Tag: connected smart cities

  • CONNECTED SMART CITIES REALIZA EVENTO NO AMAZONAS E APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA MANAUS

    CONNECTED SMART CITIES REALIZA EVENTO NO AMAZONAS E APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA MANAUS

    O encontro reunirá especialistas e  abordará, também, indicadores de desenvolvimento de Manaus, 2ª cidade mais bem posicionada, no recorte da Região Norte, e a 25ª com mais de 500 mil habitantes, de acordo com o  2020 

    Na próxima terça (06/04), às 10h (horário local) e 09h (horário de Brasília), o Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, realiza o Encontro Regional Manaus para debater sobre as iniciativas de smart cities no contexto da capital amazonense. A edição faz parte da agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do país,  contemplando 27 ações entre fevereiro e agosto, semanalmente e sempre às terças-feiras.  O primeiro encontro foi realizado em Salvador; seguido por Vitória; Belém; Campo Grande; Curitiba; e Maceió, em 30/03. Inscrições gratuitas em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/ 

    O encontro acontece ao vivo, em formato virtual, e reunirá especialistas em smart cities. A programação abordará indicadores de desenvolvimento no contexto do Ranking Connected Smart Cities 2020, que aponta Manaus como a 2ª cidade mais bem posicionada, no recorte da Região Norte, e 25ª entre as cidades com mais de 500 mil habitantes.  Já em Governança, a capital está na 1ª colocação regional e, no Ranking Geral, entre as 25 melhores cidades do País. 



    A iniciativa também contempla a apresentação do Plano de Cidades Inteligentes para a capital.

    “Manaus é uma das cidades da Região Norte mais bem posicionadas no Ranking do Connected Smart Cities, destaque em empreendedorismo, crescimento empresarial, de empresas de tecnologia e em expansão para incubadoras de empresas. Nossa meta é ser cada vez mais uma capital incentivadora de negócios tecnológicos e de desenvolvimento, atuando em diversos segmentos relacionados, como e-commerce de produtos regionais, startups, institutos de pesquisa, dentre outros”, disse o prefeito da capital do Amazonas, David Almeida.

    O evento de Manaus faz parte das ações da sétima edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em São Paulo, entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021, e conta com várias iniciativas pré-evento.

    “Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente possível faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para a cidades e mobilidade urbana alcancem mais municípios. E, assim como nas demais capitais, teremos uma agenda importante em Manaus, com o envolvimento de vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility. 

    Destaques de Manaus no Ranking Connected Smart Cities

    A programação do Encontro Regional Manaus conta com apresentação dos destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities, que compreende 11 eixos analisados e 70 indicadores. A capital é a 2ª mais bem posicionada, no recorte da Região Norte, e a 25ª entre as cidades com mais de 500 mil habitantes, conforme o Ranking. 

    O Ranking CSC, além dos resultados gerais, análises segmentadas pelos eixos temáticos, traz uma visão Regional, que contempla as cinco regiões brasileiras, destacando o porte de municípios. Nesse contexto, Manaus está no recorte das cidades com mais de 500 mil habitantes. 

    A capital é destaque em Empreendedorismo, eixo que subiu duas posições e alcançou a 6ª colocação. E, contrariando tendência à época da coleta dos dados da última pesquisa, a cidade registrou crescimento empresarial entre as empresas de tecnologia de 3,2% , seguido também de um crescimento de 3,4% no ano anterior.  

    Tecnologia é um segmento em expansão na cidade. De acordo com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o município conta com 2 polos tecnológicos e mais de 10 incubadoras de empresas. Em Economia, Manaus subiu 68 posições e, em 2020, ocupou a 11ª posição.

    Willian Rigon, sócio e diretor comercial e marketing da Urban Systems, responsável pelo Ranking, chama a atenção para Tecnologia e Inovação, principal eixo normalmente atrelado às smart cities, onde a cidade subiu 18 posições, no recorte do Ranking Connected Smart Cities 2020, atingindo a 12ª colocação. “Manaus é o município da região norte mais bem posicionado neste recorte. É Importante pontuar que Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação são conectados, em relação aos seus indicadores e aos benefícios gerados para a cidade”.

    Rigon também avalia os pontos de atenção: “Manaus precisa voltar a figurar entre as 100 melhores em Meio Ambiente, pautado em infraestrutura, e também em Educação e Saúde. Os estudos internacionais de cidades inteligentes não avaliam a infraestrutura de distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto. Entretanto, no Brasil, ainda estamos atrasados em relação a essas questões, que também fazem parte da Agenda de Desenvolvimento Sustentável. E as cidades brasileiras possuem carência nessa infraestrutura”, completou. 

    Participantes Encontro Regional Manaus

    Estão confirmados: o diretor do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), Pedro Paulo Cordeiro; o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) do Amazonas, Jório de Albuquerque Veiga Filho; o diretor-presidente do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), Paulo Henrique do Nascimento Martins; a chefe da Representação da superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) em Brasília, Érika de Almeida Leite; o coordenador do Pedala Manaus, Paulo Aguiar.

    Além do subsecretário operacional da Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi) de Manaus, Gustavo Igrejas; o professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Augusto Rocha; o CEO da Lemobs, Sérgio Rodrigues; o co-founder da Meryt, Lucas Ribeiro Prado; a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria; o diretor comercial e marketing e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon; entre outros especialistas.

    A programação completa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/

    AGENDA

    A Agenda proposta para os eventos regionais pós-eleição municipal 2020 acontece entre 23 de fevereiro e 24 de agosto de 2021 e contempla os estados/regiões:

    Estados Região Nordeste/Cidades: Maceió (AL); Salvador (BA); Fortaleza (CE); São Luís (MA); João Pessoa (PB); Recife (PE); Teresina (PI); Natal (RN); Aracaju (SE);
    Estados Região Sul/Cidades: Florianópolis (SC); Curitiba (PR); Porto Alegre (RS);
    Estados Região Norte/Cidades: Rio Branco (AC); Macapá (AP); Manaus (AM);  Belém (PA); Palmas (TO); Porto Velho (RO); Boa Vista (RR);
    Estados Região Sudeste/Cidades: Vitória (ES); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP);
    Estados Região Centro-Oeste/Cidades: Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Goiânia (GO). 

    Patrocinadores Eventos Regionais: Bosch, Enel X, Signify e Sonner

    Sobre o Connected Smart Cities

    O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que permitem aos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes acesso aos conteúdos: analítico e relevante, por meio do: Ranking, evento, Prêmio, Learn e o portal, além do Connected Smart Mobility, que conta com site e conteúdo dedicado às discussões relacionadas a mobilidade urbana no Brasil.

    O Connected Smart Cities & Mobility conta com um alcance de mais de 15 mil pessoas mensalmente, 19 mil participantes, 1.200 reuniões nas Rodadas de Conexões e Negócios, 550 marcas participantes, 300 painéis de discussão, 1.100 palestrantes, além de mais de 250 apoiadores. O evento se destaca, ainda, pela ampla participação de prefeituras que, apenas em 2019 (formato presencial), contou com a presença de aproximadamente 300 municípios.

    O credenciamento para os profissionais de imprensa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/credenciamento-imprensa/

    CONFIRA OUTRAS MATÉRIAS SOBRE OS ENCONTROS REGIONAIS E CIDADES:
    CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY CONFIRMA AGENDA 2021 E TRAZ AÇÃO INÉDITA DE EVENTOS REGIONAIS

    CONNECTED SMART CITIES APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA SALVADOR E INDICADORES

    ENCONTRO DE SMART CITIES EM ALAGOAS APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA MACEIÓ E REÚNE ESPECIALISTAS

  • PLATAFORMAS REÚNEM ECOSSISTEMAS DE CIDADES, MOBILIDADE E TRANSPORTE AÉREO

    PLATAFORMAS REÚNEM ECOSSISTEMAS DE CIDADES, MOBILIDADE E TRANSPORTE AÉREO

    O objetivo é conectar os setores, ampliar os debates dos ecossistemas e promover projetos que possam amenizar os impactos da pandemia  

    A partir da Covid-19 o conceito “ninguém faz nada sozinho” ganhou ainda mais relevância nos negócios da Necta. Com uma estrutura desenhada para promover a sinergia entre os segmentos do setor público e privado, a empresa tem viabilizado conexões entre os atores dos ecossistemas em que atua. Nesse contexto, a companhia reunirá, entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021, os setores de cidades, mobilidade urbana e transporte aéreo, por meio do Connected Smart Cities & Mobility e do AirConnected, que acontecem em formato independente e simultâneo.

    “A partir da nossa interação com o mercado e os nossos parceiros e clientes, principalmente os que atuam nas três frentes, entendemos que o formato amplia o alcance da pauta e gera um ambiente colaborativo e de troca de experiências. E isso é bem importante nesse momento tão desafiador”, comenta Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, e embaixadora da Mobilidade no Estadão.



    “Também levamos em consideração as iniciativas a partir da pandemia e que, inevitavelmente, teremos que repensar o desenho das cidades, considerando a mobilidade corporativa, principalmente. A nossa proposta é envolver os setores na busca de soluções efetivas e sustentáveis”, disse. 

    Temas compartilhados

    No contexto das cidades, as tendências na mobilidade serão amplamente debatidas.

    O diretor comercial e marketing e sócio da Urban Systems e do Connected Smart Cities, Willian Rigon, ressalta: “Um destaque do Connected Smart Cities foi ter gerado o Connected Smart Mobility, que apesar de fazer parte do ecossistema das cidades, tem uma infinidade de desdobramentos que merecem atenção e planejamento inteligente”.

    Rigon também pontua que pensar esses ecossistemas de forma compartilhada permite mais integração e assertividade. 

    “O Aeroporto, por exemplo, deve ser integrado ao desenvolvimento urbano inteligente, considerando as restrições e oportunidades que gera, evitando problemas como o de Congonhas (SP), em que a cidade cresceu sem atenção para este importante ativo, e que impacta na operação. É necessário criar um planejamento conectado entre os operadores ou concessionários, poder público e sociedade civil”.

    Repensando os ecossistemas

    Dados da Organização das Nações Unidas (ONU), de antes da pandemia, estimam que a população urbana mundial deve atingir cerca de 70% em 2050. Mas o Brasil destoa deste cenário e hoje já concentra mais de 82%, com previsão de, em 2030, atingir 90% da população nas cidades.

    Focando na Mobilidade, o sócio da Deloitte no Brasil, Elias de Souza, chama a atenção para a mobilidade multimodal e as necessidades das pessoas nas cidades.

    “A pandemia tem provocado uma tendência da migração de pessoas para regiões menos adensadas. Essa mudança não diminui a população urbana, mas exige que o projeto de mobilidade seja repensado a partir dessas novas necessidades”.

    Souza acredita que a integração do transporte aéreo à mobilidade ainda está distante. “O setor é importante e pode ser integrado, mas merece uma reflexão a partir das mudanças que estão acontecendo”.

    O futuro

    No contexto do transporte aéreo conectado à mobilidade, O AirConnected abordará: eVETOL (veículo elétrico de pouso e decolagem vertical), táxi aéreo, drones, MaaS – Mobilidade como um serviço e integrada ao transporte multimodal, entre outros temas.

    CONFIRA TAMBÉM:

    MATÉRIA
    PUBLICADA NO ESTADÃO

    E SOBRE CARRO VOADOR ELÉTRICO
    EMBRAER APRESENTA PROTÓTIPO DE CARRO VOADOR ELÉTRICO

  • GOVERNO DE MINAS GERAIS E CONNECTED SMART CITIES PROMOVEM SÉRIE DE DEBATES SOBRE OS DESAFIOS DO TRANSPORTE COLETIVO 

    GOVERNO DE MINAS GERAIS E CONNECTED SMART CITIES PROMOVEM SÉRIE DE DEBATES SOBRE OS DESAFIOS DO TRANSPORTE COLETIVO 

    Encontros abordarão a regulação de contratos, tecnologias para fiscalização do transporte coletivo e experiências de sucesso do setor em outros países

    O Connected Smart Cities & Mobility e o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), promovem, a partir de 15 de abril, a série online: Os desafios do transporte coletivo de passageiros de Minas Gerais. Composta por seis blocos, a iniciativa reunirá especialistas para debater e apontar estratégias para projetos em andamento no Estado de Minas Gerais, com o objetivo de difundir e implementar as melhores práticas sustentáveis e econômicas, no contexto nacional e internacional. Inscrições gratuitas aqui 

    A série debaterá amplamente sobre os desafios para garantir, aos cidadãos do segundo estado mais populoso do Brasil, serviços de transporte metropolitano e intermunicipal público com qualidade e segurança. Novas reflexões sobre como a disrupção tecnológica pode ser acessória na melhoria da prestação do serviço também fazem parte do propósito. “Debater a mobilidade urbana em Minas Gerais é extremamente importante, especialmente neste momento de pandemia. O transporte público é serviço essencial e sua melhoria é uma busca constante em nosso estado”, destaca o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. 



    A ação está inserida no contexto do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece entre 01 e 03 de setembro de 2021, em São Paulo (SP).

    “A parceria com o Governo de Minas, por meio da Seinfra, está alinhada ao propósito do Connected Smart Cities em trabalhar de forma colaborativa e integrada aos diversos atores que compõem o ecossistema de cidades e mobilidade urbana no Brasil. Temos promovido a sinergia destes, entendendo a importância da conexão entre as ações dos gestores estaduais e municipais, empresas, entidades e a sociedade civil. Fomentar a implementação de políticas públicas que priorizam o cidadão é o nosso foco e, nesse sentido, esperamos replicar o formato de Minas Gerais em outros estados do País”, comenta Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

    Temas

    A série abordará amplamente os temas: A regulação dos contratos de transporte: como induzir eficiência e desempenho?; As novas experiências regulatórias no transporte coletivo: as novas fronteiras da mobilidade a partir da relação público-privada; Tecnologias para a melhoria da fiscalização e controle do transporte coletivo; Integração de sistemas e cidades para o desenvolvimento da mobilidade urbana; Os impactos da Covid-19 para o transporte público; e a desigualdade no acesso às oportunidades: como diminuir as distâncias com segurança e qualidade de vida.

    “Nós temos discutido continuamente com as concessionárias a importância da melhoria nos contratos para termos maior segurança jurídica e ofertarmos um serviço de mais qualidade. Esse evento é fundamental para fazermos esse debate e aperfeiçoar, em conjunto, a questão da mobilidade em todo estado”, avalia o Secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade, Fernando Marcato.

    O subsecretário de Transportes e Mobilidade (Seinfra) do Governo de Minas Gerais, Gabriel Ribeiro Fajardo, pontua a relevância da evolução das relações público-privadas e da regulação dos serviços públicos essenciais, tendo o usuário como ponto central, buscando, ainda, estimular a eficiência e o desempenho. 

    “A parceria com o Connected Smart Cities é muito importante, pois permite colocar em debate desafios relevantes da mobilidade mineira. Sem dúvida, é uma oportunidade incrível para  agregar especialistas e os atores interessados em prol de melhorias do transporte coletivo”, enfatiza Fajardo. 

    Sobre Minas

    O Estado de Minas Gerais é o segundo mais populoso do Brasil, com 21,3 milhões de habitantes, segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2020), e possui duas regiões metropolitanas: Região Metropolitana de Belo Horizonte – RMBH, composta por 34 municípios e população de aproximadamente 6 milhões de habitantes; e Região Metropolitana do Vale do Aço – RMVA, constituída por 4 municípios e população de mais de 490 mil habitantes. E, ainda, o conceito de “Colar Metropolitano”, que são os municípios que se situam no entorno da região metropolitana e que sofrem influência pelo processo de metropolização.

    Sobre a programação

    Primeiro bloco | 15 de abril (a partir das 09h)
    A regulação dos contratos de transporte: como induzir eficiência e desempenho?
    Questões a serem abordadas: Como os modelos de regulação podem induzir eficiência nos contratos de concessão? Qual a importância dos indicadores de desempenho, matriz de riscos, previsibilidade? Regulação contratual, regulação por contrato: como adaptar os contratos de concessão às urgências do agora?

    O evento contempla, ainda, debate com os participantes e rodadas e conexões de negócios.

    A programação completa está disponível aqui (acesso no link)

    Sobre o Connected Smart Cities & Mobility

    O Connected Smart Cities, principal plataforma especializada no mercado de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil, contempla conteúdo em múltiplos canais e formatos, permitindo aos profissionais do ecossistema amplo acesso às ferramentas, por meio do: Ranking, evento, Prêmio, Learn e o portal, além do Connected Smart Mobility, que conta com site e conteúdo dedicado às discussões relacionadas à mobilidade urbana no País. 

    A plataforma contempla os temas abordados: cidades conectadas, urbanismo sustentável nas cidades, cidades participativas e engajadas, cidades empreendedoras, cidades humanas, resilientes e inclusivas e cidades prósperas. Já o Connected Smart Mobility conta com os temas: mobilidade para as pessoas,  mobilidade ativa, mobilidade compartilhada, veículos elétricos, data analytics, tendências e  conectividade & integração. 

    ACOMPANHE TAMBÉM OUTRAS MATÉRIAS:

    NESTA QUINTA (15/04), ÀS 09H: AUTORIDADES DEBATEM REGULAÇÃO DOS CONTRATOS DO TRANSPORTE DE MINAS GERAIS

    SERVIÇOS PÚBLICOS INTELIGENTES E A MOBILIDADE URBANA ADEQUADA

    MG: USUÁRIOS DO TRANSPORTE COLETIVO METROPOLITANO TERÃO MAIS FACILIDADE PARA ACESSO À INFORMAÇÃO

  • ENCONTRO DE SMART CITIES EM ALAGOAS APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA MACEIÓ E REÚNE ESPECIALISTAS

    ENCONTRO DE SMART CITIES EM ALAGOAS APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA MACEIÓ E REÚNE ESPECIALISTAS

    A iniciativa em Maceió marca o 2º evento do Connected Smart Cities, no nordeste, em 2021, e faz parte das ações da plataforma em promover o debate sobre o tema em todas as capitais do País

    Nesta terça (30/03), às 09h, o Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, realiza o Encontro Regional Maceió para debater sobre as iniciativas de smart cities no contexto da capital alagoana. A edição faz parte da agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do país,  contemplando 27 ações entre fevereiro e agosto, semanalmente e sempre às terças-feiras. 

    O primeiro encontro foi realizado em Salvador; seguido por Vitória; Belém; Campo Grande; e Curitiba, em 23/03. Inscrições gratuitas aqui (clique no link)



    O encontro acontece ao vivo, em formato virtual, e reunirá especialistas em smart cities. A programação abordará indicadores de desenvolvimento de Maceió, uma das 25 cidades mais inteligentes e conectadas do País, no recorte da Região Nordeste, de acordo com o Ranking Connected Smart Cities 2020, além da apresentação do Plano de Cidades Inteligentes para a capital: “Plano Integrado de Maceió”.

    “Conectar Maceió às principais iniciativas de gestão pública é o melhor caminho para que tenhamos resultados. Pensar uma cidade inteligente a partir do cidadão, do ser humano. Promovendo cidadania, assegurando os direitos das pessoas a usufruírem da cidade. Nossa equipe tem como foco justamente isso, gostar de gente e trabalhar para melhorar a qualidade de vida de cada maceioense”, enfatiza o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC). 

    A iniciativa de Maceió faz parte das ações da sétima edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em São Paulo, entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021, e conta com várias iniciativas pré-evento. 

    “Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente possível faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para a cidades e mobilidade urbana alcancem mais municípios. E, assim como nas demais capitais, teremos uma agenda importante em Maceió, com o envolvimento de vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

    Destaques de Maceió no Ranking Connected Smart Cities

    Durante o Encontro Regional Maceió serão apresentados os destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities, que compreende 11 eixos analisados e 70 indicadores. A capital é a 24ª mais bem posicionada no recorte da Região Nordeste e a 40ª colocada entre as cidades com mais de  500 mil habitantes, conforme o Ranking. 

    O município teve um aumento considerável em relação a produção de patentes, com depósito de 25 patentes por cem mil habitantes, crescimento expressivo em relação ao estudo de 2019. Em 2020, ¼ dos empregos formais da cidade eram ocupados por profissionais com ensino superior, ou seja, empregos qualificados. A cidade conta, ainda, com expressiva participação dos setores de Educação e Pesquisa e Desenvolvimento, com 7,3% dos empregos formais nestes setores.

    No final de 2020, o projeto Construção Alagoas em Rede da Prefeitura de Maceió foi selecionado no Programa Digital.br,  iniciativa da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O trabalho receberá apoio técnico e financeiro para o desenvolvimento e poderá impactar até 3 mil empresas e prestadores de serviços ligados ao mercado da construção civil com um investimento de aproximadamente R$ 500 mil para a inovação no setor.

    “No levantamento de 2020, a cidade registrou melhora e está entre as 100 melhores do País em 3 eixos: Empreendedorismo, Governança e Tecnologia e inovação, este normalmente o principal atrelado às smart cities, onde Maceió subiu 9 posições e alcançou a 90ª posição. Dentre os destaques, está a infraestrutura tecnológica oferecida a empresas e a população. São 46% das conexões de banda larga com velocidade superior a 34 megabytes, contra 32% no estudo anterior, além de boa oferta de operadoras de telefonia móvel com o serviço 4.5G, ainda o mais avançado disponível no País”, destaca Willian Rigon, sócio e diretor comercial e marketing da Urban Systems, responsável pelo Ranking.

    Participantes Encontro Regional Maceió

    Estão confirmados: o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (JHC); a representante no Brasil do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Denise Hamú; o secretário de Governança de Maceió, Antonio Carvalho; o chefe de departamento na área de relações com governos e responsável pela Região Nordeste do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Ricardo Rodrigues; o líder do projeto de Cidades Inteligentes da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Tiago Faierstein.

    Além da diretora-executiva do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Tatiana Ribeiro;  o secretário Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel) de Maceió, Ricardo Santa Ritta; a COO da Quicko, Carolina Badaró; o commercial Development Manager de Smart Cities & Infrastructure da Engie, Tiago Oliveira; a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria; o diretor comercial e marketing e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon; entre outros especialistas.

    A programação completa está disponível aqui (clique no link)

    AGENDA

    A Agenda proposta para os eventos regionais pós-eleição municipal 2020 acontece entre 23 de fevereiro e 24 de agosto de 2021 e contempla os estados/regiões:

    Estados Região Nordeste/Cidades: Maceió (AL); Salvador (BA); Fortaleza (CE); São Luís (MA); João Pessoa (PB); Recife (PE); Teresina (PI); Natal (RN); Aracaju (SE);
    Estados Região Sul/Cidades: Florianópolis (SC); Curitiba (PR); Porto Alegre (RS);
    Estados Região Norte/Cidades: Rio Branco (AC); Macapá (AP); Manaus (AM);  Belém (PA); Palmas (TO); Porto Velho (RO); Boa Vista (RR);
    Estados Região Sudeste/Cidades: Vitória (ES); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP);
    Estados Região Centro-Oeste/Cidades: Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Goiânia (GO).

    Patrocinadores Eventos Regionais: Bosch, Enel X, Signify e Sonner

    Sobre o Connected Smart Cities

    O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que permitem aos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes acesso aos conteúdos: analítico e relevante, por meio do: Ranking, evento, Prêmio, Learn e o portal, além do Connected Smart Mobility, que conta com site e conteúdo dedicado às discussões relacionadas a mobilidade urbana no Brasil. 

     O Connected Smart Cities & Mobility conta com um alcance de mais de 15 mil pessoas mensalmente, 19 mil participantes, 1.200 reuniões nas Rodadas de Conexões e Negócios, 550 marcas participantes, 300 painéis de discussão, 1.100 palestrantes, além de mais de 250 apoiadores. O evento se destaca, ainda, pela ampla participação de prefeituras que, apenas em 2019 (formato presencial), contou com a presença de aproximadamente 300 municípios.

    CONFIRA OUTRAS MATÉRIAA SOBRE OS ENCONTROS REGIONAIS E CIDADES:
    CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY CONFIRMA AGENDA 2021 E TRAZ AÇÃO INÉDITA DE EVENTOS REGIONAIS
    CONNECTED SMART CITIES APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA SALVADOR E INDICADORES
    #CONECTATALKS COM CRIS ALESSI | PLANO DE SMART CITIES PARA CURITIBA

  • O IMPACTO GLOBAL DAS BICICLETAS NO AVANÇO DE CIDADES INTELIGENTES

    O IMPACTO GLOBAL DAS BICICLETAS NO AVANÇO DE CIDADES INTELIGENTES

    Segundo o Banco Mundial, o uso de bicicletas no Brasil cresceu cerca de 129% no primeiro semestre de 2020,  na comparação com 2019

    Muito tem se falado sobre a importância do papel e aumento do uso de bicicletas durante a pandemia, movimento que já vem sendo fomentado há décadas, embora tenha sido intensificado nos últimos meses – o que é ótimo! Todas as mudanças que temos vivenciado tiveram um alto impacto no comportamento e, consequentemente, no deslocamento das pessoas. E em meio a esse cenário, o modal se destacou, como meio de transporte seguro que contribui para o afastamento social, e, já indo além, que impacta positivamente na economia de tempo e dinheiro, bem como no meio ambiente.

    Segundo o Banco Mundial, o uso de bicicletas no país, de forma geral, cresceu no primeiro semestre cerca de 129% em relação a 2019. Além disso, a busca por ciclovias no Google Maps aumentou 69% no primeiro semestre de 2020 – um recorde histórico!



    Em setembro, fizemos aqui na Tembici, um levantamento para entender o comportamento dos usuários com a reabertura gradual das cidades e, aproximadamente, 50% das pessoas que precisaram sair de casa optaram pela bicicleta. Quando perguntado o principal motivo de uso, cerca de 40% definiram a escolha do modal por ser rápido e prático. Outras características também foram citadas, como a segurança diante da necessidade de distanciamento e a possibilidade de praticar exercício e melhorar a qualidade de vida.

    Muitas dessas mudanças já estavam em andamento e vieram para ficar. Afinal, quando falamos do ir e vir nas cidades, as pessoas cresceram focando no carro como seu principal meio de transporte, mas hoje já se questionam sobre gastar cerca de 2 horas no trânsito – média de algumas cidades no Brasil. 

    O meio ambiente 

    Além disso, as questões ambientais também ganharam mais destaque. Sabe-se que a cada tonelada de emissão de Gás Carbônico (CO2) é necessário o plantio de mais de 7 árvores para que o planeta não sofra os danos causados por esta emissão e somente em São Paulo, em 2020, contribuímos com a economia de mais de 800 toneladas de CO2 por meio do sistema de bikes compartilhadas. Somando todos os projetos da Tembici, 15 milhões de viagens foram realizadas no ano passado, o que equivale a um dado surpreendente: 275 voltas na Terra. Imagina a mudança global se essa utilização for intensificada? 

    Posso afirmar que esse desafio se torna cada vez mais tangível e o último ano foi a prova disso, especialmente com a chegada das bikes elétricas, que facilitam que os ciclistas pedalem maiores distâncias, geralmente realizadas por automóveis. O potencial de crescimento ainda é enorme, mas o caminho é certo e mira em cidades inteligentes e cada vez mais sustentáveis.

    As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

  • ARTIGO PAULA FARIA – MOBILIDADE ESTADÃO: DESLOCAR-SE TAMBÉM É DESAFIO PARA MULHERES

    ARTIGO PAULA FARIA – MOBILIDADE ESTADÃO: DESLOCAR-SE TAMBÉM É DESAFIO PARA MULHERES

    Permitir o aumento da participação feminina nos planos de cidades e mobilidade é o primeiro passo

    Pensar a mobilidade urbana no contexto das mulheres sugere algumas reflexões. Uma delas é sobre a forma e a necessidade dos deslocamentos. Será que é igual para homens e mulheres?

    A Política Nacional de Mobilidade Urbana tem o papel de orientar essa agenda com os municípios do País, enfatizando alguns dos seus objetivos, como redução das desigualdades, promoção da inclusão social, além do acesso a serviços básicos, como saúde, educação, lazer e trabalho.  Assim, partindo da premissa de que o direito à mobilidade é um dos componentes do acesso à cidade, seu desenho precisa considerar gêneros, classes sociais, sexualidade e raça.



    E, nesse contexto, a plataforma Connected Smart Cities & Mobility vem fomentando ações para a construção das cidades por meio do envolvimento dos atores do ecossistema. E aumentar a participação feminina nesse trabalho também está no propósito.

    Contextos

    Temos um cenário em que o planejamento urbano acontece com base na igualdade entre todos, tendo como ponto de partida os dados de mapeamento da demanda geral do transporte. E o resultado disso é a desigualdade no acesso, sobretudo para as mulheres negras e pobres e que residem nas áreas periféricas.

    Esse nivelamento da oferta dos serviços mostra uma realidade preocupante, alertando os envolvidos quanto à implementação das políticas públicas para o segmento, visto que entender as várias jornadas das mulheres passa também pelo desconstruir.

    O que os deslocamentos revelam?

    A Pesquisa Origem e Destino (OD), do Metrô São Paulo, mostra que as mulheres fazem mais viagens motivadas por educação e saúde, em que os meios mais usados são o transporte coletivo ou a pé.

    O estudo aponta aumento de 10% nos deslocamentos desse público no transporte coletivo, superando o índice do gênero masculino, que diminuiu 3% no período de dez anos, sendo que, no metrô, elas já representam 56% dos passageiros transportados.

    Por que falar da segurança?

    No contexto das mulheres na mobilidade, a forma de ocupação e a segurança dos espaços públicos são fundamentais. A pesquisa ‘Viver em São Paulo: Mulher’, realizada pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope Inteligência, mostra que o transporte público permanece como o local em que as mulheres sentem maior risco de sofrer algum tipo de assédio (46%); seguido da rua (24%).

    No contexto do País, dados do Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva mostram que 97% das brasileiras com mais de 18 anos já passaram por situações de assédio sexual no transporte público, nos carros por aplicativo ou em táxis. E 71% delas conhecem alguma mulher que já sofreu assédio em espaço público.

    Como quebrar esses ciclos

    O processo ‘antigo’ de pensar as cidades e a mobilidade e acessibilidade acentuam a violência contra a mulher e perpetuam ciclos de pobreza, refletindo na limitação do acesso às oportunidades educacionais e profissionais, por exemplo. A sociedade não pode mais conviver com uma realidade como a apontada na pesquisa da organização internacional ActionAid: 70% das brasileiras têm medo de andar nas ruas, independentemente do horário.

    Assim, inserir definitivamente essa pauta como prioridade das políticas públicas, permitindo o aumento da participação feminina nos planos de cidades e mobilidade, é o primeiro passo. O caminho é a promoção de ações que possam garantir direitos e que reduzam essa desigualdade histórica.”

    Artigo pubicado no Mobilidade Estadão 

  • CONNECTED SMART CITIES PROMOVE ENCONTRO NO PR E APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA CURITIBA

    CONNECTED SMART CITIES PROMOVE ENCONTRO NO PR E APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA CURITIBA

    O Encontro Regional Curitiba acontece em formato virtual e reunirá especialistas em smart cities, com destaque para a apresentação do Plano de Cidades Inteligentes para a capital paranaense e indicadores de desenvolvimento

    Nesta terça (23/03), a partir das 09h, o Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, realiza o Encontro Regional Curitiba para debater sobre as iniciativas de smart cities no contexto da capital paranaense. A edição faz parte da agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do país,  contemplando 27 ações entre fevereiro e agosto.  O primeiro encontro foi realizado em Salvador, em 23/02; seguido por Vitória, em 02/03; Belém, em 09/03; e Campo Grande, em 16/03. Inscrições gratuitas AQUI

    O encontro acontece ao vivo, em formato virtual, e reunirá especialistas em smart cities. A programação abordará indicadores de desenvolvimento de Curitiba, uma das três cidades mais inteligentes e conectadas do País, conforme o Ranking Connected Smart Cities, além da apresentação do Plano de Cidades Inteligentes para a capital, que conta com dois parques tecnológicos e oito incubadoras de empresas.



    “O Encontro Regional em todas as capitais promove um grande intercâmbio de conhecimento e um mapeamento de ações de cidade inteligente em todo o Brasil. Curitiba tem diversos exemplos para serem compartilhados, a partir deste grande movimento do ecossistema de inovação que é o Vale do Pinhão”, diz Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação.

    A iniciativa de Curitiba faz parte das ações da sétima edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021 e conta com várias iniciativas pré-evento. 

    “Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente possível faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para a cidades e mobilidade urbana alcancem mais municípios. E, assim como nas demais capitais, teremos uma agenda importante em Curitiba, com o envolvimento de vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

    Destaques de Curitiba Ranking Connected Smart Cities

    Durante o Encontro Regional Curitiba serão apresentados os destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities, que compreende 11 eixos analisados e 70 indicadores, como: o destaque entre as três cidades mais inteligentes e conectadas do Brasil e a primeira colocação em Urbanismo, onde as despesas nessa área é de R$ 655,00 por habitante (em comparação, a cidade de São Paulo investe R$ 329 per capita em urbanismo).

    O município conta, também, com 48,6% das conexões de banda larga com velocidade superior a 34 megabyte por segundo; 35,1% dos empregos formais são ocupados por profissionais com ensino superior; 98,2 pontos de acesso a internet por 100 habitantes; Nota Escala Brasil Transparente de 9,6; e Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal de 0,8514, considerado muito alto.

    “A cidade apresenta crescimento de 4,4% das empresas de tecnologia, no Ranking 2020, enquanto muitas cidades no período apresentam redução do setor, e ainda crescimento de 1,7% entre as empresas de economia criativa e 26,9% do segmento de MEI, o que justifica o  destaque no cenário nacional e internacional nessas áreas. No conceito de Cidades inteligentes, a capital paranaense destaca-se, ainda, por ter 5,0% dos empregos formais alocados no setor de educação, pesquisa e desenvolvimento; e outros 4,4% dos empregos no setor de tecnologia, inovação e comunicação”, destaca Willian Rigon, sócio e diretor comercial e marketing da Urban Systems, responsável pelo Ranking.

    Participantes Encontro Regional Curitiba

    Estão confirmados:  a presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento, Cris Alessi; o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, Luiz Fernando de Souza Jamur; a especialista em mobilidade sustentável e diretora da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), Silvia Barcik; o sales district management da Bosch, Evandro Roveran; a diretora de desenvolvimento de negócios da Mastercard, Fernanda Caraballo. 

    Além: o gerente de Aplicação Digital Smart Infrastructure da Siemens Brasil, Paulo Antunes Souza; a assessora técnica da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba, Leny Toniolo; a secretária Municipal de Comunicação Social de Curitiba, Cinthia Amador Genguini; a representante do Smart City Expo, Juliana Palácios; a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria; o diretor comercial e marketing e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon; entre outros especialistas.  

    A programação completa está disponível AQUI 

    AGENDA

    A Agenda proposta para os eventos regionais pós-eleição municipal 2020 acontece entre 23 de fevereiro e 24 de agosto de 2021 e contempla os estados/regiões:

    Estados Região Nordeste/Cidades: Maceió (AL); Salvador (BA); Fortaleza (CE); São Luís (MA); João Pessoa (PB); Recife (PE); Teresina (PI); Natal (RN); Aracaju (SE);
    Estados Região Sul/Cidades: Florianópolis (SC); Curitiba (PR); Porto Alegre (RS);
    Estados Região Norte/Cidades: Rio Branco (AC); Macapá (AP); Manaus (AM);  Belém (PA); Palmas (TO); Porto Velho (RO); Boa Vista (RR);
    Estados Região Sudeste/Cidades: Vitória (ES); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP);
    Estados Região Centro-Oeste/Cidades: Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Goiânia (GO).

    Patrocinadores Eventos Regionais: Bosch, Enel X, Signify e Sonner 

    Sobre o Connected Smart Cities 

    O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que permitem aos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes acesso aos conteúdos: analítico e relevante, por meio do: Ranking, evento, Prêmio, Learn e o portal, além do Connected Smart Mobility, que conta com site e conteúdo dedicado às discussões relacionadas a mobilidade urbana no Brasil.  

    O Connected Smart Cities & Mobility conta com um alcance de mais de 15 mil pessoas mensalmente, 19 mil participantes, 1.200 reuniões nas Rodadas de Conexões e Negócios, 550 marcas participantes, 300 painéis de discussão, 1.100 palestrantes, além de mais de 250 apoiadores. O evento se destaca, ainda, pela ampla participação de prefeituras que, apenas em 2019 (formato presencial), contou com a presença de aproximadamente 300 municípios.

    CONFIRA OUTRAS MATÉRIA SOBRE OS ENCONTROS REGIONAIS E CURITIBA:
    #CONECTATALKS COM CRIS ALESSI | PLANO DE SMART CITIES PARA CURITIBA
    SMARTCITY – POR ONDE COMEÇAMOS?
    CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY CONFIRMA AGENDA 2021 E TRAZ AÇÃO INÉDITA DE EVENTOS REGIONAIS

  • TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E BEM-ESTAR PARA A POPULAÇÃO DAS CIDADES

    TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E BEM-ESTAR PARA A POPULAÇÃO DAS CIDADES

    Projetos testam a assertividade das tecnologias em benefício da qualidade de vida da população, além de estimular o setor produtivo e contribuir para o desenvolvimento das cidades, da economia digital e do País

    Do ano imprevisível de 2020, herdamos pelo menos dois aprendizados: a adoção da transformação digital não como opção, mas como sobrevivência, e a necessidade da cooperação para o fortalecimento dos ecossistemas de inovação. Por isso, fiquei feliz com o convite para integrar a equipe de colunistas do portal Connected Smart Cities e, com isso, participar de um espaço privilegiado de debates sobre tecnologias inovadoras e cidades inteligentes.

    Na Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), que tem como missão central a transformação digital, o tema cidades inteligentes é considerado um dos pilares para o desenvolvimento humano, social e econômico. E essa remodelagem do urbano requer uma maior interação e interconexão entre o mundo dos gestores públicos e o dos negócios.



    Em cada projeto da ABDI, procuramos estimular, por um lado, as capacidades de gestão, para uma maior modernização da vida urbana. E, por outro, os ecossistemas formados por institutos de pesquisa, academia e empresas inovadoras. É na teia dessas relações bem-sucedidas que vamos tirar o maior proveito das tecnologias em benefício da população.

    Implementação de tecnologias

    Estamos instalando laboratórios vivos (living labs) em cidades como Petrolina (PE), Salvador (BA), Macapá (AP) e Foz do Iguaçu (PR). O objetivo desses ambientes, limitados pelas prefeituras como sandbox, é testar as tecnologias e validá-las junto à população. A vantagem é que os testes ajudam a prefeitura a decidir sobre a adoção de uma tecnologia, antes de estendê-la para toda a cidade, contribuindo, sobretudo, para a economia de recursos do município.

    Os testes também ajudam a fomentar a inovação local, ao estimular as potencialidades das empresas e criar um ambiente de criação e pesquisa fértil para as universidades e institutos de ensino. As tecnologias são variadas. Luminárias inteligentes, sensores, softwares de controle do tráfego, gadgets. Tudo para otimizar os serviços urbanos, melhorar a qualidade de vida e a eficiência no uso dos recursos.

    Também investimos em sistemas inteligentes para o controle nas fronteiras. Em dezembro de 2019, inauguramos o FronteiraTech, em parceria com a Receita Federal, na Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu (PR), na divisa com o Paraguai. O objetivo é contribuir para o controle aduaneiro.

    A estrutura montada ao longo da Ponte da Amizade possui luminárias inteligentes, com duas câmeras em cada uma delas, e capacidade de fazer reconhecimento facial e identificação de placas de automóveis; luminárias de LED com telegestão e GPS; e sensores de tiro. Todo o sistema é operado por um centro de comando.

    O FronteiraTech serviu de inspiração para um acordo que assinamos recentemente com a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), que poderá usar as informações sobre o uso de tecnologias na produção de conhecimentos de interesse das atividades de inteligência, contribuindo para o maior fortalecimento do Sistema Brasileiro de Inteligência. Também vamos implantar, em parceria com o governo de Roraima, uma versão do FronteiraTech em Pacaraima, município que faz fronteira com a Venezuela.

    Com esses projetos, o objetivo da ABDI é testar a assertividade das tecnologias em benefício da melhor qualidade de vida da população. E, além disso, estimular o setor produtivo e contribuir para o desenvolvimento da economia digital e do País. A inovação é a nossa melhor aposta para 2021.

    As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

  • DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN: COMO DESENHAR AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA TORNAR AS CIDADES INCLUSIVAS?

    DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN: COMO DESENHAR AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA TORNAR AS CIDADES INCLUSIVAS?

    Pensar as políticas para as cidades como forma de promoção do acesso a oportunidades, principalmente aos grupos mais vulneráveis, como as pessoas com síndrome de Down, deve ser o caminho na busca pela inclusão e redução das desigualdades

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo o mundo, a população com algum tipo de deficiência soma mais de 1 bilhão, sendo que o percentual de crianças é de uma em cada dez. No Brasil, são 45,6 milhões, onde 7,5% são crianças de até 14 anos ou aproximadamente 3,5 milhões, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010.

    E dados do IBGE também mostram que cerca de 300 mil pessoas têm síndrome de Down  (Trissomia T21) no Brasil.  A expectativa de vida dessas pessoas passou de cerca de 25 anos, em 1983, para mais de 60 anos atualmente, conforme as Diretrizes de atenção à  pessoa com síndrome de Down do Ministério da Saúde.



     Assim como o progresso quanto à longevidade, resultado dos avanços na medicina, melhor acesso à educação, esportes, cultura, lazer, entre outros meios que proporcionam melhor qualidade de vida às pessoas com Trissomia T21, o desenho das políticas públicas de inclusão e acessibilidade das cidades devem avançar, com o propósito de promover oportunidades e transformar cenários. 

    21 de março – Dia Internacional da Síndrome de Down

    O dia 21 de março é conhecido mundialmente como o Dia Internacional da Síndrome de Down,  data que faz parte do calendário da Organização das Nações Unidas (ONU), mas que ainda não está no calendário nacional. A criação do Dia Nacional da Síndrome de Down, no Brasil, está em análise no Senado, por meio do Projeto de Lei  377/2011, que além de criar a data, estabelece como dever dos órgãos públicos as políticas para as pessoas com T21. 

    Paula Faria, CEO da Necta e Idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, destaca que a inclusão das pessoas com deficiência, que inclui o grupo com síndrome de Down, além de outros vulneráveis, está diretamente relacionada ao contexto de implementação das políticas públicas.

    “Os grupos vulneráveis são os que mais têm suas vidas afetadas com as desigualdades e a falta de acesso a oportunidades. Por isso é tão fundamental o trabalho da gestão pública quanto a oferta de escolas inclusivas, por exemplo, proporcionando a troca de experiências e o aprendizado mútuo e, como consequência, a construção de cidades e comunidades mais inteligentes, conectadas e humanas. Porque a cidade deve ser pensada para as pessoas e isso compreende abraçar e promover o desenvolvimento pessoal, profissional e intelectual de todos, independente de raça, cor ou orientação sexual”. 

    “Quanto à pauta das pessoas com síndrome de Down, temos ótimos exemplos do quanto podemos evoluir, construir e, principalmente, desconstruir os velhos tabus, entendendo e promovendo iniciativas transformadoras. Com a participação das pessoas com T21 na gestão pública e em outras áreas, como educação, saúde, comunicação, esporte, cultura, entre tantos outros setores. E em todo esse processo é fundamental a conexão dos vários atores: setor privado, entidades e a sociedade. É importante ressaltar que o desenvolvimento sustentável das cidades passa pela inclusão, com políticas justas e igualitárias e, principalmente, com a participação de todos”, disse Faria.

    E como transformar e quebrar ciclos?

    Pela primeira vez na história do Brasil, candidatos com síndrome de Down disputam eleições.  O pleito municipal de 2020 contou com três candidaturas de pessoas com T21, sendo duas mulheres e um homem. Os três concorreram ao cargo de vereador: Luana Rolim de Moura, de Santo Ângelo (RS); Larissa Leal, de Itabuna (BA); e João Guilherme, de Lagoa Seca (PB). 

    Nesse contexto, a história política do País foi marcada pela fisioterapeuta Luana Rolim de Moura, 26 anos, e primeira vereadora com síndrome de Down do Brasil. Em 15/03/2021, Luana assumiu a vaga na Câmara Municipal de Santo Ângelo (RS), após afastamento do titular, o vereador eleito Nivaldo Langer de Moura.  A vereadora, que também fez história como a primeira brasileira com síndrome de Down a se formar em fisioterapia, conquistou 633 votos e ficou como primeira suplente do Partido Progressistas (PP). 

    Em seu discurso de posse que, em função da pandemia, aconteceu em formato virtual, Luana destacou a pauta da síndrome de Down, fazendo referência ao dia 21 de Março, a importância da vacina no combate à Covid-19 e o fim do preconceito.

    “Tenho muito a agregar e contribuir com o meu município, pois somos parte dessa sociedade, mas temos que ter voz e vez, para juntos contribuirmos para uma sociedade mais justa e compromissada com as diferenças. E vamos sim acabar com esse preconceito. Nada sobre nós, sem nós!”, enfatizou a vereadora Luana Rolim de Moura.

    O executivo de Negócios Sociais do Instituto Jô Clemente (IJC), Flavio Gonzalez, pontua que muito se tem falado sobre a inclusão, sobre espaços acessíveis, cidades inclusivas, mas que, alguns países, no entanto, resumem isto na expressão “cidade para todos”.

    “É importante este olhar, porque ele nos ajuda a  diagnosticar o cenário atual: as cidades são para alguns. Quem determina essas escolhas? As ideologias, os preconceitos,  a invisibilidade, aspectos resultantes de um capacitismo estrutural que não reconhece o direito de todos, refletindo nas políticas públicas. Leis já existem, o que falta é fiscalização, priorização orçamentária. Não adianta tornar acessível o centro da cidade apenas”, disse.

    Gonzalez entende que é preciso ir para os bairros, visto que para chegar ao centro a pessoa precisa conseguir sair de casa, atravessar a rua, entrar no transporte público.

    “Então,  o papel do poder público é principalmente aplicar na vida cotidiana das pessoas aquilo que há muito tempo já está previsto em leis, e zelar, estimular, cobrar, que também  a sociedade civil, por meio da iniciativa privada, faça a sua parte. Para isto, no entanto,  é imprescindível que a pessoa com deficiência esteja na política,  ocupe as tribunas, tenha sua representatividade. É ela quem conhece os problemas, as barreiras visíveis e invisíveis. Por mais que encontre aliados, este lugar de fala só pode ser ocupado por ela, pois só ela tem a verdadeira legitimidade para  fazer estas reivindicações”, enfatizou.

    Iniciativas empoderam e promovem conexão

    Ações como o projeto Galera do Click, idealizado pela fotógrafa Sandra Reis, que tem o objetivo de empoderar e ensinar a teoria e a prática do mundo da fotografia aos jovens com T21, são exemplos de como a conexão entre empresas e a sociedade geram impactos positivos e transformadores. 

    “Somos a única escola de fotografia no mundo que profissionaliza jovens com deficiência intelectual.  E a parceria com empresas, como a farmacêutica Roche, Itaú, Toyota e mais de 30 organizações, nesses oito anos do projeto, tem importância fundamental, pois o trabalho da Galera do Click não é assistencialista e sim de empoderar os participantes do projeto.  Por meio da contratação dessas empresas e o espaço que conquistamos, tivemos a oportunidade de mostrar o nosso potencial”, comentou Sandra Reis, mãe do Felippe Reis, 28 anos, que tem síndrome de Down e foi o primeiro fotógrafo da empresa.

    No ano passado, cerca de 30 crianças foram clicadas pelos alunos do projeto para compor uma exposição que, em função da pandemia da Covid-19, vem sendo divulgada de forma virtual nos canais da Galera do Click. O trabalho contou com a parceria da Brandili, que forneceu os figurinos. 

    O que diz o Estatuto da Pessoa com Deficiência?

    Com a entrada em vigor da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU, em 2008, que primeiramente trouxe o conceito de que todos têm capacidade legal para exercer seus direitos e que as pessoas podem contar com apoio na tomada de decisão para garantir que isso aconteça, o mundo passou a ser orientado por um novo paradigma.

    A Lei Brasileira de Inclusão (LBI), 2015, seguiu o mesmo caminho e não só corroborou com o dispositivo, como era de se esperar, como gerou um aprofundamento do “como” a capacidade jurídica das pessoas com deficiência deve ser promovida, respeitada e colocada em prática no Brasil. A LBI, destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e à cidadania.

    Sobre 21 de março – Dia Internacional da Síndrome de Down

    Celebrado neste domingo (21 de Março), o Dia Internacional da Síndrome de Down foi criado em 2006 com o objetivo de celebrar a vida e promover a inclusão. E o Brasil foi um dos primeiros países a propor o reconhecimento oficial da data pela Organização das Nações Unidas (ONU).

    A escolha de 21 de Março faz alusão à triplicação do cromossomo 21, que causa a alteração genética característica da síndrome de Down. Os cromossomos estão presentes no organismo humano em um conjunto de 23 pares, e qualquer tipo de mudança em seus conjuntos ou estrutura origina a mutação.

    O tema da campanha global deste ano é “Conectar”, em função da pandemia da Covid-19, e tem o objetivo de incentivar a criatividade, para que temas importantes, como inclusão, mercado de trabalho e qualidade de vida na infância, adolescência e fase adulta, não deixem de ser abordados.

    A pauta no do Connected Smart Cities & Mobility

    A pauta da inclusão e acessibilidade nas cidades está no contexto do Connected Smart Cities & Mobility. A iniciativa entende que a união dos atores e a aplicação de novas ferramentas e tecnologias têm importância fundamental nesse processo de transformação das cidades, onde o cidadão deve ser a figura central.

    CONFIRA TAMBÉM AS MATÉRIAS:
    O DIREITO À ACESSIBILIDADE
    PIONEIRISMO: PIAUÍ INICIA VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19 DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
    SP ABRE INSCRIÇÕES PARA CURSOS GRATUITOS DE INCLUSÃO DIGITAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

  • #CONECTATALKS COM CRIS ALESSI | PLANO DE SMART CITIES PARA CURITIBA

    #CONECTATALKS COM CRIS ALESSI | PLANO DE SMART CITIES PARA CURITIBA

    O Connected Smart Cities realiza, no dia 23/03, o Encontro Regional Curitiba. E para falar sobre o desenvolvimento da capital a partir do conceito de smart cities, Paula Faria entrevistou Cris Alessi, presidente da Agência Curitiba 

    Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, é especialista no mercado de cidades inteligentes, mobilidade, aeroportos, segurança pública, PPPs e inovação social. A executiva se destaca, principalmente, por fomentar as iniciativas voltadas ao desenvolvimento das cidades brasileiras e conduz o Conecta Talks.

    Nesta edição, a especialista entrevistou a presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Cris Alessi, para falar sobre como a capital paranaense vem trabalhando na prática e modelando a cidade no conceito de smart cities. Curitiba está entre as três cidades mais inteligentes e conectadas do País, conforme o Ranking Connected Smart Cities 2020 e, na 1ª colocação, em Urbanismo, entre outros destaques.



    E no dia 23 de março,  às 09h, a capital recebe o Encontro Regional Curitiba, iniciativa do Connected Smart Cities & Mobility. O evento contempla a apresentação do Plano de Cidades Inteligentes para Curitiba e dos indicadores de desenvolvimento, no contexto do Ranking Connected Smart Cities. 

    Acesso à programação e inscrições gratuitas aqui           

     Destaques da entrevista

    1. Cris Alessi  falou sobre a importância desta pauta para a gestão de Curitiba no desenvolvimento da cidade e de como os indicadores de desenvolvimento, como os do Ranking Connected Smart Cities, são utilizados nesse processo.
    1. A pauta também abordou o case de Curitiba entre as 21 comunidades mais inteligentes do mundo, de acordo com a Smart21, levantamento realizado pelo Fórum de Comunidades Inteligentes (ICF), que avalia o crescimento econômico e o desenvolvimento social e cultural. Alessi falou do papel da Agência nesses resultados, bem como sobre como é feito o acompanhamento das tendências internacionais.
    1. Também foi destaque: como Curitiba vem trabalhando na prática e modelando a cidade no conceito de smart cities e quais as áreas que mais têm se destacado.
    1. E para concluir: a gestão pública foi apontada no contexto da pandemia de Covid-19 e a presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, Cris Alessi, avaliou como as cidades devem ser pensadas a partir do atual cenário. 

    A edição do Encontro Regional Curitiba marca o quinto evento da agenda promovida pelo Connected Smart Cities & Mobility, em 2021, com a realização de encontros regionais em todas as capitais do país.

    A iniciativa conta com a participação de importantes especialistas nacionais e internacionais, com destaque para os atores que estão fazendo a diferença na construção de Curitiba mais inteligente, conectada e humana.

    ACOMPANHE MATÉRIAS SOBRE CURITIBA E OS ENCONTROS REGIONAIS:
    SMARTCITY – POR ONDE COMEÇAMOS?
    CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY CONFIRMA AGENDA 2021 E TRAZ AÇÃO INÉDITA DE EVENTOS REGIONAIS
    CONNECTED SMART CITIES APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA SALVADOR E INDICADORES