Tag: connected smart cities

  • A NOVA GERAÇÃO DE CIDADES QUE JÁ NASCEM INTELIGENTES

    A NOVA GERAÇÃO DE CIDADES QUE JÁ NASCEM INTELIGENTES

    Criar cidades inteligentes do ponto zero é extremamente complexo e caro. Entretanto, é necessário acelerar os esforços para que a estruturação de novas áreas urbanas no Brasil contemple soluções que elevem a qualidade de vida dos habitantes

    No início deste ano, a Arábia Saudita anunciou a criação da cidade ecológica chamada The Line, com “zero carros, zero estradas, zero emissões de CO²” no Neom, uma região em desenvolvimento no Noroeste do País.  O novo município poderá acomodar um milhão de habitantes, tem 170 quilômetros de comprimento e preservará 95% das áreas naturais, como descreveu o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman em seu anúncio.

    The Line parece paradoxal num país reconhecido por sua robusta produção de petróleo – uma fonte energética que o mundo quer deixar para trás. Por isso, o megaprojeto saudita chama tanto a atenção. Aponta para a possibilidade de se romper com modelos seculares para dar-se início a um novo paradigma. Neom foi detalhadamente projetada como uma região futurista e turística, a fim de diversificar a economia do País.



    Transporte de alta velocidade e trajetos curtos

    A dinâmica de The Line está planejada em torno das atividades dos pedestres, buscando manter escolas, centros de saúde e espaços verdes em suas próprias comunidades, e oferecer transporte público de alta velocidade e trajetos curtos. De acordo com a divulgação, o novo centro urbano também será baseado em tecnologias de inteligência artificial. 

    É um movimento que se propaga nos últimos anos. Em 2019, a Coreia do Sul anunciou sua liderança em um grupo de onze países asiáticos que vão construir ou transformar 26 cidades inteligentes. A colaboração destes países busca resolver problemas de urbanização que vão da concentração populacional às enchentes, por exemplo. 

    Naturalmente, criar cidades inteligentes do ponto zero é extremamente complexo e caro. Entretanto, é necessário acelerar os esforços para que a estruturação de novas áreas urbanas no Brasil, com grande potencial de crescimento, contemple novas soluções que elevem a qualidade de vida dos habitantes. 

    Cidadãos como ponto central

    E, paralelamente, também precisamos promover a mudança de patamar das nossas cidades. Com inteligência, tecnologia e inovação, tendo os cidadãos como ponto central das soluções, é possível melhorar a infraestrutura do transporte público, ampliar a prestação dos serviços essenciais, diminuir os índices de poluição e enfrentar diversos outros desafios gerados pelo crescimento desenfreado dessas regiões.

    Isso é crucial se levarmos em consideração que, desde 2014, mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas. Essa taxa aumentará para 70% até 2050, como relata o Correio da Unesco – Reinventar as cidades. O documento aponta que, embora ocupem apenas 2% da superfície terrestre, as cidades consomem 60% da energia mundial, liberam 75% das emissões de gases de efeito estufa e produzem 70% do lixo global.

    Tecnologias no Brasil

    O Brasil já dispõe de soluções tecnológicas de primeira linha e especialistas em múltiplas áreas dedicados a reverter este cenário. Entre elas, por exemplo, estão tecnologias de análise de dados e inteligência artificial para melhor gestão do transporte público, tornando o uso mais eficiente e rentável para os municípios, além de aumentar a conveniência para os passageiros e reduzir a emissão de poluentes.

    Há uma considerável diversidade de recursos para tornar as cidades brasileiras mais conectadas, seguras, autorregenerativas, sustentáveis ambiental e economicamente e, ainda, inclusivas e agradáveis do ponto de vista dos cidadãos. Cidades podem nascer ou se tornarem inteligentes – seja como for, é uma agenda a ser fortalecida no Brasil.

    As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

  • ESTUDO DE CIDADES DESTACA A MOBILIDADE DE SÃO PAULO, BRASÍLIA E VITÓRIA

    ESTUDO DE CIDADES DESTACA A MOBILIDADE DE SÃO PAULO, BRASÍLIA E VITÓRIA

    O Ranking abrange os 673 municípios com mais de 50 mil habitantes e considera oito indicadores de mobilidade 

    Desafio das cidades brasileiras, a mobilidade urbana precisa avançar e encurtar caminhos para a implementação de novos modais inspirados em modelos internacionais e, principalmente, considerando as necessidades de locomoção e comportamento das pessoas e o meio ambiente. E estudos como o Ranking Connected Smart Cities, mais importante levantamento do País sobre o ecossistema, ajudam na definição das cidades com maior potencial de desenvolvimento.

    Um dos recortes do levantamento é o de Mobilidade e Acessibilidade. A edição 2020 aponta nas três primeiras colocações: São Paulo (SP), Brasília (DF) e Vitória (ES), respectivamente. Nas seis edições, a capital paulista manteve a liderança.



    O diretor e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon, que também coordena o estudo, ressalta que o Ranking avalia o eixo de mobilidade pautado em acessibilidade, conectividade e modais de transporte, considerando oito indicadores e, no total possível de 6,75 pontos, as três cidades atingiram menos de 4,3 pontos.

    “O levantamento avalia a proporção de automóveis por habitantes, atrelados a eficiência e poluição, multimodalidade, a quilometragem do transporte de massa: metrô e trem urbano e ciclovia, também associada à saúde e ao meio ambiente. As conexões entre cidades: rodoviárias e aeroviárias, que cumprem um papel de mobilidade e conexão econômica, e o percentual de veículos de baixa emissão”, comentou.

    São Paulo

    São Paulo possui a maior malha de metrô e trens do País e um projeto cicloviário com expansão, somando 680 quilômetros, inserido em áreas empresariais e que dá acesso às regiões periféricas. Com a maior conectividade interestadual, a capital conta com o aeroporto de Congonhas e fácil acesso aos aeroportos internacionais de Guarulhos e Campinas.

    Vitória 

    Além do ingresso de veículos de baixa emissão,  Vitória se destaca com 12,94 quilômetros de ciclovia por cem mil habitantes. São Paulo possui a relação de 2,82 km por cem mil habitantes.

    Brasília

    Em Brasília, os modais alternativos se sobressaem nos indicadores de conectividade e acessibilidade, com 13,82 quilômetros de ciclovia por cem mil habitantes e 2 linhas de metrô, que auxiliam no deslocamento entre as áreas distantes e o plano piloto.

    Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, reforça a urgência e importância de efetivamente o País priorizar a sustentabilidade no planejamento das cidades, considerando que a mobilidade precisa ser disruptiva e inclusiva, contemplando a micromobilidade e a conectividade, bem como entendendo que o centro de tudo é o cidadão.

    “Verdadeiramente só teremos a tão sonhada revolução da mobilidade urbana a partir dessas transformações. E elas precisam acontecer com rapidez e efetividade. Por isso é tão importante o envolvimento e a participação de todos na construção dessas políticas, onde reforço: a sociedade, o setor público e privado, as entidades e a academia. Falando especificamente de São Paulo, onde o seu Plano Diretor Estratégico e os projetos urbanísticos serão debatidos ao longo dos próximos meses, a gestão terá a oportunidade de contemplar no projeto, que teve a última revisão em 2014, iniciativas alinhadas ao atual contexto, onde enfatizo a mobilidade urbana entre as prioridades”, disse. 

    O tema está no contexto do Connected Smart Cities & Mobility 2021

    Para acessar matéria sobre no Estadão, clique aqui 

    Para acessar todos os indicadores do Ranking Connected Smart Cities, clique aqui 

    ACOMPANHE MATÉRIAS SOBRE CIDADES E MOBILIDADE URBANA:

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    PANDEMIA REFORÇA A NECESSIDADE DE AÇÕES PARA A MOBILIDADE ATIVA

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  • ACRE SEDIA EVENTO PARA DEBATER SOBRE PLANO DE CIDADES INTELIGENTES DE RIO BRANCO

    ACRE SEDIA EVENTO PARA DEBATER SOBRE PLANO DE CIDADES INTELIGENTES DE RIO BRANCO

    O Encontro Regional Rio Branco acontece nesta terça (27/04), sendo o 10º evento da agenda nacional do Connected Smart Cities para 2021 e que contempla todas as capitais do País

    Nesta terça (27 de abril), às 10h (horário de Brasília), o Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, realiza o Encontro Regional Rio Branco para debater sobre as iniciativas de smart cities no contexto da capital acreana. A edição faz parte da agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do País, contemplando 27 ações, entre fevereiro e agosto. O primeiro encontro foi realizado em Salvador; seguido por Vitória; Belém; Campo Grande; Curitiba; Maceió; Manaus; Recife; e Rio de Janeiro.
    Inscrições gratuitas em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/

    O Encontro Regional Rio Branco é o 10º da agenda e faz parte das iniciativas da sétima edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em São Paulo, entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021, e conta com programação pré-evento.



    A iniciativa reunirá especialistas em smart cities e acontece ao vivo, em formato virtual, com destaque para a programação, com a apresentação do Plano de Desenvolvimento de Cidades Inteligentes para Rio Branco e dos indicadores de desenvolvimento, no contexto do Ranking Connected Smart Cities. Conforme o estudo, no recorte regional, Rio Branco é a 3ª cidade mais bem posicionada da Região Norte, a 10ª posição no recorte de Mobilidade (com a melhor colocação no Norte), e a 68ª colocada entre as cidades com 100 a  500 mil habitantes. 

    “Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e cidades inteligentes no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente possível faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para a cidades e a mobilidade urbana alcancem mais municípios. E, assim como nas demais regiões, teremos uma agenda importante na capital acreana. Para tanto, contamos com o envolvimento dos vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

    Rio Branco no Ranking Connected Smart Cities

    A programação do Encontro Regional Rio Branco conta com a apresentação dos destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities, que compreende 70 indicadores segmentados em 11 eixos temáticos: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, educação, saúde, segurança, energia, empreendedorismo, tecnologia e inovação, governança e economia e adapta os principais estudos internacionais e a ISO 37.122, referente à indicadores para cidades inteligentes.

    Além dos resultados gerais, o Ranking CSC traz análises segmentadas pelos eixos temáticos, permitindo uma visão Regional do Brasil, considerando o porte de municípios que, no caso de Rio Branco, está inserido no recorte das cidades com 100 a 500 mil habitantes.

    Willian Rigon, diretor e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, que também coordena o estudo, cita que, na última edição do Ranking, Rio Branco não figurou entre as 100 cidades mais bem posicionadas no Ranking Geral, que inclui todos os municípios, bem como em 2019.

    “A capital possui também destaques importantes, como a 10ª posição no recorte de Mobilidade, sendo a melhor colocada no Norte, onde a disponibilização de ciclovias atinge 69 km por cem mil habitantes. As conexões interestaduais e aeroviárias também possuem papel importante e proporcionam a redução de distância da cidade em relação aos centros de negócios”, disse. 

    Outro ponto está relacionado ao Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação que se inter-relacionam, ou seja, são conectados aos demais indicadores. A cidade conta com 2 incubadoras de empresas, segundo dados da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). O Aquiri Valley, na língua dos Apurinãs, Aquiri significa “Rio dos Jacarés”, e concentra o ecossistema de empreendedorismo de inovação do Estado do Acre, e tem incubado empresas e startups.

    “A capital acreana possui 35% da banda larga disponível com velocidade superior a 34 megabytes, 32,9% dos empregos formais, quase 1/3 deles, ocupados por profissionais com ensino superior, ou seja, com empregos qualificados, além de investimento per capita, em educação, superior a R$ 400 reais por habitante. E quando pensamos em indicar um investimento no desenvolvimento futuro da cidade, podemos  ressaltar a representatividade do setor de educação, pesquisa e desenvolvimento, que já representa 5,9% dos empregos formais da cidade”, conclui Rigon.

    Palestrantes Encontro Regional Rio Branco

    Estão confirmados:  o diretor de Tecnologia de Informação e Comunicação da Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict) do Estado do Acre, Adriano Sales; o chefe do Departamento de Apoio às Economias Criativa e Digital do Banco SAFRA ( Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico) de Rio Branco, Gabriel Ribeiro de Novaes Lima; a conselheira Federal pelo Acre e Professora do  Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR ) e da Universidade Federal do Acre (UFAC), Josélia Alves. 

    Além do: professor e Assessor de Curso Superior do Centro Universitário U:Verse,  Anderson Santos Fernandes; do CEO da Lemobs, Sérgio Rodrigues; do diretor executivo da LiaMarinha, William Pessôa; da CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria; e do diretor e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon.  

    A programação completa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/  

    AGENDA

    A Agenda proposta para os eventos acontece entre 23 de fevereiro e 24 de agosto de 2021 e contempla os estados/regiões:
    Estados Região Nordeste/Cidades: Maceió (AL); Salvador (BA); Fortaleza (CE); São Luís (MA); João Pessoa (PB); Recife (PE); Teresina (PI); Natal (RN); Aracaju (SE);
    Estados Região Sul/Cidades: Florianópolis (SC); Curitiba (PR); Porto Alegre (RS);
    Estados Região Norte/Cidades: Rio Branco (AC); Macapá (AP); Manaus (AM);  Belém (PA); Palmas (TO); Porto Velho (RO); Boa Vista (RR);
    Estados Região Sudeste/Cidades: Vitória (ES); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP);
    Estados Região Centro-Oeste/Cidades: Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Goiânia (GO).

    Connected Smart Cities

    O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que permitem aos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes acesso aos conteúdos: crível, analítico e relevante, por meio do: Ranking, evento, Prêmio, Learn e o portal, além do Connected Smart Mobility, que conta com site e conteúdo dedicado às discussões relacionadas a mobilidade urbana no Brasil.  

    O Connected Smart Cities & Mobility conta com um alcance de mais de 15 mil pessoas mensalmente, 19 mil participantes, 1.200 reuniões nas Rodadas de Negócios, 550 marcas participantes, 300 painéis de discussão, 1.100 palestrantes, além de mais de 250 apoiadores. O evento se destaca, ainda, pela ampla participação de prefeituras que, apenas em 2019 (formato presencial), contou com a presença de aproximadamente 300 municípios. 

    O credenciamento para os profissionais de imprensa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/credenciamento-imprensa/

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  • POR QUE PRECISAMOS DE UM ANUÁRIO BRASILEIRO DA MOBILIDADE ELÉTRICA?

    POR QUE PRECISAMOS DE UM ANUÁRIO BRASILEIRO DA MOBILIDADE ELÉTRICA?

    O Anuário é um retrato panorâmico em que figuram os principais atores do ecossistema da mobilidade elétrica no Brasil e suas iniciativas, bem como as políticas públicas e instrumentos de fomento governamental

    O que se entende por prosperidade já teve muitas caras ao longo da história: as caravelas abarrotadas de especiarias do oriente, grandes plantações de café e as chaminés a pleno vapor em cidades cinzentas são apenas alguns de muitos exemplos.

    Esta nossa época traz à prosperidade uma nova face. Estamos na era do conhecimento.

    Já sabemos a esta altura que a humanidade estará mais bem posicionada – não apenas para progredir, mas para continuar existindo – na medida em que mais valorizar o conhecimento, a colaboração, a criatividade, e o talento. Em vez de caravelas, cérebros; no lugar da fumaça de chaminés, ideias.



    Acontece que tudo isso, é claro, não se materializa num passe de mágica. Há um longo caminho a percorrer do dado à informação; daí, ao conhecimento; e, finalmente, à prática. Um caminho que não pode prescindir de talento e criatividade.

    Juntos para transformar cidades

    É exatamente para percorrer este caminho que nos reunimos na Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica. Juntos, impulsionamos uma verdadeira transformação em nossas cidades e nos debruçamos sobre a enorme tarefa de gerir conhecimento para estimular o desenvolvimento do mercado, fomentar a aprendizagem no setor e oferecer bases ao desenvolvimento de políticas públicas.

    Para marcar um passo importante nessa jornada, lançamos em março de 2021 o 1º Anuário Brasileiro da Mobilidade Elétrica – um esforço conjunto que coroa o primeiro ano de cooperação entre governo, indústria, academia e sociedade civil na PNME.

    O Anuário é um retrato panorâmico em que figuram os principais atores do ecossistema da mobilidade elétrica no Brasil e suas iniciativas; políticas públicas e instrumentos de fomento governamental; análise de mercado e questões de tecnologia e inovação. São 180 páginas de uma primeira compilação – inédita no Brasil – de informações que podem nortear ações para o avanço da mobilidade elétrica. Trata-se de uma importante fonte de embasamento para as decisões de mercado, de pesquisa e desenvolvimento e políticas públicas que fomentem no Brasil uma mobilidade elétrica que tenha a nossa cara e atenda às nossas necessidades.

    O Anuário é, assim, um marco importante na jornada do dado à informação, desta ao conhecimento, e deste à prática. Por um país em que ações pela sustentabilidade e pelo clima resultem em mais prosperidade e, principalmente, bem-estar para todos.

    A PNME apoia esta jornada oferecendo as melhores condições para a colaboração. Criatividade e talento – felizmente e graças a vocês – temos de sobra.

    Vamos em frente, que retroceder não é uma opção.

    * O 1ª Anuário Brasileiro da Mobilidade Elétrica está disponível para download, gratuito, neste link.

    As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

  • RIO DE JANEIRO REÚNE ESPECIALISTAS PARA DEBATER SOBRE PLANO DE CIDADES INTELIGENTES, NESTA TERÇA (20/04)

    RIO DE JANEIRO REÚNE ESPECIALISTAS PARA DEBATER SOBRE PLANO DE CIDADES INTELIGENTES, NESTA TERÇA (20/04)

    O Encontro Regional Rio de Janeiro apresentará também os indicadores do  Ranking Connected Smart Cities, que aponta a capital em 1º lugar em Empreendedorismo, 4º em Mobilidade e 5ª posição em Tecnologia e Inovação 

    Nesta terça (20 de abril), às 09h, o Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, realiza o Encontro Regional Rio de Janeiro para debater sobre as iniciativas de smart cities no contexto da capital carioca. A edição faz parte da agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do País,  contemplando 27 ações, entre fevereiro e agosto. O primeiro encontro foi realizado em Salvador; seguido por Vitória; Belém; Campo Grande; Curitiba; Maceió; Manaus; e Recife. Inscrições gratuitas em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/

    O Encontro Regional Rio de Janeiro é o 9º da agenda e faz parte das iniciativas da sétima edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em São Paulo, entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021 e conta com programação pré-evento. 



    A iniciativa reunirá especialistas em smart cities e acontece ao vivo, em formato virtual, com destaque para a programação, com a apresentação do Plano de Desenvolvimento de Cidades Inteligentes para o Rio de Janeiro e dos indicadores de desenvolvimento, no contexto do Ranking Connected Smart Cities. Conforme o estudo, a  cidade ocupa o 1º lugar em Empreendedorismo em todas as edições do levantamento, 4º em Mobilidade e 5ª posição em Tecnologia e Inovação.

    “Somos a principal plataforma do ecossistema de cidades inteligentes e mobilidade urbana no Brasil e fomentar esse tema da forma mais abrangente possível faz todo o sentido para o nosso trabalho. Os encontros e outras atividades permitem que o debate e as boas práticas para a cidades e a mobilidade urbana alcancem mais municípios. E, assim como nas demais regiões, teremos uma agenda importante na capital carioca. Para tanto, contamos com o envolvimento dos vários atores com atuação no desenvolvimento mais sustentável das cidades”, disse Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

    Destaques Rio de Janeiro no Ranking Connected Smart Cities

    A programação do Encontro Regional Rio de Janeiro conta com a apresentação dos destaques da cidade no Ranking Connected Smart Cities, que compreende 11 eixos analisados e 70 indicadores. Na última edição do Ranking,  a  cidade manteve o 1º lugar em Empreendedorismo (destaque em todas edições), 4º em Mobilidade e 5ª posição em Tecnologia e Inovação.

    Willian Rigon, diretor e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, que também coordena o estudo, cita que é importante apontar que Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação se inter-relacionam, ou seja, são conectados aos demais indicadores. A cidade conta com 13 incubadoras de empresas de caráter público e privado, além de 5 polos de tecnologia, segundo dados da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

    “Vale ressaltar que no final de outubro do ano passado, a Prefeitura do Rio de Janeiro sancionou a Lei Municipal de Incentivo à Inovação (Lei nº 6788) com o objetivo de facilitar a concretização de projetos inovadores que atuem diretamente na promoção de melhorias nos serviços públicos da cidade. Segundo divulgação da Prefeitura, a iniciativa também pretende transformar o município do Rio em um grande centro de incentivo ao espírito empreendedor”. 

    A infraestrutura tecnológica oferecida também se sobressai, onde os setores TIC (tecnologia, inovação e comunicação) e Educação, Pesquisa e Desenvolvimento já representam, juntos, 10% do total de empregos formais da cidade. A atuação do Estado do Rio de Janeiro, que pretende se tornar referência mundial como polo de inovação em energia sustentável, também auxilia no desenvolvimento do setor.

    “Nesse sentido, o governo irá estimular a criação e desenvolvimento de startups com esse foco e recebe o apoio do REAP, programa de aceleração de startups coordenado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). O projeto recebe apoio de empresas privadas e pretende captar mais valor. Com certeza, a cidade se beneficiará com esse investimento”, disse Rigon.

    Já no recorte de Mobilidade, a cidade ocupa a 4ª posição, reflexo da disponibilização de diferentes perfis de modais, conceito adequado às grandes cidades, com espaço para a mobilidade não motorizada (as ciclovias), além do transporte de massa, como o Metrô.

    “Gostamos sempre de mostrar por meio dos indicadores o ‘connected’ da nossa plataforma, que está na conexão entre os indicadores, em seus diferentes eixos, assim como também na conexão dos diferentes atores. Ainda em mobilidade, citamos a conectividade proporcionada pelos Aeroportos no Rio de Janeiro, que permitem a conexão da cidade com mais de 80 destinos diretos e uma infinidade por meio de conexões”, conclui o executivo. 

    Palestrantes Encontro Regional Rio de Janeiro

    Estão confirmados: a secretária Municipal de Transportes (SMTR) do Rio de Janeiro, Maína Celidonio de Campos; o coordenador Geral do Escritório de Planejamento da Subsecretaria de Planejamento e Acompanhamento de Resultados (SUBPAR) da Prefeitura do Rio de Janeiro, Daniel Mancebo; o assessor especial do Centro de Operações Rio, Alexandre Cardeman.

    Além da: diretora-executiva do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil),  Clarisse Cunha Linke; a diretora de Negócios para Cidades Inteligentes da Sonner, Larissa Tavares; o responsável por Soluções e-city da Enel X, Carlos Eduardo Cardoso; o Sócio-fundador e COO da Tembici, Maurício Villar; a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria; e o diretor comercial e marketing e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon. 

    A programação completa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/ 

    AGENDA

    A Agenda proposta para os eventos acontece entre 23 de fevereiro e 24 de agosto de 2021 e contempla os estados/regiões:

    Estados Região Nordeste/Cidades: Maceió (AL); Salvador (BA); Fortaleza (CE); São Luís (MA); João Pessoa (PB); Recife (PE); Teresina (PI); Natal (RN); Aracaju (SE);
    Estados Região Sul/Cidades: Florianópolis (SC); Curitiba (PR); Porto Alegre (RS);
    Estados Região Norte/Cidades: Rio Branco (AC); Macapá (AP); Manaus (AM);  Belém (PA); Palmas (TO); Porto Velho (RO); Boa Vista (RR);
    Estados Região Sudeste/Cidades: Vitória (ES); Belo Horizonte (MG); Rio de Janeiro (RJ); São Paulo (SP);
    Estados Região Centro-Oeste/Cidades: Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Goiânia (GO).

    Connected Smart Cities

    O Connected Smart Cities funciona como uma plataforma completa de conteúdo com múltiplos canais e formatos que permitem aos profissionais do ecossistema de cidades inteligentes acesso aos conteúdos: crível, analítico e relevante, por meio do: Ranking, evento, Prêmio, Learn e o portal, além do Connected Smart Mobility, que conta com site e conteúdo dedicado às discussões relacionadas a mobilidade urbana no Brasil.   

    O Connected Smart Cities & Mobility conta com um alcance de mais de 15 mil pessoas mensalmente, 19 mil participantes, 1.200 reuniões nas Rodadas de Negócios, 550 marcas participantes, 300 painéis de discussão, 1.100 palestrantes, além de mais de 250 apoiadores. O evento se destaca, ainda, pela ampla participação de prefeituras que, apenas em 2019 (formato presencial), contou com a presença de aproximadamente 300 municípios. 

    O credenciamento para os profissionais de imprensa está disponível em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/credenciamento-imprensa/ 

    CONFIRA OUTRAS MATÉRIAS SOBRE OS ENCONTROS REGIONAIS:
    CONNECTED SMART CITIES & MOBILITY CONFIRMA AGENDA 2021 E TRAZ AÇÃO INÉDITA DE EVENTOS REGIONAIS

    CONNECTED SMART CITIES APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA SALVADOR E INDICADORES

    ENCONTRO DE SMART CITIES EM ALAGOAS APRESENTA PLANO DE CIDADES INTELIGENTES PARA MACEIÓ E REÚNE ESPECIALISTAS

  • CONNECTED SMART CITIES E A REALIDADE AMAZÔNICA

    CONNECTED SMART CITIES E A REALIDADE AMAZÔNICA

    Cidades inteligentes no contexto da realidade amazônica perpassa pela necessidade do desenvolvimento e implantação de modelos que consigam dialogar com a realidade local

    Agradecendo em primeiro lugar aos colegas do Connected Smart Cities, começamos aqui o compartilhamento de alguns pensamentos sobre a temática de cidades inteligentes. Sendo nascido e morador de Belém, capital do estado do Pará, a temática amazônica será preponderante neste espaço. 

    Tive a felicidade de participar no último dia 9 de março do “Evento Regional Belém – Apresentação do desenvolvimento de cidades inteligentes” disponível no YouTube do canal Connected Smart Cities. Várias entidades governamentais participaram do evento, vinculadas às três esferas. Além disso, meu colega professor Aldebaro Klautau encerrou o evento com uma palestra bastante esclarecedora sobre os desafios tecnológicos da nossa região e apresentou alguns produtos desenvolvidos pelo seu laboratório instalado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá). 



    Cidades inteligentes no contexto amazônico

    Uma constatação da maturidade do debate é a frequência com que a palavra sustentabilidade foi ouvida. Foi unânime que a discussão sobre cidades inteligentes no contexto amazônico perpassa pela necessidade do desenvolvimento e implantação de modelos que consigam dialogar com a realidade local, em uma região com características de infraestrutura muito distintas do restante do país.

    A discussão sobre a Amazônia urbana é um tema que precisa ser estudado de forma atenta. Quando nos afastamos da realidade das regiões metropolitanas de Belém e Manaus – nossos maiores aglomerados urbanos na região, nos deparamos com contextos com paradoxos relacionados com a nossa infraestrutura. Enquanto a Amazônia concentra duas das maiores usinas hidroelétricas do país, quase um milhão de pessoas na região não tem acesso à energia elétrica. É notória a escassez de água tratada na região que reúne a maior concentração de água doce do planeta.

    A conectividade de internet é atendida de forma precária para a maioria da população que está distribuída na maior região do país. Então, todos os desafios enfrentados pelas cidades brasileiras são reproduzidos localmente, e há agravantes de infraestrutura que tornam ainda mais complexa a adoção de soluções tecnológicas que fariam todo sentido em outros lugares do mundo.

    O papel do investimento na tecnologia e inovação 

    Para enfrentar toda dificuldade, vamos à criatividade e inovação. Uma startup paraense, residente no PCT Guamá, desenvolveu nestes últimos anos uma fábrica piloto para a produção de material de construção por meio da reciclagem de plástico. Considerando que Belém gera 200 toneladas de plástico por dia e apenas 2,8% do volume é reaproveitado, o projeto “Seixo de Plástico” desenvolveu um processo fabril que transforma o plástico em um produto de grande resistência e que já começa a ser usado na construção de moradias na região. É nossa responsabilidade divulgar projetos deste tipo e torcer para estimulem o desenvolvimento de novas ideias inovadoras e sustentáveis para a região.

    Vamos prosseguir com esta discussão. Nos próximos artigos, tenho a intenção de apresentar alguns casos de sucesso desenvolvidos e implantados na região. A participação do leitor é sempre bem-vinda com críticas e sugestões. Até a próxima!

    As ideias e opiniões expressas no artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não refletindo, necessariamente, as opiniões do Connected Smart Cities 

  • AUMENTO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO E DELIVERY EXIGE TRANSFORMAÇÃO NAS CIDADES

    AUMENTO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO E DELIVERY EXIGE TRANSFORMAÇÃO NAS CIDADES

    A Covid-19 mudou a paisagem das cidades e, com a alta demanda do comércio eletrônico e delivery, provocou alta na circulação de motos e bicicletas nos serviços de entregas, transformando tendência em necessidade

    De acordo com o índice MCC-ENET, em 2020, o comércio eletrônico brasileiro apresentou crescimento do faturamento e das vendas e atingiu 83,68% e 73,88%, respectivamente, na comparação com 2019. O setor continua em expansão e, em fevereiro de 2021/2020, atingiu alta acima de 52%.

    O cenário foi impactado pela mudança no comportamento das pessoas com a pandemia da Covid-19, que acelerou processos como: a digitalização dos negócios e a adesão aos meios digitais para compras online. Como reflexo, veio o crescimento do uso de bicicletas, motos e aplicativos de transporte, mudando a paisagem das cidades.



    Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility (CSCM) e do AirConnected, enfatiza a importância do planejamento das cidades e da mobilidade urbana, bem como a responsabilidade das empresas com o tema e a sustentabilidade, nos meios de deslocamentos e dos parceiros entregadores.

    “A abordagem tem movimentando o setor e reforçado a importância deste para a economia e dos seus impactos no desenho das cidades. Nesse contexto, o CSCM 2021 traz um programa dedicado ao tema, com o objetivo de buscar as melhores práticas junto aos atores. Ressalto, ainda, a influência direta do comércio eletrônico no setor de transporte aéreo e que, também, fará conexão com o AirConnected, que acontece paralelamente à iniciativa de smart cities”.

    União dos atores 

    O Guia de Mobilidade Urbana e Delivery pós-Covid-19, da Associação Brasileira Online to Offline, aponta aumento de 400% nas lojas virtuais no País durante a pandemia, passando de 10 mil para 50 mil por mês.  

    “A partir do guia identificamos grandes desafios no novo modelo de vida das pessoas, que considera menor exposição aos riscos da pandemia. A discussão entre os atores, que inclui as empresas da economia digital, no sentido de repensar as cidades, tem o propósito de contribuir com a construção das políticas públicas de fomento à integração e à intermodalidade”, disse Lilian Lima, líder do Comitê de Mobilidade Urbana da ABO2O, e gerente de Políticas Públicas na 99. 

    Rede colaborativa  

    A Kangu, plataforma que conecta uma rede colaborativa de vendedores, transportadoras e locais de coleta, cresceu mais de 280% nos últimos 12 meses, atingindo 4 mil pontos de coleta – que, no geral, são pequenos comércios de bairros. Em janeiro de 2020, foram feitas 100 mil entregas e, em dezembro, o número ultrapassou 7 milhões. 

    “Partindo da nossa premissa, de oferecer envios mais baratos, sustentáveis e com mais conveniência, todo o crescimento da nossa malha de pontos causa um efeito extremamente positivo e traz mais acesso e autonomia ao vendedor”, afirma Marcelo Guarnieri, CEO da Kangu.

    Redução dos impactos ambientais 

    O aplicativo de delivery iFood tem incentivado o uso de bicicletas elétricas e, recentemente, fechou parceria com a Voltz Motors. A ação faz parte do programa iFood Regenera, que pretende, até 2025, utilizar modais não poluentes em 50% das entregas.

    “A pandemia nos apresentou novas responsabilidades. Precisávamos usar ainda mais nossas ferramentas, nosso potencial de inovação, e promover soluções transformadoras que revertam os impactos socioambientais típicos de uma operação de delivery”, afirma Gustavo Vitti, vice-presidente de Pessoas e Soluções Sustentáveis no iFood.

    Sobre o evento nacional Connected Smart Cities & Mobility 2021 (clique no link)

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  • NESTA QUINTA (15/04), ÀS 09H: AUTORIDADES DEBATEM REGULAÇÃO DOS CONTRATOS DO TRANSPORTE DE MINAS GERAIS

    NESTA QUINTA (15/04), ÀS 09H: AUTORIDADES DEBATEM REGULAÇÃO DOS CONTRATOS DO TRANSPORTE DE MINAS GERAIS

    Evento acontece nesta quinta (15) e marca o lançamento da série promovida pelo Connected Smart Cities  e o Governo de Minas. Participam o secretário e o subsecretário de Infraestrutura e Mobilidade de MG, os presidentes da BHTrans e NTU, além de diretores da ANTT e Artesp

    Nesta quinta (15/04), às 09h, o Connected Smart Cities & Mobility e o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), realizam o primeiro bloco da série online: Os desafios do transporte coletivo de passageiros de Minas Gerais. Composta por seis blocos, a iniciativa reunirá especialistas para debater e apontar estratégias para projetos em andamento no Estado de Minas Gerais, com o objetivo de difundir e implementar as melhores práticas sustentáveis e econômicas, no contexto nacional e internacional. Inscrições gratuitas em: https://bit.ly/3wQHP4r  

    Os encontros abordarão a regulação de contratos, tecnologias para fiscalização do transporte e experiências de sucesso do setor em outros países. Os debates do bloco de lançamento serão sobre a regulação dos contratos de transporte, destacando os caminhos de como induzir eficiência e desempenho.



    Estão confirmados: o secretário de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) do Governo do Estado de Minas Gerais, Fernando Marcato; o presidente da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), Diogo Prodoscimi; o presidente executivo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Otávio Vieira da Cunha Filho; o diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Murshed Menezes Ali; a advogada e consultora em mercado de infraestrutura, que já atuou como diretora da Agência Reguladora de Transportes de São Paulo (Artesp), Renata Dantas; e o subsecretário de Transporte e Mobilidade da Seinfra, Gabriel Ribeiro Fajardo.

    O secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade, Fernando Marcato, destaca que o lançamento da série tem foco na abordagem sobre os modelos que podem induzir eficiência nos contratos de concessão, a importância dos indicadores de desempenho, matriz de riscos, previsibilidade, bem como a regulação por contrato: como adaptar os contratos de concessão às urgências atuais. “Nós temos discutido continuamente com as concessionárias a importância da melhoria nos contratos para termos maior segurança jurídica e ofertarmos um serviço de mais qualidade. Esse evento é fundamental para fazermos esse debate e aperfeiçoar, em conjunto, a questão da mobilidade em todo estado”, disse.

    Contexto

    A série debaterá amplamente sobre os desafios para garantir, aos cidadãos do segundo estado mais populoso do Brasil, serviços de transporte metropolitano e intermunicipal público com qualidade e segurança. “Debater a mobilidade urbana em Minas Gerais é extremamente importante, especialmente neste momento de pandemia. O transporte público é serviço essencial e sua melhoria é uma busca constante em nosso estado”, destaca o governador de Minas Gerais, Romeu Zema.  

    O subsecretário de Transportes e Mobilidade (Seinfra), Gabriel Ribeiro Fajardo, pontua a relevância da evolução das relações público-privadas e da regulação dos serviços públicos essenciais. “A parceria com o Connected Smart Cities é muito importante, pois permite colocar em debate desafios relevantes da mobilidade mineira. Sem dúvida, é uma oportunidade incrível para  agregar especialistas e os atores interessados em prol de melhorias do transporte coletivo”, enfatiza Fajardo. 

    A iniciativa está inserida no contexto do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em São Paulo (SP), entre 01 e 03 de setembro de 2021. 

    “A parceria com o Governo de Minas, por meio da Seinfra, está alinhada ao propósito do Connected Smart Cities em trabalhar de forma colaborativa e integrada aos diversos atores que compõem o ecossistema de cidades e mobilidade urbana no Brasil. Fomentar a implementação de políticas públicas que priorizam o cidadão é o nosso foco e esperamos replicar o formato de Minas Gerais em outros estados do País”, comenta Paula Faria, CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility.

    Temas

    A série Os desafios do transporte coletivo de passageiros de Minas Gerais abordará, ainda: As novas experiências regulatórias no transporte coletivo: as novas fronteiras da mobilidade a partir da relação público-privada; Tecnologias para a melhoria da fiscalização e controle do transporte coletivo; Integração de sistemas e cidades para o desenvolvimento da mobilidade urbana; Os impactos da Covid-19 para o transporte público; e a desigualdade no acesso às oportunidades: como diminuir as distâncias com segurança e qualidade de vida.  
    A programação completa está disponível em: https://bit.ly/3wQHP4r   

    Obs.:  O credenciamento para os profissionais de imprensa está disponível em:  https://evento.connectedsmartcities.com.br/credenciamento-imprensa/     

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  • MANAUS APRESENTA PLANO DE REVITALIZAÇÃO DO CENTRO HISTÓRICO EM ENCONTRO REGIONAL DO CONNECTED SMART CITIES

    MANAUS APRESENTA PLANO DE REVITALIZAÇÃO DO CENTRO HISTÓRICO EM ENCONTRO REGIONAL DO CONNECTED SMART CITIES

    Encontro Regional Manaus debateu sobre cidades inteligentes e faz parte das iniciativas do Connected Smart Cities 

    A construção de uma cidade melhor para todos é um dos pontos de partida do amplo programa da gestão do prefeito David Almeida para a revitalização do Centro Histórico da capital amazonense. Os investimentos da Prefeitura de Manaus sobre o tema foram expostos pelo diretor do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), arquiteto e urbanista Pedro Paulo Cordeiro, durante sua apresentação no Encontro Regional Manaus do Connected Smart Cities & Mobility, iniciativa da Necta, debatendo sobre as iniciativas de smart cities, nesta terça-feira, 6/4, de forma on-line.

    O diretor do Implurb afirmou que dentro desta cidade melhor para se viver, arquitetura, urbanismo, planejamento urbano e transformação do ambiente, se concentrando na humanização, mobilidade e mix de usos, são cada vez mais essenciais.



    “Dentro da revitalização temos o Plano Habitacional para o Centro, que parte da premissa que deve ter habitação para todos, de todas as classes, onde possa ser proporcionada moradia tanto para uma pessoa que trabalha na área de limpeza quanto para um diretor de uma grande rede de lojas varejistas, por exemplo. Isso é algo que nunca aconteceu em nenhum governo, proporcionar esse tipo de política pública relacionada à habitação. A ideia é exatamente colocar as pessoas de volta ao Centro para morar e essas pessoas, para facilitar a mobilidade, devem trabalhar no bairro, para que possam tanto utilizar a mobilidade ativa que falamos. A caminhabilidade, a ciclomobilidade, os pequenos deslocamentos”, explicou o diretor de Planejamento.

    Mancha urbana

    Na apresentação, Pedro Paulo exibiu mapas da capital com as manchas urbanas de dois períodos distintos para mostrar a densidade populacional. No período de 1669 a 1920, havia uma densidade de 107 habitantes por hectare (ha), em um trecho de 706,90ha, o que reduziu consideravelmente entre 1980 e 2014, para apenas 42 hab/ha numa área muito mais extensa de 43,8 mil ha.

    “A baixa densidade urbana e o espraiamento causam problemas principalmente na oferta de serviços públicos pela Prefeitura de Manaus. O que se viu foi uma deformação do tecido urbano no final do primeiro grande ciclo econômico, com o crescimento da cidade mais de 60 vezes, desordenado, trazendo problemas ambientais de vários níveis e poluição dos igarapés”, afirmou.

    “Nosso Centro”

    Na antítese do urban sprawl (espraiamento urbano), surge o programa “Nosso Centro”, uma das metas dos 100 dias de gestão do prefeito David Almeida.

    Com um belo patrimônio arquitetônico e cultural, o Centro passa a ter grandes eixos de desenvolvimento: “Mais Vida”, “Mais Negócios” e “Mais História”. Um grupo de trabalho que envolve técnicos do Implurb, das secretarias municipais do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi) e de Finanças e Tecnologia da Informação (Semef), além da Fundação de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), está realizando reuniões para consolidar o plano.

    Voltando ao ponto de origem do nascimento da capital, no cinturão da Ilha de São Vicente, com olhares e perspectivas resilientes, focada em comunidade conectada e sustentabilidade, o “Nosso Centro” será um plano piloto para o crescimento inteligente, mobilidade ativa, estímulo a negócios, uso e reuso de espaços vazios, movimento de arte, cultura e lazer, e melhoria de infraestrutura.

    “Ao mesmo tempo em que se revitaliza um imóvel abandonado, está se dando uma nova função social a um prédio, mas também está havendo redistribuição das pessoas no território. Geralmente pessoas de baixo poder aquisitivo moram em áreas periféricas e sofrem principalmente com o deslocamento na cidade”, comentou Pedro Paulo.

    Ao implantar habitação próximo ao local de trabalho das pessoas, aproximando moradia e atividade, se tem um ganho de qualidade de vida, há potencialização de novos usos mistos de comércio, serviços e qualificação de áreas públicas. “A mobilidade não pode ser olhada apenas pelo deslocamento e transporte de pessoas e cargas. Tem que ser olhada pela questão social. Se uma pessoa leva quatro horas no trânsito para ir e voltar do trabalho, todos os dias, em uma década terá passado um ano dentro de um ônibus”, comparou o diretor do Implurb.

    “Vamos dinamizar o território. Esse é o grande objetivo do plano habitacional do prefeito David Almeida, um plano piloto, para ser replicado em outras áreas. Precisamos reocupar a cidade. E reocupar com soluções inteligentes, práticas sustentáveis, uso de energia solar, reuso de água da chuva”, comentou o arquiteto e urbanista palestrante.

    Exemplo

    Várias metrópoles e grandes cidades mundiais se tornaram referência do tipo de programa pensado para o “Nosso Centro”, implantando o conceito de livability, ou locais mais agradáveis para se viver. Uma delas é a cidade australiana de Melbourne, que passou por transformações nos últimos 15 anos que modificaram o espaço, incluindo segurança, saúde, a facilidade de caminhar, construção de edifícios habitacionais e uma rede comercial de apoio.

    Participantes Encontro Regional Manaus

    Participaram do evento: o diretor do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), Pedro Paulo Cordeiro; o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) do Amazonas, Jório de Albuquerque Veiga Filho; o diretor-presidente do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), Paulo Henrique do Nascimento Martins; a chefe da Representação da superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) em Brasília, Érika de Almeida Leite; o coordenador do Pedala Manaus, Paulo Aguiar.

    Além do: subsecretário operacional da Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo e Inovação (Semtepi) de Manaus, Gustavo Igrejas; o professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Augusto Rocha; o CEO da Lemobs, Sérgio Rodrigues; o co-founder da Meryt, Lucas Ribeiro Prado; a CEO da Necta e idealizadora do Connected Smart Cities & Mobility, Paula Faria; o diretor comercial e marketing e sócio da Urban Systems e Connected Smart Cities, Willian Rigon; entre outros especialistas.

    O evento de Manaus faz parte das ações da sétima edição do evento nacional Connected Smart Cities & Mobility, que acontece, em São Paulo, entre os dias 01 e 03 de setembro de 2021, e conta com várias iniciativas pré-evento.

    A programação do encontro abordou indicadores de desenvolvimento no contexto do Ranking Connected Smart Cities 2020, que aponta Manaus como a 2ª cidade mais bem posicionada, no recorte da Região Norte, e 25ª entre as cidades com mais de 500 mil habitantes.  Já em Governança, a capital está na 1ª colocação regional e, no Ranking Geral, entre as 25 melhores cidades do País. 

    Agenda

    Na próxima terça (13/04), às 09h (horário de Brasília), o Connected Smart Cities & Mobility realiza o Encontro Regional Recife. A edição faz parte da agenda de eventos regionais da plataforma, em 2021, em todas as capitais do país,  contemplando 27 ações entre fevereiro e agosto, semanalmente e sempre às terças-feiras.  O primeiro encontro foi realizado em Salvador; seguido por Vitória; Belém; Campo Grande; Curitiba;  Maceió; e Manaus (06/04).

    Inscrições gratuitas em: https://evento.connectedsmartcities.com.br/eventos-regionais/ 

    Com Informações da Assessoira de Comunicação do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) de Manaus e do Connected Smart Cities

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  • O DESENVOLVIMENTO DE UMA BELO HORIZONTE MAIS INTELIGENTE E SUSTENTÁVEL

    O DESENVOLVIMENTO DE UMA BELO HORIZONTE MAIS INTELIGENTE E SUSTENTÁVEL

    A capital concentra mais de 62 instituições de ensino superior e possui um dos maiores parques tecnológicos do país, com mais de 300 startups apenas na comunidade San Pedro Valley

    elo Horizonte (MG) voltou a figurar entre as 10 mais inteligentes e conectadas do país no Ranking Connected Smart Cities, impulsionada pelo seu desempenho nos eixos de saúde, tecnologia e inovação, governança e empreendedorismo. Recebendo o terceiro lugar no eixo Saúde, a cidade merece destaques quanto a oferta de leitos hospitalares, sendo 4,26 por mil habitantes, o investimento em saúde por habitante sendo superior a R$1.300 e 433 médicos por cem mil habitantes. 

    A cidade está investindo no programa Belo Horizonte – Cidade Inteligente, com o objetivo de investir em soluções inteligentes que busquem superar os desafios da gestão municipal. Entre os objetivos do programa, a cidade busca evoluir a infraestrutura tecnológica como base de uma gestão integrada entre as diversas áreas da administração, interagir com o ecossistema tecnológico da cidade para a construção de soluções conjuntas, fomentar empresas de base tecnológica para consolidar o setor de TIC como marca do município e favorecer o desenvolvimento econômico e a geração de empregos.

    Belo Horizonte já conta com algumas soluções inteligentes como 711 km de fibra óptica, o aplicativo móvel PBH App que facilita na solicitação de serviços, uma Central Geradora de Energias Renováveis com painéis fotovoltaicos e biomassa oriunda de resíduos de poda e supressão de árvores e um Laboratório Aberto de IoT da Prodabel para prototipagem de soluções. 


     Além disso, a cidade está desenvolvendo ações a partir do Belo Horizonte Smart! que busca soluções voltadas para:

    Sustentabilidade, meio ambiente e cidadania;
    Mobilidade e Segurança;
    Acessibilidade à governança e serviços ao cidadão;
    Resiliência no desenvolvimento econômico e urbano;
    Tecnologia, cultura e inclusão digital. 

    A cidade está, cada vez mais, desenvolvendo um conjunto integrado de ações a partir de abordagens inovadoras para, além de aproximar a população da gestão pública, elaborar soluções inteligentes, sustentáveis e tecnológicas. Belo Horizonte é um exemplo para cidades que buscam implementar a tecnologia como maneira de melhorar a qualidade de vida e proporcionar melhor eficiência operacional. 

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