as mesmas regras de compliance. Os profissionais de áreas como o Direito precisarão atualizar-se rapidamente para atender às novas necessidades. As organizações deverão investir ainda mais em segurança da informação, considerando o dinamismo dentro dos novos mundos virtuais. Conceitos como o ESG [Environmental, Social and Governance — sigla em inglês ou Ambiental, Social e Governança] serão ampliados e amplamente implementados, para que seja possível ter governança e sustentabilidade no ambiente corporativo”, aponta Batista.

Modelos de negócio

Para o especialista, alguns modelos, como negócios baseados em meios de pagamento, serão amplamente impactados. “Em um mundo virtual, a tradicional maquininha poderá não ser mais utilizada. Inclusive, talvez até o dinheiro, conforme o conhecemos hoje, não existirá mais. Isso gerará impactos em todo o sistema financeiro mundial, e no modo como tradicionalmente estamos habituados a fazer transações comerciais. A proposta de valor associada ao produto entregue será, mais do que nunca, o ponto- chave para o sucesso do negócio”, defende.

Na visão de Baptista, essa realidade já começou e, inevitavelmente, em algum momento, seremos confrontados com ela. E, nesse ponto, quem estiver mais preparado sairá na frente. “Grandes desafios, principalmente relacionados a questões éticas, nos serão colocados. É fundamental estar preparado para fazer com que se tornem oportunidades de crescimento para todos como profissionais e, principalmente, como seres humanos”, finaliza ele.

Com informações da Assessoria de Imprensa Ortolani Comunicação & Marketing

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SANTANDER INSTALA MAIOR PARQUE URBANO DE GERAÇÃO FOTOVOLTAICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

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Empresa de energia

Usinas abastecerão duas unidades administrativas do Banco, Radar e Geração Digital, na zona sul da capital

Ao todo, são 3 mil metros quadrados de placas fotovoltaicas nas lajes dos prédios

Capacidade de geração é de mais de 1 milhão de kilowatts em momentos de pico, equivalentes ao consumo de 722 residências

O Santander Brasil finalizou a instalação de duas usinas de geração de energia fotovoltaica, que têm como objetivo abastecer suas unidades administrativas Radar e Geração Digital, ambas na zona sul da capital paulista. As usinas, que contam com 3 mil metros quadrados de placas fotovoltaicas instaladas nas lajes dos prédios, configuram as maiores operações em capacidade de produção em áreas urbanas do Estado de São Paulo, segundo o Sistema de Informações de Geração (Siga), da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica. Em momentos de pico de produção, as instalações podem gerar mais de 1 milhão de kilowatts, o equivalente ao consumo de 722 residências. O processo de instalação durou cinco meses.

A produção anual média é de 1.500 megawatt/hora, ou 15,5% do consumo anual de energia de todo o Banco. Os demais 84,5% provêm de fontes de energia renovável adquiridas no mercado livre, como PCHs (pequenas centrais hidrelétricas com potência inferior ou igual a 30 mil kW), eólicas ou de aterros sanitários. Com isso, o Santander alcança 100% de seus prédios administrativos com energia renovável.



“Esta é uma iniciativa que faz parte dos compromissos do Santander com a agenda ESG, mas que também faz sentido do ponto de vista dos negócios. Esperamos consumir apenas energia renovável também na totalidade de nossas lojas até o fim deste ano, antecipando uma meta prevista para 2025”, afirma Ede Viani, vice-presidente executivo de Tecnologia e Operações do Santander Brasil.

As usinas somam-se às ações realizadas nos últimos anos para tornar a operação mais eficiente, rentável e conectada às demandas da sociedade. Desde 2015, o Santander reduziu em 25% o consumo de energia e em 79% o consumo de água, o que já colaborou para uma redução de 33% no volume de emissões de gases de efeito estufa em sua atividade. Recentemente, o Banco eliminou o uso desnecessário de plásticos de uso único nos escritórios e edifícios corporativos.

O investimento nas usinas também está conectado à estratégia de negócios do Santander, que em julho do ano passado lançou o CDC Solar, uma linha de crédito para o financiamento de painéis fotovoltaicos. No ano passado, o Banco financiou cerca de 2,3 mil projetos desta modalidade de geração de energia.

Com informações da Assessoria de Imprensa Santander

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TIM BRASIL E HUAWEI ASSINAM ACORDO DE COLABORAÇÃO PARA TRANSFORMAR CURITIBA NA PRIMEIRA ‘CIDADE 5G’ DO PAÍS

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Capital paranaense será a primeira a receber o projeto, que desenvolverá uma série de soluções para testes na rede 5G com foco no conceito de cidades inteligentes e na melhoria da vida dos clientes

A TIM Brasil e a Huawei anunciam hoje, durante o Mobile World Congress, em Barcelona, a assinatura de um acordo de colaboração (MoU) para desenvolvimento do projeto “Cidade 5G”, uma iniciativa que pretende trabalhar o conceito de cidade inteligente a partir da implementação de redes 5G, prevendo a evolução da tecnologia, monitoramento de redes e aperfeiçoando a experiência do usuário. A primeira cidade escolhida será a capital paranaense, Curitiba. O acordo é válido por dois anos, podendo ser prorrogado, e os primeiros testes devem ser finalizados até dezembro de 2023.

A cooperação entre as empresas permitiu a ampliação e a implementação de redes 2, 3, 4 e 5G. TIM e Huawei são responsáveis pela construção da maior rede baseada em mMIMO (massive MIMO) do mundo, um recurso que amplia o alcance da transmissão de sinais, utilizando uma grande quantidade de antenas, e que auxiliam na entrega de dados com mais qualidade. Para o projeto Cidade 5G, a rede mMIMO poderá ajudar a atingir as mais altas velocidades do 5G com baixíssima latência, um dos diferenciais da próxima tecnologia de redes móveis.



Líder em cobertura 4G e pioneira em projetos 5G no Brasil, a TIM segue trabalhando para oferecer a melhor rede e a melhor experiência para o consumidor final. Para Leonardo Capdeville, CTIO da TIM Brasil, o movimento faz parte de uma estratégia consolidada da operadora para expansão do serviço 5G e o objetivo de tornar a TIM uma das principais operadoras móveis no mundo: “O projeto Cidade 5G é um desdobramento do trabalho de sucesso realizado pela TIM, em parceria com a Huawei, para implementação de redes 5G no Brasil. Estamos muito satisfeitos em construir, em Curitiba, um projeto que pode ter grande impacto para o desenvolvimento econômico para todo o país”.

O projeto “Cidade 5G” consiste na implementação de ampla cobertura 5G para a cidade. Um dos objetivos é, além de monitorar a rede, mapear oportunidades para aprimorar a experiência dos usuários por meio do desenvolvimento de equipamentos e soluções sustentáveis, de baixo consumo de energia e custo, e que mantenham a alta qualidade de entrega de serviços.

Estamos muito felizes em levar a Curitiba nosso projeto de parceria com a TIM, para desenvolvimento de uma rede 5G de alto nível. Nosso propósito é manter a operadora em uma posição de liderança global para o desenvolvimento de redes 5G. Huawei e TIM têm, em comum, a busca pela inovação e pela excelência, e acredito que este será mais um projeto de sucesso na história das empresas para as telecomunicações brasileiras”, afirma Gustavo H. Nogueira, diretor de vendas da Huawei.

Com informações da Assessoria de Imprensa FSB Comunicação e MassMedia Comunicação

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PRINCIPAL TENDÊNCIA NO DIGITAL É SE TORNAR MAIS ‘VERDE’, AFIRMA EXECUTIVO DA HUAWEI DURANTE O MWC 2022

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tecnologia verde
Foto: istockphoto

Trazer soluções cada vez mais eficientes em termos energéticos é uma das prioridades da empresa líder global em soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC)

Para executivos seniores da Huawei, tornar-se cada vez mais sustentável energeticamente é tendência mundial das tecnologias digitais. “Continuamos inovando para estar à frente”, disse Daisy Zhu, executiva sênior da linha de produtos de tecnologias wireless da Huawei. “A tendência é que as soluções se tornem cada vez mais eficientes em termos energéticos para que assim sejam mais econômicas”, declarou a executiva da Huawei, no terceiro dia do Mobile World Congress (MWC) 2022, maior evento de tecnologia móvel do mundo, que acontece em Barcelona, na Espanha, até o dia 3 de março.

A Huawei é uma das principais expositoras do MWC 2022. Conhecida por sua liderança como parceira de infraestrutura digital, a Huawei tem como princípio investir pelo menos 10% de sua receita em pesquisa e desenvolvimento desde sua fundação em 1987. O número tem sido superior a 15% nos últimos anos, tornando-se um dos maiores investidores corporativos do mundo em pesquisa e desenvolvimento (P&D).



Zhu disse ainda que a empresa está sempre à frente, investindo em tecnologias como 5G e inteligência artificial para que possa diferenciar seus produtos e soluções com recursos adicionais atraentes.

Os produtos e soluções em exibição no MWC 2022 incluem antenas de várias entradas e várias saídas que usam novos materiais para torná-las mais leves e mais eficientes em termos de energia. Mais soluções para diferentes cenários, como espaços internos e escritórios, também são oferecidas para permitir uma implantação mais flexível e fácil de usar.

Zhu contou que Huawei também intensificou o investimento em pesquisas em ciência de materiais e tecnologias como cerâmica em seus equipamentos de telecomunicações para reduzir o consumo de energia, o que reduz custos para seus clientes de operadoras. Também apresentou suas novas soluções com arquitetura de antena sub-3G integrada que permite configuração mais fácil e espaço para atualização.

Ainda assim, os recursos mais eficientes em termos de energia estão entre os mais importantes. A empresa apresentou suas tecnologias de alimentação por injeção direta de sinal (SDIF) que efetivamente substituíram todos os cabos dentro da caixa da antena por novos materiais.

“O mundo inteiro está cada vez mais consciente da importância de se tornar verde e reduzir o carbono, já que a neutralidade de carbono é agora uma meta para a maioria dos países em meados do século”, disse Zhu, veterana da indústria e especialista sênior.

“A tecnologia SDIF líder minimiza a perda de alimentação para melhorar a eficiência energética em 10% a 15%. Isso significa que as antenas podem fornecer uma melhor cobertura de rede com o mesmo nível de potência de transmissão ou usar uma potência de transmissão menor para atingir o mesmo nível de cobertura”, explicou Zhu.

A exposição da Huawei em geral assumiu uma temática associada à temática ambiental, também refletida no fundo florestal do seu espaço de exposição.

Estima-se que o tráfego global de dados ainda deve aumentar rapidamente para 1 yottabyte, definido como 1 trilhão de gigabyte, aproximadamente o equivalente aos dados na Internet global.

Falando na mesa redonda, Cesar Funes, vice-presidente de relações públicas da Huawei América Latina e Caribe, disse que é importante que os países e formuladores de políticas da região planejem com antecedência e antecipem o crescimento do tráfego de dados. “Embora a conectividade e o desenvolvimento da economia digital na região ainda não tenham alcançado as economias desenvolvidas, eles devem ganhar impulso nos próximos anos e têm boas chances de fechar apara fechar as lacunas na conectividade e uso à medida que a cobertura de redes e a penetração de dispositivos inteligentes crescem”, disse ele.

“É ideal alocar espectro adicional, incluindo parte da banda de 6 GHz, antecipando o crescimento explosivo do tráfego de dados nos próximos anos”, acrescentou Funes.“Provavelmente será mais rápido do que esperamos”, disse ele, pedindo maior conscientização entre as partes interessadas, como formuladores de políticas, operadoras e membros do público em geral. “É extremamente importante planejar com antecedência e definir as políticas corretas.”

O número de assinantes de Internet móvel em todo o mundo atingiu 4,2 bilhões de pessoas em 2021, e cerca de 94% da população mundial vive em áreas cobertas por redes de banda larga móvel, de acordo com o relatório GSMA Mobile Economy 2022.

No entanto, a defasagem de uso, definida como a população residente em áreas cobertas por redes de banda larga móvel, mas ainda não assinante de serviços de banda larga móvel, foi de 3,2 bilhões de pessoas.

A adoção do 5G continua a crescer rapidamente em mercados pioneiros, com o número total de conexões chegando a 1 bilhão este ano. Espera-se que esse número cresça para mais de 2 bilhões e represente um quarto do número total global de conexões até 2025, disse o relatório.

Lançamentos 5G em grandes mercados em desenvolvimento, como Brasil, Indonésia e Índia, estimularão ainda mais a produção em massa de dispositivos 5G acessíveis e, em seguida, levarão a um aumento ainda maior no crescimento de assinantes.

A penetração de dispositivos inteligentes na América Latina e no Caribe está atualmente em 500 milhões, ou cerca de 74%, e deve aumentar ainda mais para mais de 80% nos próximos três anos. Mas acessibilidade, relevância, conhecimento e habilidades estão entre as razões para a cobertura de conectividade e as lacunas de uso.

Com informações da Assessoria de Imprensa FBS Comunicação

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BYD ENERGY COMEMORA 5 ANOS DE ATIVIDADES NO BRASIL

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Planta de módulos fotovoltaicos localizada em Campinas (SP) marcou o início da operação da empresa em território nacional

O dia 27 de fevereiro foi histórico para a BYD Energy Brasil. Foi nesta data, em 2017, há exatos cinco anos, que a empresa iniciou suas atividades na planta localizada em Campinas (SP), com a fabricação de módulos fotovoltaicos. De lá para cá, apesar do curto espaço de tempo no país, a empresa se fortaleceu e, atualmente, é considerada uma das principais marcas engajadas em pesquisas e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis da América Latina.

“Desde o início, a BYD entendia que havia um grande potencial de mercado para o crescimento de uma tecnologia que ainda começava no Brasil, mas já consolidada no exterior. Por isso, investiu fortemente na área. Hoje, além de representar a maior fábrica em operação e ocupar a posição de maior fabricante do país, já produziu mais de 1,6 milhão de módulos nos últimos cinco anos, trazendo ao mercado grande independência e economia, como fonte de energia limpa e renovável”, diz Adalberto Maluf, diretor de Marketing e Sustentabilidade da BYD Brasil.



Nova linha de produção

A comemoração ocorre em um momento especial com a implantação da nova linha de produção de módulos fotovoltaicos. Além de novos equipamentos de última geração, que permitiram elevar o nível de automação e tecnologia nos processos de fabricação, foram agregadas diversas tecnologias aos produtos como Multi-busbar, half-cell, 1/3 cut cell, micro-gap e negative-gap.

As novas instalações permitiram também que a fábrica se tornasse compatível com todas as dimensões de células fotovoltaicas, atualmente disponíveis no mercado. Assim, agora é possível realizar a laminação e o encapsulamento de módulos convencionais ou double-glass. Outro fato de destaque é que a expansão e transformação dos processos produtivos garantiram à BYD Energy do Brasil triplicar sua capacidade para atingir 0,5 gigawatt, energia suficiente para abastecer uma cidade de até 750 mil habitantes.

Para a BYD Energy do Brasil, a nova linha de produção de módulos fotovoltaicos representa uma grande conquista para todo o mercado. A empresa já havia provado ser capaz de projetar módulos de alta potência e qualidade, e agora mostra sua capacidade também de fabricá-los em larga escala, com nível de produtividade e eficiência idênticos aos padrões globais.

Eficácia e alta tecnologia

Esses fatos atestam o resultado da empresa em pesquisa e desenvolvimento, e vontade de atender à crescente demanda do mercado. Desde 2017, a empresa vem consolidando sua infraestrutura de P&D no Brasil em parceria com a UNICAMP e o Instituto de Pesquisas Eldorado, por meio de incentivos concedidos pelo programa PADIS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores) do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Em 2021, durante o evento Intersolar South America – maior feira da América do Sul para o setor solar – a BYD Energy do Brasil apresentou novos módulos fotovoltaicos com 450W, 530W e 670W de potência nominal. Com eficiência próxima aos 21%, os produtos são indicados para utilização em sistemas residenciais, agronegócio ou ainda em comércios, indústrias e sistemas isolados off grid. “Isso mostra o quanto a BYD está comprometida em ampliar sua participação no segmento de energia solar no Brasil. A empresa, que já é líder em soluções para um mundo mais sustentável, investe cada vez mais em pesquisa e inovação para criar produtos mais eficientes e adaptados à realidade climática do país”, conclui Adalberto Maluf.

A BYD Energy do Brasil, além de ampliar a sua linha de produtos no mercado e implantar o segundo turno na unidade de Campinas (SP), contratou 32 novos empregados em 2021. Atualmente a empresa tem cerca de 500 colaboradores no país. Para o ano de 2022, a produção e comercialização de módulos solares deve dobrar.

Com informações da Assessoria de Imprensa Linkpress Comunicação Integrada

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HACK4CITIES DESAFIA DESENVOLVEDORES PARA CRIAÇÃO DE SOLUÇÕES DE CONECTIVIDADE PARA CIDADES INTELIGENTES

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Parque Tecnológico Itaipú
Kiko Sierich / PTI

Entre os dias 11 e 13 de março, ocorrerá o Hack4Cities, o maior Hackathon de Cidades Inteligentes do Brasil, uma parceria do Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR) com a Claro e Embratel 

Por meio do seu hub de inovação, o beOn Claro se une à Microsoft e à Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) para fomentar a inovação aberta no País. Para participar do Hack4Cities, totalmente online e gratuito, os interessados devem fazer inscrição, até o dia 07 de março, no site: https://hack4cities.com.

Serão dois desafios direcionados aos estudantes, startups e empresas, visando ao desenvolvimento de aplicações relacionadas ao setor de saneamento brasileiro, no contexto das cidades inteligentes. Buscam-se soluções baseadas em software, que otimizem a utilização dos recursos disponíveis, minimizando o desperdício. O primeiro desafio é o #Caça Vazamento, propondo a criação de aplicações que contribuam para identificar vazamentos, superficiais ou subterrâneos, na rede de distribuição até o ponto do medidor na propriedade do usuário. Já o segundo, #Suporte & Clima, traz uma provocação para o desenvolvimento de soluções que deem suporte para a tomada de decisões de prestadores de serviços de saneamento, relacionadas às mudanças climáticas e gestão de recursos hídricos.



“Cidades Inteligentes é um dos segmentos em que a inovação aberta, que se utiliza de sensores e IoT, tem um dos maiores potenciais de impacto positivo. Os diversos tipos de redes e tecnologias disponíveis atualmente proporcionam infinitas possibilidades de inovar. O beOn Claro busca oportunidades de colaborar com empreendedores, academia e agentes públicos para a desenvolver e escalar soluções que possam contribuir para a melhora na utilização de recursos naturais. O Hack4Cities representa mais um passo da Claro e Embratel, por meio do beOn, no sentido de se tornar um dos principais promotores da inovação aberta lançando mão de novos negócio baseados em tecnologia no País”, afirma Rodrigo Duclos, diretor de Inovação Digital da Claro e fundador do beOn Claro.

O diretor superintendente do PTI-BR, general Eduardo Garrido, reforça que as parcerias do Hack4Cities evidenciam o comprometimento dessas empresas com a inovação e o bem-estar social.

“O PTI-BR tem investido fortemente em ações com foco em Cidades Inteligentes, um exemplo disso é o Programa Vila A Inteligente, que se tornou uma referência nacional no Brasil nessa área. Por isso, estamos honrados em ter como parceiros a Claro, a Sanepar e a Microsoft nesse hackathon, buscando ampliar as iniciativas em cidades Smart Cities em todo o País. O Hack4Cities será um evento com desafios para a criação de soluções inovadoras que beneficiarão a sociedade brasileira. Isso mostra a preocupação de todos os parceiros desse evento com a inovação e o desenvolvimento social, a partir do empreendedorismo”, disse Garrido.

Este é o segundo hackathon promovido pela Claro em parceria com a Microsoft, a primeira iniciativa ocorreu no ano passado e foi voltada para o desenvolvimento de aplicações para o agronegócio. Assim como no desafio anterior, as startups participantes poderão contar com o apoio e consultoria da multinacional de tecnologia durante a participação no desafio. “É gratificante para nós participar de iniciativas como essa, em parceria com a Claro, que tem o objetivo de fomentar a inovação e abrir espaço para as excelentes ideias das mentes brilhantes do nosso País, que podem contribuir com o crescimento econômico do Brasil por meio da tecnologia”, comenta Danni Mnitentag, vice-presidente de Parceiros e Canais da Microsoft Brasil.

A premiação do Hack4Cities será de R$ 10 mil para o primeiro lugar, R$ 6 mil para o segundo lugar e R$ 4 mil para o terceiro lugar (dividido entre os integrantes da equipe).

Vila A Inteligente: A Origem

O Hack4Cities nasceu da experiência do Programa Vila A Inteligente, o primeiro e maior bairro SandBox do Brasil. Com o foco em desenvolver e fortalecer a temática Smart Cities, no Bairro Itaipu A, em Foz do Iguaçu, são feitas experimentações, validações e aprimoramento de soluções, em ambiente real, onde as empresas interessadas tem a oportunidade de demonstrar suas tecnologias.

O Programa Vila A Inteligente é uma parceria do PTI-BR com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Itaipu Binacional, a Prefeitura de Foz do Iguaçu, com apoio do Inmetro e da Copel.

O Hack4Cities pretende inovar o modelo de Hackathon, já que além da premiação previstas para os vencedores, os projetos poderão ser implementados no Vila A Inteligente. Desse modo, os projetos terão a oportunidade de serem amadurecidos com o suporte do ecossistema dos parceiros do evento, visando validar a solução para o mercado.

O Programa Vila A Inteligente já instalou, no Bairro Itaipu A em Foz do Iguaçu, semáforos, luminárias, pontos de ônibus com tecnologias inteligentes e um Centro de Controle e Operações (CCO). Para o mês de fevereiro estão previstas a inauguração de mais 6 novas tecnologias para testes. Além disso, ainda esse ano será instalado o coworking inteligente em parceria com o EXOHUB, estimulando o empreendedorismo da região.

Com informações da Assessoria de Imprensa In Press Porter Novelli

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CONCESSÕES DE USO: O INSTRUMENTO VIÁVEL PARA OS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

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Quem poderia imaginar que bens públicos poderiam ser explorados por parceiros privados, gerando receitas ao Poder Público e garantindo uma nova finalidade para locais ociosos?

É comum ouvirmos que toda cidade tem um boteco, uma agência da Caixa e uma Igreja. Pensando bem, é possível acrescentar alguns bens públicos nessa lista: ginásios, museus, estações rodoviárias e praças estão presentes em boa parte dos municípios brasileiros. 

Até por isso, quem poderia imaginar que estes bens públicos poderiam ser explorados por parceiros privados, gerando receitas ao Poder Público e garantindo uma nova finalidade para locais ociosos? São as chamadas Concessões de Uso de bem público, instrumento que poderia – se bem estruturado – ser bastante útil para nossas cidades.



Exemplo disso é a capital paulista, que licitou projetos inovadores. É o caso da concessão da parte de baixo de viadutos, nos quais o parceiro privado poderá explorar diferentes serviços comerciais, devendo manter atividades culturais e sociais compatíveis com o local

Não é apenas São Paulo que tem espaço para as Concessões de Uso: cidades litorâneas podem conceder quiosques nas avenidas beira-mar, enquanto museus e estações rodoviárias são espaços ideais para instalar restaurantes e comércios.

A multiplicidade de usos não é o único fator que evidencia a plasticidade desse instrumento. Por tratarem de bens públicos, cujo emprego, afetação e disposição são parte da autonomia do ente federado, as Concessões de uso não têm um fundamento legal único, ou seja, não há competência normativa reservada à União, nem mesmo para normas gerais.

Assim, cada municipalidade cria sua solução, levando em conta sua realidade. E aí, o contrato expressa o arranjo que faz sentido para a relação que será estipulada com o privado.

Ao transferir a gestão desses ativos para a iniciativa privada, por meio de um contrato que estipule as possibilidades e limites da exploração, o espaço passa a ter um gerenciamento mais especializado. A gestão do ativo fica mais dinâmica e a união de esforços e recursos públicos e privados pode transformar o cenário municipal. O privado pode explorar as receitas decorrentes do uso, desde que assegure uma boa fruição do espaço pelos munícipes. 

A consolidação deste instrumento será um passo importante para incrementar e aprimorar a gestão do espaço público e dos equipamentos urbanos. Quem sabe, assim, poderemos enxergar as Concessões de uso como o modelo de gestão ideal para aqueles bens públicos que existem em quase todas as cidades brasileiras

Não obstante os benefícios da “liberdade” para dispor sobre o regime que faça sentido para cada ente, a falta de uma uniformização de tratamento pode gerar insegurança jurídica. Isso acaba por dificultar a atuação dos controles e a criação de um mercado competitivo.

Para garantir uma maior segurança jurídica, uma lei geral pode ter o condão de viabilizar uma melhor compreensão do instituto pelos controles e pelo judiciário, podendo impulsionar a multiplicação do instrumento, inclusive aprimorando a qualidade dos projetos.

*Texto escrito em regime de Coautoria com Eduardo Medina Schutt e Felipe Gurman Schwartz

As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities

TRINA SOLAR É A MAIOR FORNECEDORA DE MÓDULOS FOTOVOLTAICOS DO BRASIL

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De acordo com estudo divulgado pela Greener, a empresa foi capaz de gerar cerca de 1.500 megawatts (MW) de energia no pico somente no ano passado.

Há apenas cinco anos no Brasil, Trina Solar, líder da indústria de tecnologia fotovoltaica e produtos premium, é a maior em volume de importação de módulos fotovoltaicos do país en 2021. Além disso, segundo o Estudo GD Mercado Fotovoltaico 2021, divulgado recentemente pela Greener, empresa de consultoria e pesquisa especializada no setor fotovoltaico, a Trina também está no ranking das empresas mais lembradas do setor. A seleção foi divulgada no Estudo Estratégico de Geração Distribuída, em fevereiro de 2022.

De acordo com o estudo desenvolvido pela Greener, Trina Solar foi responsável pela importação para o Brasil de placas solares suficientes para gerar cerca de 1.500 megawatts (MW) de energia no pico somente no ano passado. Além disso, Álvaro García-Maltrás, vice-presidente da Trina Solar no Caribe e América Latina, ainda pontua que o Brasil hoje representa quase 9% das vendas da empresa no mundo todo. “Isso é muito significativo, principalmente considerando como crescemos rapidamente. Quando chegamos ao país, o mercado era relativamente pequeno e agora é um dos principais no mundo”, afirma.



O Estudo Estratégico de Geração Distribuída é promovido, anualmente, pela Greener, O objetivo é mostrar a realidade do mercado e ser um guia para auxiliar na estratégia de todas as empresas do setor. “Esta pesquisa é importante para o desenvolvimento do setor de geração, especialmente neste momento de aceleração do crescimento, onde a referência em todos os elos da cadeia se faz muito importante. Fazemos uma ampla investigação do mercado, trazendo referências realistas do estágio de desenvolvimento de cada etapa, apurando ainda a visão dos diferentes players do setor. O estudo também traz uma análise qualitativa e de indicadores quantitativos, traduzindo em números o desempenho da cadeia de integração, muito pulverizado, mas que tem um papel estratégico. A oportunidade de conversar com milhares de integradores nos permite trazer um panorama realista deste mercado no Brasil”, afirma Márcio Takata, diretor de Greener.

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência PUB

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VIVO E GOOGLE FECHAM PARCERIA PARA FACILITAR O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO

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Acordo promove o acesso de pequenas e médias instituições de ensino às ferramentas digitais da plataforma Google for Education, como Google Workspace for Education, Google Classroom, além dos Chromebooks educacionais.

A educação no Brasil vem passando por grandes mudanças, em especial desde o início de 2020, com a inserção da tecnologia como ferramenta essencial para manter o ensino a distância. A educação digital predominou, trouxe oportunidades e enfrentou desafios. No ensino infantil, fundamental e médio, essa transformação estava apenas em um estágio inicial e precisou acontecer muito rapidamente. Hoje, mesmo após o retorno dos alunos às escolas, a digitalização se consolida como uma grande aposta para diferentes modelos de ensino. A Vivo Empresas, referência na oferta de tecnologias digitais ao mercado corporativo – de soluções em nuvem e IoT a análises de Big Data – se uniu ao Google para ampliar o atendimento digital ao setor e passa a inserir as soluções do Google for Education em seu portfólio, com benefícios exclusivos.

O Google for Education oferece soluções que aceleram a digitalização de instituições de ensino, públicas ou privadas, regulamentadas pelo MEC, contribuindo para o modelo híbrido de educação no País – tendência que deve ser consolidada pós-pandemia. Assim, as instituições terão acesso a aplicações como o Google Workspace for Education Fundamentals, o Google Classroom e outros aplicativos que permitem experiências de aprendizagem diferenciadas e seguras no universo digital; e, ainda, a equipamentos, com a disponibilização dos Chomebooks educacionais gerenciados através do CEU-Chrome Education Upgrade, que auxiliam as escolas a construir um ambiente de aprendizagem personalizado e seguro para cada aluno e professor.



De acordo com Rodrigo Pimentel, head de Google for Education, alunos aprendem de formas distintas e os professores também têm diferentes métodos de ensino, o que deve ser levado em consideração na criação e aprimoramento de novas ferramentas. “O nosso pacote de ferramentas do Google for Education funciona para uma ampla variedade de escolas, sempre incorporando feedbacks de educadores e estudantes para oferecer uma experiência de ensino e aprendizagem mais flexível e segura para a realidade de cada comunidade escolar”, afirma o executivo. “Sabemos dos desafios na aprendizagem e estamos cientes de que eles se intensificaram após a pandemia. No entanto, estamos otimistas sobre como a tecnologia pode ser uma propulsora de novas conexões e possibilidades para a comunidade de estudantes e professores no país”, explica Pimentel.

Pela parceria, caberá à Vivo Empresas oferecer todo o suporte técnico por meio do Vivo Guru, que inclui desde a instalação das aplicações nos equipamentos da instituição contratante, à consultoria de profissionais especializados em tecnologia, que passam a orientar os usuários na utilização de todo o potencial das soluções, bem como em outras questões técnicas. “A tecnologia tem papel central na educação, promovendo a autonomia do estudante e do professor(a). Nesse sentido, é importante que os gestores das organizações escolares tenham acesso ao melhor da conectividade e tecnologia para garantir a qualidade do aprendizado em um modelo híbrido de ensino. Utilizaremos a capilaridade da Vivo e a liderança na oferta de Vivo fibra com internet de até 600 Mega, para levar as soluções do Google for Education para mais escolas, com todo o suporte e consultoria necessários”, explica o diretor de Marketing B2B da Vivo, Gabriel Domingos.

Apoio aos educadores

Na pesquisa TIC Educação 2020, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (cetic.br), ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil, 61% dos entrevistados indicaram que a falta de conhecimentos dos professores para usar as tecnologias digitais foi uma das maiores dificuldades para garantir atividades escolares remotas durante a pandemia.

Para ajudar na mitigação desse problema, a Vivo Empresas e o Google também desenvolveram um tutorial gratuito, composto de uma trilha formativa em vídeos apresentados por professoras especialistas em tecnologias educacionais que explicam, de forma simples, como utilizar cada uma das aplicações do pacote Google for Education. Os vídeos estão disponíveis no perfil da Vivo no Youtube.

Com informações da Assessoria de Imprensa Agência FR

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ENFRENTA O DESAFIO DE MOSTRAR VALOR AO SETOR DE SAÚDE

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Mais desenvolvida na gestão operacional, inovação ainda esbarra em base de dados precária e pouca integração com os profissionais de saúde para avançar no desfecho clínico

A Inteligência Artificial (IA) já superou o ciclo hype e se estabeleceu como uma tecnologia viável, mas continua com dificuldades para demonstrar valor ao setor de saúde, segundo os especialistas que participaram do webinar “Inteligência Artificial na Saúde”, promovido pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), na última quinta-feira (24).

“A IA ainda é mais uma promessa do que uma realidade na saúde”, admitiu Daniel Branco, fundador e CEO do Medicinia. Para o diretor-executivo do Instituto de Radiologia do HCFMUSP, Marco Bego, essa impressão é reforçada porque, quando a inovação surgiu “parecia que ia provocar uma revolução, mas as coisas estão demorando um pouco mais para acontecer”.



Victor Gadelha, head of Health Innovation no Hospital Operations da Dasa, lembrou que “os primeiros resultados estão começando a ser entregues”, mas ainda concentrados principalmente na gestão operacional. Os avanços para contribuir com o desfecho clínico, área que desperta mais expectativa, continuam “engatinhando”.

Outro desafio encontrado, apresentado por Marcelo Felix, diretor médico do IN﹒LAB do HCFMUSP, é que “o processo sempre esbarra nos dados”, que são poucos e sem padrão definido. “O paciente normalmente passa por vários ecossistemas que não se comunicam”, explicou o especialista. Além disso, ainda existe um “apagão” de informações qualificadas nos períodos em que ele está fora do hospital, “quando muitos dados colhidos simplesmente refletem erros”. Tudo isso complementado pelo grande volume de material que nem foi digitalizado, problema que também afeta a interoperabilidade.

Conhecimento

O valor para a saúde ainda está camuflado por má utilização e pouca compreensão da IA. “A maior parte das melhorias nos processos não necessita de IA, que é um ‘tiro de canhão’ inadequado para situações simples”, afirmou Branco, do Medicinia, destacando que enganos nesse sentido produzem projetos que são interrompidos pela metade e viram focos de desperdícios e expectativas frustradas. “Milhões foram gastos com propostas que não funcionaram”, completou Felix, do IN﹒LAB do HCFMUSP. Por isso, Branco recomendou que “é preciso compreender bem a pergunta antes de começar a procurar as respostas”.

Felix seguiu o raciocínio alertando que é necessário formar mais profissionais de saúde — ou gestores — com conhecimento de IA para liderar a implantação da tecnologia no setor. “São eles que vão nortear os engenheiros para a solução correta”, disse. O engenheiro Marco Bego, do Instituto de Radiologia do HCFMUSP, concordou, reforçando que o comando dos projetos deve ser sempre do gestor e que “a visão tem que ser do negócio e não técnica”.

Cultura

Da mesma forma, é fundamental que as equipes de saúde sejam aderentes à tecnologia para os resultados aparecerem. “Em geral, são profissionais com rotinas carregadas. Temos que demonstrar que vamos economizar e não tomar mais tempo deles”, ressaltou Bego. “Também por isso é importante começar com aplicações fáceis e de retorno rápido”, sugeriu Branco.

No caso dos médicos, Felix apontou a necessidade de mostrar a “validação clínica” das soluções. “É uma profissão regulada e eles precisam de respaldo para incorporar as inovações no dia a dia”, avaliou.

Regulamentação

Com isso, o debate chegou à necessidade de uma regulamentação para as plataformas e softwares, que deve ser significativamente mais ágil do que acontece com outros insumos na saúde, como os medicamentos. “Os produtos de tecnologia têm atualizações praticamente diárias”, lembrou Branco.

Apesar de todos esses desafios, os especialistas seguem otimistas no emprego da IA como ferramenta para aperfeiçoar o desfecho clínico para os pacientes. Principalmente em relação à predição de doenças, diagnósticos mais precisos, sobretudo em condições invisíveis para os médicos, e desenvolvimento de equipamentos inteligentes, como uma muleta que ‘aprende’ e se adapta com o tempo às exatas dificuldades de equilíbrio do paciente. Uma revolução, portanto, ainda prestes a acontecer.

Anahp Ao Vivo — Jornadas Digitais

O webinar “Inteligência Artificial na Saúde” teve a participação de Daniel Branco, fundador e CEO do Medicinia, de Marcelo Felix, diretor médico do IN﹒LAB do HCFMUSP, e de Marco Bego, diretor-executivo do Instituto de Radiologia do HCFMUSP. A moderação foi feita por Victor Gadelha, head of Health Innovation no Hospital Operations na Dasa.

O encontro aconteceu dentro do projeto “Anahp Ao Vivo — Jornadas Digitais”, uma série de eventos online, temáticos e gratuitos, que semanalmente reúne especialistas para debates relevantes. Veja aqui todas as edições de fevereiro e fique atento para os próximos eventos.

Com informações da Assessoria de Imprensa LLYC

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